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	<title>Discussão:Indisciplinar - Histórico de revisão</title>
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	<updated>2026-11-02T17:55:00Z</updated>
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		<title>Marcelo Maia: Criou página com &#039;conteúdos fora do lugar  = Referências =  == Livros ==  === A Nova Razão do Mundo === &#039;&#039;Pierre Dardot e Christian Laval&#039;&#039;      “Ainda não entendemos o que é o neolibera...&#039;</title>
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		<updated>2019-12-09T14:46:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;conteúdos fora do lugar  = Referências =  == Livros ==  === A Nova Razão do Mundo === &amp;#039;&amp;#039;Pierre Dardot e Christian Laval&amp;#039;&amp;#039;      “Ainda não entendemos o que é o neolibera...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;conteúdos fora do lugar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Referências =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Livros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A Nova Razão do Mundo ===&lt;br /&gt;
&amp;#039;&amp;#039;Pierre Dardot e Christian Laval&amp;#039;&amp;#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    “Ainda não entendemos o que é o neoliberalismo, e estamos pagando um preço altíssimo por isso. É esse anseio de urgência que levou Pierre Dardot e Christian Laval a escreverem A nova razão do mundo, obra que passa a limpo todos os lugares-comuns sobre a natureza do capitalismo contemporâneo. Por meio de recursos analíticos pouco ortodoxos – que conciliam investigação histórico-social e psicanálise, Foucault e Marx –, Dardot e Laval desfazem mitos e revelam o que há de novo no neoliberalismo: uma racionalidade global – e não apenas uma doutrina econômica ou ideológica – que vem transformando profundamente as sociedades de forma subterrânea e difusa, estendendo seu sistema normativo a todas as relações sociais, sem deixar incólume nenhuma esfera da existência humana.&lt;br /&gt;
    Levando a sério a formulação de Margaret Thatcher – “A economia é o método. O objetivo é mudar a alma” –, o livro descreve os assombrosos contornos deste mundo em que “o desejo é o alvo do novo poder”. Dardot e Laval afirmam que a grande inovação da tecnologia neoliberal é vincular diretamente a maneira como um homem “é governado” à maneira como ele próprio “se governa”. Ao explorar as raízes e ramificações do pensamento neoliberal ao longo do século XX, os autores destrincham de forma clara e precisa as implicações desse novo paradigma, em que a economia torna-se uma disciplina pessoal.&lt;br /&gt;
    A figura central dessa nova racionalidade é o “sujeito empresarial”. Cada indivíduo é uma empresa que deve se gerir e um capital que deve se fazer frutificar. O conceito define a totalidade do que já foi chamado por estudos anteriores de sujeito “hipermoderno”, “impreciso”, “flexível”, “precário”, “fluido”, “sem gravidade”, “individualista”. Na nova razão do mundo, todas as atividades devem assemelhar-se a uma produção, a um cálculo de custo, aliado ao imperativo do “sempre mais”, que visa a intensificar a eficácia de cada sujeito em todos os domínios: escolar e profissional, mas também relacional, sexual e assim por diante. As atividades que permeiam a vida são concebidas essencialmente como “investimento” no interminável processo de valorização do eu, sobre o qual o indivíduo é inteiramente responsável.”&lt;br /&gt;
    Fonte: [https://www.boitempoeditorial.com.br/ Boitempo Editorial]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Marcelo Maia</name></author>
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