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A Indisciplinar é uma revista acadêmica digital editada pelo grupo de pesquisa Indisciplinar (EA-UFMG/CNPQ). A sua periodicidade é 2 edições por ano, e os textos são recebidos em português, espanhol e inglês.
 
 
A [http://blog.indisciplinar.com/sobre-a-revista-2 '''Indisciplinar'''] é uma revista acadêmica digital editada pelo grupo de pesquisa Indisciplinar (EA-UFMG/CNPQ). A sua periodicidade é 2 edições por ano, e os textos são recebidos em português, espanhol e inglês.
 
  
 
O foco central da revista recai no pensamento das produções políticas, econômicas e linguísticas contemporâneas do espaço urbano. Nesse sentido, buscamos um olhar tanto capaz de articular as possibilidades de produção de singularidades e diferença na cidade, quanto articular críticas heterogêneas dos processos de ocupação e construção de lógicas voltadas para a expropriação do comum no espaço urbano.
 
O foco central da revista recai no pensamento das produções políticas, econômicas e linguísticas contemporâneas do espaço urbano. Nesse sentido, buscamos um olhar tanto capaz de articular as possibilidades de produção de singularidades e diferença na cidade, quanto articular críticas heterogêneas dos processos de ocupação e construção de lógicas voltadas para a expropriação do comum no espaço urbano.
  
A dimensão do comum é a idéia norteadora das práticas do grupo, bem como elemento articulador de sua composição e atuações diversificadas. Desta forma, torna-se também um eixo conceitual estruturante das discussões propostas pela revista. Podemos afirmar que ser indisciplinar é negar, ou, no mínimo, articular criticamente as lógicas e tendências de produção de subjetividades, espaço, linguagens e lógicas que minam a expansão das riquezas comuns nas cidades contemporâneas.
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A dimensão do comum é a idéia norteadora das práticas do grupo, bem como elemento articulador de sua composição e atuações diversificadas. Desta forma, torna-se também um eixo conceitual estruturante das discussões propostas pela revista. Podemos afirmar que ser indisciplinar é negar, ou, no mínimo, articular criticamente as lógicas e tendências de produção de subjetividades, espaço, linguagens e lógicas que minam a expansão das riquezas comuns nas cidades contemporâneas.<br>
 
 
Endereço para contato: Escola de Arquitetura da UFMG, rua Paraíba, 697, sala 400. CEP 30130-141.
 
 
 
Telefone: 31 34098834 ou 31 34098835 ou 31 34098845
 
 
 
'''ISSN: 2525-3263'''
 
  
 
==Edições==
 
==Edições==
  
 
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Arquivo:Capa9.png| link=.download/009.pdf | v. 5, n.2, 2019
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Arquivo:Capa8.png| link=.download/008.pdf | v. 5, n.1, 2019
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Arquivo:Capa7.png| link=.download/007.pdf | v. 4, n.2, 2018
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Arquivo:Capa6.jpg| link=.download/006.pdf | v. 4, n.1, 2018
 
Arquivo:Capa5.jpg| link=.download/005.pdf | n. 5, v.4, 2017  
 
Arquivo:Capa5.jpg| link=.download/005.pdf | n. 5, v.4, 2017  
 
Arquivo:Capa4.jpg| link=.download/004.pdf | n. 4, v.3, 2017  
 
Arquivo:Capa4.jpg| link=.download/004.pdf | n. 4, v.3, 2017  
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==Chamada==
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==Chamadas==
DUAS CHAMADAS ABERTAS PARA OS PRÓXIMOS NÚMEROS DA REVISTA INDISCIPLINAR!
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A décima edição da Revista Indisciplinar tem como tema a '''produção biopolítica e transescalar do espaço''' e busca debater as disputas territoriais contemporâneas entre o projeto totalitarista neoliberal e as diversas lutas por direitos humanos individuais e coletivos, assim como por uma ecologia socioambiental. Partimos do termo biopolítica, cunhado por Michel Foucault em meados do século XX, por reconhecermos a necessidade de uma análise que abranja questões da macropolítica atreladas às diferentes formas de controle e validação das formas de vida cotidiana. Não nos limitamos, porém, às estratégias metodológicas e analíticas apresentadas por Foucault por acreditarmos que o neoliberalismo, como uma nova razão de mundo, determina condições políticas e sociais específicas e definidas pela financeirização do espaço, pelo acirramento das desigualdades econômicas e pelo desemprego em massa. Além disso, ressaltamos a importância de leituras decoloniais e transescalares que considerem as especificidades do Brasil e dos territórios ao sul do globo, reconhecendo a importância de teóricos, militantes e ativistas latino-americanos, africanos e asiáticos nos debates sobre a contemporaneidade, assim como a formação de redes transescalares que envolvem tanto as microações nos territórios quanto a relação global e transescalar que incluem atores e agentes planetários envolvidos nos processos de expropriação  territorial e/ou nos processos de resistência. Considerando isso, estamos interessados em um campo teórico envolvendo: Capitalismo Pós-fordista e rentista; Urbanismo Neoliberal e Financeirização transnacional dos territórios; Geopolítica, Império, Imperialismo e Neocolonialismo; Decolonialismo; Biopoder, Biopolítica, Necropolítica e Psicopolítica;  Biopotências; Bem Viver; Direito à cidade; Novos e novíssimos movimentos sociais; Coletivos Ativistas; Artivismo; Arte e Política; Okupas e ocupações; Tecnopolíticas e Tecnologia social re-aplicável. Mantemos a proposta multidisciplinar da revista, incentivando artigos em diversas áreas do conhecimento, como: urbanismo, arquitetura, artes, design, educação, direito, ciências sociais, ciências políticas, dentre outras.
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'''CHAMADA ABERTA ATÉ: 15/04/2020'''<br/>
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pelo email: revistaindisciplinar@gmail.com
  
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==Instruções para publicação na Revista Indisciplinar==
Chamada para Revista Indisciplinar n.6 <br>
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“TECNOPOLÍTICAS E TECNOLOGIA SOCIAL” <br>
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Todos os números da revista estarão disponíveis online.'''
  
O sexto número da Revista Indisciplinar terá como temas as Tecnopolíticas e a Tecnologia Social. No campo das tecnopolíticas, cruzamento entre redes e ruas, a revista pretende discutir tanto a aplicação de tecnologias digitais que promovam a interseção entre as redes digitais e a organização do urbano contemporâneo, quanto as tecnologias sociais, partindo da ideia de que a mobilização e a organização em rede de atores sociais pode e deve se expandir via re-aplicação do conhecimento produzido de forma coletiva entre universidade e sociedade (comunidades em estado de vulnerabilidade social, comunidades tradicionais, coletivos ativistas e movimentos sociais). Neste sentido, os processos extensionistas são centrais para a discussão sobre a produção de tecnologia social, que tem sido diretriz fundamental para a transdisciplinaridade na produção acadêmica. Ressalta-se que a tecnologia aqui se expande com a ideia de intercessão com processos cidadãos por mais justiça social, portanto, o conceito de tecnopolítica se faz fundamental. Sob a perspectiva das tecnologias digitais, a discussão abriga também os debates sobre a dimensão urbana da expansão da tecnologia informacional e o modo como a conectividade transforma e se integra ao território com intensidade sem precedentes; a produção de tecnologia social aplicada a políticas públicas urbanas nos mais diversos níveis (mobilidade, moradia, lazer, cultura, economia, agroecologia, etc.); o desenvolvimento colaborativo de tecnologia social aberta e reaplicável, baseando-se em iniciativas como o movimento open source (software livre) ou peer to peer (entre pares); e a apropriação de redes digitais por movimentos de insurgência popular, núcleos de pesquisa e extensão das universidades e coletivos artísticos ou midiativistas. Os temas escolhidos têm como objetivo discutir a necessária criação de dispositivos tecnopolíticos para a atuação nas cidades , assim como nas áreas rurais, visando a constituição de plataformas colaborativas mais eficazes, grupos de investigação de excelência na área das tecnopolíticas e tecnologias sociais e ampliação de seu alcance para a esfera do planejamento envolvendo universidades, Estado e sociedade de maneira mais sistemática e transversal.
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A Revista Indisciplinar publica textos originais no formato de artigos, ensaios, resenhas, traduções  e experimentações, em português, espanhol e inglês.
  
Recebimento de artigos: Até 20 de junho de 2018
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a) Os originais devem ser encaminhados em arquivo .doc, formatados em papel tamanho A4.
  
Previsão lançamento: 30 de julho de 2018
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b) A primeira página deve apresentar o título, seguido de seu correspondente em inglês, o nome completo do(s) autor(es), sua vinculação institucional e endereço de e-mail, um mini-CV, um resumo (e correspondente em inglês) com 200 a 250 palavras e três a cinco palavras-chave (também acompanhadas de suas versões em inglês).
  
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c) As citações no texto devem corresponder ao sistema autor-data — ex: (CARVALHO, 1972, p. 28) — e as referências completas (somente dos conteúdos externos citados no texto) devem vir ao final, listadas em ordem alfabética, segundo as normas da ABNT. Ex:
  
7.<br>
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* TUAN, Yi-Fu. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. (Trad. Lívia de Oliveira) São Paulo: Difel, 1983.
Chamada revista indisciplinar n.7 <br>
 
“GEOPOLÍTICA, SOBERANIA POPULAR E TRANSESCALARIDADE DAS LUTAS TERRITORIAIS" <br>
 
  
O sétimo número da Revista Indisciplinar deseja levantar um conjunto de produção textual e imagética que abarquem tanto a interpretação dos fatos da atualidade quanto o desenvolvimento de países e territórios tendo como intercessor fundamental a geopolítica. Essa chamada busca por contribuições que apontem para uma melhor compreensão dos conflitos internacionais e as estratégias econômicas e políticas da atualidade, assim como as principais questões territoriais que envolvem formação de blocos geopolíticos como a Eurásia, o Mercosul, os BRICs, e suas principais agendas urbanas. Temas importantes a serem debatidos podem envolver a globalização, Nova (velha) Ordem Mundial, as estratégias do otancentrismo, a exploração dos recursos energéticos, a geografia política de novos blocos políticos-econômicos, as relações de poder envolvendo política, economia e espaço geográfico. O papel do Estado nos processos políticos contemporâneos e a orientação territorial, social, política e econômica de governos no cenário mundial, oriundas de estratégias de poder geopolíticas que envolvam o planejamento urbano e territorial. O papel da ONU como articuladora de diretrizes para estruturar políticas públicas envolvendo o urbano, a UN Habitat e nova agenda urbana advinda de países ocidentais que envolvem fortemente o sistema financeiro como financiador destas políticas via Banco Mundial, FMI e BID. As tentativas de enfraquecimento do papel estratégico do Estado e avanços táticos de Fundações e ONGs transnacionais sobre as políticas públicas. Os perigos da onguização e as tentativas mundiais de conexão direta entre o capital e a sociedade civil como nova tática democrática através de discursos que trazem a democracia direta, a transparência e o fim da corrupção para a centralidade do debate. Nesse sentido, há uma urgência em se iniciar um novo ciclo de discussões que possam organizar diretrizes para construção de uma nova agenda urbana nacional, ampla e plural, que colabore com a formação de plataformas e de programas nacionais de maneira estratégica e em rede com novos blocos econômicos e políticos. Assim, é premente conhecer as agendas dos processos geopolíticos dos principais agentes da globalização extensiva e as estruturas institucionais criadas para que projetos de interesses transnacionais, envolvendo fortemente o capital financeiro, sejam sobrepostos às reais necessidades de cada região brasileira que deveriam estar pautadas nacionalmente. Faz-se fundamental um aprofundamento do debate transversal que auxilie na construção de uma nova agenda rururbana atravessada por políticas públicas que considerem a prioridade da Soberania Nacional frente à Agenda Global.
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* RELPH, Edward. As bases fenomenológicas da geografia. Geografia, Rio Claro, v. 4, n. 7, p. 1-25, 1979.
  
Recebimento de artigos: até 01 de outubro de 2018
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OBS.: Textos fora do sistema autor-data, como descrito acima, não serão aceitos. Pedimos especial atenção a esse padrão ABNT na referenciação de todo tipo de texto ou material.
  
Previsão lançamento: 01 de dezembro de 2018
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d) As figuras devem ser enviadas em arquivos separados, em formato .jpg ou equivalente, em boa resolução. Cada figura deve ter uma chamada no corpo do texto (quando pertinente), bem como a indicação do local de sua inserção, juntamente com o respectivo título e fonte do material.
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OBS.: Textos que não sigam essa recomendação não serão aceitos.
  
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e) Os artigos, ensaios, traduções, resenhas, notas ou experimentações deverão ter até 40.000 toques.
  
Para instruções e mais informações, visite:
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f) Indicar, em nota à parte, caso o texto tenha sido apresentado em forma de palestra ou comunicação;
blog.indisciplinar.com/sobre-a-revista/.
 
  
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g) Caso seja tradução, trazer o nome e e-mail do autor original, e indicação de onde o texto foi publicado, caso não seja inédito.
As propostas de artigo podem ser encaminhadas para este email:
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revistaindisciplinar@gmail.com
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'''As contribuições podem ser enviadas para o seguinte email: revistaindisciplinar@gmail.com'''
  
 
==Expediente==
 
==Expediente==
  
'''Coordenação Editorial''' <br>
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Daniel Medeiros de Freitas<br>
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! Coordenação Editorial !! Editores !! Conselho Editorial !! Projeto Gráfico, Ilustração e Diagramação
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| Daniel Medeiros de Freitas || Daniel Medeiros de Freitas<br> Marcela Silviano Brandão Lopes<br> Marcelo Reis Maia<br> Natacha Rena<br> || Alemar Rena<br>  Ana Isabel de Sá<br> Fernanda Dusse<br> João Tonucci<br> Joviano Mayer<br> Monique Sanches Marques<br> Simone Tostes || Lucca Mezzacappa<br> Luis Henrique Marques<br> Marília Pimenta Chaves<br> Raul Lemos dos Santos<br> Cintya Ornelas<br>
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|}
  
'''Editores''' <br>
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==Sobre a revista==
Daniel Medeiros de Freitas<br>
 
Marcela Silviano Brandão Lopes<br>
 
Marcelo Reis Maia<br>
 
Natacha Rena<br>
 
  
'''Conselho Editorial''' <br>
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A Revista Indisciplinar nasce com a proposta de ser uma publicação semestral vinculada ao grupo de pesquisa Indisciplinar (CNPq), sediado na Faculdade de Arquitetura da UFMG. O Grupo Indisciplinar é, por sua vez, atravessado pelas experiências e contribuições de profissionais, artistas, ativistas, filósofos, professores, etc. das mais diversas áreas do saber e do fazer.
Alemar Rena<br>
+
 
Andreia Moassab<br>
+
A proposta desta revista é oferecer um ponto de encontro para profissionais e estudantes de múltiplas procedências a fim de criar interfaces de debate e diálogo sobre perspectivas críticas e questões prementes de cunho político, estético, econômico, territorial, etc., e que afetam de diferentes formas nosso cotidiano na metrópole atual. Esta revista não pretende ser um ponto de encontro de disciplinas e áreas, mas a relativização mesma da própria noção de disciplina que limita a emergência de ideias e pensamentos híbridos e inovadores em um tempo dominando pelo senso comum especialista — e imediatista — neoliberal. São portanto bem-vindas todas as formas de reflexão e ação que busquem uma mediação com a realidade a fim de transformá-la e torná-la verdadeiramente mais livre, potente, democrática e amorosa. Damos as boas- vindas aos conflitos, aos encontros e desencontros, aos consensos (sempre instáveis), aos diferentes lugares do saber e à vontade de construir um outro mundo a partir de novos paradigmas ontológicos e críticos que, no entanto, aí já se encontram.
Ana Isabel de Sá<br>
+
 
Breno Silva<br>
+
O número inaugural da Indisciplinar traz como temática a Indisciplina. Pensamos ser importante poder provocar, a partir das contribuições de nossos colaboradores, as possibilidades de leitura a respeito da indisciplina (política, civil, econômica, artística, etc.) na sociedade contemporânea, marcada pela docilização da experiência e das formas de vida e por uma obediência brutal e quase inteiramente a-crítica às determinações do governo, à política, ao direito, às lógicas do capital e, como decorrência dessas últimas, ao consumo e ao espetáculo massificador como formas de mediação da relações sociais, afetivas e produtivas. Acreditamos que a “indisciplina” aqui queira dizer algo a respeito de uma desobediência, uma resistência, ou ainda um desvio, por assim dizer, dessas formas narrativas, discursivas, políticas e estéticas hegemônicas que apenas reproduzem ad infinitum as relações de poder no interior da cidade neoliberal.
Brigida Campbell<br>
+
 
Eduardo Jesus<br>
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Embora em grande medida esta seja uma publicação de cunho acadêmico, os leitores logo perceberão que não nos atemos à linguagem visual costumeiramente desértica e pretensamente objetiva das revistas tradicionais nesse campo. A linguagem visual aqui desenvolvida juntamente dos bolsistas/designers do Grupo Indisciplinar André Victor, Nuno Neves e Octavio Mendes vai no sentido de subverter essa lógica do pensamento como deserto de afetos visuais para inserir a imagem como dimensão integral das reflexões propostas, não somente representando o que dizem os textos verbais, mas efetivamente criando uma instância analítica híbrida a partir de um diálogo semiológico constante.
Giselle Beiguelman<br>
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Fernanda Dusse<br>
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Por fim, nos parece pertinente uma palavrinha sobre as seções da revista. A primeira seção abre com o olhar indisciplinado de artistas e pesquisadores num ensaio de imagens; seguimos a partir daí para a seção “Entrevista”; passamos pelos artigos da temática central da revista, alcançamos os textos complementares aos artigos (ensaios breves, resenhas, relatos de experiência, etc.), e fechamos com uma exposição de alguns trabalhos, publicações, anúncios, etc. relativos ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Dizemos isso para dar uma satisfação àqueles que ainda se sentem mais seguros e operantes diante desta linearidade clássica, mas pessoalmente sugerimos uma leitura livre na ordem em que o acaso, ou o desejo, ou seus interesses pessoais apontarem. Divirtam-se.
João Tonucci<br>
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Joviano Mayer<br>
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<small>''Endereço para contato: Escola de Arquitetura da UFMG, rua Paraíba, 697, sala 400. CEP 30130-141. Telefones: (31) 3409 8834/ 3409 8835 ou 3409 8845''</small><br>
Lucas Bambozz<br>i
+
 
Ludmilla Zago<br>
+
'''ISSN: 2525-3263'''<br>
Monique Sanches Marques<br>
+
'''Editora Fluxos'''
Myriam Ávila<br>
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Rene Lommez<br>
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[[Arquivo:Facebook.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]
Roberta Romagnoli<br>
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[[Arquivo:logo-qualis.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]
Samy Lansky<br>
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[[Arquivo:Latindex_logo.jpg | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]<br/>
Simone Tostes<br>
 
Thais Portela<br>
 
  
'''Projeto Gráfico, Ilustração e Diagramação''' <br>
 
André Victor<br>
 
Nuno Neves<br>
 
Octavio Mendes
 
  
  
  
 
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Edição das 06h20min de 18 de fevereiro de 2020

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A Indisciplinar é uma revista acadêmica digital editada pelo grupo de pesquisa Indisciplinar (EA-UFMG/CNPQ). A sua periodicidade é 2 edições por ano, e os textos são recebidos em português, espanhol e inglês.

O foco central da revista recai no pensamento das produções políticas, econômicas e linguísticas contemporâneas do espaço urbano. Nesse sentido, buscamos um olhar tanto capaz de articular as possibilidades de produção de singularidades e diferença na cidade, quanto articular críticas heterogêneas dos processos de ocupação e construção de lógicas voltadas para a expropriação do comum no espaço urbano.

A dimensão do comum é a idéia norteadora das práticas do grupo, bem como elemento articulador de sua composição e atuações diversificadas. Desta forma, torna-se também um eixo conceitual estruturante das discussões propostas pela revista. Podemos afirmar que ser indisciplinar é negar, ou, no mínimo, articular criticamente as lógicas e tendências de produção de subjetividades, espaço, linguagens e lógicas que minam a expansão das riquezas comuns nas cidades contemporâneas.

Edições

Chamadas

A décima edição da Revista Indisciplinar tem como tema a produção biopolítica e transescalar do espaço e busca debater as disputas territoriais contemporâneas entre o projeto totalitarista neoliberal e as diversas lutas por direitos humanos individuais e coletivos, assim como por uma ecologia socioambiental. Partimos do termo biopolítica, cunhado por Michel Foucault em meados do século XX, por reconhecermos a necessidade de uma análise que abranja questões da macropolítica atreladas às diferentes formas de controle e validação das formas de vida cotidiana. Não nos limitamos, porém, às estratégias metodológicas e analíticas apresentadas por Foucault por acreditarmos que o neoliberalismo, como uma nova razão de mundo, determina condições políticas e sociais específicas e definidas pela financeirização do espaço, pelo acirramento das desigualdades econômicas e pelo desemprego em massa. Além disso, ressaltamos a importância de leituras decoloniais e transescalares que considerem as especificidades do Brasil e dos territórios ao sul do globo, reconhecendo a importância de teóricos, militantes e ativistas latino-americanos, africanos e asiáticos nos debates sobre a contemporaneidade, assim como a formação de redes transescalares que envolvem tanto as microações nos territórios quanto a relação global e transescalar que incluem atores e agentes planetários envolvidos nos processos de expropriação territorial e/ou nos processos de resistência. Considerando isso, estamos interessados em um campo teórico envolvendo: Capitalismo Pós-fordista e rentista; Urbanismo Neoliberal e Financeirização transnacional dos territórios; Geopolítica, Império, Imperialismo e Neocolonialismo; Decolonialismo; Biopoder, Biopolítica, Necropolítica e Psicopolítica; Biopotências; Bem Viver; Direito à cidade; Novos e novíssimos movimentos sociais; Coletivos Ativistas; Artivismo; Arte e Política; Okupas e ocupações; Tecnopolíticas e Tecnologia social re-aplicável. Mantemos a proposta multidisciplinar da revista, incentivando artigos em diversas áreas do conhecimento, como: urbanismo, arquitetura, artes, design, educação, direito, ciências sociais, ciências políticas, dentre outras.

CHAMADA ABERTA ATÉ: 15/04/2020
pelo email: revistaindisciplinar@gmail.com

Instruções para publicação na Revista Indisciplinar

Todos os números da revista estarão disponíveis online.

A Revista Indisciplinar publica textos originais no formato de artigos, ensaios, resenhas, traduções e experimentações, em português, espanhol e inglês.

a) Os originais devem ser encaminhados em arquivo .doc, formatados em papel tamanho A4.

b) A primeira página deve apresentar o título, seguido de seu correspondente em inglês, o nome completo do(s) autor(es), sua vinculação institucional e endereço de e-mail, um mini-CV, um resumo (e correspondente em inglês) com 200 a 250 palavras e três a cinco palavras-chave (também acompanhadas de suas versões em inglês).

c) As citações no texto devem corresponder ao sistema autor-data — ex: (CARVALHO, 1972, p. 28) — e as referências completas (somente dos conteúdos externos citados no texto) devem vir ao final, listadas em ordem alfabética, segundo as normas da ABNT. Ex:

  • TUAN, Yi-Fu. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. (Trad. Lívia de Oliveira) São Paulo: Difel, 1983.
  • RELPH, Edward. As bases fenomenológicas da geografia. Geografia, Rio Claro, v. 4, n. 7, p. 1-25, 1979.

OBS.: Textos fora do sistema autor-data, como descrito acima, não serão aceitos. Pedimos especial atenção a esse padrão ABNT na referenciação de todo tipo de texto ou material.

d) As figuras devem ser enviadas em arquivos separados, em formato .jpg ou equivalente, em boa resolução. Cada figura deve ter uma chamada no corpo do texto (quando pertinente), bem como a indicação do local de sua inserção, juntamente com o respectivo título e fonte do material. OBS.: Textos que não sigam essa recomendação não serão aceitos.

e) Os artigos, ensaios, traduções, resenhas, notas ou experimentações deverão ter até 40.000 toques.

f) Indicar, em nota à parte, caso o texto tenha sido apresentado em forma de palestra ou comunicação;

g) Caso seja tradução, trazer o nome e e-mail do autor original, e indicação de onde o texto foi publicado, caso não seja inédito.

As contribuições podem ser enviadas para o seguinte email: revistaindisciplinar@gmail.com

Expediente

Coordenação Editorial Editores Conselho Editorial Projeto Gráfico, Ilustração e Diagramação
Daniel Medeiros de Freitas Daniel Medeiros de Freitas
Marcela Silviano Brandão Lopes
Marcelo Reis Maia
Natacha Rena
Alemar Rena
Ana Isabel de Sá
Fernanda Dusse
João Tonucci
Joviano Mayer
Monique Sanches Marques
Simone Tostes
Lucca Mezzacappa
Luis Henrique Marques
Marília Pimenta Chaves
Raul Lemos dos Santos
Cintya Ornelas

Sobre a revista

A Revista Indisciplinar nasce com a proposta de ser uma publicação semestral vinculada ao grupo de pesquisa Indisciplinar (CNPq), sediado na Faculdade de Arquitetura da UFMG. O Grupo Indisciplinar é, por sua vez, atravessado pelas experiências e contribuições de profissionais, artistas, ativistas, filósofos, professores, etc. das mais diversas áreas do saber e do fazer.

A proposta desta revista é oferecer um ponto de encontro para profissionais e estudantes de múltiplas procedências a fim de criar interfaces de debate e diálogo sobre perspectivas críticas e questões prementes de cunho político, estético, econômico, territorial, etc., e que afetam de diferentes formas nosso cotidiano na metrópole atual. Esta revista não pretende ser um ponto de encontro de disciplinas e áreas, mas a relativização mesma da própria noção de disciplina que limita a emergência de ideias e pensamentos híbridos e inovadores em um tempo dominando pelo senso comum especialista — e imediatista — neoliberal. São portanto bem-vindas todas as formas de reflexão e ação que busquem uma mediação com a realidade a fim de transformá-la e torná-la verdadeiramente mais livre, potente, democrática e amorosa. Damos as boas- vindas aos conflitos, aos encontros e desencontros, aos consensos (sempre instáveis), aos diferentes lugares do saber e à vontade de construir um outro mundo a partir de novos paradigmas ontológicos e críticos que, no entanto, aí já se encontram.

O número inaugural da Indisciplinar traz como temática a Indisciplina. Pensamos ser importante poder provocar, a partir das contribuições de nossos colaboradores, as possibilidades de leitura a respeito da indisciplina (política, civil, econômica, artística, etc.) na sociedade contemporânea, marcada pela docilização da experiência e das formas de vida e por uma obediência brutal e quase inteiramente a-crítica às determinações do governo, à política, ao direito, às lógicas do capital e, como decorrência dessas últimas, ao consumo e ao espetáculo massificador como formas de mediação da relações sociais, afetivas e produtivas. Acreditamos que a “indisciplina” aqui queira dizer algo a respeito de uma desobediência, uma resistência, ou ainda um desvio, por assim dizer, dessas formas narrativas, discursivas, políticas e estéticas hegemônicas que apenas reproduzem ad infinitum as relações de poder no interior da cidade neoliberal.

Embora em grande medida esta seja uma publicação de cunho acadêmico, os leitores logo perceberão que não nos atemos à linguagem visual costumeiramente desértica e pretensamente objetiva das revistas tradicionais nesse campo. A linguagem visual aqui desenvolvida juntamente dos bolsistas/designers do Grupo Indisciplinar André Victor, Nuno Neves e Octavio Mendes vai no sentido de subverter essa lógica do pensamento como deserto de afetos visuais para inserir a imagem como dimensão integral das reflexões propostas, não somente representando o que dizem os textos verbais, mas efetivamente criando uma instância analítica híbrida a partir de um diálogo semiológico constante.

Por fim, nos parece pertinente uma palavrinha sobre as seções da revista. A primeira seção abre com o olhar indisciplinado de artistas e pesquisadores num ensaio de imagens; seguimos a partir daí para a seção “Entrevista”; passamos pelos artigos da temática central da revista, alcançamos os textos complementares aos artigos (ensaios breves, resenhas, relatos de experiência, etc.), e fechamos com uma exposição de alguns trabalhos, publicações, anúncios, etc. relativos ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Dizemos isso para dar uma satisfação àqueles que ainda se sentem mais seguros e operantes diante desta linearidade clássica, mas pessoalmente sugerimos uma leitura livre na ordem em que o acaso, ou o desejo, ou seus interesses pessoais apontarem. Divirtam-se.

Endereço para contato: Escola de Arquitetura da UFMG, rua Paraíba, 697, sala 400. CEP 30130-141. Telefones: (31) 3409 8834/ 3409 8835 ou 3409 8845

ISSN: 2525-3263
Editora Fluxos

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