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	<title>Agricultura Urbana na RMBH - Histórico de revisão</title>
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	<updated>2026-11-02T22:38:40Z</updated>
	<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
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		<title>Marcelo: Criou página com &#039;Sobre a agricultura urbana na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) 	A agricultura urbana na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) vem subsidiar esta pesquis...&#039;</title>
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		<updated>2015-03-26T18:39:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;Sobre a agricultura urbana na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) 	A agricultura urbana na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) vem subsidiar esta pesquis...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;Sobre a agricultura urbana na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH)&lt;br /&gt;
	A agricultura urbana na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) vem subsidiar esta pesquisa com demandas práticas, reais e urgentes das comunidades e grupos sociais. Deste modo, buscamos nesta pesquisa colaborar com a construção de canais de expressão coletiva das experiências cotidianas e com a consolidação de espaços de diálogo de saberes relacionados à agricultura urbana na RMBH. Entendemos como oportuno utilizar as tecnologias de conexão como fortalecimento de espaços de diálogo e de afirmação das práticas e saberes relacionados à agricultura urbana que proporcionam novas ligações e ações conjuntas entre organizações e movimentos sociais e o contato direto entre pesquisadoras e pesquisadores atuantes na RMBH.&lt;br /&gt;
	Serão priorizados aqui três espaços e processos coletivos relacionados à agricultura urbana na RMBH dada a reciprocidade vivenciada entre cada um deles e a trajetória da pesquisa. Esta interação tem oportunizado uma relação direta com sujeitos comprometidos com a agricultura urbana, no âmbito das práticas cotidianas, da ação coletiva, da pesquisa acadêmica e das políticas públicas: Articulação Metropolitana de Agricultura Urbana – AMAU (www.amau.org.br), o Grupo de Estudos em Agricultura Urbana – AUÊ! (http://aueufmg.wordpress.com) e o Projeto de Macrozoneamento da RMBH (http://www.rmbh.org.br/). As ações desenvolvidas por estes espaços e processos notadamente tem se retroalimentado, registrando-se um trânsito de pessoas e informações entre eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AMAU – Articulação Metropolitana de Agricultura Urbana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	A AMAU, um dos espaços de referência sobre a agricultura urbana na RMBH, foi criada a partir de um processo de levantamento de experiências de agricultura urbana e segurança alimentar na região, realizado pela Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas (REDE) em 2001. Durante o período de implementação do Programa Fome Zero pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), que resultou em um contexto institucional favorável para o reconhecimento das práticas de segurança alimentar desenvolvidas pela sociedade civil e da importância de se aprofundar a discussão sobre a agricultura na RMBH, este levantamento alcançou uma maior repercussão. A AMAU surge, então, em 2004, como um espaço permanente de encontro, diálogo e auto-organização dos grupos envolvidos com as práticas de agricultura urbana. Como a Rede de Intercâmbio tem incorporada em sua estratégia de ação, a promoção da interação entre organizações da sociedade civil e a ampliação de espaços públicos de discussão sobre a agricultura urbana, desde então, sua trajetória e a trajetória da AMAU tem se retroalimentado e a REDE permanece como uma instituição chave na organização interna da AMAU.&lt;br /&gt;
	Ao longo dos últimos 10 anos, tem participado desta articulação uma diversidade de organizações da sociedade civil, como associações comunitárias; ONGs, pastorais sociais, movimento feminista, de luta pela terra e por moradia; coletivos de permacultura e alimentação saudável; empreendimentos de economia solidária e grupos comunitários informais, que há mais de quinze anos desenvolvem ações de agricultura urbana. A AMAU tem como objetivos: a) apoiar as iniciativas populares e fortalecer a organização das/os agricultoras/es da região metropolitana de Belo Horizonte; b) dar visibilidade às experiências de agricultura urbana e agroecologia existentes na região, mostrando a diversidade de atividades e espaços e as suas diferentes funções; c) aprofundar o debate político com diferentes setores da sociedade civil, poder público e academia sobre a integração campo-cidade, o papel da agricultura em regiões metropolitanas na construção de um projeto popular para o Brasil e a implementação de políticas públicas necessárias para o seu fortalecimento.&lt;br /&gt;
Entre fevereiro de 2010 e novembro de 2013 mais de 30 organizações participaram dos encontros e atividades realizadas pela AMAU. No mesmo período, foram realizados 20 encontros da AMAU, com uma média de 40 participantes em cada e realizadas ações, como mutirões, oficinas, intercâmbios, participação em eventos e cursos de formação que abordaram dimensões políticas, metodológicas e tecnológicas da agricultura urbana e chegaram a envolver diretamente mais de 500 participantes de aproximadamente 08 municípios da RMBH.&lt;br /&gt;
Atualmente a AMAU está organizada internamente em cinco comissões de trabalho:  1) agrobiodiversidade; 2) produção, comercialização e consumo; 3) auto-organização das mulheres; 4) plantas medicinais e 5) permacultura. Representantes de cada uma das comissões e de algumas entidades de apoio se revezam em uma coordenação ampliada que tem por função organizar os encontros e demais atividades e garantir que os encaminhamentos definidos nestes momentos sejam efetivados. &lt;br /&gt;
	Nas atividades promovidas pela AMAU, observa-se que a participação de organizações com diferentes inserções na sociedade possibilita que neste coletivo se expressem múltiplos referenciais conceituais e posicionamento políticos, como soberania e segurança alimentar, feminismo, reforma urbana, reforma agrária, saúde coletiva, justiça ambiental, economia solidária; indicando a agricultura urbana e a agroecologia como uma alternativa de convergência de atuação entre organizações do campo e da cidade da região.	&lt;br /&gt;
	Neste processo de conhecimento mútuo, que tem permitido identificar o que une e o que separa cada organização e definir possíveis alianças, tem-se observado uma intensa troca de saberes; uma disposição para conviver com a diferença; e a ampliação das perspectivas de politização de práticas cotidianas realizadas por pessoas que até então não se encontravam inseridas em processos coletivos. A trajetória da AMAU resultou na construção de uma agenda política e uma pauta de reivindicações que orientam o diálogo com outros movimentos, fóruns e redes da sociedade civil e apresentam propostas concretas para a formulação e implementação de políticas públicas intersetoriais direcionadas às três esferas federativas e demandam e um canal de participação direto e efetivo da sociedade civil para o monitoramento destas políticas.&lt;br /&gt;
	Um aporte significativo na definição dos princípios políticos e metodologia de ação da AMAU tem origem no movimento agroecológico, que tem como um canal de expressão coletiva no âmbito federal a Articulação Nacional de Agroecologia e no âmbito estadual, a Articulação Mineira de Agroecologia. As conexões entre estes espaços apontam novas perspectivas de superação de uma visão dicotômica da relação campo-cidade que tem orientado muitos movimentos e organizações sociais com uma relevante trajetória de atuação no campo agroecológico e da reforma agrária e esboçam a construção de uma agenda política comum entre organizações do campo e da cidade. Renovam o interesse em experimentar inovações na mobilização social e na organização de base e  revalorizam sujeitos e suas práticas até então tidos como residuais e deslocados dos contextos urbano, como possíveis protagonistas de respostas para questões importantes no mundo contemporâneo.&lt;br /&gt;
	Como participantes ativos da criação e organização da AMAU temos acompanhado as conquistas e entraves encontrados ao longo dos seus 10 anos de existência. Em diálogo com a coordenação ampliada da AMAU, foram definidas algumas demandas prioritárias da Articulação que tem articulado esta militância anterior com a dinâmica atual da pesquisa: contribuição com o registro da memória da AMAU, caracterização das experiências dos participantes da Articulação, construção de uma plataforma colaborativa para o mapeamento das práticas agrícolas na RMBH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AUÊ! - Grupo de Estudos em Agricultura Urbana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	O AUÊ! - Grupo de Estudos em Agricultura Urbana foi criado em março de 2013, inserindo-se em uma trajetória de iniciativas de ensino, pesquisa e extensão já realizadas no âmbito da UFMG. O grupo propõe abordar a relação da agricultura agricultura urbana com diferentes campos de investigação, como o planejamento urbano, a agroecologia, espaço público cotidiano, questão ambiental urbana, conflitos socioambientais, questão agrária, organização popular, a segurança alimentar, economia popular, dentre outros. A consolidação de um espaço de referência em estudos e pesquisa sobre a agricultura urbana na UFMG visa agregar pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação e representantes de experiências populares, movimentos sociais e órgãos públicos interessados em pensar a cidade a partir dos espaços não construídos, da periferia metropolitana, dos saberes cultivados na relação com a natureza presente no espaço urbano.&lt;br /&gt;
	A reciprocidade estabelecida entre a condução da pesquisa e este ambiente inovador tem  criado uma conjunção favorável para a construção coletiva de uma abordagem conceitual e metodológica que possibilite aproximações à agricultura urbana a partir de perspectivas distintas e complementares. De modo semelhante, tem contribuído para a construção de uma compreensão teórica comum entre questões e conceitos que emergem de campos disciplinares específicos, como a agroecologia; o planejamento urbano; as formas de uso da terra e acesso à terra; a questão ambiental; a segurança alimentar; dentre outros. &lt;br /&gt;
	Ainda que o AUÊ! se encontre vinculado institucionalmente ao Instituto de Geociências (IGC), suas atividades têem envolvido a colaboração de membros de outras unidades da UFMG e externos à instituição. São objetivos do grupo: a) socializar informações e resultados de pesquisas realizadas e produzir conhecimento aprofundado sobre a agricultura urbana e a agroecologia em regiões metropolitanas; b) ampliar o debate crítico sobre a agricultura urbana e proporcionar uma maior interlocução entre o trabalho intelectual e político de representantes de experiências populares, gestores públicos e pesquisadoras/es; c) contribuir para a visibilidade e potencialização de iniciativas relacionadas à agricultura na RMBH, como a formulação e monitoramento de políticas públicas e ações coletivas realizadas por organizações e movimentos sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Ao longo de 2013 o grupo estabeleceu uma dinâmica de rodas de conversas mensais, que abordaram a temática da agricultura urbana a partir de diferentes pontos de vista. A participação de profissionais, professores/as, alunos/as de graduação e pós-graduação dos cursos de sociologia, geografia, arquitetura, biologia, economia, design, belas artes, relações econômicas internacionais, agronomia, nutrição, geologia, turismo e direito permitiu perceber interfaces da temática com diferentes campos disciplinares. A presença de gestores públicos e representantes de iniciativas populares, organizações, movimentos e redes sociais que já desenvolvem ações que dialogam com a temática da agricultura urbana nestas atividades possibilitou o reconhecimento de conexões importantes entre pautas e agendas políticas relevantes no contexto brasileiro. A apresentação de trabalhos realizados na Argentina, Espanha, Itália e França assinalou pontos comuns e particularidades entre os países do norte e do sul global e indicou possibilidades de ampliação de relações institucionais da UFMG com outras iniciativas de pesquisas sobre a agricultura urbana realizadas nestes países. Ao todo, foram 175 participações e 92 pessoas envolvidas nos encontros.&lt;br /&gt;
	Além das rodas de conversa, no segundo semestre de 2013, o grupo iniciou uma dinâmica de encontros sistemáticos para uma melhor coordenação de atividades de pesquisa e maior aprofundamento dos estudos que envolveu aproximadamente 15 pessoas. Outra linha de ação em curso envolve a criação e manutenção de construção de uma plataforma virtual para divulgação dos resultados dos trabalho do grupo e socialização de eventos, notícias e bibliografias relacionadas à agricultura urbana (http://aueufmg.wordpress.com/).&lt;br /&gt;
	No segundo semestre de 2013, buscando ampliar as condições para a realização de suas atividades de pesquisa e extensão, o AUÊ! elaborou e teve aprovados projetos apresentados para o Edital da Pró-Reitoria de Extensão da UFMG (Cultivando outra cidade: experiências e cartografias sociais da Articulação Metropolitana de Agricultura Urbana – AMAU) e para a Chamada MCTI/MAPA/MDA/MEC/MPA/CNPq No 81/2013 (Metrópole em transição: implantação do Núcleo de Estudo em Agroecologia e Produção Orgânica/UFMG na Região Metropolitana de Belo Horizonte). A aprovação dos projetos permitiu a contratação de oito bolsistas a partir de março de 2014, inaugurando uma nova etapa de atuação do grupo e sua consolidação.&lt;br /&gt;
	O processo de elaboração dos projetos, que tiveram suas atividades iniciadas em março de 2014, envolveu a construção de parcerias (AMAU, Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas, EMATER, EPAMIG, Grupo Aroeira); a definição de coordenadores diferentes para cada projeto aprovado; e a participação de professores e alunos de campos disciplinares diferentes. Dentre as ações previstas se encontram a cartografia social das experiências da AMAU (de modo mais específico) e das práticas agrícolas da RMBH, a oferta de cursos e oficinas, a produção de publicações, dentre outras.&lt;br /&gt;
	Apesar do curto tempo de existência, a intensidade das atividades do AUÊ! nos últimos 12 meses e a pluralidade de diálogos estabelecidos, sinalizam a pertinência e a repercussão deste espaço e da agricultura urbana como um tema de interesse em esferas intelectuais e políticas da RMBH.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Marcelo</name></author>
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