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	<title>ProEXT 2016 - IND.lab - Histórico de revisão</title>
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		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=ProEXT_2016_-_IND.lab&amp;diff=899&amp;oldid=prev</id>
		<title>Marcelo: /* Metodologia e Avaliação */</title>
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		<updated>2015-04-27T06:15:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;autocomment&quot;&gt;Metodologia e Avaliação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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		<title>Marcelo: /* Objetivos */</title>
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		<updated>2015-04-27T02:33:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;autocomment&quot;&gt;Objetivos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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		<title>Marcelo: /* Objetivos */</title>
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		<updated>2015-04-27T02:30:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;autocomment&quot;&gt;Objetivos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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		<author><name>Marcelo</name></author>
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		<title>Natacha Rena: /* Descrição da Ação */</title>
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		<updated>2015-04-26T23:54:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;autocomment&quot;&gt;Descrição da Ação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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Pretende-se produzir conhecimento e explorar tecnologias que promovam a interseção entre as redes digitais e as dinâmicas espaciais urbanas. Compreende-se que estas tecnologias conformam, atualmente, parte indissociável da experiência e da organização das metrópoles contemporâneas, promovendo a fusão da sua dimensão físico-territorial com a das redes digitais. &lt;/del&gt;Partindo de um contexto de urbanização crescente, que alcança até mesmo os recônditos rurais e selvagens, a expansão da tecnologia informacional e das condições de conectividade vem transformando a vivência destes territórios e se integrando às suas infraestruturas com intensidade sem precedentes. No entanto, não se observa uma incorporação correspondente desses mesmos recursos nos instrumentos de planejamento das cidades, sobretudo no que concerne ao fortalecimento do diálogo entre os seus habitantes e o poder público. Portanto, pretende-se investigar/produzir tecnologia social aplicada a políticas públicas urbanas nos mais diversos níveis: mobilidade, moradia, lazer, cultura, economia, agroecologia, etc. Sendo assim, este Programa Ind.Lab_Laboratório nômade do Comum, como parte desta rede, propõe o desenvolvimento colaborativo de tecnologia social aberta e reaplicável, baseando-se em iniciativas como o movimento open source (software livre) ou peer to peer (entre pares) que promovam o livre compartilhamento de conhecimento a partir de novos modelos de licenciamento de conteúdo. Acredita-se que a ampla disseminação da informação produzida pelo é premissa fundamental para sua contribuição efetiva às práticas de desenvolvimento urbano sustentável no país. Os movimentos de insurgência popular que ganharam visibilidade a partir de junho de 2013, no Brasil, articularam-se prioritariamente em torno de pautas urbanas sinalizando grande insatisfação com os mecanismos de participação e de representação disponíveis para abordar tais questões. A partir daí, começa a estruturação de uma rede de pesquisadores jovens, já imbuídos de pensar propostas para uma sociedade mais plural e democrática, que associa núcleos de pesquisa e extensão das universidades a coletivos artísticos ou midialivristas e a movimentos sociais diversos. Acredita-se que é urgente aliar o que há de mais avançado na investigação em tecnologia da informação à pesquisa urbana em sua dimensão multidisciplinar – reunindo arquitetos, urbanistas, geógrafos, economistas, sociólogos, designers, biólogos etc. – em busca da criação de dispositivos tecnopolíticos para a atuação nas metrópoles. Pretende-se, a partir dessa produção, auxiliar não somente as comunidades e os grupos organizados da sociedade civil, mas também o Estado, na constituição de plataformas colaborativas que dêem suporte a processos de participação mais eficazes. Iniciativas como o Marco Civil da internet demonstram que o Brasil está na vanguarda das políticas públicas para as redes digitais, revelando uma necessidade de se formar grupos de investigação de excelência na área das tecnopolíticas e de ampliar seu alcance para a esfera do planejamento urbano envolvendo universidades, Estado e sociedade. Além dos núcleos de pesquisa e dos programas de pós-graduação integrantes, pretende-se fortalecer essa rede através de parcerias com grupos internacionais, consolidando e ampliando uma rede já existente que vem produzindo conhecimento no âmbito das tecnopolíticas urbanas de maneira sistemática e transversal. Destaca-se a atuação conjunta dos membros desta proposta em iniciativas de pesquisa, de extensão, da participação em eventos científicos, e da organização de workshops em território nacional e internacional, além da compreensão de que é necessário fortalecer uma rede ibero- americana com ênfase na América Latina. Grupos de pesquisadores que pertencem a esta rede vêm investindo fortemente na produção de tecnologia social afim de ampliar a democracia real nas metrópoles e promover a inclusão social e uma maior autonomia da sociedade, são eles: P2P Foundation (coordenado por Michael Bawens), IN3 (Coordenado por Castells e ligado ao 15M); Urbano Humano (coordenado pelo arquiteto Domenico de Siena, pesquisador do urbanismo tático); Labic da Ufes, especialistas em topologia de rede; MediaLab da UFRJ, que trabalham com cartografias das controversas..&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Este programa IND.LAB  faz parte da rede “TECNOPOLÍTICAS&lt;/ins&gt;: Territórios Urbanos e Redes &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Digitais” que &lt;/ins&gt;é uma rede de pesquisa de alto impacto científico e social criada associada aos parceiros que já vêem desenvolvendo pesquisas e ações acadêmicas com o grupo de pesquisa Indisciplinar. &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt; &lt;/ins&gt;Partindo de um contexto de urbanização crescente, que alcança até mesmo os recônditos rurais e selvagens, a expansão da tecnologia informacional e das condições de conectividade vem transformando a vivência destes territórios e se integrando às suas infraestruturas com intensidade sem precedentes. No entanto, não se observa uma incorporação correspondente desses mesmos recursos nos instrumentos de planejamento das cidades, sobretudo no que concerne ao fortalecimento do diálogo entre os seus habitantes e o poder público. Portanto, pretende-se investigar/produzir tecnologia social aplicada a políticas públicas urbanas nos mais diversos níveis: mobilidade, moradia, lazer, cultura, economia, agroecologia, etc. Sendo assim, este Programa Ind.Lab_Laboratório nômade do Comum, como parte desta rede, propõe o desenvolvimento colaborativo de tecnologia social aberta e reaplicável, baseando-se em iniciativas como o movimento open source (software livre) ou peer to peer (entre pares) que promovam o livre compartilhamento de conhecimento a partir de novos modelos de licenciamento de conteúdo. Acredita-se que a ampla disseminação da informação produzida pelo é premissa fundamental para sua contribuição efetiva às práticas de desenvolvimento urbano sustentável no país. Os movimentos de insurgência popular que ganharam visibilidade a partir de junho de 2013, no Brasil, articularam-se prioritariamente em torno de pautas urbanas sinalizando grande insatisfação com os mecanismos de participação e de representação disponíveis para abordar tais questões. A partir daí, começa a estruturação de uma rede de pesquisadores jovens, já imbuídos de pensar propostas para uma sociedade mais plural e democrática, que associa núcleos de pesquisa e extensão das universidades a coletivos artísticos ou midialivristas e a movimentos sociais diversos. Acredita-se que é urgente aliar o que há de mais avançado na investigação em tecnologia da informação à pesquisa urbana em sua dimensão multidisciplinar – reunindo arquitetos, urbanistas, geógrafos, economistas, sociólogos, designers, biólogos etc. – em busca da criação de dispositivos tecnopolíticos para a atuação nas metrópoles. 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Destaca-se a atuação conjunta dos membros desta proposta em iniciativas de pesquisa, de extensão, da participação em eventos científicos, e da organização de workshops em território nacional e internacional, além da compreensão de que é necessário fortalecer uma rede ibero- americana com ênfase na América Latina. Grupos de pesquisadores que pertencem a esta rede vêm investindo fortemente na produção de tecnologia social afim de ampliar a democracia real nas metrópoles e promover a inclusão social e uma maior autonomia da sociedade, são eles: P2P Foundation (coordenado por Michael Bawens), IN3 (Coordenado por Castells e ligado ao 15M); Urbano Humano (coordenado pelo arquiteto Domenico de Siena, pesquisador do urbanismo tático); Labic da Ufes, especialistas em topologia de rede; MediaLab da UFRJ, que trabalham com cartografias das controversas..&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Natacha Rena</name></author>
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		<title>Natacha Rena: /* Descrição da Ação */</title>
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		<updated>2015-04-26T23:53:25Z</updated>

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Portanto, pretende-se investigar/produzir tecnologia social aplicada a políticas públicas urbanas nos mais diversos níveis: mobilidade, moradia, lazer, cultura, economia, agroecologia, etc. Sendo assim, este Programa Ind.&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Lab_ Laboratório &lt;/del&gt;nômade do Comum propõe o desenvolvimento colaborativo de tecnologia social aberta e reaplicável, baseando-se em iniciativas como o movimento open source (software livre) ou peer to peer (entre pares) que &lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;promovem &lt;/del&gt;o livre compartilhamento de conhecimento a partir de novos modelos de licenciamento de conteúdo. Acredita-se que a ampla disseminação da informação produzida pelo é premissa fundamental para sua contribuição efetiva às práticas de desenvolvimento urbano sustentável no país. Os movimentos de insurgência popular que ganharam visibilidade a partir de junho de 2013, no Brasil, articularam-se prioritariamente em torno de pautas urbanas sinalizando grande insatisfação com os mecanismos de participação e de representação disponíveis para abordar tais questões. A partir daí, começa a estruturação de uma rede de pesquisadores jovens, já imbuídos de pensar propostas para uma sociedade mais plural e democrática, que associa núcleos de pesquisa e extensão das universidades a coletivos artísticos ou midialivristas e a movimentos sociais diversos. Acredita-se que é urgente aliar o que há de mais avançado na investigação em tecnologia da informação à pesquisa urbana em sua dimensão multidisciplinar – reunindo arquitetos, urbanistas, geógrafos, economistas, sociólogos, designers, biólogos etc. – em busca da criação de dispositivos tecnopolíticos para a atuação nas metrópoles. Pretende-se, a partir dessa produção, auxiliar não somente as comunidades e os grupos organizados da sociedade civil, mas também o Estado, na constituição de plataformas colaborativas que dêem suporte a processos de participação mais eficazes. Iniciativas como o Marco Civil da internet demonstram que o Brasil está na vanguarda das políticas públicas para as redes digitais, revelando uma necessidade de se formar grupos de investigação de excelência na área das tecnopolíticas e de ampliar seu alcance para a esfera do planejamento urbano envolvendo universidades, Estado e sociedade. Além dos núcleos de pesquisa e dos programas de pós-graduação integrantes, pretende-se fortalecer essa rede através de parcerias com grupos internacionais, consolidando e ampliando uma rede já existente que vem produzindo conhecimento no âmbito das tecnopolíticas urbanas de maneira sistemática e transversal. Destaca-se a atuação conjunta dos membros desta proposta em iniciativas de pesquisa, de extensão, da participação em eventos científicos, e da organização de workshops em território nacional e internacional, além da compreensão de que é necessário fortalecer uma rede ibero- americana com ênfase na América Latina. Grupos de pesquisadores que pertencem a esta rede vêm investindo fortemente na produção de tecnologia social afim de ampliar a democracia real nas metrópoles e promover a inclusão social e uma maior autonomia da sociedade, são eles: P2P Foundation (coordenado por Michael Bawens), IN3 (Coordenado por Castells e ligado ao 15M); Urbano Humano (coordenado pelo arquiteto Domenico de Siena, pesquisador do urbanismo tático); Labic da Ufes, especialistas em topologia de rede; MediaLab da UFRJ, que trabalham com cartografias das controversas.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Informações Relevantes para Avaliação da Proposta: &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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Compreende-se que estas tecnologias conformam, atualmente, parte indissociável da experiência e da organização das metrópoles contemporâneas, promovendo a fusão da sua dimensão físico-territorial com a das redes digitais. Partindo de um contexto de urbanização crescente, que alcança até mesmo os recônditos rurais e selvagens, a expansão da tecnologia informacional e das condições de conectividade vem transformando a vivência destes territórios e se integrando às suas infraestruturas com intensidade sem precedentes. No entanto, não se observa uma incorporação correspondente desses mesmos recursos nos instrumentos de planejamento das cidades, sobretudo no que concerne ao fortalecimento do diálogo entre os seus habitantes e o poder público. Portanto, pretende-se investigar/produzir tecnologia social aplicada a políticas públicas urbanas nos mais diversos níveis: mobilidade, moradia, lazer, cultura, economia, agroecologia, etc. Sendo assim, este Programa Ind.&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Lab_Laboratório &lt;/ins&gt;nômade do Comum&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;, como parte desta rede, &lt;/ins&gt;propõe o desenvolvimento colaborativo de tecnologia social aberta e reaplicável, baseando-se em iniciativas como o movimento open source (software livre) ou peer to peer (entre pares) que &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;promovam &lt;/ins&gt;o livre compartilhamento de conhecimento a partir de novos modelos de licenciamento de conteúdo. Acredita-se que a ampla disseminação da informação produzida pelo é premissa fundamental para sua contribuição efetiva às práticas de desenvolvimento urbano sustentável no país. Os movimentos de insurgência popular que ganharam visibilidade a partir de junho de 2013, no Brasil, articularam-se prioritariamente em torno de pautas urbanas sinalizando grande insatisfação com os mecanismos de participação e de representação disponíveis para abordar tais questões. A partir daí, começa a estruturação de uma rede de pesquisadores jovens, já imbuídos de pensar propostas para uma sociedade mais plural e democrática, que associa núcleos de pesquisa e extensão das universidades a coletivos artísticos ou midialivristas e a movimentos sociais diversos. Acredita-se que é urgente aliar o que há de mais avançado na investigação em tecnologia da informação à pesquisa urbana em sua dimensão multidisciplinar – reunindo arquitetos, urbanistas, geógrafos, economistas, sociólogos, designers, biólogos etc. – em busca da criação de dispositivos tecnopolíticos para a atuação nas metrópoles. Pretende-se, a partir dessa produção, auxiliar não somente as comunidades e os grupos organizados da sociedade civil, mas também o Estado, na constituição de plataformas colaborativas que dêem suporte a processos de participação mais eficazes. Iniciativas como o Marco Civil da internet demonstram que o Brasil está na vanguarda das políticas públicas para as redes digitais, revelando uma necessidade de se formar grupos de investigação de excelência na área das tecnopolíticas e de ampliar seu alcance para a esfera do planejamento urbano envolvendo universidades, Estado e sociedade. Além dos núcleos de pesquisa e dos programas de pós-graduação integrantes, pretende-se fortalecer essa rede através de parcerias com grupos internacionais, consolidando e ampliando uma rede já existente que vem produzindo conhecimento no âmbito das tecnopolíticas urbanas de maneira sistemática e transversal. Destaca-se a atuação conjunta dos membros desta proposta em iniciativas de pesquisa, de extensão, da participação em eventos científicos, e da organização de workshops em território nacional e internacional, além da compreensão de que é necessário fortalecer uma rede ibero- americana com ênfase na América Latina. Grupos de pesquisadores que pertencem a esta rede vêm investindo fortemente na produção de tecnologia social afim de ampliar a democracia real nas metrópoles e promover a inclusão social e uma maior autonomia da sociedade, são eles: P2P Foundation (coordenado por Michael Bawens), IN3 (Coordenado por Castells e ligado ao 15M); Urbano Humano (coordenado pelo arquiteto Domenico de Siena, pesquisador do urbanismo tático); Labic da Ufes, especialistas em topologia de rede; MediaLab da UFRJ, que trabalham com cartografias das controversas&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;.&lt;/ins&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Natacha Rena</name></author>
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		<title>Natacha Rena: /* Tipo/Descrição do Público-Alvo: */</title>
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		<updated>2015-04-26T23:45:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;autocomment&quot;&gt;Tipo/Descrição do Público-Alvo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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Todo este público alvo é muito abrangente e podem atingir grupos, movimentos e comunidades de toda região metropolitana de Belo Horizonte. No caso do projeto Artesanias do Comum, conforme já constatado nos trabalhos realizados nessas comunidades elas são integradas, majoritariamente por jovens, negros, grande presença de mulheres e idosos, além de pessoas com deficiência motora ou psíquica e que encontram uma série de obstacúlos para a concessão de seus direitos fundamentais, devido à sua condição de moradia precária e a opressão encarada cotidianamente. Destacamos que nesse projeto contamos com a participação dos beneficiários em todas suas etapas, seja na articulação, organização e execução, de forma que o projeto será construído de forma ativa e participativa pela comunidade. Contaremos com mobilizadores sociais que residam nesses espaços para desenvolvermos um trabalho em consonância com a realidade das comunidades e de forma a propiciar seu maior envolvimento, por meio de visitas-convite, diálogos e intervenções prévias. A construção dessas comunidades foram frutos da luta das famílias pelo acesso à direitos fundamentais, notadamente o da moradia, de forma que a luta social e o envolvimento político em conjunto com os movimentos sociais de Belo Horizonte já faz parte do histórico de vivências dessas comunidades. Ao reinvindicar o direito à moradia e exigir o respeito a uma vida digna, por meio de sua mobilização e do apoio de movimentos sociais, ONGS, Universidades, artistas e autônomos tem conseguido o avanço de uma mesa de negociação junto ao judiciário visando a solução pacífica do conflito. Assim, essas comunidades já se encontram envolvidas com a dinâmica dos apoios que recebem de diferentes setores, existe, inclusive a Av. dos Estudantes em diversas ocupações, homenagem ao apoio oferecido por muitos discentes, especialmente da UFMG. Destacam-se os projetos ‘Formação da Rede de Apoio à Criança e Adolescência da ocupação Guarani Kaiowa’, aprovado pela Fundação Luterana Diaconal e o Resiste Isidoro, junto às ocupações Rosa Leão, Esperança e Vitória desenvolvido pelo integrantes dos movimentos sociais que fazem parte desse projeto, além do próprio grupo de pesquisa Indisciplinar que protagonizará essa execução Algumas das pessoas envolvidas nesse trabalho acompanham as ocupações há alguns anos, desenvolvendo forte relação política e lações de confiança junto às famílias e principalmente junto às mulheres que se destacam como coordenadoras comunitárias. Assim estimulamos a solidariedade, a sororidade, atividades sustentáveis, enfim, os laços comunitários. Destaca-se que esse projeto é desenvolvido junto à famílias em comunidades que encontram, diuturnamente, seus direitos humanos fundamentais ameaçados e violados. Além de conviverem com a ameaça do despejo e abusos de autoridade por parte da Polícia Militar, as famílias das ocupações urbanas tem acesso precário desde à rede de esgoto e até para conseguir um emprego formal. Isso sem falar nas violações ao acesso à educação e saúde, deparando-se com a negativa de atendimento médico e matrícula escolar na região, tendo, assim, precarizado à acesso à direitos fundamentais para o consecução da dignidade da pessoa humana. Por desenvolvemos o projeto em conjunto com esse público em uma perspectiva de empoderamento, responsabilização e trabalho-cooperado, potencializa não só o desenvolvimento de autonomia e consciência crítica mas é exercício impressindível à formação acadêmica integral. E o mais importante, não iremos importar uma cultura em uma realidade que desconhecemos mas daremos as ferramentas e os meios necessários para a manifestação legítima dessas ocupações urbanas. A necessidade do acesso à informação e do desenvolvimento dos mecanismos de cultura e mídia livre popular foi que deram inicio a esse projeto totalmente inovador que busca semear um solo fértil para que a juventude da comunidade tenha instrumentos para florescer seu potencial e expressar seus pensamentos, sentimentos e necessidades; expor seu posicionamento e fazer valer seus direitos. No caso do projeto Mapeando o comum, já tivemos experiências similares em diversas ações de workshops envolvendo diversos militantes de causas pelo comum urbano como ciclativistas, artistas, movimento negro, feministas, produtores de agricultura urbana, e ativistas urbanos de toda espécie. Portanto, a proposta da cartografia cultural vai envolver estes grupos que fazem parte de um tipo de produção de arte e cultura que não pertencem ao leque de interesse do mercado ou das políticas culturais do Estado divulga-los e coloca-los nos mapas culturais já que não se encaixam nos padrões turísticos dentro da lógica da economia criativa, já que são ativistas e contrários a qualquer forma de mercantilização da produção cultural. No caso do projeto Compartilhamento e distribuição do comum, dá-se o mesmo, teremos como público alvo pessoas que defendem os bens comuns urbanos e fazem parte de movimentos sociais, culturais e ambientais à margem da lógica produtiva oficial da cidade que é governada pelo Estado-capital.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;O &lt;/ins&gt;público alvo desse projeto &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;é composto por grupos muito diversos dentro de características muito singulares e &lt;/ins&gt;são&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;: 1.  Moradores &lt;/ins&gt;das favelas, aglomerados e ocupações comunitárias dentro do projeto Artesanias do Comum&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;; 2.  Grupos &lt;/ins&gt;de artistas alternativos, performances, desenhistas, artistas que produzem de forma alternativa seus trabalhos dentro do projeto Mapeando o comum&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;; 3. Movimentos &lt;/ins&gt;sociais, culturais e ambientalistas novos que surgem nos últimos anos para resistir aos processos neoliberalizantes da gestão pública que junto do mercado imobiliário avança sobre territórios comuns da cidade como praças e parques. Todo este público alvo é muito abrangente e podem atingir grupos, movimentos e comunidades de toda região metropolitana de Belo Horizonte. No caso do projeto Artesanias do Comum, conforme já constatado nos trabalhos realizados nessas comunidades elas são integradas, majoritariamente por jovens, negros, grande presença de mulheres e idosos, além de pessoas com deficiência motora ou psíquica e que encontram uma série de obstacúlos para a concessão de seus direitos fundamentais, devido à sua condição de moradia precária e a opressão encarada cotidianamente. Destacamos que nesse projeto contamos com a participação dos beneficiários em todas suas etapas, seja na articulação, organização e execução, de forma que o projeto será construído de forma ativa e participativa pela comunidade. Contaremos com mobilizadores sociais que residam nesses espaços para desenvolvermos um trabalho em consonância com a realidade das comunidades e de forma a propiciar seu maior envolvimento, por meio de visitas-convite, diálogos e intervenções prévias. A construção dessas comunidades foram frutos da luta das famílias pelo acesso à direitos fundamentais, notadamente o da moradia, de forma que a luta social e o envolvimento político em conjunto com os movimentos sociais de Belo Horizonte já faz parte do histórico de vivências dessas comunidades. Ao reinvindicar o direito à moradia e exigir o respeito a uma vida digna, por meio de sua mobilização e do apoio de movimentos sociais, ONGS, Universidades, artistas e autônomos tem conseguido o avanço de uma mesa de negociação junto ao judiciário visando a solução pacífica do conflito. Assim, essas comunidades já se encontram envolvidas com a dinâmica dos apoios que recebem de diferentes setores, existe, inclusive a Av. dos Estudantes em diversas ocupações, homenagem ao apoio oferecido por muitos discentes, especialmente da UFMG. Destacam-se os projetos ‘Formação da Rede de Apoio à Criança e Adolescência da ocupação Guarani Kaiowa’, aprovado pela Fundação Luterana Diaconal e o Resiste Isidoro, junto às ocupações Rosa Leão, Esperança e Vitória desenvolvido pelo integrantes dos movimentos sociais que fazem parte desse projeto, além do próprio grupo de pesquisa Indisciplinar que protagonizará essa execução Algumas das pessoas envolvidas nesse trabalho acompanham as ocupações há alguns anos, desenvolvendo forte relação política e lações de confiança junto às famílias e principalmente junto às mulheres que se destacam como coordenadoras comunitárias. Assim estimulamos a solidariedade, a sororidade, atividades sustentáveis, enfim, os laços comunitários. Destaca-se que esse projeto é desenvolvido junto à famílias em comunidades que encontram, diuturnamente, seus direitos humanos fundamentais ameaçados e violados. 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A necessidade do acesso à informação e do desenvolvimento dos mecanismos de cultura e mídia livre popular foi que deram inicio a esse projeto totalmente inovador que busca semear um solo fértil para que a juventude da comunidade tenha instrumentos para florescer seu potencial e expressar seus pensamentos, sentimentos e necessidades; expor seu posicionamento e fazer valer seus direitos. No caso do projeto Mapeando o comum, já tivemos experiências similares em diversas ações de workshops envolvendo diversos militantes de causas pelo comum urbano como ciclativistas, artistas, movimento negro, feministas, produtores de agricultura urbana, e ativistas urbanos de toda espécie. Portanto, a proposta da cartografia cultural vai envolver estes grupos que fazem parte de um tipo de produção de arte e cultura que não pertencem ao leque de interesse do mercado ou das políticas culturais do Estado divulga-los e coloca-los nos mapas culturais já que não se encaixam nos padrões turísticos dentro da lógica da economia criativa, já que são ativistas e contrários a qualquer forma de mercantilização da produção cultural. No caso do projeto Compartilhamento e distribuição do comum, dá-se o mesmo, teremos como público alvo pessoas que defendem os bens comuns urbanos e fazem parte de movimentos sociais, culturais e ambientais à margem da lógica produtiva oficial da cidade que é governada pelo Estado-capital.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Natacha Rena</name></author>
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		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=ProEXT_2016_-_IND.lab&amp;diff=893&amp;oldid=prev</id>
		<title>Natacha Rena: /* Discriminar Público-Alvo: */</title>
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		<updated>2015-04-26T23:43:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;autocomment&quot;&gt;Discriminar Público-Alvo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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		<author><name>Natacha Rena</name></author>
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		<title>Natacha Rena: /* Tipo/Descrição do Público-Alvo: */</title>
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		<updated>2015-04-26T23:42:43Z</updated>

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Destacamos que nesse projeto contamos com a participação dos beneficiários em todas suas etapas, seja na articulação, organização e execução, de forma que o projeto será construído de forma ativa e participativa pela comunidade. Contaremos com mobilizadores sociais que residam nesses espaços para desenvolvermos um trabalho em consonância com a realidade das comunidades e de forma a propiciar seu maior envolvimento, por meio de visitas-convite, diálogos e intervenções prévias. A construção dessas comunidades foram frutos da luta das famílias pelo acesso à direitos fundamentais, notadamente o da moradia, de forma que a luta social e o envolvimento político em conjunto com os movimentos sociais de Belo Horizonte já faz parte do histórico de vivências dessas comunidades. Ao reinvindicar o direito à moradia e exigir o respeito a uma vida digna, por meio de sua mobilização e do apoio de movimentos sociais, ONGS, Universidades, artistas e autônomos tem conseguido o avanço de uma mesa de negociação junto ao judiciário visando a solução pacífica do conflito. Assim, essas comunidades já se encontram envolvidas com a dinâmica dos apoios que recebem de diferentes setores, existe, inclusive a Av. dos Estudantes em diversas ocupações, homenagem ao apoio oferecido por muitos discentes, especialmente da UFMG. Destacam-se os projetos ‘Formação da Rede de Apoio à Criança e Adolescência da ocupação Guarani Kaiowa’, aprovado pela Fundação Luterana Diaconal e o Resiste Isidoro, junto às ocupações Rosa Leão, Esperança e Vitória desenvolvido pelo integrantes dos movimentos sociais que fazem parte desse projeto, além do próprio grupo de pesquisa Indisciplinar que protagonizará essa execução Algumas das pessoas envolvidas nesse trabalho acompanham as ocupações há alguns anos, desenvolvendo forte relação política e lações de confiança junto às famílias e principalmente junto às mulheres que se destacam como coordenadoras comunitárias. Assim estimulamos a solidariedade, a sororidade, atividades sustentáveis, enfim, os laços comunitários. Destaca-se que esse projeto é desenvolvido junto à famílias em comunidades que encontram, diuturnamente, seus direitos humanos fundamentais ameaçados e violados. Além de conviverem com a ameaça do despejo e abusos de autoridade por parte da Polícia Militar, as famílias das ocupações urbanas tem acesso precário desde à rede de esgoto e até para conseguir um emprego formal. Isso sem falar nas violações ao acesso à educação e saúde, deparando-se com a negativa de atendimento médico e matrícula escolar na região, tendo, assim, precarizado à acesso à direitos fundamentais para o consecução da dignidade da pessoa humana. Por desenvolvemos o projeto em conjunto com esse público em uma perspectiva de empoderamento, responsabilização e trabalho-cooperado, potencializa não só o desenvolvimento de autonomia e consciência crítica mas é exercício impressindível à formação acadêmica integral. E o mais importante, não iremos importar uma cultura em uma realidade que desconhecemos mas daremos as ferramentas e os meios necessários para a manifestação legítima dessas ocupações urbanas. A necessidade do acesso à informação e do desenvolvimento dos mecanismos de cultura e mídia livre popular foi que deram inicio a esse projeto totalmente inovador que busca semear um solo fértil para que a juventude da comunidade tenha instrumentos para florescer seu potencial e expressar seus pensamentos, sentimentos e necessidades; expor seu posicionamento e fazer valer seus direitos.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;Das nossas maiores motivações é a oportunidade de trabalhar com o público alvo desse projeto, que são os moradores das favelas, aglomerados e ocupações comunitárias &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt; dentro do projeto Artesanias do Comum, assim como grupos de artistas alternativos, performances, desenhistas, artistas que produzem de forma alternativa seus trabalhos dentro do projeto Mapeando o comum, assim como trabalhar junto a movimentos sociais, culturais e ambientalistas novos que surgem nos últimos anos para resistir aos processos neoliberalizantes da gestão pública que junto do mercado imobiliário avança sobre territórios comuns &lt;/ins&gt;da &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;cidade como praças e parques. Todo este público alvo é muito abrangente e podem atingir grupos, movimentos e comunidades de toda &lt;/ins&gt;região metropolitana de Belo Horizonte. &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;No caso do projeto Artesanias do Comum, conforme &lt;/ins&gt;já constatado nos trabalhos realizados nessas comunidades elas são integradas, majoritariamente por jovens, negros, grande presença de mulheres e idosos, além de pessoas com deficiência motora ou psíquica e que encontram uma série de obstacúlos para a concessão de seus direitos fundamentais, devido à sua condição de moradia precária e a opressão encarada cotidianamente. Destacamos que nesse projeto contamos com a participação dos beneficiários em todas suas etapas, seja na articulação, organização e execução, de forma que o projeto será construído de forma ativa e participativa pela comunidade. Contaremos com mobilizadores sociais que residam nesses espaços para desenvolvermos um trabalho em consonância com a realidade das comunidades e de forma a propiciar seu maior envolvimento, por meio de visitas-convite, diálogos e intervenções prévias. A construção dessas comunidades foram frutos da luta das famílias pelo acesso à direitos fundamentais, notadamente o da moradia, de forma que a luta social e o envolvimento político em conjunto com os movimentos sociais de Belo Horizonte já faz parte do histórico de vivências dessas comunidades. Ao reinvindicar o direito à moradia e exigir o respeito a uma vida digna, por meio de sua mobilização e do apoio de movimentos sociais, ONGS, Universidades, artistas e autônomos tem conseguido o avanço de uma mesa de negociação junto ao judiciário visando a solução pacífica do conflito. Assim, essas comunidades já se encontram envolvidas com a dinâmica dos apoios que recebem de diferentes setores, existe, inclusive a Av. dos Estudantes em diversas ocupações, homenagem ao apoio oferecido por muitos discentes, especialmente da UFMG. Destacam-se os projetos ‘Formação da Rede de Apoio à Criança e Adolescência da ocupação Guarani Kaiowa’, aprovado pela Fundação Luterana Diaconal e o Resiste Isidoro, junto às ocupações Rosa Leão, Esperança e Vitória desenvolvido pelo integrantes dos movimentos sociais que fazem parte desse projeto, além do próprio grupo de pesquisa Indisciplinar que protagonizará essa execução Algumas das pessoas envolvidas nesse trabalho acompanham as ocupações há alguns anos, desenvolvendo forte relação política e lações de confiança junto às famílias e principalmente junto às mulheres que se destacam como coordenadoras comunitárias. Assim estimulamos a solidariedade, a sororidade, atividades sustentáveis, enfim, os laços comunitários. Destaca-se que esse projeto é desenvolvido junto à famílias em comunidades que encontram, diuturnamente, seus direitos humanos fundamentais ameaçados e violados. Além de conviverem com a ameaça do despejo e abusos de autoridade por parte da Polícia Militar, as famílias das ocupações urbanas tem acesso precário desde à rede de esgoto e até para conseguir um emprego formal. Isso sem falar nas violações ao acesso à educação e saúde, deparando-se com a negativa de atendimento médico e matrícula escolar na região, tendo, assim, precarizado à acesso à direitos fundamentais para o consecução da dignidade da pessoa humana. Por desenvolvemos o projeto em conjunto com esse público em uma perspectiva de empoderamento, responsabilização e trabalho-cooperado, potencializa não só o desenvolvimento de autonomia e consciência crítica mas é exercício impressindível à formação acadêmica integral. E o mais importante, não iremos importar uma cultura em uma realidade que desconhecemos mas daremos as ferramentas e os meios necessários para a manifestação legítima dessas ocupações urbanas. A necessidade do acesso à informação e do desenvolvimento dos mecanismos de cultura e mídia livre popular foi que deram inicio a esse projeto totalmente inovador que busca semear um solo fértil para que a juventude da comunidade tenha instrumentos para florescer seu potencial e expressar seus pensamentos, sentimentos e necessidades; expor seu posicionamento e fazer valer seus direitos&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;. No caso do projeto Mapeando o comum, já tivemos experiências similares em diversas ações de workshops envolvendo diversos militantes de causas pelo comum urbano como ciclativistas, artistas, movimento negro, feministas, produtores de agricultura urbana, e ativistas urbanos de toda espécie. Portanto, a proposta da cartografia cultural vai envolver estes grupos que fazem parte de um tipo de produção de arte e cultura que não pertencem ao leque de interesse do mercado ou das políticas culturais do Estado divulga-los e coloca-los nos mapas culturais já que não se encaixam nos padrões turísticos dentro da lógica da economia criativa, já que são ativistas e contrários a qualquer forma de mercantilização da produção cultural. No caso do projeto Compartilhamento e distribuição do comum, dá-se o mesmo, teremos como público alvo pessoas que defendem os bens comuns urbanos e fazem parte de movimentos sociais, culturais e ambientais à margem da lógica produtiva oficial da cidade que é governada pelo Estado-capital&lt;/ins&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Natacha Rena</name></author>
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		<title>Marcelo: Desfeita a edição 879 de Marcelo (Discussão)</title>
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		<updated>2015-04-26T22:14:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Desfeita a edição 879 de &lt;a href=&quot;/index.php?title=Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/Marcelo&quot; title=&quot;Especial:Contribuições/Marcelo&quot;&gt;Marcelo&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;/index.php?title=Usu%C3%A1rio_Discuss%C3%A3o:Marcelo&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1&quot; class=&quot;new&quot; title=&quot;Usuário Discussão:Marcelo (página inexistente)&quot;&gt;Discussão&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
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Partindo de um contexto de urbanização crescente, que alcança até mesmo os recônditos rurais e selvagens, a expansão da tecnologia informacional e das condições de conectividade vem transformando a vivência destes territórios e se integrando às suas infraestruturas com intensidade sem precedentes. No entanto, não se observa uma incorporação correspondente desses mesmos recursos nos instrumentos de planejamento das cidades, sobretudo no que concerne ao fortalecimento do diálogo entre os seus habitantes e o poder público. Portanto, pretende-se investigar/produzir tecnologia social aplicada a políticas públicas urbanas nos mais diversos níveis: mobilidade, moradia, lazer, cultura, economia, agroecologia, etc. Sendo assim, este Programa Ind.Lab_ Laboratório nômade do Comum propõe o desenvolvimento colaborativo de tecnologia social aberta e reaplicável, baseando-se em iniciativas como o movimento open source (software livre) ou peer to peer (entre pares) que promovem o livre compartilhamento de conhecimento a partir de novos modelos de licenciamento de conteúdo. Acredita-se que a ampla disseminação da informação produzida pelo é premissa fundamental para sua contribuição efetiva às práticas de desenvolvimento urbano sustentável no país. Os movimentos de insurgência popular que ganharam visibilidade a partir de junho de 2013, no Brasil, articularam-se prioritariamente em torno de pautas urbanas sinalizando grande insatisfação com os mecanismos de participação e de representação disponíveis para abordar tais questões. A partir daí, começa a estruturação de uma rede de pesquisadores jovens, já imbuídos de pensar propostas para uma sociedade mais plural e democrática, que associa núcleos de pesquisa e extensão das universidades a coletivos artísticos ou midialivristas e a movimentos sociais diversos. Acredita-se que é urgente aliar o que há de mais avançado na investigação em tecnologia da informação à pesquisa urbana em sua dimensão multidisciplinar – reunindo arquitetos, urbanistas, geógrafos, economistas, sociólogos, designers, biólogos etc. – em busca da criação de dispositivos tecnopolíticos para a atuação nas metrópoles. Pretende-se, a partir dessa produção, auxiliar não somente as comunidades e os grupos organizados da sociedade civil, mas também o Estado, na constituição de plataformas colaborativas que dêem suporte a processos de participação mais eficazes. Iniciativas como o Marco Civil da internet demonstram que o Brasil está na vanguarda das políticas públicas para as redes digitais, revelando uma necessidade de se formar grupos de investigação de excelência na área das tecnopolíticas e de ampliar seu alcance para a esfera do planejamento urbano envolvendo universidades, Estado e sociedade. Além dos núcleos de pesquisa e dos programas de pós-graduação integrantes, pretende-se fortalecer essa rede através de parcerias com grupos internacionais, consolidando e ampliando uma rede já existente que vem produzindo conhecimento no âmbito das tecnopolíticas urbanas de maneira sistemática e transversal. Destaca-se a atuação conjunta dos membros desta proposta em iniciativas de pesquisa, de extensão, da participação em eventos científicos, e da organização de workshops em território nacional e internacional, além da compreensão de que é necessário fortalecer uma rede ibero- americana com ênfase na América Latina. Grupos de pesquisadores que pertencem a esta rede vêm investindo fortemente na produção de tecnologia social afim de ampliar a democracia real nas metrópoles e promover a inclusão social e uma maior autonomia da sociedade, são eles: P2P Foundation (coordenado por Michael Bawens), IN3 (Coordenado por Castells e ligado ao 15M); Urbano Humano (coordenado pelo arquiteto Domenico de Siena, pesquisador do urbanismo tático); Labic da Ufes, especialistas em topologia de rede; MediaLab da UFRJ, que trabalham com cartografias das controversas.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;TECNOPOLÍTICAS: Territórios Urbanos e Redes Digitais é uma rede de pesquisa de alto impacto científico e social voltada a investigar a aplicação das tecnologias digitais de comunicação aos processos de produção do espaço urbano. Pretende-se produzir conhecimento e explorar tecnologias que promovam a interseção entre as redes digitais e as dinâmicas espaciais urbanas. Compreende-se que estas tecnologias conformam, atualmente, parte indissociável da experiência e da organização das metrópoles contemporâneas, promovendo a fusão da sua dimensão físico-territorial com a das redes digitais. Partindo de um contexto de urbanização crescente, que alcança até mesmo os recônditos rurais e selvagens, a expansão da tecnologia informacional e das condições de conectividade vem transformando a vivência destes territórios e se integrando às suas infraestruturas com intensidade sem precedentes. No entanto, não se observa uma incorporação correspondente desses mesmos recursos nos instrumentos de planejamento das cidades, sobretudo no que concerne ao fortalecimento do diálogo entre os seus habitantes e o poder público. Portanto, pretende-se investigar/produzir tecnologia social aplicada a políticas públicas urbanas nos mais diversos níveis: mobilidade, moradia, lazer, cultura, economia, agroecologia, etc. Sendo assim, este Programa Ind.Lab_ Laboratório nômade do Comum propõe o desenvolvimento colaborativo de tecnologia social aberta e reaplicável, baseando-se em iniciativas como o movimento open source (software livre) ou peer to peer (entre pares) que promovem o livre compartilhamento de conhecimento a partir de novos modelos de licenciamento de conteúdo. Acredita-se que a ampla disseminação da informação produzida pelo é premissa fundamental para sua contribuição efetiva às práticas de desenvolvimento urbano sustentável no país. Os movimentos de insurgência popular que ganharam visibilidade a partir de junho de 2013, no Brasil, articularam-se prioritariamente em torno de pautas urbanas sinalizando grande insatisfação com os mecanismos de participação e de representação disponíveis para abordar tais questões. A partir daí, começa a estruturação de uma rede de pesquisadores jovens, já imbuídos de pensar propostas para uma sociedade mais plural e democrática, que associa núcleos de pesquisa e extensão das universidades a coletivos artísticos ou midialivristas e a movimentos sociais diversos. Acredita-se que é urgente aliar o que há de mais avançado na investigação em tecnologia da informação à pesquisa urbana em sua dimensão multidisciplinar – reunindo arquitetos, urbanistas, geógrafos, economistas, sociólogos, designers, biólogos etc. – em busca da criação de dispositivos tecnopolíticos para a atuação nas metrópoles. Pretende-se, a partir dessa produção, auxiliar não somente as comunidades e os grupos organizados da sociedade civil, mas também o Estado, na constituição de plataformas colaborativas que dêem suporte a processos de participação mais eficazes. Iniciativas como o Marco Civil da internet demonstram que o Brasil está na vanguarda das políticas públicas para as redes digitais, revelando uma necessidade de se formar grupos de investigação de excelência na área das tecnopolíticas e de ampliar seu alcance para a esfera do planejamento urbano envolvendo universidades, Estado e sociedade. Além dos núcleos de pesquisa e dos programas de pós-graduação integrantes, pretende-se fortalecer essa rede através de parcerias com grupos internacionais, consolidando e ampliando uma rede já existente que vem produzindo conhecimento no âmbito das tecnopolíticas urbanas de maneira sistemática e transversal. Destaca-se a atuação conjunta dos membros desta proposta em iniciativas de pesquisa, de extensão, da participação em eventos científicos, e da organização de workshops em território nacional e internacional, além da compreensão de que é necessário fortalecer uma rede ibero- americana com ênfase na América Latina. Grupos de pesquisadores que pertencem a esta rede vêm investindo fortemente na produção de tecnologia social afim de ampliar a democracia real nas metrópoles e promover a inclusão social e uma maior autonomia da sociedade, são eles: P2P Foundation (coordenado por Michael Bawens), IN3 (Coordenado por Castells e ligado ao 15M); Urbano Humano (coordenado pelo arquiteto Domenico de Siena, pesquisador do urbanismo tático); Labic da Ufes, especialistas em topologia de rede; MediaLab da UFRJ, que trabalham com cartografias das controversas.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Marcelo</name></author>
	</entry>
	<entry>
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		<title>Marcelo: /* Descrição da Ação */</title>
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		<updated>2015-04-26T22:12:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;autocomment&quot;&gt;Descrição da Ação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Edição das 15h12min de 26 de abril de 2015&lt;/td&gt;
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Partindo de um contexto de urbanização crescente, que alcança até mesmo os recônditos rurais e selvagens, a expansão da tecnologia informacional e das condições de conectividade vem transformando a vivência destes territórios e se integrando às suas infraestruturas com intensidade sem precedentes. No entanto, não se observa uma incorporação correspondente desses mesmos recursos nos instrumentos de planejamento das cidades, sobretudo no que concerne ao fortalecimento do diálogo entre os seus habitantes e o poder público. Portanto, pretende-se investigar/produzir tecnologia social aplicada a políticas públicas urbanas nos mais diversos níveis: mobilidade, moradia, lazer, cultura, economia, agroecologia, etc. Sendo assim, este Programa Ind.Lab_ Laboratório nômade do Comum propõe o desenvolvimento colaborativo de tecnologia social aberta e reaplicável, baseando-se em iniciativas como o movimento open source (software livre) ou peer to peer (entre pares) que promovem o livre compartilhamento de conhecimento a partir de novos modelos de licenciamento de conteúdo. Acredita-se que a ampla disseminação da informação produzida pelo é premissa fundamental para sua contribuição efetiva às práticas de desenvolvimento urbano sustentável no país. Os movimentos de insurgência popular que ganharam visibilidade a partir de junho de 2013, no Brasil, articularam-se prioritariamente em torno de pautas urbanas sinalizando grande insatisfação com os mecanismos de participação e de representação disponíveis para abordar tais questões. A partir daí, começa a estruturação de uma rede de pesquisadores jovens, já imbuídos de pensar propostas para uma sociedade mais plural e democrática, que associa núcleos de pesquisa e extensão das universidades a coletivos artísticos ou midialivristas e a movimentos sociais diversos. Acredita-se que é urgente aliar o que há de mais avançado na investigação em tecnologia da informação à pesquisa urbana em sua dimensão multidisciplinar – reunindo arquitetos, urbanistas, geógrafos, economistas, sociólogos, designers, biólogos etc. – em busca da criação de dispositivos tecnopolíticos para a atuação nas metrópoles. Pretende-se, a partir dessa produção, auxiliar não somente as comunidades e os grupos organizados da sociedade civil, mas também o Estado, na constituição de plataformas colaborativas que dêem suporte a processos de participação mais eficazes. Iniciativas como o Marco Civil da internet demonstram que o Brasil está na vanguarda das políticas públicas para as redes digitais, revelando uma necessidade de se formar grupos de investigação de excelência na área das tecnopolíticas e de ampliar seu alcance para a esfera do planejamento urbano envolvendo universidades, Estado e sociedade. Além dos núcleos de pesquisa e dos programas de pós-graduação integrantes, pretende-se fortalecer essa rede através de parcerias com grupos internacionais, consolidando e ampliando uma rede já existente que vem produzindo conhecimento no âmbito das tecnopolíticas urbanas de maneira sistemática e transversal. Destaca-se a atuação conjunta dos membros desta proposta em iniciativas de pesquisa, de extensão, da participação em eventos científicos, e da organização de workshops em território nacional e internacional, além da compreensão de que é necessário fortalecer uma rede ibero- americana com ênfase na América Latina. Grupos de pesquisadores que pertencem a esta rede vêm investindo fortemente na produção de tecnologia social afim de ampliar a democracia real nas metrópoles e promover a inclusão social e uma maior autonomia da sociedade, são eles: P2P Foundation (coordenado por Michael Bawens), IN3 (Coordenado por Castells e ligado ao 15M); Urbano Humano (coordenado pelo arquiteto Domenico de Siena, pesquisador do urbanismo tático); Labic da Ufes, especialistas em topologia de rede; MediaLab da UFRJ, que trabalham com cartografias das controversas.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;TECNOPOLÍTICAS: Territórios Urbanos e Redes Digitais é uma rede de pesquisa de alto impacto científico e social voltada a investigar a aplicação das tecnologias digitais de comunicação aos processos de produção do espaço urbano. Pretende-se produzir conhecimento e explorar tecnologias que promovam a interseção entre as redes digitais e as dinâmicas espaciais urbanas. Compreende-se que estas tecnologias conformam, atualmente, parte indissociável da experiência e da organização das metrópoles contemporâneas, promovendo a fusão da sua dimensão físico-territorial com a das redes digitais. Partindo de um contexto de urbanização crescente, que alcança até mesmo os recônditos rurais e selvagens, a expansão da tecnologia informacional e das condições de conectividade vem transformando a vivência destes territórios e se integrando às suas infraestruturas com intensidade sem precedentes. No entanto, não se observa uma incorporação correspondente desses mesmos recursos nos instrumentos de planejamento das cidades, sobretudo no que concerne ao fortalecimento do diálogo entre os seus habitantes e o poder público. Portanto, pretende-se investigar/produzir tecnologia social aplicada a políticas públicas urbanas nos mais diversos níveis: mobilidade, moradia, lazer, cultura, economia, agroecologia, etc. Sendo assim, este Programa Ind.Lab_ Laboratório nômade do Comum propõe o desenvolvimento colaborativo de tecnologia social aberta e reaplicável, baseando-se em iniciativas como o movimento open source (software livre) ou peer to peer (entre pares) que promovem o livre compartilhamento de conhecimento a partir de novos modelos de licenciamento de conteúdo. Acredita-se que a ampla disseminação da informação produzida pelo é premissa fundamental para sua contribuição efetiva às práticas de desenvolvimento urbano sustentável no país. Os movimentos de insurgência popular que ganharam visibilidade a partir de junho de 2013, no Brasil, articularam-se prioritariamente em torno de pautas urbanas sinalizando grande insatisfação com os mecanismos de participação e de representação disponíveis para abordar tais questões. A partir daí, começa a estruturação de uma rede de pesquisadores jovens, já imbuídos de pensar propostas para uma sociedade mais plural e democrática, que associa núcleos de pesquisa e extensão das universidades a coletivos artísticos ou midialivristas e a movimentos sociais diversos. Acredita-se que é urgente aliar o que há de mais avançado na investigação em tecnologia da informação à pesquisa urbana em sua dimensão multidisciplinar – reunindo arquitetos, urbanistas, geógrafos, economistas, sociólogos, designers, biólogos etc. – em busca da criação de dispositivos tecnopolíticos para a atuação nas metrópoles. 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		<author><name>Marcelo</name></author>
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