Mudanças entre as edições de "Projeto Plataforma Urbanismo Biopolítico"

De Indisciplinar
Ir para: navegação, pesquisa
(Criou página com 'center|1100px = O projeto = = Participantes = * Coordenação: * Co-coordenação: * Co-coordenação: * = Ex-participantes = * ...')
 
(Participantes)
 
(6 revisões intermediárias por um outro usuário não estão sendo mostradas)
Linha 1: Linha 1:
[[Arquivo:urbanismo_biopolitico.png|center|1100px]]
+
[[Arquivo:urbanismo_biopolitico.png| 200px ]] <br>
 +
<br>
  
 
= O projeto =
 
= O projeto =
 +
Este é um projeto que esteve vinculado ao Programa IndLab até agosto de 2017 e que surge a partir das ações realizadas dentro do projeto Cartografias Emergentes e que se desdobraram em um projeto a ser realizado a partir de 4 frentes de investigação e ação do grupo de Pesquisa Indisciplinar em rede com movimentos sociais e outros grupos de pesquisa que tem investigado e atuado na tentativa de produzir informação e dispositivos de ação relativos às lutas urbanas envolvendo 4 territórios e/ou temas urbanos fundamentais na produção do espaço em Belo Horizonte: Zona Cultural, Nova BH/ ACLO, Santa Tereza, PBH Ativos, Operação Urbana Isidoro. Neste novo ciclo, o projeto se vincula ao novo Programa denominado IndUrb. http://pub.indisciplinar.com/ A avaliação dos projetos que o Grupo Indisciplinar desenvolveu até o final de 2015 apontou que a construção de uma método cartográfico de pesquisa e ação era o ponto estrutural das nossas ações. Esse método de trabalho explora de maneira tática uma série de dispositivos e ferramentas tecnopolíticas disponíveis atualmente, para a produção de conhecimento de maneira coletiva e colaborativa (mapeamentos digitais, redes sociais, páginas wiki, blogs, produção de linhas do tempo etc.), aliando o uso de tais mecanismos ao contato presencial e à atuação direta junto a grupos e a comunidades da sociedade civil. De um modo geral, podemos dizer que nossos projetos vêm sendo explorados a partir de quatro dimensões principais: I) Espacial/territorial: a) por meio da criação de mapas digitais colaborativos que reúnem ferramentas de georreferenciamento com a possibilidade de atuação em rede e em tempo real, utilizando softwares como Crowdmap e Mapas de Vista; b) produzindo cartografias coletivas a partir de encontros presenciais, como oficinas e workshops. II) Temporal: por meio da produção de linhas do tempo que analisam a evolução temporal dos fenômenos investigados e sua relação com eventos/acontecimentos paralelos da dinâmica urbana. III) Conceitual e informacional: utilizando páginas wiki (ou seja, que possibilitam a produção colaborativa, processual e em rede do conhecimento) como forma de desenvolvimento dos marcos teóricos que norteiam nossas pesquisas, assim como meio de produção/armazenamento de bases de dados. IV) Comunicacional ou de criação de redes: a partir do uso tático das redes sociais e canais de comunicação de ampla utilização na internet, como fanpages e eventos em redes sociais, blogs, produção de memes, etc. Impõe-se, neste projeto, o desafio de sobrepor todas essas camadas, proporcionando a conexão e a retroalimentação entre as diversas ferramentas que utilizamos para atuar na cartografia destas lutas territoriais. Se por um lado a trajetória traçada até o momento nos permitiu explorar em profundidade uma série de dispositivos existentes e desenvolver um procedimento que busca aproveitar da melhor forma as funcionalidades de cada uma dessas ferramentas, por outro lado, a utilização de múltiplos canais e a impossibilidade de comunicação entre alguns deles implica em certas limitações – como a realização de trabalhos duplicados, a dispersão de algumas informações e a dificuldade de cruzamento de dados – cuja superação traria enormes benefícios ao desenvolvimento de nossas pesquisas. Atualmente, Belo Horizonte se destaca como um laboratório para criação e desenvolvimento de instrumentos de gestão e empresariamento urbano que se apoiam na produção do território vinculada aos ditames da acumulação privada em detrimento da justa distribuição dos ônus e benefícios da urbanização e das principais agendas de reforma urbana. Essa realidade pode ser observada por meio do rebatido dessas inovações perversas nos instrumentos jurídicos e políticos de política urbana associados a Grandes Projetos Urbanos e estratégias de empresariamento da cidade nas várias frentes de ação a serem cartografadas nesse projeto.
  
 
= Participantes =  
 
= Participantes =  
* Coordenação:  
+
* Coordenação: Natacha Rena
* Co-coordenação:
 
* Co-coordenação:
 
*
 
  
= Ex-participantes =  
+
= Conexões externas =
* Co-coordenação:
 
*
 
  
= Conexões externas =
+
* Blog: [http://pub.indisciplinar.com/ Plataforma Urbanismo Biopolítico]
 +
* Facebook: [https://www.facebook.com/Urbanismo-Biopol%C3%ADtico-685579858253461/ Urbanismo Biopolítico]
 +
* Projeto de extensão no SIEX/UFMG: [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=44432 Plataforma Urbanismo Biopolítico]
  
* Plataforma para mapeamento de vazios: [http://embreveaqui.indisciplinar.com Em Breve Aqui]
+
{{DISPLAYTITLE:<span style="display: none">{{FULLPAGENAME}}</span>}}
<!-- * [http://tecnopoliticas.net Tecnopolíticas] -- blog ainda não existente -->
 
* Projeto de extensão no SIEX/UFMG: [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=43683 Plataformas Tecnopolíticas]
 

Edição atual tal como às 18h55min de 10 de julho de 2020

Urbanismo biopolitico.png

O projeto

Este é um projeto que esteve vinculado ao Programa IndLab até agosto de 2017 e que surge a partir das ações realizadas dentro do projeto Cartografias Emergentes e que se desdobraram em um projeto a ser realizado a partir de 4 frentes de investigação e ação do grupo de Pesquisa Indisciplinar em rede com movimentos sociais e outros grupos de pesquisa que tem investigado e atuado na tentativa de produzir informação e dispositivos de ação relativos às lutas urbanas envolvendo 4 territórios e/ou temas urbanos fundamentais na produção do espaço em Belo Horizonte: Zona Cultural, Nova BH/ ACLO, Santa Tereza, PBH Ativos, Operação Urbana Isidoro. Neste novo ciclo, o projeto se vincula ao novo Programa denominado IndUrb. http://pub.indisciplinar.com/ A avaliação dos projetos que o Grupo Indisciplinar desenvolveu até o final de 2015 apontou que a construção de uma método cartográfico de pesquisa e ação era o ponto estrutural das nossas ações. Esse método de trabalho explora de maneira tática uma série de dispositivos e ferramentas tecnopolíticas disponíveis atualmente, para a produção de conhecimento de maneira coletiva e colaborativa (mapeamentos digitais, redes sociais, páginas wiki, blogs, produção de linhas do tempo etc.), aliando o uso de tais mecanismos ao contato presencial e à atuação direta junto a grupos e a comunidades da sociedade civil. De um modo geral, podemos dizer que nossos projetos vêm sendo explorados a partir de quatro dimensões principais: I) Espacial/territorial: a) por meio da criação de mapas digitais colaborativos que reúnem ferramentas de georreferenciamento com a possibilidade de atuação em rede e em tempo real, utilizando softwares como Crowdmap e Mapas de Vista; b) produzindo cartografias coletivas a partir de encontros presenciais, como oficinas e workshops. II) Temporal: por meio da produção de linhas do tempo que analisam a evolução temporal dos fenômenos investigados e sua relação com eventos/acontecimentos paralelos da dinâmica urbana. III) Conceitual e informacional: utilizando páginas wiki (ou seja, que possibilitam a produção colaborativa, processual e em rede do conhecimento) como forma de desenvolvimento dos marcos teóricos que norteiam nossas pesquisas, assim como meio de produção/armazenamento de bases de dados. IV) Comunicacional ou de criação de redes: a partir do uso tático das redes sociais e canais de comunicação de ampla utilização na internet, como fanpages e eventos em redes sociais, blogs, produção de memes, etc. Impõe-se, neste projeto, o desafio de sobrepor todas essas camadas, proporcionando a conexão e a retroalimentação entre as diversas ferramentas que utilizamos para atuar na cartografia destas lutas territoriais. Se por um lado a trajetória traçada até o momento nos permitiu explorar em profundidade uma série de dispositivos existentes e desenvolver um procedimento que busca aproveitar da melhor forma as funcionalidades de cada uma dessas ferramentas, por outro lado, a utilização de múltiplos canais e a impossibilidade de comunicação entre alguns deles implica em certas limitações – como a realização de trabalhos duplicados, a dispersão de algumas informações e a dificuldade de cruzamento de dados – cuja superação traria enormes benefícios ao desenvolvimento de nossas pesquisas. Atualmente, Belo Horizonte se destaca como um laboratório para criação e desenvolvimento de instrumentos de gestão e empresariamento urbano que se apoiam na produção do território vinculada aos ditames da acumulação privada em detrimento da justa distribuição dos ônus e benefícios da urbanização e das principais agendas de reforma urbana. Essa realidade pode ser observada por meio do rebatido dessas inovações perversas nos instrumentos jurídicos e políticos de política urbana associados a Grandes Projetos Urbanos e estratégias de empresariamento da cidade nas várias frentes de ação a serem cartografadas nesse projeto.

Participantes

  • Coordenação: Natacha Rena

Conexões externas