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	<title>Indisciplinar - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Revista&amp;diff=3538</id>
		<title>Revista</title>
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		<updated>2020-09-02T12:14:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Expediente */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Revista_indisciplinar_logo.jpg|150px|esquerda]]&lt;br /&gt;
A Indisciplinar é uma revista acadêmica digital editada pelo grupo de pesquisa Indisciplinar (EA-UFMG/CNPQ). A sua periodicidade é 2 edições por ano, e os textos são recebidos em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O foco central da revista recai no pensamento das produções políticas, econômicas e linguísticas contemporâneas do espaço urbano. Nesse sentido, buscamos um olhar tanto capaz de articular as possibilidades de produção de singularidades e diferença na cidade, quanto articular críticas heterogêneas dos processos de ocupação e construção de lógicas voltadas para a expropriação do comum no espaço urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dimensão do comum é a idéia norteadora das práticas do grupo, bem como elemento articulador de sua composição e atuações diversificadas. Desta forma, torna-se também um eixo conceitual estruturante das discussões propostas pela revista. Podemos afirmar que ser indisciplinar é negar, ou, no mínimo, articular criticamente as lógicas e tendências de produção de subjetividades, espaço, linguagens e lógicas que minam a expansão das riquezas comuns nas cidades contemporâneas.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:instagram.png | 50px | link=https://www.instagram.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Edições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa9.png| link=.download/009.pdf | v. 5, n.2, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa8.png| link=.download/008.pdf | v. 5, n.1, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa7.png| link=.download/007.pdf | v. 4, n.2, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa6.jpg| link=.download/006.pdf | v. 4, n.1, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa5.jpg| link=.download/005.pdf | n. 5, v.4, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa4.jpg| link=.download/004.pdf | n. 4, v.3, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa3.png| link=.download/003.pdf | n. 3, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa2.png| link=.download/002.pdf | n. 2, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa1.jpg| link=.download/001.pdf | n. 1, v.1, 2015 &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamadas==&lt;br /&gt;
===n.11 OUTROS TOPOS: DAS UTOPIAS ÀS DISTOPIAS===&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O livro Utopia, de Thomas More, transformou oc termo – que etimologicamente significa não-lugar – no ideal de uma sociedade harmônica e justa e passou também a significar o gênero textual que o apresenta. A partir desse momento, as utopias, sejam como textos literários-filosóficos ou como projetos políticos, passaram a designar uma sociedade ideal, organizada por uma economia comunal e precursora na ideia de planejamento urbano. Vale lembrar que da República de Platão aos falanstérios de Charles Fourier, a história do Ocidente pode ser narrada pelo desejo de construção dessa sociedade igualitária e ordenada. A história da colonização das Américas – ou do Novus Mundus – está atrelada ao imaginário utópico da Europa, e não é à toa que More buscou a referência de seu espaço idealizado em cartas e narrativas sobre os povos que aqui habitavam. A história da modernização do Brasil, porém, contrapõe a ingênua e falaciosa narrativa sobre o modo de vida dos povos originários a um sonho de industrialização. Contemporaneamente, a ideia de smart cities retoma a proposta de uma cidade ordenada e integrada e mostra como o espaço urbano ainda é idealizado como território de ordem e controle. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O contraponto a esses modelos está expresso na distopia, conceito que evidencia a possibilidade catastrófica de impulsos autoritários e de cerceamento da liberdade serem impostos como normas sociais na organização de um modelo ideal. Como forma de problematizar a polarização de utopias e distopias, diversos filósofoso propuseram (e  vêm propondo) termos como heterotopia (Michel Foucault), retrotopia (Zygmunt Bauman) ou atopia (Byung-Chul Han). Em todas essas reflexões, está presente a desilusão com as promessas não-cumpridas da modernidade e com o fim de grandes projetos (ou, para retomar Lyotard, das grandes narrativas) de coesão e integração social.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em consonância com esses pensadores, o camaronês Achille Mbembe escreveu, em 2016, que “a era do humanismo está terminando”. Desde então a explosão de discursos violentos e autoritários, a crescente xenofobia e a iminência de guerras confirmam a tese do filósofo camaronês. A pandemia do coronavírus, a crise econômica derivante e o acirramento das desigualdades trazem elementos ainda mais catastróficos para o período em que vivemos. Muitas questões surgem para pensarmos estes tempos de Novo Normal pós-pandêmico. Vale interrogar: o que virá após a pandemia? Uma volta à normalidade, um acirramento dos modos de acumulação do capitalismo, uma outra revolução, o surgimento de novos mundos fora do eixo hegemônico ocidental EUA-UE? Arquitetos estariam envoltos na produção de novos espaços flexíveis, espaços híbridos, que possam ser readaptados a situações diversas de &amp;quot;normalidade&amp;quot;? Como a arte antecipou os questionamentos disparados pela pandemia? Como o mercado artístico está sendo transformado pelo isolamento social?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se parece-nos faltar um projeto de sociedade que alicerce uma transformação geopolítica ampla, não faltam motivos para acreditarmos que vivemos em um presente distópico, atravessado por discursos retrotópicos e segregacionistas. Por outro lado, estratégias comunitárias propõem modelos criativos de participação política ao mesmo tempo em que novas alianças transnacionais re-estabelecem a ordem global, permitindo-nos observar, mesmo na assepsia do “novo normal”, erupções heterotópicas e possíveis atopias eróticas. Considerando isso, a 11a edição da Revista Indisciplinar busca recolher análises sobre utopias e distopias na história da modernidade e no presente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Prazo para envio: 30 de agosto de 2020.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
email: revistaindisciplinar@gmail.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Instruções para publicação na Revista Indisciplinar==&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Todos os números da revista estarão disponíveis online.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar publica textos originais no formato de artigos, ensaios, resenhas, traduções  e experimentações, em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Os originais devem ser encaminhados em arquivo .doc, formatados em papel tamanho A4.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A primeira página deve apresentar o título, seguido de seu correspondente em inglês, o nome completo do(s) autor(es), sua vinculação institucional e endereço de e-mail, um mini-CV, um resumo (e correspondente em inglês) com 200 a 250 palavras e três a cinco palavras-chave (também acompanhadas de suas versões em inglês).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As citações no texto devem corresponder ao sistema autor-data — ex: (CARVALHO, 1972, p. 28) — e as referências completas (somente dos conteúdos externos citados no texto) devem vir ao final, listadas em ordem alfabética, segundo as normas da ABNT. Ex:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* TUAN, Yi-Fu. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. (Trad. Lívia de Oliveira) São Paulo: Difel, 1983.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* RELPH, Edward. As bases fenomenológicas da geografia. Geografia, Rio Claro, v. 4, n. 7, p. 1-25, 1979.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBS.: Textos fora do sistema autor-data, como descrito acima, não serão aceitos. Pedimos especial atenção a esse padrão ABNT na referenciação de todo tipo de texto ou material.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) As figuras devem ser enviadas em arquivos separados, em formato .jpg ou equivalente, em boa resolução. Cada figura deve ter uma chamada no corpo do texto (quando pertinente), bem como a indicação do local de sua inserção, juntamente com o respectivo título e fonte do material.&lt;br /&gt;
OBS.: Textos que não sigam essa recomendação não serão aceitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Os artigos, ensaios, traduções, resenhas, notas ou experimentações deverão ter até 40.000 toques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) Indicar, em nota à parte, caso o texto tenha sido apresentado em forma de palestra ou comunicação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
g) Caso seja tradução, trazer o nome e e-mail do autor original, e indicação de onde o texto foi publicado, caso não seja inédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;As contribuições podem ser enviadas para o seguinte email: revistaindisciplinar@gmail.com&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Expediente==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Editora Chefe !! Conselho de Política Editorial !! Corpo Editorial Científico !! Ex Bolsistas - Projeto Gráfico, Ilustração e Diagramação&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Fernanda Dusse ||  Daniel Medeiros de Freitas&amp;lt;br&amp;gt; Fábio Tozi&amp;lt;br&amp;gt; Gisela Barcellos&amp;lt;br&amp;gt; Marcela Silviano Brandão Lopes&amp;lt;br&amp;gt; Marcelo Reis Maia&amp;lt;br&amp;gt; Natacha Rena&amp;lt;br&amp;gt; || [[Corpo Editorial Científico]] ||  Lucca Mezzacappa&amp;lt;br&amp;gt; Luis Henrique Marques&amp;lt;br&amp;gt; Marília Pimenta Chaves&amp;lt;br&amp;gt; Raul Lemos dos Santos&amp;lt;br&amp;gt; Cintya Ornelas&amp;lt;br&amp;gt; André Victor&amp;lt;br&amp;gt; Octavio Mendes&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corpo editorial cientifico.png|800px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sobre a revista==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar nasce com a proposta de ser uma publicação semestral vinculada ao grupo de pesquisa Indisciplinar (CNPq), sediado na Faculdade de Arquitetura da UFMG. O Grupo Indisciplinar é, por sua vez, atravessado pelas experiências e contribuições de profissionais, artistas, ativistas, filósofos, professores, etc. das mais diversas áreas do saber e do fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta desta revista é oferecer um ponto de encontro para profissionais e estudantes de múltiplas procedências a fim de criar interfaces de debate e diálogo sobre perspectivas críticas e questões prementes de cunho político, estético, econômico, territorial, etc., e que afetam de diferentes formas nosso cotidiano na metrópole atual. Esta revista não pretende ser um ponto de encontro de disciplinas e áreas, mas a relativização mesma da própria noção de disciplina que limita a emergência de ideias e pensamentos híbridos e inovadores em um tempo dominando pelo senso comum especialista — e imediatista — neoliberal. São portanto bem-vindas todas as formas de reflexão e ação que busquem uma mediação com a realidade a fim de transformá-la e torná-la verdadeiramente mais livre, potente, democrática e amorosa. Damos as boas- vindas aos conflitos, aos encontros e desencontros, aos consensos (sempre instáveis), aos diferentes lugares do saber e à vontade de construir um outro mundo a partir de novos paradigmas ontológicos e críticos que, no entanto, aí já se encontram. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número inaugural da Indisciplinar traz como temática a Indisciplina. Pensamos ser importante poder provocar, a partir das contribuições de nossos colaboradores, as possibilidades de leitura a respeito da indisciplina (política, civil, econômica, artística, etc.) na sociedade contemporânea, marcada pela docilização da experiência e das formas de vida e por uma obediência brutal e quase inteiramente a-crítica às determinações do governo, à política, ao direito, às lógicas do capital e, como decorrência dessas últimas, ao consumo e ao espetáculo massificador como formas de mediação da relações sociais, afetivas e produtivas. Acreditamos que a “indisciplina” aqui queira dizer algo a respeito de uma desobediência, uma resistência, ou ainda um desvio, por assim dizer, dessas formas narrativas, discursivas, políticas e estéticas hegemônicas que apenas reproduzem ad infinitum as relações de poder no interior da cidade neoliberal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora em grande medida esta seja uma publicação de cunho acadêmico, os leitores logo perceberão que não nos atemos à linguagem visual costumeiramente desértica e pretensamente objetiva das revistas tradicionais nesse campo. A linguagem visual aqui desenvolvida juntamente dos bolsistas/designers do Grupo Indisciplinar André Victor, Nuno Neves e Octavio Mendes vai no sentido de subverter essa lógica do pensamento como deserto de afetos visuais para inserir a imagem como dimensão integral das reflexões propostas, não somente representando o que dizem os textos verbais, mas efetivamente criando uma instância analítica híbrida a partir de um diálogo semiológico constante. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Por fim, nos parece pertinente uma palavrinha sobre as seções da revista. A primeira seção abre com o olhar indisciplinado de artistas e pesquisadores num ensaio de imagens; seguimos a partir daí para a seção “Entrevista”; passamos pelos artigos da temática central da revista, alcançamos os textos complementares aos artigos (ensaios breves, resenhas, relatos de experiência, etc.), e fechamos com uma exposição de alguns trabalhos, publicações, anúncios, etc. relativos ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Dizemos isso para dar uma satisfação àqueles que ainda se sentem mais seguros e operantes diante desta linearidade clássica, mas pessoalmente sugerimos uma leitura livre na ordem em que o acaso, ou o desejo, ou seus interesses pessoais apontarem. Divirtam-se. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;small&amp;gt;&#039;&#039;Endereço para contato: Escola de Arquitetura da UFMG, rua Paraíba, 697, sala 400. CEP 30130-141. Telefones: (31) 3409 8834/ 3409 8835 ou 3409 8845&#039;&#039;&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ISSN: 2525-3263&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Editora Fluxos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:instagram.png | 50px | link=https://www.instagram.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===QUALIS A3===&lt;br /&gt;
Comunicamos com muita alegria que a nova classificação pra nossa Revista Indisciplinar agora é qualis A3! &lt;br /&gt;
#Cada periódico receberá apenas uma classificação, mesmo que tenha sido informado por programas atrelados a mais de uma área de avaliação;&lt;br /&gt;
#A classificação será dada por uma área mãe&#039; (ou seja, somos A3 para todas as áreas e nossa área mãe é Arquitetura e Urbanismo);&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A classificação das revistas teve como principal parâmetro o fator de impacto (número de citações a cada artigo). A nova classificação prevê que os artigos A (A1 – A4) têm fator de impacto acima da mediana e os B (B1 – B4), abaixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link para nova classificação qualis da Capes!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
[https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI LISTA QUALIS.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
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		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Revista&amp;diff=3537</id>
		<title>Revista</title>
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		<updated>2020-09-02T12:14:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Expediente */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Revista_indisciplinar_logo.jpg|150px|esquerda]]&lt;br /&gt;
A Indisciplinar é uma revista acadêmica digital editada pelo grupo de pesquisa Indisciplinar (EA-UFMG/CNPQ). A sua periodicidade é 2 edições por ano, e os textos são recebidos em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O foco central da revista recai no pensamento das produções políticas, econômicas e linguísticas contemporâneas do espaço urbano. Nesse sentido, buscamos um olhar tanto capaz de articular as possibilidades de produção de singularidades e diferença na cidade, quanto articular críticas heterogêneas dos processos de ocupação e construção de lógicas voltadas para a expropriação do comum no espaço urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dimensão do comum é a idéia norteadora das práticas do grupo, bem como elemento articulador de sua composição e atuações diversificadas. Desta forma, torna-se também um eixo conceitual estruturante das discussões propostas pela revista. Podemos afirmar que ser indisciplinar é negar, ou, no mínimo, articular criticamente as lógicas e tendências de produção de subjetividades, espaço, linguagens e lógicas que minam a expansão das riquezas comuns nas cidades contemporâneas.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:instagram.png | 50px | link=https://www.instagram.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Edições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa9.png| link=.download/009.pdf | v. 5, n.2, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa8.png| link=.download/008.pdf | v. 5, n.1, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa7.png| link=.download/007.pdf | v. 4, n.2, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa6.jpg| link=.download/006.pdf | v. 4, n.1, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa5.jpg| link=.download/005.pdf | n. 5, v.4, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa4.jpg| link=.download/004.pdf | n. 4, v.3, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa3.png| link=.download/003.pdf | n. 3, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa2.png| link=.download/002.pdf | n. 2, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa1.jpg| link=.download/001.pdf | n. 1, v.1, 2015 &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamadas==&lt;br /&gt;
===n.11 OUTROS TOPOS: DAS UTOPIAS ÀS DISTOPIAS===&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O livro Utopia, de Thomas More, transformou oc termo – que etimologicamente significa não-lugar – no ideal de uma sociedade harmônica e justa e passou também a significar o gênero textual que o apresenta. A partir desse momento, as utopias, sejam como textos literários-filosóficos ou como projetos políticos, passaram a designar uma sociedade ideal, organizada por uma economia comunal e precursora na ideia de planejamento urbano. Vale lembrar que da República de Platão aos falanstérios de Charles Fourier, a história do Ocidente pode ser narrada pelo desejo de construção dessa sociedade igualitária e ordenada. A história da colonização das Américas – ou do Novus Mundus – está atrelada ao imaginário utópico da Europa, e não é à toa que More buscou a referência de seu espaço idealizado em cartas e narrativas sobre os povos que aqui habitavam. A história da modernização do Brasil, porém, contrapõe a ingênua e falaciosa narrativa sobre o modo de vida dos povos originários a um sonho de industrialização. Contemporaneamente, a ideia de smart cities retoma a proposta de uma cidade ordenada e integrada e mostra como o espaço urbano ainda é idealizado como território de ordem e controle. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O contraponto a esses modelos está expresso na distopia, conceito que evidencia a possibilidade catastrófica de impulsos autoritários e de cerceamento da liberdade serem impostos como normas sociais na organização de um modelo ideal. Como forma de problematizar a polarização de utopias e distopias, diversos filósofoso propuseram (e  vêm propondo) termos como heterotopia (Michel Foucault), retrotopia (Zygmunt Bauman) ou atopia (Byung-Chul Han). Em todas essas reflexões, está presente a desilusão com as promessas não-cumpridas da modernidade e com o fim de grandes projetos (ou, para retomar Lyotard, das grandes narrativas) de coesão e integração social.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em consonância com esses pensadores, o camaronês Achille Mbembe escreveu, em 2016, que “a era do humanismo está terminando”. Desde então a explosão de discursos violentos e autoritários, a crescente xenofobia e a iminência de guerras confirmam a tese do filósofo camaronês. A pandemia do coronavírus, a crise econômica derivante e o acirramento das desigualdades trazem elementos ainda mais catastróficos para o período em que vivemos. Muitas questões surgem para pensarmos estes tempos de Novo Normal pós-pandêmico. Vale interrogar: o que virá após a pandemia? Uma volta à normalidade, um acirramento dos modos de acumulação do capitalismo, uma outra revolução, o surgimento de novos mundos fora do eixo hegemônico ocidental EUA-UE? Arquitetos estariam envoltos na produção de novos espaços flexíveis, espaços híbridos, que possam ser readaptados a situações diversas de &amp;quot;normalidade&amp;quot;? Como a arte antecipou os questionamentos disparados pela pandemia? Como o mercado artístico está sendo transformado pelo isolamento social?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se parece-nos faltar um projeto de sociedade que alicerce uma transformação geopolítica ampla, não faltam motivos para acreditarmos que vivemos em um presente distópico, atravessado por discursos retrotópicos e segregacionistas. Por outro lado, estratégias comunitárias propõem modelos criativos de participação política ao mesmo tempo em que novas alianças transnacionais re-estabelecem a ordem global, permitindo-nos observar, mesmo na assepsia do “novo normal”, erupções heterotópicas e possíveis atopias eróticas. Considerando isso, a 11a edição da Revista Indisciplinar busca recolher análises sobre utopias e distopias na história da modernidade e no presente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Prazo para envio: 30 de agosto de 2020.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
email: revistaindisciplinar@gmail.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Instruções para publicação na Revista Indisciplinar==&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Todos os números da revista estarão disponíveis online.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar publica textos originais no formato de artigos, ensaios, resenhas, traduções  e experimentações, em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Os originais devem ser encaminhados em arquivo .doc, formatados em papel tamanho A4.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A primeira página deve apresentar o título, seguido de seu correspondente em inglês, o nome completo do(s) autor(es), sua vinculação institucional e endereço de e-mail, um mini-CV, um resumo (e correspondente em inglês) com 200 a 250 palavras e três a cinco palavras-chave (também acompanhadas de suas versões em inglês).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As citações no texto devem corresponder ao sistema autor-data — ex: (CARVALHO, 1972, p. 28) — e as referências completas (somente dos conteúdos externos citados no texto) devem vir ao final, listadas em ordem alfabética, segundo as normas da ABNT. Ex:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* TUAN, Yi-Fu. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. (Trad. Lívia de Oliveira) São Paulo: Difel, 1983.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* RELPH, Edward. As bases fenomenológicas da geografia. Geografia, Rio Claro, v. 4, n. 7, p. 1-25, 1979.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBS.: Textos fora do sistema autor-data, como descrito acima, não serão aceitos. Pedimos especial atenção a esse padrão ABNT na referenciação de todo tipo de texto ou material.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) As figuras devem ser enviadas em arquivos separados, em formato .jpg ou equivalente, em boa resolução. Cada figura deve ter uma chamada no corpo do texto (quando pertinente), bem como a indicação do local de sua inserção, juntamente com o respectivo título e fonte do material.&lt;br /&gt;
OBS.: Textos que não sigam essa recomendação não serão aceitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Os artigos, ensaios, traduções, resenhas, notas ou experimentações deverão ter até 40.000 toques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) Indicar, em nota à parte, caso o texto tenha sido apresentado em forma de palestra ou comunicação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
g) Caso seja tradução, trazer o nome e e-mail do autor original, e indicação de onde o texto foi publicado, caso não seja inédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;As contribuições podem ser enviadas para o seguinte email: revistaindisciplinar@gmail.com&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Expediente==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Editor Chefe !! Conselho de Política Editorial !! Corpo Editorial Científico !! Ex Bolsistas - Projeto Gráfico, Ilustração e Diagramação&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Fernanda Dusse ||  Daniel Medeiros de Freitas&amp;lt;br&amp;gt; Fábio Tozi&amp;lt;br&amp;gt; Gisela Barcellos&amp;lt;br&amp;gt; Marcela Silviano Brandão Lopes&amp;lt;br&amp;gt; Marcelo Reis Maia&amp;lt;br&amp;gt; Natacha Rena&amp;lt;br&amp;gt; || [[Corpo Editorial Científico]] ||  Lucca Mezzacappa&amp;lt;br&amp;gt; Luis Henrique Marques&amp;lt;br&amp;gt; Marília Pimenta Chaves&amp;lt;br&amp;gt; Raul Lemos dos Santos&amp;lt;br&amp;gt; Cintya Ornelas&amp;lt;br&amp;gt; André Victor&amp;lt;br&amp;gt; Octavio Mendes&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corpo editorial cientifico.png|800px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sobre a revista==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar nasce com a proposta de ser uma publicação semestral vinculada ao grupo de pesquisa Indisciplinar (CNPq), sediado na Faculdade de Arquitetura da UFMG. O Grupo Indisciplinar é, por sua vez, atravessado pelas experiências e contribuições de profissionais, artistas, ativistas, filósofos, professores, etc. das mais diversas áreas do saber e do fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta desta revista é oferecer um ponto de encontro para profissionais e estudantes de múltiplas procedências a fim de criar interfaces de debate e diálogo sobre perspectivas críticas e questões prementes de cunho político, estético, econômico, territorial, etc., e que afetam de diferentes formas nosso cotidiano na metrópole atual. Esta revista não pretende ser um ponto de encontro de disciplinas e áreas, mas a relativização mesma da própria noção de disciplina que limita a emergência de ideias e pensamentos híbridos e inovadores em um tempo dominando pelo senso comum especialista — e imediatista — neoliberal. São portanto bem-vindas todas as formas de reflexão e ação que busquem uma mediação com a realidade a fim de transformá-la e torná-la verdadeiramente mais livre, potente, democrática e amorosa. Damos as boas- vindas aos conflitos, aos encontros e desencontros, aos consensos (sempre instáveis), aos diferentes lugares do saber e à vontade de construir um outro mundo a partir de novos paradigmas ontológicos e críticos que, no entanto, aí já se encontram. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número inaugural da Indisciplinar traz como temática a Indisciplina. Pensamos ser importante poder provocar, a partir das contribuições de nossos colaboradores, as possibilidades de leitura a respeito da indisciplina (política, civil, econômica, artística, etc.) na sociedade contemporânea, marcada pela docilização da experiência e das formas de vida e por uma obediência brutal e quase inteiramente a-crítica às determinações do governo, à política, ao direito, às lógicas do capital e, como decorrência dessas últimas, ao consumo e ao espetáculo massificador como formas de mediação da relações sociais, afetivas e produtivas. Acreditamos que a “indisciplina” aqui queira dizer algo a respeito de uma desobediência, uma resistência, ou ainda um desvio, por assim dizer, dessas formas narrativas, discursivas, políticas e estéticas hegemônicas que apenas reproduzem ad infinitum as relações de poder no interior da cidade neoliberal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora em grande medida esta seja uma publicação de cunho acadêmico, os leitores logo perceberão que não nos atemos à linguagem visual costumeiramente desértica e pretensamente objetiva das revistas tradicionais nesse campo. A linguagem visual aqui desenvolvida juntamente dos bolsistas/designers do Grupo Indisciplinar André Victor, Nuno Neves e Octavio Mendes vai no sentido de subverter essa lógica do pensamento como deserto de afetos visuais para inserir a imagem como dimensão integral das reflexões propostas, não somente representando o que dizem os textos verbais, mas efetivamente criando uma instância analítica híbrida a partir de um diálogo semiológico constante. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Por fim, nos parece pertinente uma palavrinha sobre as seções da revista. A primeira seção abre com o olhar indisciplinado de artistas e pesquisadores num ensaio de imagens; seguimos a partir daí para a seção “Entrevista”; passamos pelos artigos da temática central da revista, alcançamos os textos complementares aos artigos (ensaios breves, resenhas, relatos de experiência, etc.), e fechamos com uma exposição de alguns trabalhos, publicações, anúncios, etc. relativos ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Dizemos isso para dar uma satisfação àqueles que ainda se sentem mais seguros e operantes diante desta linearidade clássica, mas pessoalmente sugerimos uma leitura livre na ordem em que o acaso, ou o desejo, ou seus interesses pessoais apontarem. Divirtam-se. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;small&amp;gt;&#039;&#039;Endereço para contato: Escola de Arquitetura da UFMG, rua Paraíba, 697, sala 400. CEP 30130-141. Telefones: (31) 3409 8834/ 3409 8835 ou 3409 8845&#039;&#039;&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ISSN: 2525-3263&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Editora Fluxos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:instagram.png | 50px | link=https://www.instagram.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===QUALIS A3===&lt;br /&gt;
Comunicamos com muita alegria que a nova classificação pra nossa Revista Indisciplinar agora é qualis A3! &lt;br /&gt;
#Cada periódico receberá apenas uma classificação, mesmo que tenha sido informado por programas atrelados a mais de uma área de avaliação;&lt;br /&gt;
#A classificação será dada por uma área mãe&#039; (ou seja, somos A3 para todas as áreas e nossa área mãe é Arquitetura e Urbanismo);&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A classificação das revistas teve como principal parâmetro o fator de impacto (número de citações a cada artigo). A nova classificação prevê que os artigos A (A1 – A4) têm fator de impacto acima da mediana e os B (B1 – B4), abaixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Link para nova classificação qualis da Capes!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
[https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI LISTA QUALIS.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Indisciplinar&amp;diff=3532</id>
		<title>Indisciplinar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Indisciplinar&amp;diff=3532"/>
		<updated>2020-07-14T16:30:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Sobre o Indisciplinar */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Indisciplinar.png|300px|semmoldura|esquerda]] &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Sobre o Indisciplinar=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Grupo de Pesquisa Indisciplinar atua na elaboração de cartografias (mapas, linhas do tempo, registro em redes sociais, textos, eventos) da produção contemporânea do espaço urbano. O termo cartografia descreve a opção teórico-metodológica que pressupõe a não separação entre pesquisador e o objeto de pesquisa, e que identifica tanto os processos de investigação quanto as ações executadas. Neste contexto de intencional sobreposição entre teoria e prática, atores híbridos (pesquisadores, resistências, comunidades afetadas, entre outros) atuam em diversas frentes de ação, incluindo a atuação artística, participando como um dos atores disparadores de processos colaborativos da construção de narrativas históricas e arqueológicas. Faz parte do processo cotidiano do grupo a prática de produção de material narrativo que pode ser organizado a partir de cinco dimensões: (a) a espacial-territorial, composta por cartografias colaborativas e ferramentas de georreferenciamento e interação; (b) a temporal, por meio do levantamento, análise e representação da evolução dos fenômenos investigados em linhas do tempo; (c) a conceitual-informacional, utilizando produção colaborativa, processual e em rede do conhecimento como forma de desenvolvimento dos marcos teóricos que norteiam a pesquisa e armazenamento de bases de dados; (d) a comunicacional ou de criação de redes, a partir do uso tático das redes sociais e canais de comunicação de ampla utilização na internet; e (e) a de incidência política e formação, por meio de ações de rua como aulas públicas, atividades artísticas e culturais, oficinas que trabalharem junto à população, movimentos sociais parceiros. Além de cumprir seu objetivo inicial – imbricar teoria e prática nas frentes de ação definidas – o método cartográfico vem revelando sombreamentos e conexões entre conceitos, práticas, agentes, instituições e estratégias territoriais cujo aprofundamento e retroalimentação, através de temas transversais, passaram a constituir uma demanda necessária para continuidade, contextualização e eficácia dos trabalhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:facebook3.png | 50px | link=https://pt-br.facebook.com/indisciplinar.ufmg/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:instagram.png | 50px | link=https://www.instagram.com/indisciplinar.ufmg/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:youtubeicon.png | 50px | link=https://www.youtube.com/channel/UC99jTMPVzelgHdvqxkYzruA]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Revista Indisciplinar =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://revista.indisciplinar.com Revista Indisciplinar]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= InDebate =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://indebate.indisciplinar.com InDebate]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Seminário Urbanismo Biopolítico =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://seminariourbanismobiopolitico.indisciplinar.com Seminário Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarEvento.do?id=48578 2º Seminário Internacional “Urbanismo Biopolítico: Urbanismo Neoliberal e Resistências Biopotentes” no SIEX/UFMG]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Produção =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Livros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Mapas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Eventos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Entrevistas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Produção gráfica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Apresentações públicas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Parcerias =&lt;br /&gt;
==Revista DR==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grupo indisciplinar, através de uma parceria com as pesquisadoras Tatiana Roque, Oiara Bonilla e outras, foi colaborador na execução da primeira edição da [https://www.facebook.com/RevistaDRdivas?fref=ts revista DR]. O grupo de pesquisa, através da atuação dos bolsistas Octavio Mendes e André Victor e da orientadora Natacha Rena foi responsável pela diagramação e projeto gráfico do livro, assim como o seu lançamento em mídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fórum.Doc==&lt;br /&gt;
[https://www.facebook.com/forumdocufmg2018/ Fórum.Doc]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Programas = &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== IndLab ==&lt;br /&gt;
Laboratório Nômade do Comum – é o programa de extensão, vinculado à PROEX da UFMG e atualmente possui os seguintes projetos de extensão em atividade que englobam ações das múltiplas de copesquisa cartográfica do grupo:&lt;br /&gt;
O Programa IND.LAB - Laboratório Nômade do Comum é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa Indisciplinar e pretende desenvolver projetos de extensão associados à pesquisa gerando tecnologia social através de ações diretas com a sociedade distribuídas em dois eixos metodológicos que se cruzam: 1) O EIXO DE ALTA TECNOLOGIA pretende desenvolver ações que utilizam a tecnologia digital e as redes na internet com intensidade. Mapas georreferenciados, cartografias críticas colaborativas em rede, aplicativos para celular e outras maneiras de atuar dentro do que compreende como Cidade Instantânea ou Inteligente. Os dispositivos para realização dos projetos com ênfase neste eixo também se encaixam no que denominamos urbanismo performativo. Dois dos PROJETOS DE EXTENSÃO ASSOCIADOS A ESTE PROGRAMA aqui proposto já estão sendo executados são: 1) Multitude: Cartografia da Cultura Multitudinária e 2) Cartografias Emergentes. Em ambos estão envolvidas também disciplinas de graduação e pós-graduação com vários experimentos sendo desenvolvidos com relação ao uso de plataformas digitais colaborativas para construção de mapas georreferenciados com dados que levantam a cultura, os commons urbanos, enfim, problemas, potencialidades e ações multitudinárias nas metrópoles. As disciplinas são: UNI009_Cartografias Emergentes, que é aberta para toda a universidade, ea disciplina ARQ 033 - Projeto Integrado do Design. OBS: entramos no edital para a construção de um INCT INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA com uma proposta denominada TECNOPOLÍTICAS: territórios urbanos e redes digitais, utilizando já nossa experiência envolvendo este programa. 2) O EIXO DE BAIXA TECNOLOGIA possui projetos que trabalham principalmente artesanias acreditando que a autogestão dos espaços e de diversas ações colaborativas podem ser desenvolvidas dentro de uma lógica tática de confecção dos próprios utilitários, mobiliário, e arquitetura. A ênfase nas artesanias também pressupões o uso de materiais recicláveis e reutilizados e a produção coletiva dos espaços. Há um terceiro projeto associado a este programa 3)ARTESANIAS DO COMUM e pretende montar 3 laboratórios de confecção artesanal no Espaço Comum Luiz Estrela, que é uma ocupação cultural que conseguiu consessão de uso durante 20 anos. Pretende-se construir mobiliário e coleções de produtos artesanais para serem comercializados dentro dos preceitos da economia solidária. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Projeto Plataformas Tecnopolíticas]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://embreveaqui.indisciplinar.com Em Breve Aqui]&lt;br /&gt;
* [http://tecnopoliticas.indisciplinar.com Plataformas Tecnopolíticas]&lt;br /&gt;
* [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=43683 Plataformas Tecnopolíticas no SIEX/UFMG]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Projeto Cartografia das Lutas]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://lutasterritoriais.indisciplinar.com/ Lutas territoriais]&lt;br /&gt;
* [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=46845 Cartografia das Lutas no SIEX/UFMG]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Projeto Geopolítica e Cidades]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=49271 Geopolítica e Cidades no SIEX/UFMG]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Projeto Plataforma Urbanismo Biopolítico]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://pub.indisciplinar.com Plataforma Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=44432 Plataforma Urbanismo Biopolítico no SIEX/UFMG]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Projeto BH S/A]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=45306 BH S/A no SIEX/UFMG]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Siex.jpg | 100px | link=https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarPrograma.do?id=32165]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Natureza política ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa NATUREZA POLìTICA está vinculado ao grupo de pesquisa INDISCIPLINAR, sediado na Escola de Arquitetura da UFMG, cujos integrantes são professores, pesquisadores, alunos de graduação e pos-graduação oriundos de diversos campos do conhecimento, que desenvolvem suas atividades buscando a articulação da teoria com a prática e o fortalecimento do tripé ensino-pesquisa e extensão. O programa foi criado em função da percepção que a temática ambiental estava presente em diversos projetos vinculados ao Programa de extensão IND.LAB, e que era preciso organizá-los em um mesmo eixo de investigação, para aproximar melhor suas interfaces e articular politicamente as estratégias de ação. Desde 2016, os projetos de extensão “Artesanias do comum” e “Natureza Urbana” estão trabalhando juntos em uma mesma frente de ação, o Parque das Ocupações, uma área de preservação ambiental localizado nas fronteiras das ocupações urbanas autoconstruídas no Barreiro. A temática ambiental , presente em todas as frentes de ação do projeto “Natureza urbana” (Fica Ficus, Parque Jardim América, dentre outros), ao se juntar às questões sociais associadas à luta pela moradia , ganhou uma conotação política ampliada. Ao mesmo tempo, o projeto “Artesanias do Comum”, que já tinha em seus objetivos o reaproveitamento dos resíduos e a produção de tecnologia social numa esfera muito local, focada nas ocupações urbanas autoconstruídas localizadas na região do Barreiro, passou a incorporar questões regionais e a se conectar com outras lutas ambientais. Também a pauta feminista já vinha sendo incorporada à esse projeto, visto que nas ocupações citadas o papel das mulheres é determinante na produção daquele espaço, inclusive no que diz respeito à forma de se compartilhar e de se distribuir responsabilidades e cuidados, nas suas mais diferentes manifestações. Por sua vez, o projeto de extensão “ Cartografias emergentes” possui, desde sua criação, uma configuração capaz de acolher novas frentes de ação , que podem surgir a partir da percepção de novas demandas advindas de lutas territoriais específicas, ou mesmo de projetos de mestrado e doutorado de orientandos dos professores dos grupo INDISCIPLINAR. Assim, em 2017, duas frentes de ação se conectaram aqui: &amp;quot;Feminismo e espaço&amp;quot; e &amp;quot; Cartografia do Rio Doce&amp;quot;. Tal conexão se deu pela interlocução evidente das pautas feministas e ambientais presentes nos projetos de extensão Artesanias do Comum e Natureza Urbana. Percebeu-se também uma possibilidade de ampliação transescalar das questões abordadas. Em 2018, o projeto de extensão &amp;quot;Cartografias do Rio Doce&amp;quot; , ganhou um fôlego maior , por conta da pesquisa de doutorado da Paula Guimarães, que constitui-se na investigação das práticas empresariais relativas ao desastre-crime desencadeado pelo rompimento da barragem em Mariana-MG. Ressalta-se neste contexto que é perceptível a configuração de um campo assimétrico de forças, que permite a influência dos discursos dominantes sobre a percepção dos acontecimentos e principalmente, propiciam o domínio empresarial sobre os encaminhamentos institucionais. Em todos os projetos de extensão que compõem o Programa Natureza Política, é condição a articulação da academia com os movimentos sociais organizados que representem e/ou aglutinem os interesses das populações mais vulneráveis e mais atingidas pelos interesses do Capital. É consenso também que dispositivos tecnopolíticos devam ser construídos para visibilizar e fortalecer as ações de resistências já em ação no território. Por fim, todos os projetos partem do entendimento que que é importante que as discussões e ações construídas pelas equipes dos projetos de extensão sejam feitas localmente , junto aos moradores, e, ao mesmo tempo, sejam articuladas de forma estratégica e ampliada em outras instâncias de negociação (Mesas de negociação, orgãos municipais, Ministério Público), em uma perspectiva de se construir e disputar políticas e financiamentos públicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Projeto Natureza Urbana]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://naturezaurbana.indisciplinar.com Natureza Urbana]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Projeto Artesanias do Comum]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=44241 Artesanias do Comum no SIEX/UFMG]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== [[Projeto Cartografias Emergentes]] ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://cartografiasemergentes.indisciplinar.com Cartografias Emergentes]&lt;br /&gt;
* [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=44674 Cartografias Emergentes no SIEX/UFMG]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Siex.jpg | 100px | link=https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarPrograma.do?id=51621]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Memória =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://blog.indisciplinar.com Blog Indisciplinar]&lt;br /&gt;
* [http://wiki.indisciplinar.com Wiki Indisciplinar]&lt;br /&gt;
* [http://cartografias.indisciplinar.com Cartografias]&lt;br /&gt;
* [http://culturaeterritorio.indisciplinar.com Cultura e Território]&lt;br /&gt;
* [http://design.indisciplinar.com Design]&lt;br /&gt;
* [http://oucbh.indisciplinar.com OUC BH]&lt;br /&gt;
* [http://urbanismobiopolitico.indisciplinar.com Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* [http://indlab.net IndLab]&lt;br /&gt;
* [http://lutasterritoriais.indlab.net Lutas Territoriais]&lt;br /&gt;
* [http://naturezaurbana.indlab.net Natureza Urbana]&lt;br /&gt;
* [http://redeverde.indlab.net Rede Verde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ Memória do Indisciplinar | + Veja mais em Memória]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
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		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Projeto_Plataforma_Urbanismo_Biopol%C3%ADtico&amp;diff=3531</id>
		<title>Projeto Plataforma Urbanismo Biopolítico</title>
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		<updated>2020-07-11T02:55:15Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Participantes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:urbanismo_biopolitico.png| 200px ]] &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O projeto =&lt;br /&gt;
Este é um projeto que esteve vinculado ao Programa IndLab até agosto de 2017 e que surge a partir das ações realizadas dentro do projeto Cartografias Emergentes e que se desdobraram em um projeto a ser realizado a partir de 4 frentes de investigação e ação do grupo de Pesquisa Indisciplinar em rede com movimentos sociais e outros grupos de pesquisa que tem investigado e atuado na tentativa de produzir informação e dispositivos de ação relativos às lutas urbanas envolvendo 4 territórios e/ou temas urbanos fundamentais na produção do espaço em Belo Horizonte: Zona Cultural, Nova BH/ ACLO, Santa Tereza, PBH Ativos, Operação Urbana Isidoro. Neste novo ciclo, o projeto se vincula ao novo Programa denominado IndUrb. http://pub.indisciplinar.com/ A avaliação dos projetos que o Grupo Indisciplinar desenvolveu até o final de 2015 apontou que a construção de uma método cartográfico de pesquisa e ação era o ponto estrutural das nossas ações. Esse método de trabalho explora de maneira tática uma série de dispositivos e ferramentas tecnopolíticas disponíveis atualmente, para a produção de conhecimento de maneira coletiva e colaborativa (mapeamentos digitais, redes sociais, páginas wiki, blogs, produção de linhas do tempo etc.), aliando o uso de tais mecanismos ao contato presencial e à atuação direta junto a grupos e a comunidades da sociedade civil. De um modo geral, podemos dizer que nossos projetos vêm sendo explorados a partir de quatro dimensões principais: I) Espacial/territorial: a) por meio da criação de mapas digitais colaborativos que reúnem ferramentas de georreferenciamento com a possibilidade de atuação em rede e em tempo real, utilizando softwares como Crowdmap e Mapas de Vista; b) produzindo cartografias coletivas a partir de encontros presenciais, como oficinas e workshops. II) Temporal: por meio da produção de linhas do tempo que analisam a evolução temporal dos fenômenos investigados e sua relação com eventos/acontecimentos paralelos da dinâmica urbana. III) Conceitual e informacional: utilizando páginas wiki (ou seja, que possibilitam a produção colaborativa, processual e em rede do conhecimento) como forma de desenvolvimento dos marcos teóricos que norteiam nossas pesquisas, assim como meio de produção/armazenamento de bases de dados. IV) Comunicacional ou de criação de redes: a partir do uso tático das redes sociais e canais de comunicação de ampla utilização na internet, como fanpages e eventos em redes sociais, blogs, produção de memes, etc. Impõe-se, neste projeto, o desafio de sobrepor todas essas camadas, proporcionando a conexão e a retroalimentação entre as diversas ferramentas que utilizamos para atuar na cartografia destas lutas territoriais. Se por um lado a trajetória traçada até o momento nos permitiu explorar em profundidade uma série de dispositivos existentes e desenvolver um procedimento que busca aproveitar da melhor forma as funcionalidades de cada uma dessas ferramentas, por outro lado, a utilização de múltiplos canais e a impossibilidade de comunicação entre alguns deles implica em certas limitações – como a realização de trabalhos duplicados, a dispersão de algumas informações e a dificuldade de cruzamento de dados – cuja superação traria enormes benefícios ao desenvolvimento de nossas pesquisas. Atualmente, Belo Horizonte se destaca como um laboratório para criação e desenvolvimento de instrumentos de gestão e empresariamento urbano que se apoiam na produção do território vinculada aos ditames da acumulação privada em detrimento da justa distribuição dos ônus e benefícios da urbanização e das principais agendas de reforma urbana. Essa realidade pode ser observada por meio do rebatido dessas inovações perversas nos instrumentos jurídicos e políticos de política urbana associados a Grandes Projetos Urbanos e estratégias de empresariamento da cidade nas várias frentes de ação a serem cartografadas nesse projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Participantes = &lt;br /&gt;
* Coordenação: Natacha Rena&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Conexões externas =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Blog: [http://pub.indisciplinar.com/ Plataforma Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* Facebook: [https://www.facebook.com/Urbanismo-Biopol%C3%ADtico-685579858253461/ Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* Projeto de extensão no SIEX/UFMG: [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=44432 Plataforma Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
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		<title>Revista</title>
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		<updated>2020-07-10T15:25:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Expediente */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Revista_indisciplinar_logo.jpg|150px|esquerda]]&lt;br /&gt;
A Indisciplinar é uma revista acadêmica digital editada pelo grupo de pesquisa Indisciplinar (EA-UFMG/CNPQ). A sua periodicidade é 2 edições por ano, e os textos são recebidos em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O foco central da revista recai no pensamento das produções políticas, econômicas e linguísticas contemporâneas do espaço urbano. Nesse sentido, buscamos um olhar tanto capaz de articular as possibilidades de produção de singularidades e diferença na cidade, quanto articular críticas heterogêneas dos processos de ocupação e construção de lógicas voltadas para a expropriação do comum no espaço urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dimensão do comum é a idéia norteadora das práticas do grupo, bem como elemento articulador de sua composição e atuações diversificadas. Desta forma, torna-se também um eixo conceitual estruturante das discussões propostas pela revista. Podemos afirmar que ser indisciplinar é negar, ou, no mínimo, articular criticamente as lógicas e tendências de produção de subjetividades, espaço, linguagens e lógicas que minam a expansão das riquezas comuns nas cidades contemporâneas.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:instagram.png | 50px | link=https://www.instagram.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Edições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa9.png| link=.download/009.pdf | v. 5, n.2, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa8.png| link=.download/008.pdf | v. 5, n.1, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa7.png| link=.download/007.pdf | v. 4, n.2, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa6.jpg| link=.download/006.pdf | v. 4, n.1, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa5.jpg| link=.download/005.pdf | n. 5, v.4, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa4.jpg| link=.download/004.pdf | n. 4, v.3, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa3.png| link=.download/003.pdf | n. 3, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa2.png| link=.download/002.pdf | n. 2, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa1.jpg| link=.download/001.pdf | n. 1, v.1, 2015 &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamadas==&lt;br /&gt;
===n.11 OUTROS TOPOS: DAS UTOPIAS ÀS DISTOPIAS===&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O livro Utopia, de Thomas More, transformou oc termo – que etimologicamente significa não-lugar – no ideal de uma sociedade harmônica e justa e passou também a significar o gênero textual que o apresenta. A partir desse momento, as utopias, sejam como textos literários-filosóficos ou como projetos políticos, passaram a designar uma sociedade ideal, organizada por uma economia comunal e precursora na ideia de planejamento urbano. Vale lembrar que da República de Platão aos falanstérios de Charles Fourier, a história do Ocidente pode ser narrada pelo desejo de construção dessa sociedade igualitária e ordenada. A história da colonização das Américas – ou do Novus Mundus – está atrelada ao imaginário utópico da Europa, e não é à toa que More buscou a referência de seu espaço idealizado em cartas e narrativas sobre os povos que aqui habitavam. A história da modernização do Brasil, porém, contrapõe a ingênua e falaciosa narrativa sobre o modo de vida dos povos originários a um sonho de industrialização. Contemporaneamente, a ideia de smart cities retoma a proposta de uma cidade ordenada e integrada e mostra como o espaço urbano ainda é idealizado como território de ordem e controle. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O contraponto a esses modelos está expresso na distopia, conceito que evidencia a possibilidade catastrófica de impulsos autoritários e de cerceamento da liberdade serem impostos como normas sociais na organização de um modelo ideal. Como forma de problematizar a polarização de utopias e distopias, diversos filósofoso propuseram (e  vêm propondo) termos como heterotopia (Michel Foucault), retrotopia (Zygmunt Bauman) ou atopia (Byung-Chul Han). Em todas essas reflexões, está presente a desilusão com as promessas não-cumpridas da modernidade e com o fim de grandes projetos (ou, para retomar Lyotard, das grandes narrativas) de coesão e integração social.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em consonância com esses pensadores, o camaronês Achille Mbembe escreveu, em 2016, que “a era do humanismo está terminando”. Desde então a explosão de discursos violentos e autoritários, a crescente xenofobia e a iminência de guerras confirmam a tese do filósofo camaronês. A pandemia do coronavírus, a crise econômica derivante e o acirramento das desigualdades trazem elementos ainda mais catastróficos para o período em que vivemos. Muitas questões surgem para pensarmos estes tempos de Novo Normal pós-pandêmico. Vale interrogar: o que virá após a pandemia? Uma volta à normalidade, um acirramento dos modos de acumulação do capitalismo, uma outra revolução, o surgimento de novos mundos fora do eixo hegemônico ocidental EUA-UE? Arquitetos estariam envoltos na produção de novos espaços flexíveis, espaços híbridos, que possam ser readaptados a situações diversas de &amp;quot;normalidade&amp;quot;? Como a arte antecipou os questionamentos disparados pela pandemia? Como o mercado artístico está sendo transformado pelo isolamento social?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se parece-nos faltar um projeto de sociedade que alicerce uma transformação geopolítica ampla, não faltam motivos para acreditarmos que vivemos em um presente distópico, atravessado por discursos retrotópicos e segregacionistas. Por outro lado, estratégias comunitárias propõem modelos criativos de participação política ao mesmo tempo em que novas alianças transnacionais re-estabelecem a ordem global, permitindo-nos observar, mesmo na assepsia do “novo normal”, erupções heterotópicas e possíveis atopias eróticas. Considerando isso, a 11a edição da Revista Indisciplinar busca recolher análises sobre utopias e distopias na história da modernidade e no presente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Prazo para envio: 30 de agosto de 2020.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
email: revistaindisciplinar@gmail.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Instruções para publicação na Revista Indisciplinar==&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Todos os números da revista estarão disponíveis online.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar publica textos originais no formato de artigos, ensaios, resenhas, traduções  e experimentações, em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Os originais devem ser encaminhados em arquivo .doc, formatados em papel tamanho A4.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A primeira página deve apresentar o título, seguido de seu correspondente em inglês, o nome completo do(s) autor(es), sua vinculação institucional e endereço de e-mail, um mini-CV, um resumo (e correspondente em inglês) com 200 a 250 palavras e três a cinco palavras-chave (também acompanhadas de suas versões em inglês).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As citações no texto devem corresponder ao sistema autor-data — ex: (CARVALHO, 1972, p. 28) — e as referências completas (somente dos conteúdos externos citados no texto) devem vir ao final, listadas em ordem alfabética, segundo as normas da ABNT. Ex:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* TUAN, Yi-Fu. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. (Trad. Lívia de Oliveira) São Paulo: Difel, 1983.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* RELPH, Edward. As bases fenomenológicas da geografia. Geografia, Rio Claro, v. 4, n. 7, p. 1-25, 1979.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBS.: Textos fora do sistema autor-data, como descrito acima, não serão aceitos. Pedimos especial atenção a esse padrão ABNT na referenciação de todo tipo de texto ou material.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) As figuras devem ser enviadas em arquivos separados, em formato .jpg ou equivalente, em boa resolução. Cada figura deve ter uma chamada no corpo do texto (quando pertinente), bem como a indicação do local de sua inserção, juntamente com o respectivo título e fonte do material.&lt;br /&gt;
OBS.: Textos que não sigam essa recomendação não serão aceitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Os artigos, ensaios, traduções, resenhas, notas ou experimentações deverão ter até 40.000 toques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) Indicar, em nota à parte, caso o texto tenha sido apresentado em forma de palestra ou comunicação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
g) Caso seja tradução, trazer o nome e e-mail do autor original, e indicação de onde o texto foi publicado, caso não seja inédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;As contribuições podem ser enviadas para o seguinte email: revistaindisciplinar@gmail.com&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Expediente==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Editor Chefe !! Conselho de Política Editorial !! Corpo Editorial Científico !! Ex Bolsistas - Projeto Gráfico, Ilustração e Diagramação&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Fernanda Dusse ||  Daniel Medeiros de Freitas&amp;lt;br&amp;gt; Gisela Barcellos&amp;lt;br&amp;gt; Marcela Silviano Brandão Lopes&amp;lt;br&amp;gt; Marcelo Reis Maia&amp;lt;br&amp;gt; Natacha Rena&amp;lt;br&amp;gt; || [[Corpo Editorial Científico]] ||  Lucca Mezzacappa&amp;lt;br&amp;gt; Luis Henrique Marques&amp;lt;br&amp;gt; Marília Pimenta Chaves&amp;lt;br&amp;gt; Raul Lemos dos Santos&amp;lt;br&amp;gt; Cintya Ornelas&amp;lt;br&amp;gt; André Victor&amp;lt;br&amp;gt; Octavio Mendes&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corpo editorial cientifico.png|800px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sobre a revista==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar nasce com a proposta de ser uma publicação semestral vinculada ao grupo de pesquisa Indisciplinar (CNPq), sediado na Faculdade de Arquitetura da UFMG. O Grupo Indisciplinar é, por sua vez, atravessado pelas experiências e contribuições de profissionais, artistas, ativistas, filósofos, professores, etc. das mais diversas áreas do saber e do fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta desta revista é oferecer um ponto de encontro para profissionais e estudantes de múltiplas procedências a fim de criar interfaces de debate e diálogo sobre perspectivas críticas e questões prementes de cunho político, estético, econômico, territorial, etc., e que afetam de diferentes formas nosso cotidiano na metrópole atual. Esta revista não pretende ser um ponto de encontro de disciplinas e áreas, mas a relativização mesma da própria noção de disciplina que limita a emergência de ideias e pensamentos híbridos e inovadores em um tempo dominando pelo senso comum especialista — e imediatista — neoliberal. São portanto bem-vindas todas as formas de reflexão e ação que busquem uma mediação com a realidade a fim de transformá-la e torná-la verdadeiramente mais livre, potente, democrática e amorosa. Damos as boas- vindas aos conflitos, aos encontros e desencontros, aos consensos (sempre instáveis), aos diferentes lugares do saber e à vontade de construir um outro mundo a partir de novos paradigmas ontológicos e críticos que, no entanto, aí já se encontram. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número inaugural da Indisciplinar traz como temática a Indisciplina. Pensamos ser importante poder provocar, a partir das contribuições de nossos colaboradores, as possibilidades de leitura a respeito da indisciplina (política, civil, econômica, artística, etc.) na sociedade contemporânea, marcada pela docilização da experiência e das formas de vida e por uma obediência brutal e quase inteiramente a-crítica às determinações do governo, à política, ao direito, às lógicas do capital e, como decorrência dessas últimas, ao consumo e ao espetáculo massificador como formas de mediação da relações sociais, afetivas e produtivas. Acreditamos que a “indisciplina” aqui queira dizer algo a respeito de uma desobediência, uma resistência, ou ainda um desvio, por assim dizer, dessas formas narrativas, discursivas, políticas e estéticas hegemônicas que apenas reproduzem ad infinitum as relações de poder no interior da cidade neoliberal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora em grande medida esta seja uma publicação de cunho acadêmico, os leitores logo perceberão que não nos atemos à linguagem visual costumeiramente desértica e pretensamente objetiva das revistas tradicionais nesse campo. A linguagem visual aqui desenvolvida juntamente dos bolsistas/designers do Grupo Indisciplinar André Victor, Nuno Neves e Octavio Mendes vai no sentido de subverter essa lógica do pensamento como deserto de afetos visuais para inserir a imagem como dimensão integral das reflexões propostas, não somente representando o que dizem os textos verbais, mas efetivamente criando uma instância analítica híbrida a partir de um diálogo semiológico constante. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Por fim, nos parece pertinente uma palavrinha sobre as seções da revista. A primeira seção abre com o olhar indisciplinado de artistas e pesquisadores num ensaio de imagens; seguimos a partir daí para a seção “Entrevista”; passamos pelos artigos da temática central da revista, alcançamos os textos complementares aos artigos (ensaios breves, resenhas, relatos de experiência, etc.), e fechamos com uma exposição de alguns trabalhos, publicações, anúncios, etc. relativos ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Dizemos isso para dar uma satisfação àqueles que ainda se sentem mais seguros e operantes diante desta linearidade clássica, mas pessoalmente sugerimos uma leitura livre na ordem em que o acaso, ou o desejo, ou seus interesses pessoais apontarem. Divirtam-se. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;small&amp;gt;&#039;&#039;Endereço para contato: Escola de Arquitetura da UFMG, rua Paraíba, 697, sala 400. CEP 30130-141. Telefones: (31) 3409 8834/ 3409 8835 ou 3409 8845&#039;&#039;&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ISSN: 2525-3263&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Editora Fluxos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:instagram.png | 50px | link=https://www.instagram.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Revista&amp;diff=3526</id>
		<title>Revista</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Revista&amp;diff=3526"/>
		<updated>2020-07-10T15:23:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Expediente */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Revista_indisciplinar_logo.jpg|150px|esquerda]]&lt;br /&gt;
A Indisciplinar é uma revista acadêmica digital editada pelo grupo de pesquisa Indisciplinar (EA-UFMG/CNPQ). A sua periodicidade é 2 edições por ano, e os textos são recebidos em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O foco central da revista recai no pensamento das produções políticas, econômicas e linguísticas contemporâneas do espaço urbano. Nesse sentido, buscamos um olhar tanto capaz de articular as possibilidades de produção de singularidades e diferença na cidade, quanto articular críticas heterogêneas dos processos de ocupação e construção de lógicas voltadas para a expropriação do comum no espaço urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dimensão do comum é a idéia norteadora das práticas do grupo, bem como elemento articulador de sua composição e atuações diversificadas. Desta forma, torna-se também um eixo conceitual estruturante das discussões propostas pela revista. Podemos afirmar que ser indisciplinar é negar, ou, no mínimo, articular criticamente as lógicas e tendências de produção de subjetividades, espaço, linguagens e lógicas que minam a expansão das riquezas comuns nas cidades contemporâneas.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
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[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Edições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa9.png| link=.download/009.pdf | v. 5, n.2, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa8.png| link=.download/008.pdf | v. 5, n.1, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa7.png| link=.download/007.pdf | v. 4, n.2, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa6.jpg| link=.download/006.pdf | v. 4, n.1, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa5.jpg| link=.download/005.pdf | n. 5, v.4, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa4.jpg| link=.download/004.pdf | n. 4, v.3, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa3.png| link=.download/003.pdf | n. 3, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa2.png| link=.download/002.pdf | n. 2, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa1.jpg| link=.download/001.pdf | n. 1, v.1, 2015 &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamadas==&lt;br /&gt;
===n.11 OUTROS TOPOS: DAS UTOPIAS ÀS DISTOPIAS===&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O livro Utopia, de Thomas More, transformou oc termo – que etimologicamente significa não-lugar – no ideal de uma sociedade harmônica e justa e passou também a significar o gênero textual que o apresenta. A partir desse momento, as utopias, sejam como textos literários-filosóficos ou como projetos políticos, passaram a designar uma sociedade ideal, organizada por uma economia comunal e precursora na ideia de planejamento urbano. Vale lembrar que da República de Platão aos falanstérios de Charles Fourier, a história do Ocidente pode ser narrada pelo desejo de construção dessa sociedade igualitária e ordenada. A história da colonização das Américas – ou do Novus Mundus – está atrelada ao imaginário utópico da Europa, e não é à toa que More buscou a referência de seu espaço idealizado em cartas e narrativas sobre os povos que aqui habitavam. A história da modernização do Brasil, porém, contrapõe a ingênua e falaciosa narrativa sobre o modo de vida dos povos originários a um sonho de industrialização. Contemporaneamente, a ideia de smart cities retoma a proposta de uma cidade ordenada e integrada e mostra como o espaço urbano ainda é idealizado como território de ordem e controle. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O contraponto a esses modelos está expresso na distopia, conceito que evidencia a possibilidade catastrófica de impulsos autoritários e de cerceamento da liberdade serem impostos como normas sociais na organização de um modelo ideal. Como forma de problematizar a polarização de utopias e distopias, diversos filósofoso propuseram (e  vêm propondo) termos como heterotopia (Michel Foucault), retrotopia (Zygmunt Bauman) ou atopia (Byung-Chul Han). Em todas essas reflexões, está presente a desilusão com as promessas não-cumpridas da modernidade e com o fim de grandes projetos (ou, para retomar Lyotard, das grandes narrativas) de coesão e integração social.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em consonância com esses pensadores, o camaronês Achille Mbembe escreveu, em 2016, que “a era do humanismo está terminando”. Desde então a explosão de discursos violentos e autoritários, a crescente xenofobia e a iminência de guerras confirmam a tese do filósofo camaronês. A pandemia do coronavírus, a crise econômica derivante e o acirramento das desigualdades trazem elementos ainda mais catastróficos para o período em que vivemos. Muitas questões surgem para pensarmos estes tempos de Novo Normal pós-pandêmico. Vale interrogar: o que virá após a pandemia? Uma volta à normalidade, um acirramento dos modos de acumulação do capitalismo, uma outra revolução, o surgimento de novos mundos fora do eixo hegemônico ocidental EUA-UE? Arquitetos estariam envoltos na produção de novos espaços flexíveis, espaços híbridos, que possam ser readaptados a situações diversas de &amp;quot;normalidade&amp;quot;? Como a arte antecipou os questionamentos disparados pela pandemia? Como o mercado artístico está sendo transformado pelo isolamento social?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se parece-nos faltar um projeto de sociedade que alicerce uma transformação geopolítica ampla, não faltam motivos para acreditarmos que vivemos em um presente distópico, atravessado por discursos retrotópicos e segregacionistas. Por outro lado, estratégias comunitárias propõem modelos criativos de participação política ao mesmo tempo em que novas alianças transnacionais re-estabelecem a ordem global, permitindo-nos observar, mesmo na assepsia do “novo normal”, erupções heterotópicas e possíveis atopias eróticas. Considerando isso, a 11a edição da Revista Indisciplinar busca recolher análises sobre utopias e distopias na história da modernidade e no presente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Prazo para envio: 30 de agosto de 2020.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
email: revistaindisciplinar@gmail.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Instruções para publicação na Revista Indisciplinar==&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Todos os números da revista estarão disponíveis online.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar publica textos originais no formato de artigos, ensaios, resenhas, traduções  e experimentações, em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Os originais devem ser encaminhados em arquivo .doc, formatados em papel tamanho A4.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A primeira página deve apresentar o título, seguido de seu correspondente em inglês, o nome completo do(s) autor(es), sua vinculação institucional e endereço de e-mail, um mini-CV, um resumo (e correspondente em inglês) com 200 a 250 palavras e três a cinco palavras-chave (também acompanhadas de suas versões em inglês).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As citações no texto devem corresponder ao sistema autor-data — ex: (CARVALHO, 1972, p. 28) — e as referências completas (somente dos conteúdos externos citados no texto) devem vir ao final, listadas em ordem alfabética, segundo as normas da ABNT. Ex:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* TUAN, Yi-Fu. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. (Trad. Lívia de Oliveira) São Paulo: Difel, 1983.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* RELPH, Edward. As bases fenomenológicas da geografia. Geografia, Rio Claro, v. 4, n. 7, p. 1-25, 1979.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBS.: Textos fora do sistema autor-data, como descrito acima, não serão aceitos. Pedimos especial atenção a esse padrão ABNT na referenciação de todo tipo de texto ou material.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) As figuras devem ser enviadas em arquivos separados, em formato .jpg ou equivalente, em boa resolução. Cada figura deve ter uma chamada no corpo do texto (quando pertinente), bem como a indicação do local de sua inserção, juntamente com o respectivo título e fonte do material.&lt;br /&gt;
OBS.: Textos que não sigam essa recomendação não serão aceitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Os artigos, ensaios, traduções, resenhas, notas ou experimentações deverão ter até 40.000 toques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) Indicar, em nota à parte, caso o texto tenha sido apresentado em forma de palestra ou comunicação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
g) Caso seja tradução, trazer o nome e e-mail do autor original, e indicação de onde o texto foi publicado, caso não seja inédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;As contribuições podem ser enviadas para o seguinte email: revistaindisciplinar@gmail.com&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Expediente==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Editor Chefe !! Conselho de Política Editorial !! Corpo Editorial Científico !! Ex Bolsistas - Projeto Gráfico, Ilustração e Diagramação&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Fernanda Dusse ||  Daniel Medeiros de Freitas&amp;lt;br&amp;gt; Gisela Barcellos&amp;lt;br&amp;gt; Marcela Silviano Brandão Lopes&amp;lt;br&amp;gt; Marcelo Reis Maia&amp;lt;br&amp;gt; Natacha Rena&amp;lt;br&amp;gt; || [[Corpo Editorial Científico]] ||  Luis Henrique Marques&amp;lt;br&amp;gt; Marília Pimenta Chaves&amp;lt;br&amp;gt; Raul Lemos dos Santos&amp;lt;br&amp;gt; Cintya Ornelas&amp;lt;br&amp;gt; André Victor&amp;lt;br&amp;gt; Lucca Mezzacappa&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corpo editorial cientifico.png|800px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sobre a revista==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar nasce com a proposta de ser uma publicação semestral vinculada ao grupo de pesquisa Indisciplinar (CNPq), sediado na Faculdade de Arquitetura da UFMG. O Grupo Indisciplinar é, por sua vez, atravessado pelas experiências e contribuições de profissionais, artistas, ativistas, filósofos, professores, etc. das mais diversas áreas do saber e do fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta desta revista é oferecer um ponto de encontro para profissionais e estudantes de múltiplas procedências a fim de criar interfaces de debate e diálogo sobre perspectivas críticas e questões prementes de cunho político, estético, econômico, territorial, etc., e que afetam de diferentes formas nosso cotidiano na metrópole atual. Esta revista não pretende ser um ponto de encontro de disciplinas e áreas, mas a relativização mesma da própria noção de disciplina que limita a emergência de ideias e pensamentos híbridos e inovadores em um tempo dominando pelo senso comum especialista — e imediatista — neoliberal. São portanto bem-vindas todas as formas de reflexão e ação que busquem uma mediação com a realidade a fim de transformá-la e torná-la verdadeiramente mais livre, potente, democrática e amorosa. Damos as boas- vindas aos conflitos, aos encontros e desencontros, aos consensos (sempre instáveis), aos diferentes lugares do saber e à vontade de construir um outro mundo a partir de novos paradigmas ontológicos e críticos que, no entanto, aí já se encontram. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número inaugural da Indisciplinar traz como temática a Indisciplina. Pensamos ser importante poder provocar, a partir das contribuições de nossos colaboradores, as possibilidades de leitura a respeito da indisciplina (política, civil, econômica, artística, etc.) na sociedade contemporânea, marcada pela docilização da experiência e das formas de vida e por uma obediência brutal e quase inteiramente a-crítica às determinações do governo, à política, ao direito, às lógicas do capital e, como decorrência dessas últimas, ao consumo e ao espetáculo massificador como formas de mediação da relações sociais, afetivas e produtivas. Acreditamos que a “indisciplina” aqui queira dizer algo a respeito de uma desobediência, uma resistência, ou ainda um desvio, por assim dizer, dessas formas narrativas, discursivas, políticas e estéticas hegemônicas que apenas reproduzem ad infinitum as relações de poder no interior da cidade neoliberal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora em grande medida esta seja uma publicação de cunho acadêmico, os leitores logo perceberão que não nos atemos à linguagem visual costumeiramente desértica e pretensamente objetiva das revistas tradicionais nesse campo. A linguagem visual aqui desenvolvida juntamente dos bolsistas/designers do Grupo Indisciplinar André Victor, Nuno Neves e Octavio Mendes vai no sentido de subverter essa lógica do pensamento como deserto de afetos visuais para inserir a imagem como dimensão integral das reflexões propostas, não somente representando o que dizem os textos verbais, mas efetivamente criando uma instância analítica híbrida a partir de um diálogo semiológico constante. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Por fim, nos parece pertinente uma palavrinha sobre as seções da revista. A primeira seção abre com o olhar indisciplinado de artistas e pesquisadores num ensaio de imagens; seguimos a partir daí para a seção “Entrevista”; passamos pelos artigos da temática central da revista, alcançamos os textos complementares aos artigos (ensaios breves, resenhas, relatos de experiência, etc.), e fechamos com uma exposição de alguns trabalhos, publicações, anúncios, etc. relativos ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Dizemos isso para dar uma satisfação àqueles que ainda se sentem mais seguros e operantes diante desta linearidade clássica, mas pessoalmente sugerimos uma leitura livre na ordem em que o acaso, ou o desejo, ou seus interesses pessoais apontarem. Divirtam-se. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;small&amp;gt;&#039;&#039;Endereço para contato: Escola de Arquitetura da UFMG, rua Paraíba, 697, sala 400. CEP 30130-141. Telefones: (31) 3409 8834/ 3409 8835 ou 3409 8845&#039;&#039;&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ISSN: 2525-3263&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Editora Fluxos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:instagram.png | 50px | link=https://www.instagram.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Revista&amp;diff=3525</id>
		<title>Revista</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Revista&amp;diff=3525"/>
		<updated>2020-07-10T15:23:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Expediente */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Revista_indisciplinar_logo.jpg|150px|esquerda]]&lt;br /&gt;
A Indisciplinar é uma revista acadêmica digital editada pelo grupo de pesquisa Indisciplinar (EA-UFMG/CNPQ). A sua periodicidade é 2 edições por ano, e os textos são recebidos em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O foco central da revista recai no pensamento das produções políticas, econômicas e linguísticas contemporâneas do espaço urbano. Nesse sentido, buscamos um olhar tanto capaz de articular as possibilidades de produção de singularidades e diferença na cidade, quanto articular críticas heterogêneas dos processos de ocupação e construção de lógicas voltadas para a expropriação do comum no espaço urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dimensão do comum é a idéia norteadora das práticas do grupo, bem como elemento articulador de sua composição e atuações diversificadas. Desta forma, torna-se também um eixo conceitual estruturante das discussões propostas pela revista. Podemos afirmar que ser indisciplinar é negar, ou, no mínimo, articular criticamente as lógicas e tendências de produção de subjetividades, espaço, linguagens e lógicas que minam a expansão das riquezas comuns nas cidades contemporâneas.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:instagram.png | 50px | link=https://www.instagram.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Edições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa9.png| link=.download/009.pdf | v. 5, n.2, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa8.png| link=.download/008.pdf | v. 5, n.1, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa7.png| link=.download/007.pdf | v. 4, n.2, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa6.jpg| link=.download/006.pdf | v. 4, n.1, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa5.jpg| link=.download/005.pdf | n. 5, v.4, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa4.jpg| link=.download/004.pdf | n. 4, v.3, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa3.png| link=.download/003.pdf | n. 3, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa2.png| link=.download/002.pdf | n. 2, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa1.jpg| link=.download/001.pdf | n. 1, v.1, 2015 &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamadas==&lt;br /&gt;
===n.11 OUTROS TOPOS: DAS UTOPIAS ÀS DISTOPIAS===&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O livro Utopia, de Thomas More, transformou oc termo – que etimologicamente significa não-lugar – no ideal de uma sociedade harmônica e justa e passou também a significar o gênero textual que o apresenta. A partir desse momento, as utopias, sejam como textos literários-filosóficos ou como projetos políticos, passaram a designar uma sociedade ideal, organizada por uma economia comunal e precursora na ideia de planejamento urbano. Vale lembrar que da República de Platão aos falanstérios de Charles Fourier, a história do Ocidente pode ser narrada pelo desejo de construção dessa sociedade igualitária e ordenada. A história da colonização das Américas – ou do Novus Mundus – está atrelada ao imaginário utópico da Europa, e não é à toa que More buscou a referência de seu espaço idealizado em cartas e narrativas sobre os povos que aqui habitavam. A história da modernização do Brasil, porém, contrapõe a ingênua e falaciosa narrativa sobre o modo de vida dos povos originários a um sonho de industrialização. Contemporaneamente, a ideia de smart cities retoma a proposta de uma cidade ordenada e integrada e mostra como o espaço urbano ainda é idealizado como território de ordem e controle. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O contraponto a esses modelos está expresso na distopia, conceito que evidencia a possibilidade catastrófica de impulsos autoritários e de cerceamento da liberdade serem impostos como normas sociais na organização de um modelo ideal. Como forma de problematizar a polarização de utopias e distopias, diversos filósofoso propuseram (e  vêm propondo) termos como heterotopia (Michel Foucault), retrotopia (Zygmunt Bauman) ou atopia (Byung-Chul Han). Em todas essas reflexões, está presente a desilusão com as promessas não-cumpridas da modernidade e com o fim de grandes projetos (ou, para retomar Lyotard, das grandes narrativas) de coesão e integração social.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em consonância com esses pensadores, o camaronês Achille Mbembe escreveu, em 2016, que “a era do humanismo está terminando”. Desde então a explosão de discursos violentos e autoritários, a crescente xenofobia e a iminência de guerras confirmam a tese do filósofo camaronês. A pandemia do coronavírus, a crise econômica derivante e o acirramento das desigualdades trazem elementos ainda mais catastróficos para o período em que vivemos. Muitas questões surgem para pensarmos estes tempos de Novo Normal pós-pandêmico. Vale interrogar: o que virá após a pandemia? Uma volta à normalidade, um acirramento dos modos de acumulação do capitalismo, uma outra revolução, o surgimento de novos mundos fora do eixo hegemônico ocidental EUA-UE? Arquitetos estariam envoltos na produção de novos espaços flexíveis, espaços híbridos, que possam ser readaptados a situações diversas de &amp;quot;normalidade&amp;quot;? Como a arte antecipou os questionamentos disparados pela pandemia? Como o mercado artístico está sendo transformado pelo isolamento social?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se parece-nos faltar um projeto de sociedade que alicerce uma transformação geopolítica ampla, não faltam motivos para acreditarmos que vivemos em um presente distópico, atravessado por discursos retrotópicos e segregacionistas. Por outro lado, estratégias comunitárias propõem modelos criativos de participação política ao mesmo tempo em que novas alianças transnacionais re-estabelecem a ordem global, permitindo-nos observar, mesmo na assepsia do “novo normal”, erupções heterotópicas e possíveis atopias eróticas. Considerando isso, a 11a edição da Revista Indisciplinar busca recolher análises sobre utopias e distopias na história da modernidade e no presente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Prazo para envio: 30 de agosto de 2020.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
email: revistaindisciplinar@gmail.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Instruções para publicação na Revista Indisciplinar==&lt;br /&gt;
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Todos os números da revista estarão disponíveis online.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar publica textos originais no formato de artigos, ensaios, resenhas, traduções  e experimentações, em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Os originais devem ser encaminhados em arquivo .doc, formatados em papel tamanho A4.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A primeira página deve apresentar o título, seguido de seu correspondente em inglês, o nome completo do(s) autor(es), sua vinculação institucional e endereço de e-mail, um mini-CV, um resumo (e correspondente em inglês) com 200 a 250 palavras e três a cinco palavras-chave (também acompanhadas de suas versões em inglês).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As citações no texto devem corresponder ao sistema autor-data — ex: (CARVALHO, 1972, p. 28) — e as referências completas (somente dos conteúdos externos citados no texto) devem vir ao final, listadas em ordem alfabética, segundo as normas da ABNT. Ex:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* TUAN, Yi-Fu. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. (Trad. Lívia de Oliveira) São Paulo: Difel, 1983.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* RELPH, Edward. As bases fenomenológicas da geografia. Geografia, Rio Claro, v. 4, n. 7, p. 1-25, 1979.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBS.: Textos fora do sistema autor-data, como descrito acima, não serão aceitos. Pedimos especial atenção a esse padrão ABNT na referenciação de todo tipo de texto ou material.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) As figuras devem ser enviadas em arquivos separados, em formato .jpg ou equivalente, em boa resolução. Cada figura deve ter uma chamada no corpo do texto (quando pertinente), bem como a indicação do local de sua inserção, juntamente com o respectivo título e fonte do material.&lt;br /&gt;
OBS.: Textos que não sigam essa recomendação não serão aceitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Os artigos, ensaios, traduções, resenhas, notas ou experimentações deverão ter até 40.000 toques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) Indicar, em nota à parte, caso o texto tenha sido apresentado em forma de palestra ou comunicação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
g) Caso seja tradução, trazer o nome e e-mail do autor original, e indicação de onde o texto foi publicado, caso não seja inédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;As contribuições podem ser enviadas para o seguinte email: revistaindisciplinar@gmail.com&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Expediente==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
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| Fernanda Dusse ||  Daniel Medeiros de Freitas&amp;lt;br&amp;gt; Gisela Barcellos&amp;lt;br&amp;gt; Marcela Silviano Brandão Lopes&amp;lt;br&amp;gt; Marcelo Reis Maia&amp;lt;br&amp;gt; Natacha Rena&amp;lt;br&amp;gt; || [[Corpo Editorial Científico]] || Ex-bolsistas produtores de material gráfico e editoração   Luis Henrique Marques&amp;lt;br&amp;gt; Marília Pimenta Chaves&amp;lt;br&amp;gt; Raul Lemos dos Santos&amp;lt;br&amp;gt; Cintya Ornelas&amp;lt;br&amp;gt; André Victor&amp;lt;br&amp;gt; Lucca Mezzacappa&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corpo editorial cientifico.png|800px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sobre a revista==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar nasce com a proposta de ser uma publicação semestral vinculada ao grupo de pesquisa Indisciplinar (CNPq), sediado na Faculdade de Arquitetura da UFMG. O Grupo Indisciplinar é, por sua vez, atravessado pelas experiências e contribuições de profissionais, artistas, ativistas, filósofos, professores, etc. das mais diversas áreas do saber e do fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta desta revista é oferecer um ponto de encontro para profissionais e estudantes de múltiplas procedências a fim de criar interfaces de debate e diálogo sobre perspectivas críticas e questões prementes de cunho político, estético, econômico, territorial, etc., e que afetam de diferentes formas nosso cotidiano na metrópole atual. Esta revista não pretende ser um ponto de encontro de disciplinas e áreas, mas a relativização mesma da própria noção de disciplina que limita a emergência de ideias e pensamentos híbridos e inovadores em um tempo dominando pelo senso comum especialista — e imediatista — neoliberal. São portanto bem-vindas todas as formas de reflexão e ação que busquem uma mediação com a realidade a fim de transformá-la e torná-la verdadeiramente mais livre, potente, democrática e amorosa. Damos as boas- vindas aos conflitos, aos encontros e desencontros, aos consensos (sempre instáveis), aos diferentes lugares do saber e à vontade de construir um outro mundo a partir de novos paradigmas ontológicos e críticos que, no entanto, aí já se encontram. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número inaugural da Indisciplinar traz como temática a Indisciplina. Pensamos ser importante poder provocar, a partir das contribuições de nossos colaboradores, as possibilidades de leitura a respeito da indisciplina (política, civil, econômica, artística, etc.) na sociedade contemporânea, marcada pela docilização da experiência e das formas de vida e por uma obediência brutal e quase inteiramente a-crítica às determinações do governo, à política, ao direito, às lógicas do capital e, como decorrência dessas últimas, ao consumo e ao espetáculo massificador como formas de mediação da relações sociais, afetivas e produtivas. Acreditamos que a “indisciplina” aqui queira dizer algo a respeito de uma desobediência, uma resistência, ou ainda um desvio, por assim dizer, dessas formas narrativas, discursivas, políticas e estéticas hegemônicas que apenas reproduzem ad infinitum as relações de poder no interior da cidade neoliberal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora em grande medida esta seja uma publicação de cunho acadêmico, os leitores logo perceberão que não nos atemos à linguagem visual costumeiramente desértica e pretensamente objetiva das revistas tradicionais nesse campo. A linguagem visual aqui desenvolvida juntamente dos bolsistas/designers do Grupo Indisciplinar André Victor, Nuno Neves e Octavio Mendes vai no sentido de subverter essa lógica do pensamento como deserto de afetos visuais para inserir a imagem como dimensão integral das reflexões propostas, não somente representando o que dizem os textos verbais, mas efetivamente criando uma instância analítica híbrida a partir de um diálogo semiológico constante. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Por fim, nos parece pertinente uma palavrinha sobre as seções da revista. A primeira seção abre com o olhar indisciplinado de artistas e pesquisadores num ensaio de imagens; seguimos a partir daí para a seção “Entrevista”; passamos pelos artigos da temática central da revista, alcançamos os textos complementares aos artigos (ensaios breves, resenhas, relatos de experiência, etc.), e fechamos com uma exposição de alguns trabalhos, publicações, anúncios, etc. relativos ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Dizemos isso para dar uma satisfação àqueles que ainda se sentem mais seguros e operantes diante desta linearidade clássica, mas pessoalmente sugerimos uma leitura livre na ordem em que o acaso, ou o desejo, ou seus interesses pessoais apontarem. Divirtam-se. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;small&amp;gt;&#039;&#039;Endereço para contato: Escola de Arquitetura da UFMG, rua Paraíba, 697, sala 400. CEP 30130-141. Telefones: (31) 3409 8834/ 3409 8835 ou 3409 8845&#039;&#039;&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ISSN: 2525-3263&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Editora Fluxos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:instagram.png | 50px | link=https://www.instagram.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Revista&amp;diff=3524</id>
		<title>Revista</title>
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		<updated>2020-07-10T15:22:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Expediente */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Revista_indisciplinar_logo.jpg|150px|esquerda]]&lt;br /&gt;
A Indisciplinar é uma revista acadêmica digital editada pelo grupo de pesquisa Indisciplinar (EA-UFMG/CNPQ). A sua periodicidade é 2 edições por ano, e os textos são recebidos em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O foco central da revista recai no pensamento das produções políticas, econômicas e linguísticas contemporâneas do espaço urbano. Nesse sentido, buscamos um olhar tanto capaz de articular as possibilidades de produção de singularidades e diferença na cidade, quanto articular críticas heterogêneas dos processos de ocupação e construção de lógicas voltadas para a expropriação do comum no espaço urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dimensão do comum é a idéia norteadora das práticas do grupo, bem como elemento articulador de sua composição e atuações diversificadas. Desta forma, torna-se também um eixo conceitual estruturante das discussões propostas pela revista. Podemos afirmar que ser indisciplinar é negar, ou, no mínimo, articular criticamente as lógicas e tendências de produção de subjetividades, espaço, linguagens e lógicas que minam a expansão das riquezas comuns nas cidades contemporâneas.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
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[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Edições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa9.png| link=.download/009.pdf | v. 5, n.2, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa8.png| link=.download/008.pdf | v. 5, n.1, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa7.png| link=.download/007.pdf | v. 4, n.2, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa6.jpg| link=.download/006.pdf | v. 4, n.1, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa5.jpg| link=.download/005.pdf | n. 5, v.4, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa4.jpg| link=.download/004.pdf | n. 4, v.3, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa3.png| link=.download/003.pdf | n. 3, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa2.png| link=.download/002.pdf | n. 2, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa1.jpg| link=.download/001.pdf | n. 1, v.1, 2015 &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamadas==&lt;br /&gt;
===n.11 OUTROS TOPOS: DAS UTOPIAS ÀS DISTOPIAS===&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O livro Utopia, de Thomas More, transformou oc termo – que etimologicamente significa não-lugar – no ideal de uma sociedade harmônica e justa e passou também a significar o gênero textual que o apresenta. A partir desse momento, as utopias, sejam como textos literários-filosóficos ou como projetos políticos, passaram a designar uma sociedade ideal, organizada por uma economia comunal e precursora na ideia de planejamento urbano. Vale lembrar que da República de Platão aos falanstérios de Charles Fourier, a história do Ocidente pode ser narrada pelo desejo de construção dessa sociedade igualitária e ordenada. A história da colonização das Américas – ou do Novus Mundus – está atrelada ao imaginário utópico da Europa, e não é à toa que More buscou a referência de seu espaço idealizado em cartas e narrativas sobre os povos que aqui habitavam. A história da modernização do Brasil, porém, contrapõe a ingênua e falaciosa narrativa sobre o modo de vida dos povos originários a um sonho de industrialização. Contemporaneamente, a ideia de smart cities retoma a proposta de uma cidade ordenada e integrada e mostra como o espaço urbano ainda é idealizado como território de ordem e controle. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O contraponto a esses modelos está expresso na distopia, conceito que evidencia a possibilidade catastrófica de impulsos autoritários e de cerceamento da liberdade serem impostos como normas sociais na organização de um modelo ideal. Como forma de problematizar a polarização de utopias e distopias, diversos filósofoso propuseram (e  vêm propondo) termos como heterotopia (Michel Foucault), retrotopia (Zygmunt Bauman) ou atopia (Byung-Chul Han). Em todas essas reflexões, está presente a desilusão com as promessas não-cumpridas da modernidade e com o fim de grandes projetos (ou, para retomar Lyotard, das grandes narrativas) de coesão e integração social.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em consonância com esses pensadores, o camaronês Achille Mbembe escreveu, em 2016, que “a era do humanismo está terminando”. Desde então a explosão de discursos violentos e autoritários, a crescente xenofobia e a iminência de guerras confirmam a tese do filósofo camaronês. A pandemia do coronavírus, a crise econômica derivante e o acirramento das desigualdades trazem elementos ainda mais catastróficos para o período em que vivemos. Muitas questões surgem para pensarmos estes tempos de Novo Normal pós-pandêmico. Vale interrogar: o que virá após a pandemia? Uma volta à normalidade, um acirramento dos modos de acumulação do capitalismo, uma outra revolução, o surgimento de novos mundos fora do eixo hegemônico ocidental EUA-UE? Arquitetos estariam envoltos na produção de novos espaços flexíveis, espaços híbridos, que possam ser readaptados a situações diversas de &amp;quot;normalidade&amp;quot;? Como a arte antecipou os questionamentos disparados pela pandemia? Como o mercado artístico está sendo transformado pelo isolamento social?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se parece-nos faltar um projeto de sociedade que alicerce uma transformação geopolítica ampla, não faltam motivos para acreditarmos que vivemos em um presente distópico, atravessado por discursos retrotópicos e segregacionistas. Por outro lado, estratégias comunitárias propõem modelos criativos de participação política ao mesmo tempo em que novas alianças transnacionais re-estabelecem a ordem global, permitindo-nos observar, mesmo na assepsia do “novo normal”, erupções heterotópicas e possíveis atopias eróticas. Considerando isso, a 11a edição da Revista Indisciplinar busca recolher análises sobre utopias e distopias na história da modernidade e no presente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Prazo para envio: 30 de agosto de 2020.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
email: revistaindisciplinar@gmail.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Instruções para publicação na Revista Indisciplinar==&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Todos os números da revista estarão disponíveis online.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar publica textos originais no formato de artigos, ensaios, resenhas, traduções  e experimentações, em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Os originais devem ser encaminhados em arquivo .doc, formatados em papel tamanho A4.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A primeira página deve apresentar o título, seguido de seu correspondente em inglês, o nome completo do(s) autor(es), sua vinculação institucional e endereço de e-mail, um mini-CV, um resumo (e correspondente em inglês) com 200 a 250 palavras e três a cinco palavras-chave (também acompanhadas de suas versões em inglês).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As citações no texto devem corresponder ao sistema autor-data — ex: (CARVALHO, 1972, p. 28) — e as referências completas (somente dos conteúdos externos citados no texto) devem vir ao final, listadas em ordem alfabética, segundo as normas da ABNT. Ex:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* TUAN, Yi-Fu. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. (Trad. Lívia de Oliveira) São Paulo: Difel, 1983.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* RELPH, Edward. As bases fenomenológicas da geografia. Geografia, Rio Claro, v. 4, n. 7, p. 1-25, 1979.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBS.: Textos fora do sistema autor-data, como descrito acima, não serão aceitos. Pedimos especial atenção a esse padrão ABNT na referenciação de todo tipo de texto ou material.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) As figuras devem ser enviadas em arquivos separados, em formato .jpg ou equivalente, em boa resolução. Cada figura deve ter uma chamada no corpo do texto (quando pertinente), bem como a indicação do local de sua inserção, juntamente com o respectivo título e fonte do material.&lt;br /&gt;
OBS.: Textos que não sigam essa recomendação não serão aceitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Os artigos, ensaios, traduções, resenhas, notas ou experimentações deverão ter até 40.000 toques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) Indicar, em nota à parte, caso o texto tenha sido apresentado em forma de palestra ou comunicação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
g) Caso seja tradução, trazer o nome e e-mail do autor original, e indicação de onde o texto foi publicado, caso não seja inédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;As contribuições podem ser enviadas para o seguinte email: revistaindisciplinar@gmail.com&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Expediente==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Editor Chefe !! Conselho de Política Editorial !! Corpo Editorial Científico !! Projeto Gráfico, Ilustração e Diagramação&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Fernanda Dusse ||  Daniel Medeiros de Freitas&amp;lt;br&amp;gt; Gisela Barcellos&amp;lt;br&amp;gt; Marcela Silviano Brandão Lopes&amp;lt;br&amp;gt; Marcelo Reis Maia&amp;lt;br&amp;gt; Natacha Rena&amp;lt;br&amp;gt; || [[Corpo Editorial Científico]] || Ex-bolsistas produtores de material gráfico e editoração  Lucca Mezzacappa&amp;lt;br&amp;gt; Luis Henrique Marques&amp;lt;br&amp;gt; Marília Pimenta Chaves&amp;lt;br&amp;gt; Raul Lemos dos Santos&amp;lt;br&amp;gt; Cintya Ornelas&amp;lt;br&amp;gt; André Victor&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corpo editorial cientifico.png|800px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sobre a revista==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar nasce com a proposta de ser uma publicação semestral vinculada ao grupo de pesquisa Indisciplinar (CNPq), sediado na Faculdade de Arquitetura da UFMG. O Grupo Indisciplinar é, por sua vez, atravessado pelas experiências e contribuições de profissionais, artistas, ativistas, filósofos, professores, etc. das mais diversas áreas do saber e do fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta desta revista é oferecer um ponto de encontro para profissionais e estudantes de múltiplas procedências a fim de criar interfaces de debate e diálogo sobre perspectivas críticas e questões prementes de cunho político, estético, econômico, territorial, etc., e que afetam de diferentes formas nosso cotidiano na metrópole atual. Esta revista não pretende ser um ponto de encontro de disciplinas e áreas, mas a relativização mesma da própria noção de disciplina que limita a emergência de ideias e pensamentos híbridos e inovadores em um tempo dominando pelo senso comum especialista — e imediatista — neoliberal. São portanto bem-vindas todas as formas de reflexão e ação que busquem uma mediação com a realidade a fim de transformá-la e torná-la verdadeiramente mais livre, potente, democrática e amorosa. Damos as boas- vindas aos conflitos, aos encontros e desencontros, aos consensos (sempre instáveis), aos diferentes lugares do saber e à vontade de construir um outro mundo a partir de novos paradigmas ontológicos e críticos que, no entanto, aí já se encontram. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número inaugural da Indisciplinar traz como temática a Indisciplina. Pensamos ser importante poder provocar, a partir das contribuições de nossos colaboradores, as possibilidades de leitura a respeito da indisciplina (política, civil, econômica, artística, etc.) na sociedade contemporânea, marcada pela docilização da experiência e das formas de vida e por uma obediência brutal e quase inteiramente a-crítica às determinações do governo, à política, ao direito, às lógicas do capital e, como decorrência dessas últimas, ao consumo e ao espetáculo massificador como formas de mediação da relações sociais, afetivas e produtivas. Acreditamos que a “indisciplina” aqui queira dizer algo a respeito de uma desobediência, uma resistência, ou ainda um desvio, por assim dizer, dessas formas narrativas, discursivas, políticas e estéticas hegemônicas que apenas reproduzem ad infinitum as relações de poder no interior da cidade neoliberal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora em grande medida esta seja uma publicação de cunho acadêmico, os leitores logo perceberão que não nos atemos à linguagem visual costumeiramente desértica e pretensamente objetiva das revistas tradicionais nesse campo. A linguagem visual aqui desenvolvida juntamente dos bolsistas/designers do Grupo Indisciplinar André Victor, Nuno Neves e Octavio Mendes vai no sentido de subverter essa lógica do pensamento como deserto de afetos visuais para inserir a imagem como dimensão integral das reflexões propostas, não somente representando o que dizem os textos verbais, mas efetivamente criando uma instância analítica híbrida a partir de um diálogo semiológico constante. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Por fim, nos parece pertinente uma palavrinha sobre as seções da revista. A primeira seção abre com o olhar indisciplinado de artistas e pesquisadores num ensaio de imagens; seguimos a partir daí para a seção “Entrevista”; passamos pelos artigos da temática central da revista, alcançamos os textos complementares aos artigos (ensaios breves, resenhas, relatos de experiência, etc.), e fechamos com uma exposição de alguns trabalhos, publicações, anúncios, etc. relativos ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Dizemos isso para dar uma satisfação àqueles que ainda se sentem mais seguros e operantes diante desta linearidade clássica, mas pessoalmente sugerimos uma leitura livre na ordem em que o acaso, ou o desejo, ou seus interesses pessoais apontarem. Divirtam-se. &lt;br /&gt;
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&amp;lt;small&amp;gt;&#039;&#039;Endereço para contato: Escola de Arquitetura da UFMG, rua Paraíba, 697, sala 400. CEP 30130-141. Telefones: (31) 3409 8834/ 3409 8835 ou 3409 8845&#039;&#039;&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Revista&amp;diff=3523</id>
		<title>Revista</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Revista&amp;diff=3523"/>
		<updated>2020-07-10T15:19:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Expediente */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
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A Indisciplinar é uma revista acadêmica digital editada pelo grupo de pesquisa Indisciplinar (EA-UFMG/CNPQ). A sua periodicidade é 2 edições por ano, e os textos são recebidos em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O foco central da revista recai no pensamento das produções políticas, econômicas e linguísticas contemporâneas do espaço urbano. Nesse sentido, buscamos um olhar tanto capaz de articular as possibilidades de produção de singularidades e diferença na cidade, quanto articular críticas heterogêneas dos processos de ocupação e construção de lógicas voltadas para a expropriação do comum no espaço urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dimensão do comum é a idéia norteadora das práticas do grupo, bem como elemento articulador de sua composição e atuações diversificadas. Desta forma, torna-se também um eixo conceitual estruturante das discussões propostas pela revista. Podemos afirmar que ser indisciplinar é negar, ou, no mínimo, articular criticamente as lógicas e tendências de produção de subjetividades, espaço, linguagens e lógicas que minam a expansão das riquezas comuns nas cidades contemporâneas.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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==Edições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa9.png| link=.download/009.pdf | v. 5, n.2, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa8.png| link=.download/008.pdf | v. 5, n.1, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa7.png| link=.download/007.pdf | v. 4, n.2, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa6.jpg| link=.download/006.pdf | v. 4, n.1, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa5.jpg| link=.download/005.pdf | n. 5, v.4, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa4.jpg| link=.download/004.pdf | n. 4, v.3, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa3.png| link=.download/003.pdf | n. 3, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa2.png| link=.download/002.pdf | n. 2, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa1.jpg| link=.download/001.pdf | n. 1, v.1, 2015 &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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===n.11 OUTROS TOPOS: DAS UTOPIAS ÀS DISTOPIAS===&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O livro Utopia, de Thomas More, transformou oc termo – que etimologicamente significa não-lugar – no ideal de uma sociedade harmônica e justa e passou também a significar o gênero textual que o apresenta. A partir desse momento, as utopias, sejam como textos literários-filosóficos ou como projetos políticos, passaram a designar uma sociedade ideal, organizada por uma economia comunal e precursora na ideia de planejamento urbano. Vale lembrar que da República de Platão aos falanstérios de Charles Fourier, a história do Ocidente pode ser narrada pelo desejo de construção dessa sociedade igualitária e ordenada. A história da colonização das Américas – ou do Novus Mundus – está atrelada ao imaginário utópico da Europa, e não é à toa que More buscou a referência de seu espaço idealizado em cartas e narrativas sobre os povos que aqui habitavam. A história da modernização do Brasil, porém, contrapõe a ingênua e falaciosa narrativa sobre o modo de vida dos povos originários a um sonho de industrialização. Contemporaneamente, a ideia de smart cities retoma a proposta de uma cidade ordenada e integrada e mostra como o espaço urbano ainda é idealizado como território de ordem e controle. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O contraponto a esses modelos está expresso na distopia, conceito que evidencia a possibilidade catastrófica de impulsos autoritários e de cerceamento da liberdade serem impostos como normas sociais na organização de um modelo ideal. Como forma de problematizar a polarização de utopias e distopias, diversos filósofoso propuseram (e  vêm propondo) termos como heterotopia (Michel Foucault), retrotopia (Zygmunt Bauman) ou atopia (Byung-Chul Han). Em todas essas reflexões, está presente a desilusão com as promessas não-cumpridas da modernidade e com o fim de grandes projetos (ou, para retomar Lyotard, das grandes narrativas) de coesão e integração social.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em consonância com esses pensadores, o camaronês Achille Mbembe escreveu, em 2016, que “a era do humanismo está terminando”. Desde então a explosão de discursos violentos e autoritários, a crescente xenofobia e a iminência de guerras confirmam a tese do filósofo camaronês. A pandemia do coronavírus, a crise econômica derivante e o acirramento das desigualdades trazem elementos ainda mais catastróficos para o período em que vivemos. Muitas questões surgem para pensarmos estes tempos de Novo Normal pós-pandêmico. Vale interrogar: o que virá após a pandemia? Uma volta à normalidade, um acirramento dos modos de acumulação do capitalismo, uma outra revolução, o surgimento de novos mundos fora do eixo hegemônico ocidental EUA-UE? Arquitetos estariam envoltos na produção de novos espaços flexíveis, espaços híbridos, que possam ser readaptados a situações diversas de &amp;quot;normalidade&amp;quot;? Como a arte antecipou os questionamentos disparados pela pandemia? Como o mercado artístico está sendo transformado pelo isolamento social?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se parece-nos faltar um projeto de sociedade que alicerce uma transformação geopolítica ampla, não faltam motivos para acreditarmos que vivemos em um presente distópico, atravessado por discursos retrotópicos e segregacionistas. Por outro lado, estratégias comunitárias propõem modelos criativos de participação política ao mesmo tempo em que novas alianças transnacionais re-estabelecem a ordem global, permitindo-nos observar, mesmo na assepsia do “novo normal”, erupções heterotópicas e possíveis atopias eróticas. Considerando isso, a 11a edição da Revista Indisciplinar busca recolher análises sobre utopias e distopias na história da modernidade e no presente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Prazo para envio: 30 de agosto de 2020.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
email: revistaindisciplinar@gmail.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Instruções para publicação na Revista Indisciplinar==&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Todos os números da revista estarão disponíveis online.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar publica textos originais no formato de artigos, ensaios, resenhas, traduções  e experimentações, em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Os originais devem ser encaminhados em arquivo .doc, formatados em papel tamanho A4.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A primeira página deve apresentar o título, seguido de seu correspondente em inglês, o nome completo do(s) autor(es), sua vinculação institucional e endereço de e-mail, um mini-CV, um resumo (e correspondente em inglês) com 200 a 250 palavras e três a cinco palavras-chave (também acompanhadas de suas versões em inglês).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As citações no texto devem corresponder ao sistema autor-data — ex: (CARVALHO, 1972, p. 28) — e as referências completas (somente dos conteúdos externos citados no texto) devem vir ao final, listadas em ordem alfabética, segundo as normas da ABNT. Ex:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* TUAN, Yi-Fu. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. (Trad. Lívia de Oliveira) São Paulo: Difel, 1983.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* RELPH, Edward. As bases fenomenológicas da geografia. Geografia, Rio Claro, v. 4, n. 7, p. 1-25, 1979.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBS.: Textos fora do sistema autor-data, como descrito acima, não serão aceitos. Pedimos especial atenção a esse padrão ABNT na referenciação de todo tipo de texto ou material.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) As figuras devem ser enviadas em arquivos separados, em formato .jpg ou equivalente, em boa resolução. Cada figura deve ter uma chamada no corpo do texto (quando pertinente), bem como a indicação do local de sua inserção, juntamente com o respectivo título e fonte do material.&lt;br /&gt;
OBS.: Textos que não sigam essa recomendação não serão aceitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Os artigos, ensaios, traduções, resenhas, notas ou experimentações deverão ter até 40.000 toques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) Indicar, em nota à parte, caso o texto tenha sido apresentado em forma de palestra ou comunicação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
g) Caso seja tradução, trazer o nome e e-mail do autor original, e indicação de onde o texto foi publicado, caso não seja inédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;As contribuições podem ser enviadas para o seguinte email: revistaindisciplinar@gmail.com&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Expediente==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Editor Chefe !! Conselho de Política Editorial !! Corpo Editorial Científico !! Projeto Gráfico, Ilustração e Diagramação&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Fernanda Dusse ||  Daniel Medeiros de Freitas&amp;lt;br&amp;gt; Gisela Barcellos&amp;lt;br&amp;gt; Marcela Silviano Brandão Lopes&amp;lt;br&amp;gt; Marcelo Reis Maia&amp;lt;br&amp;gt; Natacha Rena&amp;lt;br&amp;gt; || [[Corpo Editorial Científico]] || Ex-bolsistas produtores de material gráfico e editoração ! Lucca Mezzacappa&amp;lt;br&amp;gt; Luis Henrique Marques&amp;lt;br&amp;gt; Marília Pimenta Chaves&amp;lt;br&amp;gt; Raul Lemos dos Santos&amp;lt;br&amp;gt; Cintya Ornelas&amp;lt;br&amp;gt; André Victor&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corpo editorial cientifico.png|800px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sobre a revista==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar nasce com a proposta de ser uma publicação semestral vinculada ao grupo de pesquisa Indisciplinar (CNPq), sediado na Faculdade de Arquitetura da UFMG. O Grupo Indisciplinar é, por sua vez, atravessado pelas experiências e contribuições de profissionais, artistas, ativistas, filósofos, professores, etc. das mais diversas áreas do saber e do fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta desta revista é oferecer um ponto de encontro para profissionais e estudantes de múltiplas procedências a fim de criar interfaces de debate e diálogo sobre perspectivas críticas e questões prementes de cunho político, estético, econômico, territorial, etc., e que afetam de diferentes formas nosso cotidiano na metrópole atual. Esta revista não pretende ser um ponto de encontro de disciplinas e áreas, mas a relativização mesma da própria noção de disciplina que limita a emergência de ideias e pensamentos híbridos e inovadores em um tempo dominando pelo senso comum especialista — e imediatista — neoliberal. São portanto bem-vindas todas as formas de reflexão e ação que busquem uma mediação com a realidade a fim de transformá-la e torná-la verdadeiramente mais livre, potente, democrática e amorosa. Damos as boas- vindas aos conflitos, aos encontros e desencontros, aos consensos (sempre instáveis), aos diferentes lugares do saber e à vontade de construir um outro mundo a partir de novos paradigmas ontológicos e críticos que, no entanto, aí já se encontram. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número inaugural da Indisciplinar traz como temática a Indisciplina. Pensamos ser importante poder provocar, a partir das contribuições de nossos colaboradores, as possibilidades de leitura a respeito da indisciplina (política, civil, econômica, artística, etc.) na sociedade contemporânea, marcada pela docilização da experiência e das formas de vida e por uma obediência brutal e quase inteiramente a-crítica às determinações do governo, à política, ao direito, às lógicas do capital e, como decorrência dessas últimas, ao consumo e ao espetáculo massificador como formas de mediação da relações sociais, afetivas e produtivas. Acreditamos que a “indisciplina” aqui queira dizer algo a respeito de uma desobediência, uma resistência, ou ainda um desvio, por assim dizer, dessas formas narrativas, discursivas, políticas e estéticas hegemônicas que apenas reproduzem ad infinitum as relações de poder no interior da cidade neoliberal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora em grande medida esta seja uma publicação de cunho acadêmico, os leitores logo perceberão que não nos atemos à linguagem visual costumeiramente desértica e pretensamente objetiva das revistas tradicionais nesse campo. A linguagem visual aqui desenvolvida juntamente dos bolsistas/designers do Grupo Indisciplinar André Victor, Nuno Neves e Octavio Mendes vai no sentido de subverter essa lógica do pensamento como deserto de afetos visuais para inserir a imagem como dimensão integral das reflexões propostas, não somente representando o que dizem os textos verbais, mas efetivamente criando uma instância analítica híbrida a partir de um diálogo semiológico constante. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Por fim, nos parece pertinente uma palavrinha sobre as seções da revista. A primeira seção abre com o olhar indisciplinado de artistas e pesquisadores num ensaio de imagens; seguimos a partir daí para a seção “Entrevista”; passamos pelos artigos da temática central da revista, alcançamos os textos complementares aos artigos (ensaios breves, resenhas, relatos de experiência, etc.), e fechamos com uma exposição de alguns trabalhos, publicações, anúncios, etc. relativos ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Dizemos isso para dar uma satisfação àqueles que ainda se sentem mais seguros e operantes diante desta linearidade clássica, mas pessoalmente sugerimos uma leitura livre na ordem em que o acaso, ou o desejo, ou seus interesses pessoais apontarem. Divirtam-se. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;small&amp;gt;&#039;&#039;Endereço para contato: Escola de Arquitetura da UFMG, rua Paraíba, 697, sala 400. CEP 30130-141. Telefones: (31) 3409 8834/ 3409 8835 ou 3409 8845&#039;&#039;&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ISSN: 2525-3263&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Editora Fluxos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:instagram.png | 50px | link=https://www.instagram.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Revista&amp;diff=3522</id>
		<title>Revista</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Revista&amp;diff=3522"/>
		<updated>2020-07-10T15:19:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Expediente */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Revista_indisciplinar_logo.jpg|150px|esquerda]]&lt;br /&gt;
A Indisciplinar é uma revista acadêmica digital editada pelo grupo de pesquisa Indisciplinar (EA-UFMG/CNPQ). A sua periodicidade é 2 edições por ano, e os textos são recebidos em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O foco central da revista recai no pensamento das produções políticas, econômicas e linguísticas contemporâneas do espaço urbano. Nesse sentido, buscamos um olhar tanto capaz de articular as possibilidades de produção de singularidades e diferença na cidade, quanto articular críticas heterogêneas dos processos de ocupação e construção de lógicas voltadas para a expropriação do comum no espaço urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dimensão do comum é a idéia norteadora das práticas do grupo, bem como elemento articulador de sua composição e atuações diversificadas. Desta forma, torna-se também um eixo conceitual estruturante das discussões propostas pela revista. Podemos afirmar que ser indisciplinar é negar, ou, no mínimo, articular criticamente as lógicas e tendências de produção de subjetividades, espaço, linguagens e lógicas que minam a expansão das riquezas comuns nas cidades contemporâneas.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:instagram.png | 50px | link=https://www.instagram.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Edições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa9.png| link=.download/009.pdf | v. 5, n.2, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa8.png| link=.download/008.pdf | v. 5, n.1, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa7.png| link=.download/007.pdf | v. 4, n.2, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa6.jpg| link=.download/006.pdf | v. 4, n.1, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa5.jpg| link=.download/005.pdf | n. 5, v.4, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa4.jpg| link=.download/004.pdf | n. 4, v.3, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa3.png| link=.download/003.pdf | n. 3, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa2.png| link=.download/002.pdf | n. 2, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa1.jpg| link=.download/001.pdf | n. 1, v.1, 2015 &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamadas==&lt;br /&gt;
===n.11 OUTROS TOPOS: DAS UTOPIAS ÀS DISTOPIAS===&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O livro Utopia, de Thomas More, transformou oc termo – que etimologicamente significa não-lugar – no ideal de uma sociedade harmônica e justa e passou também a significar o gênero textual que o apresenta. A partir desse momento, as utopias, sejam como textos literários-filosóficos ou como projetos políticos, passaram a designar uma sociedade ideal, organizada por uma economia comunal e precursora na ideia de planejamento urbano. Vale lembrar que da República de Platão aos falanstérios de Charles Fourier, a história do Ocidente pode ser narrada pelo desejo de construção dessa sociedade igualitária e ordenada. A história da colonização das Américas – ou do Novus Mundus – está atrelada ao imaginário utópico da Europa, e não é à toa que More buscou a referência de seu espaço idealizado em cartas e narrativas sobre os povos que aqui habitavam. A história da modernização do Brasil, porém, contrapõe a ingênua e falaciosa narrativa sobre o modo de vida dos povos originários a um sonho de industrialização. Contemporaneamente, a ideia de smart cities retoma a proposta de uma cidade ordenada e integrada e mostra como o espaço urbano ainda é idealizado como território de ordem e controle. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
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O contraponto a esses modelos está expresso na distopia, conceito que evidencia a possibilidade catastrófica de impulsos autoritários e de cerceamento da liberdade serem impostos como normas sociais na organização de um modelo ideal. Como forma de problematizar a polarização de utopias e distopias, diversos filósofoso propuseram (e  vêm propondo) termos como heterotopia (Michel Foucault), retrotopia (Zygmunt Bauman) ou atopia (Byung-Chul Han). Em todas essas reflexões, está presente a desilusão com as promessas não-cumpridas da modernidade e com o fim de grandes projetos (ou, para retomar Lyotard, das grandes narrativas) de coesão e integração social.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em consonância com esses pensadores, o camaronês Achille Mbembe escreveu, em 2016, que “a era do humanismo está terminando”. Desde então a explosão de discursos violentos e autoritários, a crescente xenofobia e a iminência de guerras confirmam a tese do filósofo camaronês. A pandemia do coronavírus, a crise econômica derivante e o acirramento das desigualdades trazem elementos ainda mais catastróficos para o período em que vivemos. Muitas questões surgem para pensarmos estes tempos de Novo Normal pós-pandêmico. Vale interrogar: o que virá após a pandemia? Uma volta à normalidade, um acirramento dos modos de acumulação do capitalismo, uma outra revolução, o surgimento de novos mundos fora do eixo hegemônico ocidental EUA-UE? Arquitetos estariam envoltos na produção de novos espaços flexíveis, espaços híbridos, que possam ser readaptados a situações diversas de &amp;quot;normalidade&amp;quot;? Como a arte antecipou os questionamentos disparados pela pandemia? Como o mercado artístico está sendo transformado pelo isolamento social?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
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Se parece-nos faltar um projeto de sociedade que alicerce uma transformação geopolítica ampla, não faltam motivos para acreditarmos que vivemos em um presente distópico, atravessado por discursos retrotópicos e segregacionistas. Por outro lado, estratégias comunitárias propõem modelos criativos de participação política ao mesmo tempo em que novas alianças transnacionais re-estabelecem a ordem global, permitindo-nos observar, mesmo na assepsia do “novo normal”, erupções heterotópicas e possíveis atopias eróticas. Considerando isso, a 11a edição da Revista Indisciplinar busca recolher análises sobre utopias e distopias na história da modernidade e no presente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Prazo para envio: 30 de agosto de 2020.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
email: revistaindisciplinar@gmail.com&lt;br /&gt;
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==Instruções para publicação na Revista Indisciplinar==&lt;br /&gt;
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Todos os números da revista estarão disponíveis online.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
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A Revista Indisciplinar publica textos originais no formato de artigos, ensaios, resenhas, traduções  e experimentações, em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Os originais devem ser encaminhados em arquivo .doc, formatados em papel tamanho A4.&lt;br /&gt;
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b) A primeira página deve apresentar o título, seguido de seu correspondente em inglês, o nome completo do(s) autor(es), sua vinculação institucional e endereço de e-mail, um mini-CV, um resumo (e correspondente em inglês) com 200 a 250 palavras e três a cinco palavras-chave (também acompanhadas de suas versões em inglês).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As citações no texto devem corresponder ao sistema autor-data — ex: (CARVALHO, 1972, p. 28) — e as referências completas (somente dos conteúdos externos citados no texto) devem vir ao final, listadas em ordem alfabética, segundo as normas da ABNT. Ex:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* TUAN, Yi-Fu. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. (Trad. Lívia de Oliveira) São Paulo: Difel, 1983.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* RELPH, Edward. As bases fenomenológicas da geografia. Geografia, Rio Claro, v. 4, n. 7, p. 1-25, 1979.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBS.: Textos fora do sistema autor-data, como descrito acima, não serão aceitos. Pedimos especial atenção a esse padrão ABNT na referenciação de todo tipo de texto ou material.&lt;br /&gt;
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d) As figuras devem ser enviadas em arquivos separados, em formato .jpg ou equivalente, em boa resolução. Cada figura deve ter uma chamada no corpo do texto (quando pertinente), bem como a indicação do local de sua inserção, juntamente com o respectivo título e fonte do material.&lt;br /&gt;
OBS.: Textos que não sigam essa recomendação não serão aceitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Os artigos, ensaios, traduções, resenhas, notas ou experimentações deverão ter até 40.000 toques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) Indicar, em nota à parte, caso o texto tenha sido apresentado em forma de palestra ou comunicação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
g) Caso seja tradução, trazer o nome e e-mail do autor original, e indicação de onde o texto foi publicado, caso não seja inédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;As contribuições podem ser enviadas para o seguinte email: revistaindisciplinar@gmail.com&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Expediente==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
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| Fernanda Dusse ||  Daniel Medeiros de Freitas&amp;lt;br&amp;gt; Gisela Barcellos&amp;lt;br&amp;gt; Marcela Silviano Brandão Lopes&amp;lt;br&amp;gt; Marcelo Reis Maia&amp;lt;br&amp;gt; Natacha Rena&amp;lt;br&amp;gt; || [[Corpo Editorial Científico]] || ! Ex-bolsistas produtores de material gráfico e editoração !! Lucca Mezzacappa&amp;lt;br&amp;gt; Luis Henrique Marques&amp;lt;br&amp;gt; Marília Pimenta Chaves&amp;lt;br&amp;gt; Raul Lemos dos Santos&amp;lt;br&amp;gt; Cintya Ornelas&amp;lt;br&amp;gt; André Victor&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
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[[Arquivo:Corpo editorial cientifico.png|800px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sobre a revista==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar nasce com a proposta de ser uma publicação semestral vinculada ao grupo de pesquisa Indisciplinar (CNPq), sediado na Faculdade de Arquitetura da UFMG. O Grupo Indisciplinar é, por sua vez, atravessado pelas experiências e contribuições de profissionais, artistas, ativistas, filósofos, professores, etc. das mais diversas áreas do saber e do fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta desta revista é oferecer um ponto de encontro para profissionais e estudantes de múltiplas procedências a fim de criar interfaces de debate e diálogo sobre perspectivas críticas e questões prementes de cunho político, estético, econômico, territorial, etc., e que afetam de diferentes formas nosso cotidiano na metrópole atual. Esta revista não pretende ser um ponto de encontro de disciplinas e áreas, mas a relativização mesma da própria noção de disciplina que limita a emergência de ideias e pensamentos híbridos e inovadores em um tempo dominando pelo senso comum especialista — e imediatista — neoliberal. São portanto bem-vindas todas as formas de reflexão e ação que busquem uma mediação com a realidade a fim de transformá-la e torná-la verdadeiramente mais livre, potente, democrática e amorosa. Damos as boas- vindas aos conflitos, aos encontros e desencontros, aos consensos (sempre instáveis), aos diferentes lugares do saber e à vontade de construir um outro mundo a partir de novos paradigmas ontológicos e críticos que, no entanto, aí já se encontram. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número inaugural da Indisciplinar traz como temática a Indisciplina. Pensamos ser importante poder provocar, a partir das contribuições de nossos colaboradores, as possibilidades de leitura a respeito da indisciplina (política, civil, econômica, artística, etc.) na sociedade contemporânea, marcada pela docilização da experiência e das formas de vida e por uma obediência brutal e quase inteiramente a-crítica às determinações do governo, à política, ao direito, às lógicas do capital e, como decorrência dessas últimas, ao consumo e ao espetáculo massificador como formas de mediação da relações sociais, afetivas e produtivas. Acreditamos que a “indisciplina” aqui queira dizer algo a respeito de uma desobediência, uma resistência, ou ainda um desvio, por assim dizer, dessas formas narrativas, discursivas, políticas e estéticas hegemônicas que apenas reproduzem ad infinitum as relações de poder no interior da cidade neoliberal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora em grande medida esta seja uma publicação de cunho acadêmico, os leitores logo perceberão que não nos atemos à linguagem visual costumeiramente desértica e pretensamente objetiva das revistas tradicionais nesse campo. A linguagem visual aqui desenvolvida juntamente dos bolsistas/designers do Grupo Indisciplinar André Victor, Nuno Neves e Octavio Mendes vai no sentido de subverter essa lógica do pensamento como deserto de afetos visuais para inserir a imagem como dimensão integral das reflexões propostas, não somente representando o que dizem os textos verbais, mas efetivamente criando uma instância analítica híbrida a partir de um diálogo semiológico constante. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Por fim, nos parece pertinente uma palavrinha sobre as seções da revista. A primeira seção abre com o olhar indisciplinado de artistas e pesquisadores num ensaio de imagens; seguimos a partir daí para a seção “Entrevista”; passamos pelos artigos da temática central da revista, alcançamos os textos complementares aos artigos (ensaios breves, resenhas, relatos de experiência, etc.), e fechamos com uma exposição de alguns trabalhos, publicações, anúncios, etc. relativos ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Dizemos isso para dar uma satisfação àqueles que ainda se sentem mais seguros e operantes diante desta linearidade clássica, mas pessoalmente sugerimos uma leitura livre na ordem em que o acaso, ou o desejo, ou seus interesses pessoais apontarem. Divirtam-se. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;small&amp;gt;&#039;&#039;Endereço para contato: Escola de Arquitetura da UFMG, rua Paraíba, 697, sala 400. CEP 30130-141. Telefones: (31) 3409 8834/ 3409 8835 ou 3409 8845&#039;&#039;&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ISSN: 2525-3263&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Editora Fluxos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:instagram.png | 50px | link=https://www.instagram.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Revista&amp;diff=3521</id>
		<title>Revista</title>
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		<updated>2020-07-10T14:50:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Expediente */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Revista_indisciplinar_logo.jpg|150px|esquerda]]&lt;br /&gt;
A Indisciplinar é uma revista acadêmica digital editada pelo grupo de pesquisa Indisciplinar (EA-UFMG/CNPQ). A sua periodicidade é 2 edições por ano, e os textos são recebidos em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O foco central da revista recai no pensamento das produções políticas, econômicas e linguísticas contemporâneas do espaço urbano. Nesse sentido, buscamos um olhar tanto capaz de articular as possibilidades de produção de singularidades e diferença na cidade, quanto articular críticas heterogêneas dos processos de ocupação e construção de lógicas voltadas para a expropriação do comum no espaço urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dimensão do comum é a idéia norteadora das práticas do grupo, bem como elemento articulador de sua composição e atuações diversificadas. Desta forma, torna-se também um eixo conceitual estruturante das discussões propostas pela revista. Podemos afirmar que ser indisciplinar é negar, ou, no mínimo, articular criticamente as lógicas e tendências de produção de subjetividades, espaço, linguagens e lógicas que minam a expansão das riquezas comuns nas cidades contemporâneas.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:instagram.png | 50px | link=https://www.instagram.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:logo-qualisA.png | 50px | link=https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=https%3A%2F%2Fmultimidia.gazetadopovo.com.br%2Fpainel%2F..%2Fmedia%2Fdocs%2F1563576546_novosqualis.pdf%3F1563796146&amp;amp;fbclid=IwAR3f1iyh8oPcsA1Its_SKDWuqFE59Z54hP5t2r0GXYE_tDb5iRACOwybLRI]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Edições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa9.png| link=.download/009.pdf | v. 5, n.2, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa8.png| link=.download/008.pdf | v. 5, n.1, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa7.png| link=.download/007.pdf | v. 4, n.2, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa6.jpg| link=.download/006.pdf | v. 4, n.1, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa5.jpg| link=.download/005.pdf | n. 5, v.4, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa4.jpg| link=.download/004.pdf | n. 4, v.3, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa3.png| link=.download/003.pdf | n. 3, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa2.png| link=.download/002.pdf | n. 2, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa1.jpg| link=.download/001.pdf | n. 1, v.1, 2015 &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamadas==&lt;br /&gt;
===n.11 OUTROS TOPOS: DAS UTOPIAS ÀS DISTOPIAS===&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O livro Utopia, de Thomas More, transformou oc termo – que etimologicamente significa não-lugar – no ideal de uma sociedade harmônica e justa e passou também a significar o gênero textual que o apresenta. A partir desse momento, as utopias, sejam como textos literários-filosóficos ou como projetos políticos, passaram a designar uma sociedade ideal, organizada por uma economia comunal e precursora na ideia de planejamento urbano. Vale lembrar que da República de Platão aos falanstérios de Charles Fourier, a história do Ocidente pode ser narrada pelo desejo de construção dessa sociedade igualitária e ordenada. A história da colonização das Américas – ou do Novus Mundus – está atrelada ao imaginário utópico da Europa, e não é à toa que More buscou a referência de seu espaço idealizado em cartas e narrativas sobre os povos que aqui habitavam. A história da modernização do Brasil, porém, contrapõe a ingênua e falaciosa narrativa sobre o modo de vida dos povos originários a um sonho de industrialização. Contemporaneamente, a ideia de smart cities retoma a proposta de uma cidade ordenada e integrada e mostra como o espaço urbano ainda é idealizado como território de ordem e controle. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O contraponto a esses modelos está expresso na distopia, conceito que evidencia a possibilidade catastrófica de impulsos autoritários e de cerceamento da liberdade serem impostos como normas sociais na organização de um modelo ideal. Como forma de problematizar a polarização de utopias e distopias, diversos filósofoso propuseram (e  vêm propondo) termos como heterotopia (Michel Foucault), retrotopia (Zygmunt Bauman) ou atopia (Byung-Chul Han). Em todas essas reflexões, está presente a desilusão com as promessas não-cumpridas da modernidade e com o fim de grandes projetos (ou, para retomar Lyotard, das grandes narrativas) de coesão e integração social.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em consonância com esses pensadores, o camaronês Achille Mbembe escreveu, em 2016, que “a era do humanismo está terminando”. Desde então a explosão de discursos violentos e autoritários, a crescente xenofobia e a iminência de guerras confirmam a tese do filósofo camaronês. A pandemia do coronavírus, a crise econômica derivante e o acirramento das desigualdades trazem elementos ainda mais catastróficos para o período em que vivemos. Muitas questões surgem para pensarmos estes tempos de Novo Normal pós-pandêmico. Vale interrogar: o que virá após a pandemia? Uma volta à normalidade, um acirramento dos modos de acumulação do capitalismo, uma outra revolução, o surgimento de novos mundos fora do eixo hegemônico ocidental EUA-UE? Arquitetos estariam envoltos na produção de novos espaços flexíveis, espaços híbridos, que possam ser readaptados a situações diversas de &amp;quot;normalidade&amp;quot;? Como a arte antecipou os questionamentos disparados pela pandemia? Como o mercado artístico está sendo transformado pelo isolamento social?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se parece-nos faltar um projeto de sociedade que alicerce uma transformação geopolítica ampla, não faltam motivos para acreditarmos que vivemos em um presente distópico, atravessado por discursos retrotópicos e segregacionistas. Por outro lado, estratégias comunitárias propõem modelos criativos de participação política ao mesmo tempo em que novas alianças transnacionais re-estabelecem a ordem global, permitindo-nos observar, mesmo na assepsia do “novo normal”, erupções heterotópicas e possíveis atopias eróticas. Considerando isso, a 11a edição da Revista Indisciplinar busca recolher análises sobre utopias e distopias na história da modernidade e no presente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Prazo para envio: 30 de agosto de 2020.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
email: revistaindisciplinar@gmail.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Instruções para publicação na Revista Indisciplinar==&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Todos os números da revista estarão disponíveis online.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar publica textos originais no formato de artigos, ensaios, resenhas, traduções  e experimentações, em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Os originais devem ser encaminhados em arquivo .doc, formatados em papel tamanho A4.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A primeira página deve apresentar o título, seguido de seu correspondente em inglês, o nome completo do(s) autor(es), sua vinculação institucional e endereço de e-mail, um mini-CV, um resumo (e correspondente em inglês) com 200 a 250 palavras e três a cinco palavras-chave (também acompanhadas de suas versões em inglês).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As citações no texto devem corresponder ao sistema autor-data — ex: (CARVALHO, 1972, p. 28) — e as referências completas (somente dos conteúdos externos citados no texto) devem vir ao final, listadas em ordem alfabética, segundo as normas da ABNT. Ex:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* TUAN, Yi-Fu. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. (Trad. Lívia de Oliveira) São Paulo: Difel, 1983.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* RELPH, Edward. As bases fenomenológicas da geografia. Geografia, Rio Claro, v. 4, n. 7, p. 1-25, 1979.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBS.: Textos fora do sistema autor-data, como descrito acima, não serão aceitos. Pedimos especial atenção a esse padrão ABNT na referenciação de todo tipo de texto ou material.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) As figuras devem ser enviadas em arquivos separados, em formato .jpg ou equivalente, em boa resolução. Cada figura deve ter uma chamada no corpo do texto (quando pertinente), bem como a indicação do local de sua inserção, juntamente com o respectivo título e fonte do material.&lt;br /&gt;
OBS.: Textos que não sigam essa recomendação não serão aceitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Os artigos, ensaios, traduções, resenhas, notas ou experimentações deverão ter até 40.000 toques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) Indicar, em nota à parte, caso o texto tenha sido apresentado em forma de palestra ou comunicação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
g) Caso seja tradução, trazer o nome e e-mail do autor original, e indicação de onde o texto foi publicado, caso não seja inédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;As contribuições podem ser enviadas para o seguinte email: revistaindisciplinar@gmail.com&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Expediente==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Editor Chefe !! Conselho de Política Editorial !! Corpo Editorial Científico !! Projeto Gráfico, Ilustração e Diagramação&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Fernanda Dusse ||  Daniel Medeiros de Freitas&amp;lt;br&amp;gt; Gisela Barcellos&amp;lt;br&amp;gt; Marcela Silviano Brandão Lopes&amp;lt;br&amp;gt; Marcelo Reis Maia&amp;lt;br&amp;gt; Natacha Rena&amp;lt;br&amp;gt; || [[Corpo Editorial Científico]] || Lucca Mezzacappa&amp;lt;br&amp;gt; Luis Henrique Marques&amp;lt;br&amp;gt; Marília Pimenta Chaves&amp;lt;br&amp;gt; Raul Lemos dos Santos&amp;lt;br&amp;gt; Cintya Ornelas&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corpo editorial cientifico.png|800px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sobre a revista==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar nasce com a proposta de ser uma publicação semestral vinculada ao grupo de pesquisa Indisciplinar (CNPq), sediado na Faculdade de Arquitetura da UFMG. O Grupo Indisciplinar é, por sua vez, atravessado pelas experiências e contribuições de profissionais, artistas, ativistas, filósofos, professores, etc. das mais diversas áreas do saber e do fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta desta revista é oferecer um ponto de encontro para profissionais e estudantes de múltiplas procedências a fim de criar interfaces de debate e diálogo sobre perspectivas críticas e questões prementes de cunho político, estético, econômico, territorial, etc., e que afetam de diferentes formas nosso cotidiano na metrópole atual. Esta revista não pretende ser um ponto de encontro de disciplinas e áreas, mas a relativização mesma da própria noção de disciplina que limita a emergência de ideias e pensamentos híbridos e inovadores em um tempo dominando pelo senso comum especialista — e imediatista — neoliberal. São portanto bem-vindas todas as formas de reflexão e ação que busquem uma mediação com a realidade a fim de transformá-la e torná-la verdadeiramente mais livre, potente, democrática e amorosa. Damos as boas- vindas aos conflitos, aos encontros e desencontros, aos consensos (sempre instáveis), aos diferentes lugares do saber e à vontade de construir um outro mundo a partir de novos paradigmas ontológicos e críticos que, no entanto, aí já se encontram. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número inaugural da Indisciplinar traz como temática a Indisciplina. Pensamos ser importante poder provocar, a partir das contribuições de nossos colaboradores, as possibilidades de leitura a respeito da indisciplina (política, civil, econômica, artística, etc.) na sociedade contemporânea, marcada pela docilização da experiência e das formas de vida e por uma obediência brutal e quase inteiramente a-crítica às determinações do governo, à política, ao direito, às lógicas do capital e, como decorrência dessas últimas, ao consumo e ao espetáculo massificador como formas de mediação da relações sociais, afetivas e produtivas. Acreditamos que a “indisciplina” aqui queira dizer algo a respeito de uma desobediência, uma resistência, ou ainda um desvio, por assim dizer, dessas formas narrativas, discursivas, políticas e estéticas hegemônicas que apenas reproduzem ad infinitum as relações de poder no interior da cidade neoliberal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora em grande medida esta seja uma publicação de cunho acadêmico, os leitores logo perceberão que não nos atemos à linguagem visual costumeiramente desértica e pretensamente objetiva das revistas tradicionais nesse campo. A linguagem visual aqui desenvolvida juntamente dos bolsistas/designers do Grupo Indisciplinar André Victor, Nuno Neves e Octavio Mendes vai no sentido de subverter essa lógica do pensamento como deserto de afetos visuais para inserir a imagem como dimensão integral das reflexões propostas, não somente representando o que dizem os textos verbais, mas efetivamente criando uma instância analítica híbrida a partir de um diálogo semiológico constante. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Por fim, nos parece pertinente uma palavrinha sobre as seções da revista. A primeira seção abre com o olhar indisciplinado de artistas e pesquisadores num ensaio de imagens; seguimos a partir daí para a seção “Entrevista”; passamos pelos artigos da temática central da revista, alcançamos os textos complementares aos artigos (ensaios breves, resenhas, relatos de experiência, etc.), e fechamos com uma exposição de alguns trabalhos, publicações, anúncios, etc. relativos ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Dizemos isso para dar uma satisfação àqueles que ainda se sentem mais seguros e operantes diante desta linearidade clássica, mas pessoalmente sugerimos uma leitura livre na ordem em que o acaso, ou o desejo, ou seus interesses pessoais apontarem. Divirtam-se. &lt;br /&gt;
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&amp;lt;small&amp;gt;&#039;&#039;Endereço para contato: Escola de Arquitetura da UFMG, rua Paraíba, 697, sala 400. CEP 30130-141. Telefones: (31) 3409 8834/ 3409 8835 ou 3409 8845&#039;&#039;&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ISSN: 2525-3263&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Revista&amp;diff=3520</id>
		<title>Revista</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Revista&amp;diff=3520"/>
		<updated>2020-07-10T14:49:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Expediente */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Revista_indisciplinar_logo.jpg|150px|esquerda]]&lt;br /&gt;
A Indisciplinar é uma revista acadêmica digital editada pelo grupo de pesquisa Indisciplinar (EA-UFMG/CNPQ). A sua periodicidade é 2 edições por ano, e os textos são recebidos em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O foco central da revista recai no pensamento das produções políticas, econômicas e linguísticas contemporâneas do espaço urbano. Nesse sentido, buscamos um olhar tanto capaz de articular as possibilidades de produção de singularidades e diferença na cidade, quanto articular críticas heterogêneas dos processos de ocupação e construção de lógicas voltadas para a expropriação do comum no espaço urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dimensão do comum é a idéia norteadora das práticas do grupo, bem como elemento articulador de sua composição e atuações diversificadas. Desta forma, torna-se também um eixo conceitual estruturante das discussões propostas pela revista. Podemos afirmar que ser indisciplinar é negar, ou, no mínimo, articular criticamente as lógicas e tendências de produção de subjetividades, espaço, linguagens e lógicas que minam a expansão das riquezas comuns nas cidades contemporâneas.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Edições==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa9.png| link=.download/009.pdf | v. 5, n.2, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa8.png| link=.download/008.pdf | v. 5, n.1, 2019&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa7.png| link=.download/007.pdf | v. 4, n.2, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa6.jpg| link=.download/006.pdf | v. 4, n.1, 2018&lt;br /&gt;
Arquivo:Capa5.jpg| link=.download/005.pdf | n. 5, v.4, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa4.jpg| link=.download/004.pdf | n. 4, v.3, 2017 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa3.png| link=.download/003.pdf | n. 3, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa2.png| link=.download/002.pdf | n. 2, v.2, 2016 &lt;br /&gt;
Arquivo:Capa1.jpg| link=.download/001.pdf | n. 1, v.1, 2015 &lt;br /&gt;
&amp;lt;/gallery&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chamadas==&lt;br /&gt;
===n.11 OUTROS TOPOS: DAS UTOPIAS ÀS DISTOPIAS===&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O livro Utopia, de Thomas More, transformou oc termo – que etimologicamente significa não-lugar – no ideal de uma sociedade harmônica e justa e passou também a significar o gênero textual que o apresenta. A partir desse momento, as utopias, sejam como textos literários-filosóficos ou como projetos políticos, passaram a designar uma sociedade ideal, organizada por uma economia comunal e precursora na ideia de planejamento urbano. Vale lembrar que da República de Platão aos falanstérios de Charles Fourier, a história do Ocidente pode ser narrada pelo desejo de construção dessa sociedade igualitária e ordenada. A história da colonização das Américas – ou do Novus Mundus – está atrelada ao imaginário utópico da Europa, e não é à toa que More buscou a referência de seu espaço idealizado em cartas e narrativas sobre os povos que aqui habitavam. A história da modernização do Brasil, porém, contrapõe a ingênua e falaciosa narrativa sobre o modo de vida dos povos originários a um sonho de industrialização. Contemporaneamente, a ideia de smart cities retoma a proposta de uma cidade ordenada e integrada e mostra como o espaço urbano ainda é idealizado como território de ordem e controle. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O contraponto a esses modelos está expresso na distopia, conceito que evidencia a possibilidade catastrófica de impulsos autoritários e de cerceamento da liberdade serem impostos como normas sociais na organização de um modelo ideal. Como forma de problematizar a polarização de utopias e distopias, diversos filósofoso propuseram (e  vêm propondo) termos como heterotopia (Michel Foucault), retrotopia (Zygmunt Bauman) ou atopia (Byung-Chul Han). Em todas essas reflexões, está presente a desilusão com as promessas não-cumpridas da modernidade e com o fim de grandes projetos (ou, para retomar Lyotard, das grandes narrativas) de coesão e integração social.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em consonância com esses pensadores, o camaronês Achille Mbembe escreveu, em 2016, que “a era do humanismo está terminando”. Desde então a explosão de discursos violentos e autoritários, a crescente xenofobia e a iminência de guerras confirmam a tese do filósofo camaronês. A pandemia do coronavírus, a crise econômica derivante e o acirramento das desigualdades trazem elementos ainda mais catastróficos para o período em que vivemos. Muitas questões surgem para pensarmos estes tempos de Novo Normal pós-pandêmico. Vale interrogar: o que virá após a pandemia? Uma volta à normalidade, um acirramento dos modos de acumulação do capitalismo, uma outra revolução, o surgimento de novos mundos fora do eixo hegemônico ocidental EUA-UE? Arquitetos estariam envoltos na produção de novos espaços flexíveis, espaços híbridos, que possam ser readaptados a situações diversas de &amp;quot;normalidade&amp;quot;? Como a arte antecipou os questionamentos disparados pela pandemia? Como o mercado artístico está sendo transformado pelo isolamento social?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se parece-nos faltar um projeto de sociedade que alicerce uma transformação geopolítica ampla, não faltam motivos para acreditarmos que vivemos em um presente distópico, atravessado por discursos retrotópicos e segregacionistas. Por outro lado, estratégias comunitárias propõem modelos criativos de participação política ao mesmo tempo em que novas alianças transnacionais re-estabelecem a ordem global, permitindo-nos observar, mesmo na assepsia do “novo normal”, erupções heterotópicas e possíveis atopias eróticas. Considerando isso, a 11a edição da Revista Indisciplinar busca recolher análises sobre utopias e distopias na história da modernidade e no presente.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Prazo para envio: 30 de agosto de 2020.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
email: revistaindisciplinar@gmail.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Instruções para publicação na Revista Indisciplinar==&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
Todos os números da revista estarão disponíveis online.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar publica textos originais no formato de artigos, ensaios, resenhas, traduções  e experimentações, em português, espanhol e inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Os originais devem ser encaminhados em arquivo .doc, formatados em papel tamanho A4.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) A primeira página deve apresentar o título, seguido de seu correspondente em inglês, o nome completo do(s) autor(es), sua vinculação institucional e endereço de e-mail, um mini-CV, um resumo (e correspondente em inglês) com 200 a 250 palavras e três a cinco palavras-chave (também acompanhadas de suas versões em inglês).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) As citações no texto devem corresponder ao sistema autor-data — ex: (CARVALHO, 1972, p. 28) — e as referências completas (somente dos conteúdos externos citados no texto) devem vir ao final, listadas em ordem alfabética, segundo as normas da ABNT. Ex:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* TUAN, Yi-Fu. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. (Trad. Lívia de Oliveira) São Paulo: Difel, 1983.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* RELPH, Edward. As bases fenomenológicas da geografia. Geografia, Rio Claro, v. 4, n. 7, p. 1-25, 1979.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBS.: Textos fora do sistema autor-data, como descrito acima, não serão aceitos. Pedimos especial atenção a esse padrão ABNT na referenciação de todo tipo de texto ou material.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) As figuras devem ser enviadas em arquivos separados, em formato .jpg ou equivalente, em boa resolução. Cada figura deve ter uma chamada no corpo do texto (quando pertinente), bem como a indicação do local de sua inserção, juntamente com o respectivo título e fonte do material.&lt;br /&gt;
OBS.: Textos que não sigam essa recomendação não serão aceitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Os artigos, ensaios, traduções, resenhas, notas ou experimentações deverão ter até 40.000 toques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) Indicar, em nota à parte, caso o texto tenha sido apresentado em forma de palestra ou comunicação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
g) Caso seja tradução, trazer o nome e e-mail do autor original, e indicação de onde o texto foi publicado, caso não seja inédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;As contribuições podem ser enviadas para o seguinte email: revistaindisciplinar@gmail.com&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Expediente==&lt;br /&gt;
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|-&lt;br /&gt;
! Editor Chefe !! Conselho de Política Editorial !! Corpo Editorial Científico !! Projeto Gráfico, Ilustração e Diagramação&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
| Fernanda Dusse || Gisela Barcellos&amp;lt;br&amp;gt; Daniel Medeiros de Freitas&amp;lt;br&amp;gt; Marcela Silviano Brandão Lopes&amp;lt;br&amp;gt; Marcelo Reis Maia&amp;lt;br&amp;gt; Natacha Rena&amp;lt;br&amp;gt; || [[Corpo Editorial Científico]] || Lucca Mezzacappa&amp;lt;br&amp;gt; Luis Henrique Marques&amp;lt;br&amp;gt; Marília Pimenta Chaves&amp;lt;br&amp;gt; Raul Lemos dos Santos&amp;lt;br&amp;gt; Cintya Ornelas&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Corpo editorial cientifico.png|800px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sobre a revista==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Indisciplinar nasce com a proposta de ser uma publicação semestral vinculada ao grupo de pesquisa Indisciplinar (CNPq), sediado na Faculdade de Arquitetura da UFMG. O Grupo Indisciplinar é, por sua vez, atravessado pelas experiências e contribuições de profissionais, artistas, ativistas, filósofos, professores, etc. das mais diversas áreas do saber e do fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta desta revista é oferecer um ponto de encontro para profissionais e estudantes de múltiplas procedências a fim de criar interfaces de debate e diálogo sobre perspectivas críticas e questões prementes de cunho político, estético, econômico, territorial, etc., e que afetam de diferentes formas nosso cotidiano na metrópole atual. Esta revista não pretende ser um ponto de encontro de disciplinas e áreas, mas a relativização mesma da própria noção de disciplina que limita a emergência de ideias e pensamentos híbridos e inovadores em um tempo dominando pelo senso comum especialista — e imediatista — neoliberal. São portanto bem-vindas todas as formas de reflexão e ação que busquem uma mediação com a realidade a fim de transformá-la e torná-la verdadeiramente mais livre, potente, democrática e amorosa. Damos as boas- vindas aos conflitos, aos encontros e desencontros, aos consensos (sempre instáveis), aos diferentes lugares do saber e à vontade de construir um outro mundo a partir de novos paradigmas ontológicos e críticos que, no entanto, aí já se encontram. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número inaugural da Indisciplinar traz como temática a Indisciplina. Pensamos ser importante poder provocar, a partir das contribuições de nossos colaboradores, as possibilidades de leitura a respeito da indisciplina (política, civil, econômica, artística, etc.) na sociedade contemporânea, marcada pela docilização da experiência e das formas de vida e por uma obediência brutal e quase inteiramente a-crítica às determinações do governo, à política, ao direito, às lógicas do capital e, como decorrência dessas últimas, ao consumo e ao espetáculo massificador como formas de mediação da relações sociais, afetivas e produtivas. Acreditamos que a “indisciplina” aqui queira dizer algo a respeito de uma desobediência, uma resistência, ou ainda um desvio, por assim dizer, dessas formas narrativas, discursivas, políticas e estéticas hegemônicas que apenas reproduzem ad infinitum as relações de poder no interior da cidade neoliberal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora em grande medida esta seja uma publicação de cunho acadêmico, os leitores logo perceberão que não nos atemos à linguagem visual costumeiramente desértica e pretensamente objetiva das revistas tradicionais nesse campo. A linguagem visual aqui desenvolvida juntamente dos bolsistas/designers do Grupo Indisciplinar André Victor, Nuno Neves e Octavio Mendes vai no sentido de subverter essa lógica do pensamento como deserto de afetos visuais para inserir a imagem como dimensão integral das reflexões propostas, não somente representando o que dizem os textos verbais, mas efetivamente criando uma instância analítica híbrida a partir de um diálogo semiológico constante. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Por fim, nos parece pertinente uma palavrinha sobre as seções da revista. A primeira seção abre com o olhar indisciplinado de artistas e pesquisadores num ensaio de imagens; seguimos a partir daí para a seção “Entrevista”; passamos pelos artigos da temática central da revista, alcançamos os textos complementares aos artigos (ensaios breves, resenhas, relatos de experiência, etc.), e fechamos com uma exposição de alguns trabalhos, publicações, anúncios, etc. relativos ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Dizemos isso para dar uma satisfação àqueles que ainda se sentem mais seguros e operantes diante desta linearidade clássica, mas pessoalmente sugerimos uma leitura livre na ordem em que o acaso, ou o desejo, ou seus interesses pessoais apontarem. Divirtam-se. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;small&amp;gt;&#039;&#039;Endereço para contato: Escola de Arquitetura da UFMG, rua Paraíba, 697, sala 400. CEP 30130-141. Telefones: (31) 3409 8834/ 3409 8835 ou 3409 8845&#039;&#039;&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;ISSN: 2525-3263&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Editora Fluxos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Facebook3.png | 50px | link=https://www.facebook.com/revistaindisciplinar/]]&lt;br /&gt;
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[[Arquivo:Latindex.png | 100px | link=https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=28183]]&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Projeto_Geopol%C3%ADtica_e_Cidades&amp;diff=3508</id>
		<title>Projeto Geopolítica e Cidades</title>
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		<updated>2020-06-13T22:48:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Participantes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:geopolitica_cidades_cortado.png| 600px ]] &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
= O projeto =&lt;br /&gt;
Este projeto pretende criar um amplo diálogo e um campo de atuação junto ao Projeto Brasil criado entre 2014 e 2015 a partir de encontros de movimentos sociais de escala nacional como o MST e o Via Capesina. A necessidade de expandir os estudos e as estratégias de atuação em busca de mais direitos no Brasil levou a criação deste projeto articulado com muitos movimentos sociais e instituições, e consequentemente, gerou diversos GTs. Em 2016 a rede constituída inicialmente para o debate se ampliou e foi realizado um encontro entre os dias 14 e 15 de outubro, criando assim diversos GTs de porte nacional para avançar no trabalho de organização do Projeto Brasil. O GT de Reforma Urbana é coordenado por Ermínia Maricato e Karina Leitão, professoras da USP e coordenadoras do LabHab. Este projeto de extensão pretende realizar inúmeras atividades extensionistas junto aos movimentos sociais e organizações vinculados à Frente Brasil Popular (como MST, Levante, MAB, Via Campesina, Renap) que estão associadas ao Projeto Brasil, para debater e ampliar o campo de discussão sobre as relações contemporâneas entre territórios nacionais envolvidos em processos de globalização e programas e projetos constitutivos de novas políticas públicas, auxiliando na atuação dos movimentos junto às lutas por mais direitos sociais. Propõe-se a realização de palestras, fóruns de debate, produção de material didático, vídeos, que possam colaborar com uma agenda programática rurubana (atuando tanto no rural quanto nas cidades e nos territórios de fronteira entre ambos). As políticas envolvendo a reforma urbana nos alerta para a necessidade de iniciar um novo ciclo de discussões para estabelecimento de diretrizes e de referências para construção de agenda ampla, plural, que colabore com a formação de plataformas e de programas nacionais de maneira estratégica. A melhoria das condições de vida de toda população dentro de um modelo desenvolvimento econômico e social, levando em consideração a urgência na distribuição de direitos urbanos, sociais e coletivos, que estejam em sintonia tanto com a premissa do direito à cidade, quanto do direito à terra e aos meios de produção, que possam trazer um compartilhamento justo das riquezas e da renda no Brasil é o objetivo principal do Projeto Brasil. Portanto, pretende-se criar um campo transversal de debate entre este projeto e o GT de Reforma Urbana que pertence ao Projeto Brasil. Também pretende-se abrir um campo ampliado para pensar as cidades brasileiras em diálogo com outros GTs do Projeto Brasil como os GTs: o Soberania nacional, Relações Internacionais e Integração. Neste sentido, conhecer as agendas dos processos de globalização e as estruturas institucionais criadas para que projetos de interesses transnacionais sejam sobrepostos às reais necessidades de cada região brasileira, faz-se fundamental num primeiro momento. Mas também discutir e divulgar esses processos é importante para a formação de grupos para pensar e apontar pautas para uma nova agenda rururbana. A formulação inicial foi uma iniciativa dos quadros da Frente Brasil Popular e está sendo gestada sobretudo por um grupo coordenado pela urbanista Ermínia Maricato, professora Titular Aposentada da USP em diálogo com o Levante Popular da Juventude e outras frentes e entidades populares. Trata-se, destacam suas coordejadoras, de uma construção social que visa incidir na conjuntura, mas também uma mobilização de médio e longo prazo: “É urgente elaborar, por meio de uma construção social, um projeto para as cidades do Brasil, no médio e longo prazo, tendo como parâmetros a justiça espacial, intraurbana e regional; a sustentabilidade social, econômica e ambiental; o combate a toda sorte de desigualdade — social, racial e de gênero —, o respeito à diversidade geográfica e cultural, além do controle social e o respeito aos recursos públicos”, ver texto completo: http://web.observatoriodasmetropoles.net/index.php?option=com_k2&amp;amp;view=item&amp;amp;id=2097%3A&amp;amp;lang= &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Participantes = &lt;br /&gt;
* Coordenação: Natacha Rena&lt;br /&gt;
* Danilo Caporalli&lt;br /&gt;
* Henrique Porto&lt;br /&gt;
* Maíra Ramirez&lt;br /&gt;
* Marcelo Maia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Conexões externas =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Facebook: [https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Cidades-188051388470360/ Geopolítica e Cidades]&lt;br /&gt;
* Projeto de extensão no SIEX/UFMG: [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarEquipe.do?id=49271 Geopolítica e Cidades]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3507</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3507"/>
		<updated>2020-06-13T22:41:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Construção de uma Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.projetobrumadinho.ufmg.br/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ajuste urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza), e coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP, pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Resultado/ Livro/ Relatório: Livro Cidade Estado-capital&lt;br /&gt;
https://observasp.files.wordpress.com/2018/04/cidadestadocapital_virt_low.pdf&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://programadesejaca.wordpress.com/programa/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Desejaca/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Projeto_Cartografia_das_Lutas&amp;diff=3417</id>
		<title>Projeto Cartografia das Lutas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Projeto_Cartografia_das_Lutas&amp;diff=3417"/>
		<updated>2020-05-09T22:21:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Conexões externas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:lutas_territoriais.png| 600px]] &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O projeto =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto visa promover mapas, plataformas, encontros, debates, reflexão, exposição, tendo como ponto de confluência as lutas territoriais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentação e justificativa:&lt;br /&gt;
As atividades deste projeto tiveram início em 2014, com a realização de atividades junto ao projeto &amp;quot;Multitude&amp;quot; , evento de arte contemporânea realizado no SESC Pompeia em SP, formado por encontros, debates, exposição, performances, apresentações cênicas e produção crítica, e que teve como ponto de confluência o embate com o termo multidão e a observação do surgimento de uma série de obras e projetos que se relacionam com a produção dos commons urbanos em vários aspectos, seja de formato mais conceitual ou como reflexo de um contexto específico. Assim, ao longo desses anos, o projeto CARTOGRAFIA DAS LUTAS junto a outros projetos de extensão compõem as ações do Programa IND.LAB, vinculado ao INDISCIPLINAR, e vem se redesenhando de acordo com os acontecimentos envolvendo as lutas urbanas. O projeto vem propondo incorporar práticas coletivas para a condução dos eventos, em uma abordagem formal e de conteúdo, visando promover a produção de mapas, plataformas, encontros, debates, reflexão, exposição, tendo como ponto de confluência as lutas territoriais. Além dos eventos já mencionados, vale citar outros, organizados pela equipe do Cartografia das lutas: &amp;quot;Cartografias Biopotentes&amp;quot; no VAC de 2014 com workshops e palestras; &amp;quot;Cartografia do Comum&amp;quot; no espaço do Conhecimento da UFMG em 2014; &amp;quot;Tecnopolíticas do Comum&amp;quot; no Cidade Eletronika em 2015; Seminário Internacional denominado &amp;quot;Multiplicidades&amp;quot; em 2014; Evento &amp;quot;Comum-Público&amp;quot; no VAC 2018; a &amp;quot;Mostra 68 e depois&amp;quot; em maio/junho de 2018. Também vinculada a este projeto de extensão, realizamos um projeto de pesquisa do CNPQ/ MINC denominado &amp;quot;CARTOGRAFIAS EMERGENTES. Este projeto gerou uma série de interfaces com disciplinas e outros grupos de pesquisa e coletivos de arte e partiu do princípio de que a cultura também está relacionada a seus diversos campos teóricos imbricando cultura e natureza, cultura e civilização, cultura erudita e cultura popular, a lógica cultural do capitalismo tardio, cultura na era do capitalismo cognitivo, cultura e mercado, cidades criativas, cultura e território, cultura e resistência positiva, cultura e biopolítica, ativismo cultural, artes e artesanias, tecnologia social, criação e resistência. Desde 2018, o CARTOGRAFIA DAS LUTAS se articula com uma pesquisa realizada em rede com vários grupos do Brasil, coordenada pelo LabCidade/ USP: &amp;quot;Territórios populares: reestruturação urbana&amp;quot;, cujo objetivo é a investigação sobre os efeitos das políticas de financeirização na reestruturação do espaço urbano. A equipe da extensão, juntamente com os alunos de 2 disciplinas tipo UNI009, desenvolveram instrumentos para a realização de cartografias coletivas (linhas do tempo interativas, jogos, mapas coletivos), que resultaram em videos documentários e a realização de uma roda de conversa no Centro Cultural da UFMG. A continuidade desse processo se dará agora por meio de uma 3a disciplina, desta vez na modalidade Formação Transversal, cujo objetivo será a montagem de uma exposição no início de 2020, e que já conta com o apoio da equipe do VAC 2020. Também no 2o semestre de 2019, se inicia uma frente de ação nas Ocupações Urbanas da região da Izidora. Outros dois projetos estão diretamente relacionados a este: projeto de extensão denominado Plataforma Urbanismo Biopolítico &amp;lt;http://pub.indisciplinar.com/&amp;gt; ; projeto de pesquisa Territórios Populares &amp;lt;http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Também é importante destacar a atividade da &amp;quot;Mostra e Seminário de cinema 68 e Depois&amp;quot;, realizada em comemoração ao aniversário de 50 anos de Maio de 1968 junto à Fundação Clóvis Salgado, por meio da Gerência de Cinema, que aconteceu entre 30 de maio a 3 de junho de 2018 no Palácio das Artes. Mais informações no blog: https://68edepois.cartografia.org/&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Objetivos gerais:&lt;br /&gt;
Desenvolver um projeto acadêmico e de investigação conceitual, teórica e prática tendo como ponto de confluência o embate com o termo Multidão. A idéia deste projeto é envolver a sociedade como um todo para ampliar a produção do conhecimento sobre o comum urbano e as práticas artísticas que potencialização a geração de zonas autônomas temporárias e espaços autogestionados, processos de urbanismo performativo, urbanismo tático, estratégicas que adotem o sistema p2p como princípio fundamental.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Objetivos específicos:&lt;br /&gt;
Promover encontros e debates, reflexão, exposição, livros, artigos científicos; seminários e palestras; produção de obras artísticas e culturais envolvendo tecnologias e suportes múltiplos. Desenvolver glossários e textos teóricos e gerar material acadêmico envolvendo as pesquisas do Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Ampliar as ações do grupo de pesquisa para outras metrópoles brasileiras e iberoamericanas agregando novos pesquisadores e novos processos de cartografia que envolvema produção do comum, as lutas territoriais e a cultura em seu sentido ampliado.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Metodologia:&lt;br /&gt;
A metodologia do projeto é diversificada porque cada ação (Exposição, seminário, mapeamento e cartografia coletiva, palestras, artigos, escrita de livros) terá um conjunto de estratégia que irá depender do momento e dos atores envolvidos. Oficinas e workshops para capacitar alguns integrantes do processo irão acontecer de forma condensada em uma semana de imersão. Todo o processo envolve produção de artigos e textos a serem publicados em revistas nacionais e internacionais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Forma de avaliação da ação de Extensão:&lt;br /&gt;
Avaliação qualitativa e quantitativa. Número de público frequentando os eventos (acadêmicos e culturais) e também entrevistas com os participantes diretos como palestrantes, artistas, militantes, ativistas, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico do projeto: &lt;br /&gt;
As atividades deste projeto início com as atividades junto ao projeto &amp;quot;Multitude&amp;quot; que foi um acontecimento de arte contemporânea realizado no SESC Pompeia em SP em 2014 e que foi formado por encontros, debates, exposição, performances, apresentações cênicas e produção crítica, tendo como ponto de confluência o embate com o termo multidão, no qual participamos de workshops e exposição envolvendo o projeto Mapping The Commons que é um projeto internacional junto ao qual já realizamos alguns workshops em Belo Horizonte e São Paulo. Partimos da observação de que nos últimos anos vêm surgindo uma série de obras e projetos que se relacionam com a produção dos commons urbanos em vários aspectos, de forma mais conceitual ou como reflexo de um contexto específico. O projeto vem reunindo cartografia da produção tanto de obras artísticas quanto de movimentos sociais militantes e ativistas em torno de um recorte temático, pautado pela discussão dos termos multidão e produção do comum nos campos filosóficos, sociológicos e políticos, propondo incorporar práticas multitudinárias para a condução dos eventos, em uma abordagem tanto de forma quanto de conteúdo. Este projeto faz parte de uma série de projetos que compõem as ações do Grupo de Pesquisa INDISCIPLINAR e vem se redesenhando de acordo com os acontecimentos envolvendo as lutas urbanas nos últimos anos. Além do Mapping The Commons, já desenvolvemos também os eventos: &amp;quot;Cartografias Biopotentes&amp;quot; no VAC de 2014 (http://blog.indisciplinar.com/eventos-2014/cartografias-biopotentes-verao-arte-contemporanea-2014/) com workshops e palestras; &amp;quot;Cartografia do Comum&amp;quot; (http://blog.indisciplinar.com/eventos-2014/cartografias-do-comum/) no espaço do Conhecimento da UFMG em 2014; &amp;quot;Tecnopolíticas do Comum&amp;quot; no Cidade Eletronika em 2015, além de termos iniciado o trabalho de investigação e atuação junto às lutas urbanas no evento artístico &amp;quot;Ativismo Urbano&amp;quot; em 2012 (http://blog.indisciplinar.com/cidade-eletronika-2012-origem-do-indisciplinar/) que deu origem ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Outra atividade importante realizada no contexto deste projeto foi o Seminário Internacional denominado &amp;quot;Multiplicidades&amp;quot; (http://blog.indisciplinar.com/847/) em 2014, através do qual desenhamos o projeto para o nosso atual INCT denominado &amp;quot;Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais&amp;quot;. Também vinculada a este projeto de extensão, realizamos um projeto de pesquisa do CNPQ/ MINC denominado &amp;quot;CARTOGRAFIAS EMERGENTES. A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte&amp;quot; que teve interface direta com o desenvolvimentos do Mapeamento do Comum em Belo Horizonte e em São Paulo. Este projeto gerou uma série de interfaces com disciplinas e outros grupos de pesquisa e coletivos de arte e partiu do princípio de que a cultura também está relacionada a seus diversos campos teóricos imbricando cultura e natureza, cultura e civilização, cultura erudita e cultura popular, a lógica cultural do capitalismo tardio, cultura na era do capitalismo cognitivo, cultura e mercado, cidades criativas, cultura e território, cultura e resistência positiva, cultura e biopolítica, ativismo cultural, artes e artesanias, tecnologia social, criação e resistência. Muitas ações foram realizadas junto a outros projetos de pesquisa e extensão aprovados com bolsistas do Proex e do Prpq como o Cartografias Emergentes. O mapa colaborativo está aberto à novos relatos: https://culturabh.crowdmap.com/main e o resultado final da pesquisa: https://drive.google.com/…/0B7X1-JNexXRaU3pJOVdaRUhLR0U/view Inicia-se um novo ciclo deste projeto de extensão envolvendo diretamente a Cartografia das Lutas Territoriais que também é realizado com o LabCidade/ USP. Aglutina-se neste projeto outras parcerias para investigação das lutas: https://www.facebook.com/Lutas-Territoriais-156594840701028&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Participantes =&lt;br /&gt;
* Coordenação: Marcela Brandão&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Natacha Rena&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Ex-participantes =&lt;br /&gt;
* Coordenação: Natacha Rena&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Lucas Bambozzi&lt;br /&gt;
* Paula Berquo&lt;br /&gt;
* Luiza Magalhães&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Conexões externas =&lt;br /&gt;
* Blog: [http://lutasterritoriais.indisciplinar.com/ Lutas territoriais]&lt;br /&gt;
* Facebook: [https://www.facebook.com/Cartografia-das-Lutas-162965864541512/ Cartografia das Lutas]&lt;br /&gt;
* Projeto de extensão no SIEX/UFMG: [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=46845 Cartografia das Lutas]&lt;br /&gt;
* Blogs de projetos vinculados: &lt;br /&gt;
[https://68edepois.cartografia.org/ Mosta e Seminário 68eDepois]&lt;br /&gt;
[http://pub.indisciplinar.com/ Plataforma Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
[http://territoriospopulares.indisciplinar.com/  Territórios Populares]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Projeto_Cartografia_das_Lutas&amp;diff=3416</id>
		<title>Projeto Cartografia das Lutas</title>
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		<updated>2020-05-09T22:19:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Conexões externas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:lutas_territoriais.png| 600px]] &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O projeto =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto visa promover mapas, plataformas, encontros, debates, reflexão, exposição, tendo como ponto de confluência as lutas territoriais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentação e justificativa:&lt;br /&gt;
As atividades deste projeto tiveram início em 2014, com a realização de atividades junto ao projeto &amp;quot;Multitude&amp;quot; , evento de arte contemporânea realizado no SESC Pompeia em SP, formado por encontros, debates, exposição, performances, apresentações cênicas e produção crítica, e que teve como ponto de confluência o embate com o termo multidão e a observação do surgimento de uma série de obras e projetos que se relacionam com a produção dos commons urbanos em vários aspectos, seja de formato mais conceitual ou como reflexo de um contexto específico. Assim, ao longo desses anos, o projeto CARTOGRAFIA DAS LUTAS junto a outros projetos de extensão compõem as ações do Programa IND.LAB, vinculado ao INDISCIPLINAR, e vem se redesenhando de acordo com os acontecimentos envolvendo as lutas urbanas. O projeto vem propondo incorporar práticas coletivas para a condução dos eventos, em uma abordagem formal e de conteúdo, visando promover a produção de mapas, plataformas, encontros, debates, reflexão, exposição, tendo como ponto de confluência as lutas territoriais. Além dos eventos já mencionados, vale citar outros, organizados pela equipe do Cartografia das lutas: &amp;quot;Cartografias Biopotentes&amp;quot; no VAC de 2014 com workshops e palestras; &amp;quot;Cartografia do Comum&amp;quot; no espaço do Conhecimento da UFMG em 2014; &amp;quot;Tecnopolíticas do Comum&amp;quot; no Cidade Eletronika em 2015; Seminário Internacional denominado &amp;quot;Multiplicidades&amp;quot; em 2014; Evento &amp;quot;Comum-Público&amp;quot; no VAC 2018; a &amp;quot;Mostra 68 e depois&amp;quot; em maio/junho de 2018. Também vinculada a este projeto de extensão, realizamos um projeto de pesquisa do CNPQ/ MINC denominado &amp;quot;CARTOGRAFIAS EMERGENTES. Este projeto gerou uma série de interfaces com disciplinas e outros grupos de pesquisa e coletivos de arte e partiu do princípio de que a cultura também está relacionada a seus diversos campos teóricos imbricando cultura e natureza, cultura e civilização, cultura erudita e cultura popular, a lógica cultural do capitalismo tardio, cultura na era do capitalismo cognitivo, cultura e mercado, cidades criativas, cultura e território, cultura e resistência positiva, cultura e biopolítica, ativismo cultural, artes e artesanias, tecnologia social, criação e resistência. Desde 2018, o CARTOGRAFIA DAS LUTAS se articula com uma pesquisa realizada em rede com vários grupos do Brasil, coordenada pelo LabCidade/ USP: &amp;quot;Territórios populares: reestruturação urbana&amp;quot;, cujo objetivo é a investigação sobre os efeitos das políticas de financeirização na reestruturação do espaço urbano. A equipe da extensão, juntamente com os alunos de 2 disciplinas tipo UNI009, desenvolveram instrumentos para a realização de cartografias coletivas (linhas do tempo interativas, jogos, mapas coletivos), que resultaram em videos documentários e a realização de uma roda de conversa no Centro Cultural da UFMG. A continuidade desse processo se dará agora por meio de uma 3a disciplina, desta vez na modalidade Formação Transversal, cujo objetivo será a montagem de uma exposição no início de 2020, e que já conta com o apoio da equipe do VAC 2020. Também no 2o semestre de 2019, se inicia uma frente de ação nas Ocupações Urbanas da região da Izidora. Outros dois projetos estão diretamente relacionados a este: projeto de extensão denominado Plataforma Urbanismo Biopolítico &amp;lt;http://pub.indisciplinar.com/&amp;gt; ; projeto de pesquisa Territórios Populares &amp;lt;http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Também é importante destacar a atividade da &amp;quot;Mostra e Seminário de cinema 68 e Depois&amp;quot;, realizada em comemoração ao aniversário de 50 anos de Maio de 1968 junto à Fundação Clóvis Salgado, por meio da Gerência de Cinema, que aconteceu entre 30 de maio a 3 de junho de 2018 no Palácio das Artes. Mais informações no blog: https://68edepois.cartografia.org/&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Objetivos gerais:&lt;br /&gt;
Desenvolver um projeto acadêmico e de investigação conceitual, teórica e prática tendo como ponto de confluência o embate com o termo Multidão. A idéia deste projeto é envolver a sociedade como um todo para ampliar a produção do conhecimento sobre o comum urbano e as práticas artísticas que potencialização a geração de zonas autônomas temporárias e espaços autogestionados, processos de urbanismo performativo, urbanismo tático, estratégicas que adotem o sistema p2p como princípio fundamental.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Objetivos específicos:&lt;br /&gt;
Promover encontros e debates, reflexão, exposição, livros, artigos científicos; seminários e palestras; produção de obras artísticas e culturais envolvendo tecnologias e suportes múltiplos. Desenvolver glossários e textos teóricos e gerar material acadêmico envolvendo as pesquisas do Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Ampliar as ações do grupo de pesquisa para outras metrópoles brasileiras e iberoamericanas agregando novos pesquisadores e novos processos de cartografia que envolvema produção do comum, as lutas territoriais e a cultura em seu sentido ampliado.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Metodologia:&lt;br /&gt;
A metodologia do projeto é diversificada porque cada ação (Exposição, seminário, mapeamento e cartografia coletiva, palestras, artigos, escrita de livros) terá um conjunto de estratégia que irá depender do momento e dos atores envolvidos. Oficinas e workshops para capacitar alguns integrantes do processo irão acontecer de forma condensada em uma semana de imersão. Todo o processo envolve produção de artigos e textos a serem publicados em revistas nacionais e internacionais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Forma de avaliação da ação de Extensão:&lt;br /&gt;
Avaliação qualitativa e quantitativa. Número de público frequentando os eventos (acadêmicos e culturais) e também entrevistas com os participantes diretos como palestrantes, artistas, militantes, ativistas, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico do projeto: &lt;br /&gt;
As atividades deste projeto início com as atividades junto ao projeto &amp;quot;Multitude&amp;quot; que foi um acontecimento de arte contemporânea realizado no SESC Pompeia em SP em 2014 e que foi formado por encontros, debates, exposição, performances, apresentações cênicas e produção crítica, tendo como ponto de confluência o embate com o termo multidão, no qual participamos de workshops e exposição envolvendo o projeto Mapping The Commons que é um projeto internacional junto ao qual já realizamos alguns workshops em Belo Horizonte e São Paulo. Partimos da observação de que nos últimos anos vêm surgindo uma série de obras e projetos que se relacionam com a produção dos commons urbanos em vários aspectos, de forma mais conceitual ou como reflexo de um contexto específico. O projeto vem reunindo cartografia da produção tanto de obras artísticas quanto de movimentos sociais militantes e ativistas em torno de um recorte temático, pautado pela discussão dos termos multidão e produção do comum nos campos filosóficos, sociológicos e políticos, propondo incorporar práticas multitudinárias para a condução dos eventos, em uma abordagem tanto de forma quanto de conteúdo. Este projeto faz parte de uma série de projetos que compõem as ações do Grupo de Pesquisa INDISCIPLINAR e vem se redesenhando de acordo com os acontecimentos envolvendo as lutas urbanas nos últimos anos. Além do Mapping The Commons, já desenvolvemos também os eventos: &amp;quot;Cartografias Biopotentes&amp;quot; no VAC de 2014 (http://blog.indisciplinar.com/eventos-2014/cartografias-biopotentes-verao-arte-contemporanea-2014/) com workshops e palestras; &amp;quot;Cartografia do Comum&amp;quot; (http://blog.indisciplinar.com/eventos-2014/cartografias-do-comum/) no espaço do Conhecimento da UFMG em 2014; &amp;quot;Tecnopolíticas do Comum&amp;quot; no Cidade Eletronika em 2015, além de termos iniciado o trabalho de investigação e atuação junto às lutas urbanas no evento artístico &amp;quot;Ativismo Urbano&amp;quot; em 2012 (http://blog.indisciplinar.com/cidade-eletronika-2012-origem-do-indisciplinar/) que deu origem ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Outra atividade importante realizada no contexto deste projeto foi o Seminário Internacional denominado &amp;quot;Multiplicidades&amp;quot; (http://blog.indisciplinar.com/847/) em 2014, através do qual desenhamos o projeto para o nosso atual INCT denominado &amp;quot;Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais&amp;quot;. Também vinculada a este projeto de extensão, realizamos um projeto de pesquisa do CNPQ/ MINC denominado &amp;quot;CARTOGRAFIAS EMERGENTES. A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte&amp;quot; que teve interface direta com o desenvolvimentos do Mapeamento do Comum em Belo Horizonte e em São Paulo. Este projeto gerou uma série de interfaces com disciplinas e outros grupos de pesquisa e coletivos de arte e partiu do princípio de que a cultura também está relacionada a seus diversos campos teóricos imbricando cultura e natureza, cultura e civilização, cultura erudita e cultura popular, a lógica cultural do capitalismo tardio, cultura na era do capitalismo cognitivo, cultura e mercado, cidades criativas, cultura e território, cultura e resistência positiva, cultura e biopolítica, ativismo cultural, artes e artesanias, tecnologia social, criação e resistência. Muitas ações foram realizadas junto a outros projetos de pesquisa e extensão aprovados com bolsistas do Proex e do Prpq como o Cartografias Emergentes. O mapa colaborativo está aberto à novos relatos: https://culturabh.crowdmap.com/main e o resultado final da pesquisa: https://drive.google.com/…/0B7X1-JNexXRaU3pJOVdaRUhLR0U/view Inicia-se um novo ciclo deste projeto de extensão envolvendo diretamente a Cartografia das Lutas Territoriais que também é realizado com o LabCidade/ USP. Aglutina-se neste projeto outras parcerias para investigação das lutas: https://www.facebook.com/Lutas-Territoriais-156594840701028&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Participantes =&lt;br /&gt;
* Coordenação: Marcela Brandão&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Natacha Rena&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Ex-participantes =&lt;br /&gt;
* Coordenação: Natacha Rena&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Lucas Bambozzi&lt;br /&gt;
* Paula Berquo&lt;br /&gt;
* Luiza Magalhães&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Conexões externas =&lt;br /&gt;
* Blog: [http://lutasterritoriais.indisciplinar.com/ Lutas territoriais]&lt;br /&gt;
* Facebook: [https://www.facebook.com/Cartografia-das-Lutas-162965864541512/ Cartografia das Lutas]&lt;br /&gt;
* Projeto de extensão no SIEX/UFMG: [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=46845 Cartografia das Lutas]&lt;br /&gt;
* Blogs de projetos vinculados: &lt;br /&gt;
[https://68edepois.cartografia.org/]&lt;br /&gt;
[http://pub.indisciplinar.com/]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<author><name>Natacha rena</name></author>
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		<title>Projeto Cartografia das Lutas</title>
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		<updated>2020-05-09T22:18:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Participantes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:lutas_territoriais.png| 600px]] &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O projeto =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto visa promover mapas, plataformas, encontros, debates, reflexão, exposição, tendo como ponto de confluência as lutas territoriais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentação e justificativa:&lt;br /&gt;
As atividades deste projeto tiveram início em 2014, com a realização de atividades junto ao projeto &amp;quot;Multitude&amp;quot; , evento de arte contemporânea realizado no SESC Pompeia em SP, formado por encontros, debates, exposição, performances, apresentações cênicas e produção crítica, e que teve como ponto de confluência o embate com o termo multidão e a observação do surgimento de uma série de obras e projetos que se relacionam com a produção dos commons urbanos em vários aspectos, seja de formato mais conceitual ou como reflexo de um contexto específico. Assim, ao longo desses anos, o projeto CARTOGRAFIA DAS LUTAS junto a outros projetos de extensão compõem as ações do Programa IND.LAB, vinculado ao INDISCIPLINAR, e vem se redesenhando de acordo com os acontecimentos envolvendo as lutas urbanas. O projeto vem propondo incorporar práticas coletivas para a condução dos eventos, em uma abordagem formal e de conteúdo, visando promover a produção de mapas, plataformas, encontros, debates, reflexão, exposição, tendo como ponto de confluência as lutas territoriais. Além dos eventos já mencionados, vale citar outros, organizados pela equipe do Cartografia das lutas: &amp;quot;Cartografias Biopotentes&amp;quot; no VAC de 2014 com workshops e palestras; &amp;quot;Cartografia do Comum&amp;quot; no espaço do Conhecimento da UFMG em 2014; &amp;quot;Tecnopolíticas do Comum&amp;quot; no Cidade Eletronika em 2015; Seminário Internacional denominado &amp;quot;Multiplicidades&amp;quot; em 2014; Evento &amp;quot;Comum-Público&amp;quot; no VAC 2018; a &amp;quot;Mostra 68 e depois&amp;quot; em maio/junho de 2018. Também vinculada a este projeto de extensão, realizamos um projeto de pesquisa do CNPQ/ MINC denominado &amp;quot;CARTOGRAFIAS EMERGENTES. Este projeto gerou uma série de interfaces com disciplinas e outros grupos de pesquisa e coletivos de arte e partiu do princípio de que a cultura também está relacionada a seus diversos campos teóricos imbricando cultura e natureza, cultura e civilização, cultura erudita e cultura popular, a lógica cultural do capitalismo tardio, cultura na era do capitalismo cognitivo, cultura e mercado, cidades criativas, cultura e território, cultura e resistência positiva, cultura e biopolítica, ativismo cultural, artes e artesanias, tecnologia social, criação e resistência. Desde 2018, o CARTOGRAFIA DAS LUTAS se articula com uma pesquisa realizada em rede com vários grupos do Brasil, coordenada pelo LabCidade/ USP: &amp;quot;Territórios populares: reestruturação urbana&amp;quot;, cujo objetivo é a investigação sobre os efeitos das políticas de financeirização na reestruturação do espaço urbano. A equipe da extensão, juntamente com os alunos de 2 disciplinas tipo UNI009, desenvolveram instrumentos para a realização de cartografias coletivas (linhas do tempo interativas, jogos, mapas coletivos), que resultaram em videos documentários e a realização de uma roda de conversa no Centro Cultural da UFMG. A continuidade desse processo se dará agora por meio de uma 3a disciplina, desta vez na modalidade Formação Transversal, cujo objetivo será a montagem de uma exposição no início de 2020, e que já conta com o apoio da equipe do VAC 2020. Também no 2o semestre de 2019, se inicia uma frente de ação nas Ocupações Urbanas da região da Izidora. Outros dois projetos estão diretamente relacionados a este: projeto de extensão denominado Plataforma Urbanismo Biopolítico &amp;lt;http://pub.indisciplinar.com/&amp;gt; ; projeto de pesquisa Territórios Populares &amp;lt;http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Também é importante destacar a atividade da &amp;quot;Mostra e Seminário de cinema 68 e Depois&amp;quot;, realizada em comemoração ao aniversário de 50 anos de Maio de 1968 junto à Fundação Clóvis Salgado, por meio da Gerência de Cinema, que aconteceu entre 30 de maio a 3 de junho de 2018 no Palácio das Artes. Mais informações no blog: https://68edepois.cartografia.org/&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Objetivos gerais:&lt;br /&gt;
Desenvolver um projeto acadêmico e de investigação conceitual, teórica e prática tendo como ponto de confluência o embate com o termo Multidão. A idéia deste projeto é envolver a sociedade como um todo para ampliar a produção do conhecimento sobre o comum urbano e as práticas artísticas que potencialização a geração de zonas autônomas temporárias e espaços autogestionados, processos de urbanismo performativo, urbanismo tático, estratégicas que adotem o sistema p2p como princípio fundamental.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Objetivos específicos:&lt;br /&gt;
Promover encontros e debates, reflexão, exposição, livros, artigos científicos; seminários e palestras; produção de obras artísticas e culturais envolvendo tecnologias e suportes múltiplos. Desenvolver glossários e textos teóricos e gerar material acadêmico envolvendo as pesquisas do Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Ampliar as ações do grupo de pesquisa para outras metrópoles brasileiras e iberoamericanas agregando novos pesquisadores e novos processos de cartografia que envolvema produção do comum, as lutas territoriais e a cultura em seu sentido ampliado.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Metodologia:&lt;br /&gt;
A metodologia do projeto é diversificada porque cada ação (Exposição, seminário, mapeamento e cartografia coletiva, palestras, artigos, escrita de livros) terá um conjunto de estratégia que irá depender do momento e dos atores envolvidos. Oficinas e workshops para capacitar alguns integrantes do processo irão acontecer de forma condensada em uma semana de imersão. Todo o processo envolve produção de artigos e textos a serem publicados em revistas nacionais e internacionais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Forma de avaliação da ação de Extensão:&lt;br /&gt;
Avaliação qualitativa e quantitativa. Número de público frequentando os eventos (acadêmicos e culturais) e também entrevistas com os participantes diretos como palestrantes, artistas, militantes, ativistas, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico do projeto: &lt;br /&gt;
As atividades deste projeto início com as atividades junto ao projeto &amp;quot;Multitude&amp;quot; que foi um acontecimento de arte contemporânea realizado no SESC Pompeia em SP em 2014 e que foi formado por encontros, debates, exposição, performances, apresentações cênicas e produção crítica, tendo como ponto de confluência o embate com o termo multidão, no qual participamos de workshops e exposição envolvendo o projeto Mapping The Commons que é um projeto internacional junto ao qual já realizamos alguns workshops em Belo Horizonte e São Paulo. Partimos da observação de que nos últimos anos vêm surgindo uma série de obras e projetos que se relacionam com a produção dos commons urbanos em vários aspectos, de forma mais conceitual ou como reflexo de um contexto específico. O projeto vem reunindo cartografia da produção tanto de obras artísticas quanto de movimentos sociais militantes e ativistas em torno de um recorte temático, pautado pela discussão dos termos multidão e produção do comum nos campos filosóficos, sociológicos e políticos, propondo incorporar práticas multitudinárias para a condução dos eventos, em uma abordagem tanto de forma quanto de conteúdo. Este projeto faz parte de uma série de projetos que compõem as ações do Grupo de Pesquisa INDISCIPLINAR e vem se redesenhando de acordo com os acontecimentos envolvendo as lutas urbanas nos últimos anos. Além do Mapping The Commons, já desenvolvemos também os eventos: &amp;quot;Cartografias Biopotentes&amp;quot; no VAC de 2014 (http://blog.indisciplinar.com/eventos-2014/cartografias-biopotentes-verao-arte-contemporanea-2014/) com workshops e palestras; &amp;quot;Cartografia do Comum&amp;quot; (http://blog.indisciplinar.com/eventos-2014/cartografias-do-comum/) no espaço do Conhecimento da UFMG em 2014; &amp;quot;Tecnopolíticas do Comum&amp;quot; no Cidade Eletronika em 2015, além de termos iniciado o trabalho de investigação e atuação junto às lutas urbanas no evento artístico &amp;quot;Ativismo Urbano&amp;quot; em 2012 (http://blog.indisciplinar.com/cidade-eletronika-2012-origem-do-indisciplinar/) que deu origem ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Outra atividade importante realizada no contexto deste projeto foi o Seminário Internacional denominado &amp;quot;Multiplicidades&amp;quot; (http://blog.indisciplinar.com/847/) em 2014, através do qual desenhamos o projeto para o nosso atual INCT denominado &amp;quot;Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais&amp;quot;. Também vinculada a este projeto de extensão, realizamos um projeto de pesquisa do CNPQ/ MINC denominado &amp;quot;CARTOGRAFIAS EMERGENTES. A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte&amp;quot; que teve interface direta com o desenvolvimentos do Mapeamento do Comum em Belo Horizonte e em São Paulo. Este projeto gerou uma série de interfaces com disciplinas e outros grupos de pesquisa e coletivos de arte e partiu do princípio de que a cultura também está relacionada a seus diversos campos teóricos imbricando cultura e natureza, cultura e civilização, cultura erudita e cultura popular, a lógica cultural do capitalismo tardio, cultura na era do capitalismo cognitivo, cultura e mercado, cidades criativas, cultura e território, cultura e resistência positiva, cultura e biopolítica, ativismo cultural, artes e artesanias, tecnologia social, criação e resistência. Muitas ações foram realizadas junto a outros projetos de pesquisa e extensão aprovados com bolsistas do Proex e do Prpq como o Cartografias Emergentes. O mapa colaborativo está aberto à novos relatos: https://culturabh.crowdmap.com/main e o resultado final da pesquisa: https://drive.google.com/…/0B7X1-JNexXRaU3pJOVdaRUhLR0U/view Inicia-se um novo ciclo deste projeto de extensão envolvendo diretamente a Cartografia das Lutas Territoriais que também é realizado com o LabCidade/ USP. Aglutina-se neste projeto outras parcerias para investigação das lutas: https://www.facebook.com/Lutas-Territoriais-156594840701028&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Participantes =&lt;br /&gt;
* Coordenação: Marcela Brandão&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Natacha Rena&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Ex-participantes =&lt;br /&gt;
* Coordenação: Natacha Rena&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Lucas Bambozzi&lt;br /&gt;
* Paula Berquo&lt;br /&gt;
* Luiza Magalhães&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Conexões externas =&lt;br /&gt;
* Blog: [http://lutasterritoriais.indisciplinar.com/ Lutas territoriais]&lt;br /&gt;
* Facebook: [https://www.facebook.com/Cartografia-das-Lutas-162965864541512/ Cartografia das Lutas]&lt;br /&gt;
* Projeto de extensão no SIEX/UFMG: [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=46845 Cartografia das Lutas]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Projeto_Cartografia_das_Lutas&amp;diff=3414</id>
		<title>Projeto Cartografia das Lutas</title>
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		<updated>2020-05-09T22:17:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* O projeto */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:lutas_territoriais.png| 600px]] &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O projeto =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto visa promover mapas, plataformas, encontros, debates, reflexão, exposição, tendo como ponto de confluência as lutas territoriais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentação e justificativa:&lt;br /&gt;
As atividades deste projeto tiveram início em 2014, com a realização de atividades junto ao projeto &amp;quot;Multitude&amp;quot; , evento de arte contemporânea realizado no SESC Pompeia em SP, formado por encontros, debates, exposição, performances, apresentações cênicas e produção crítica, e que teve como ponto de confluência o embate com o termo multidão e a observação do surgimento de uma série de obras e projetos que se relacionam com a produção dos commons urbanos em vários aspectos, seja de formato mais conceitual ou como reflexo de um contexto específico. Assim, ao longo desses anos, o projeto CARTOGRAFIA DAS LUTAS junto a outros projetos de extensão compõem as ações do Programa IND.LAB, vinculado ao INDISCIPLINAR, e vem se redesenhando de acordo com os acontecimentos envolvendo as lutas urbanas. O projeto vem propondo incorporar práticas coletivas para a condução dos eventos, em uma abordagem formal e de conteúdo, visando promover a produção de mapas, plataformas, encontros, debates, reflexão, exposição, tendo como ponto de confluência as lutas territoriais. Além dos eventos já mencionados, vale citar outros, organizados pela equipe do Cartografia das lutas: &amp;quot;Cartografias Biopotentes&amp;quot; no VAC de 2014 com workshops e palestras; &amp;quot;Cartografia do Comum&amp;quot; no espaço do Conhecimento da UFMG em 2014; &amp;quot;Tecnopolíticas do Comum&amp;quot; no Cidade Eletronika em 2015; Seminário Internacional denominado &amp;quot;Multiplicidades&amp;quot; em 2014; Evento &amp;quot;Comum-Público&amp;quot; no VAC 2018; a &amp;quot;Mostra 68 e depois&amp;quot; em maio/junho de 2018. Também vinculada a este projeto de extensão, realizamos um projeto de pesquisa do CNPQ/ MINC denominado &amp;quot;CARTOGRAFIAS EMERGENTES. Este projeto gerou uma série de interfaces com disciplinas e outros grupos de pesquisa e coletivos de arte e partiu do princípio de que a cultura também está relacionada a seus diversos campos teóricos imbricando cultura e natureza, cultura e civilização, cultura erudita e cultura popular, a lógica cultural do capitalismo tardio, cultura na era do capitalismo cognitivo, cultura e mercado, cidades criativas, cultura e território, cultura e resistência positiva, cultura e biopolítica, ativismo cultural, artes e artesanias, tecnologia social, criação e resistência. Desde 2018, o CARTOGRAFIA DAS LUTAS se articula com uma pesquisa realizada em rede com vários grupos do Brasil, coordenada pelo LabCidade/ USP: &amp;quot;Territórios populares: reestruturação urbana&amp;quot;, cujo objetivo é a investigação sobre os efeitos das políticas de financeirização na reestruturação do espaço urbano. A equipe da extensão, juntamente com os alunos de 2 disciplinas tipo UNI009, desenvolveram instrumentos para a realização de cartografias coletivas (linhas do tempo interativas, jogos, mapas coletivos), que resultaram em videos documentários e a realização de uma roda de conversa no Centro Cultural da UFMG. A continuidade desse processo se dará agora por meio de uma 3a disciplina, desta vez na modalidade Formação Transversal, cujo objetivo será a montagem de uma exposição no início de 2020, e que já conta com o apoio da equipe do VAC 2020. Também no 2o semestre de 2019, se inicia uma frente de ação nas Ocupações Urbanas da região da Izidora. Outros dois projetos estão diretamente relacionados a este: projeto de extensão denominado Plataforma Urbanismo Biopolítico &amp;lt;http://pub.indisciplinar.com/&amp;gt; ; projeto de pesquisa Territórios Populares &amp;lt;http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Também é importante destacar a atividade da &amp;quot;Mostra e Seminário de cinema 68 e Depois&amp;quot;, realizada em comemoração ao aniversário de 50 anos de Maio de 1968 junto à Fundação Clóvis Salgado, por meio da Gerência de Cinema, que aconteceu entre 30 de maio a 3 de junho de 2018 no Palácio das Artes. Mais informações no blog: https://68edepois.cartografia.org/&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Objetivos gerais:&lt;br /&gt;
Desenvolver um projeto acadêmico e de investigação conceitual, teórica e prática tendo como ponto de confluência o embate com o termo Multidão. A idéia deste projeto é envolver a sociedade como um todo para ampliar a produção do conhecimento sobre o comum urbano e as práticas artísticas que potencialização a geração de zonas autônomas temporárias e espaços autogestionados, processos de urbanismo performativo, urbanismo tático, estratégicas que adotem o sistema p2p como princípio fundamental.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Objetivos específicos:&lt;br /&gt;
Promover encontros e debates, reflexão, exposição, livros, artigos científicos; seminários e palestras; produção de obras artísticas e culturais envolvendo tecnologias e suportes múltiplos. Desenvolver glossários e textos teóricos e gerar material acadêmico envolvendo as pesquisas do Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Ampliar as ações do grupo de pesquisa para outras metrópoles brasileiras e iberoamericanas agregando novos pesquisadores e novos processos de cartografia que envolvema produção do comum, as lutas territoriais e a cultura em seu sentido ampliado.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Metodologia:&lt;br /&gt;
A metodologia do projeto é diversificada porque cada ação (Exposição, seminário, mapeamento e cartografia coletiva, palestras, artigos, escrita de livros) terá um conjunto de estratégia que irá depender do momento e dos atores envolvidos. Oficinas e workshops para capacitar alguns integrantes do processo irão acontecer de forma condensada em uma semana de imersão. Todo o processo envolve produção de artigos e textos a serem publicados em revistas nacionais e internacionais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Forma de avaliação da ação de Extensão:&lt;br /&gt;
Avaliação qualitativa e quantitativa. Número de público frequentando os eventos (acadêmicos e culturais) e também entrevistas com os participantes diretos como palestrantes, artistas, militantes, ativistas, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico do projeto: &lt;br /&gt;
As atividades deste projeto início com as atividades junto ao projeto &amp;quot;Multitude&amp;quot; que foi um acontecimento de arte contemporânea realizado no SESC Pompeia em SP em 2014 e que foi formado por encontros, debates, exposição, performances, apresentações cênicas e produção crítica, tendo como ponto de confluência o embate com o termo multidão, no qual participamos de workshops e exposição envolvendo o projeto Mapping The Commons que é um projeto internacional junto ao qual já realizamos alguns workshops em Belo Horizonte e São Paulo. Partimos da observação de que nos últimos anos vêm surgindo uma série de obras e projetos que se relacionam com a produção dos commons urbanos em vários aspectos, de forma mais conceitual ou como reflexo de um contexto específico. O projeto vem reunindo cartografia da produção tanto de obras artísticas quanto de movimentos sociais militantes e ativistas em torno de um recorte temático, pautado pela discussão dos termos multidão e produção do comum nos campos filosóficos, sociológicos e políticos, propondo incorporar práticas multitudinárias para a condução dos eventos, em uma abordagem tanto de forma quanto de conteúdo. Este projeto faz parte de uma série de projetos que compõem as ações do Grupo de Pesquisa INDISCIPLINAR e vem se redesenhando de acordo com os acontecimentos envolvendo as lutas urbanas nos últimos anos. Além do Mapping The Commons, já desenvolvemos também os eventos: &amp;quot;Cartografias Biopotentes&amp;quot; no VAC de 2014 (http://blog.indisciplinar.com/eventos-2014/cartografias-biopotentes-verao-arte-contemporanea-2014/) com workshops e palestras; &amp;quot;Cartografia do Comum&amp;quot; (http://blog.indisciplinar.com/eventos-2014/cartografias-do-comum/) no espaço do Conhecimento da UFMG em 2014; &amp;quot;Tecnopolíticas do Comum&amp;quot; no Cidade Eletronika em 2015, além de termos iniciado o trabalho de investigação e atuação junto às lutas urbanas no evento artístico &amp;quot;Ativismo Urbano&amp;quot; em 2012 (http://blog.indisciplinar.com/cidade-eletronika-2012-origem-do-indisciplinar/) que deu origem ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Outra atividade importante realizada no contexto deste projeto foi o Seminário Internacional denominado &amp;quot;Multiplicidades&amp;quot; (http://blog.indisciplinar.com/847/) em 2014, através do qual desenhamos o projeto para o nosso atual INCT denominado &amp;quot;Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais&amp;quot;. Também vinculada a este projeto de extensão, realizamos um projeto de pesquisa do CNPQ/ MINC denominado &amp;quot;CARTOGRAFIAS EMERGENTES. A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte&amp;quot; que teve interface direta com o desenvolvimentos do Mapeamento do Comum em Belo Horizonte e em São Paulo. Este projeto gerou uma série de interfaces com disciplinas e outros grupos de pesquisa e coletivos de arte e partiu do princípio de que a cultura também está relacionada a seus diversos campos teóricos imbricando cultura e natureza, cultura e civilização, cultura erudita e cultura popular, a lógica cultural do capitalismo tardio, cultura na era do capitalismo cognitivo, cultura e mercado, cidades criativas, cultura e território, cultura e resistência positiva, cultura e biopolítica, ativismo cultural, artes e artesanias, tecnologia social, criação e resistência. Muitas ações foram realizadas junto a outros projetos de pesquisa e extensão aprovados com bolsistas do Proex e do Prpq como o Cartografias Emergentes. O mapa colaborativo está aberto à novos relatos: https://culturabh.crowdmap.com/main e o resultado final da pesquisa: https://drive.google.com/…/0B7X1-JNexXRaU3pJOVdaRUhLR0U/view Inicia-se um novo ciclo deste projeto de extensão envolvendo diretamente a Cartografia das Lutas Territoriais que também é realizado com o LabCidade/ USP. Aglutina-se neste projeto outras parcerias para investigação das lutas: https://www.facebook.com/Lutas-Territoriais-156594840701028&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Participantes =&lt;br /&gt;
* Coordenação: Marcela Brandão&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Ana Isabel de Sá&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Bernardo de Paula&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Junia Ferrari&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Marcelo Maia&lt;br /&gt;
* Luis Marques&lt;br /&gt;
* Marília Pimenta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Ex-participantes =&lt;br /&gt;
* Coordenação: Natacha Rena&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Lucas Bambozzi&lt;br /&gt;
* Paula Berquo&lt;br /&gt;
* Luiza Magalhães&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Conexões externas =&lt;br /&gt;
* Blog: [http://lutasterritoriais.indisciplinar.com/ Lutas territoriais]&lt;br /&gt;
* Facebook: [https://www.facebook.com/Cartografia-das-Lutas-162965864541512/ Cartografia das Lutas]&lt;br /&gt;
* Projeto de extensão no SIEX/UFMG: [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=46845 Cartografia das Lutas]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<author><name>Natacha rena</name></author>
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		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Projeto_Cartografia_das_Lutas&amp;diff=3413</id>
		<title>Projeto Cartografia das Lutas</title>
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		<updated>2020-05-09T22:16:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* O projeto */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:lutas_territoriais.png| 600px]] &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= O projeto =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto visa promover mapas, plataformas, encontros, debates, reflexão, exposição, tendo como ponto de confluência as lutas territoriais. &lt;br /&gt;
Outros dois projetos estão diretamente relacionados a este: o projeto de extensão denominado Plataforam Urbanismo Biopolítico &amp;lt;http://pub.indisciplinar.com/&amp;gt; e o projeto de pesquisa Territórios Populares &amp;lt;http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Também é importante destacar a atividade da &amp;quot;Mostra e Seminário de cinema 68 e Depois&amp;quot;, realizada em comemoração ao aniversário de 50 anos de Maio de 1968 junto à Fundação Clóvis Salgado, por meio da Gerência de Cinema, que aconteceu entre 30 de maio a 3 de junho de 2018 no Palácio das Artes. Mais informações no blog: https://68edepois.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentação e justificativa:&lt;br /&gt;
As atividades deste projeto tiveram início em 2014, com a realização de atividades junto ao projeto &amp;quot;Multitude&amp;quot; , evento de arte contemporânea realizado no SESC Pompeia em SP, formado por encontros, debates, exposição, performances, apresentações cênicas e produção crítica, e que teve como ponto de confluência o embate com o termo multidão e a observação do surgimento de uma série de obras e projetos que se relacionam com a produção dos commons urbanos em vários aspectos, seja de formato mais conceitual ou como reflexo de um contexto específico. Assim, ao longo desses anos, o projeto CARTOGRAFIA DAS LUTAS junto a outros projetos de extensão compõem as ações do Programa IND.LAB, vinculado ao INDISCIPLINAR, e vem se redesenhando de acordo com os acontecimentos envolvendo as lutas urbanas. O projeto vem propondo incorporar práticas coletivas para a condução dos eventos, em uma abordagem formal e de conteúdo, visando promover a produção de mapas, plataformas, encontros, debates, reflexão, exposição, tendo como ponto de confluência as lutas territoriais. Além dos eventos já mencionados, vale citar outros, organizados pela equipe do Cartografia das lutas: &amp;quot;Cartografias Biopotentes&amp;quot; no VAC de 2014 com workshops e palestras; &amp;quot;Cartografia do Comum&amp;quot; no espaço do Conhecimento da UFMG em 2014; &amp;quot;Tecnopolíticas do Comum&amp;quot; no Cidade Eletronika em 2015; Seminário Internacional denominado &amp;quot;Multiplicidades&amp;quot; em 2014; Evento &amp;quot;Comum-Público&amp;quot; no VAC 2018; a &amp;quot;Mostra 68 e depois&amp;quot; em maio/junho de 2018. Também vinculada a este projeto de extensão, realizamos um projeto de pesquisa do CNPQ/ MINC denominado &amp;quot;CARTOGRAFIAS EMERGENTES. Este projeto gerou uma série de interfaces com disciplinas e outros grupos de pesquisa e coletivos de arte e partiu do princípio de que a cultura também está relacionada a seus diversos campos teóricos imbricando cultura e natureza, cultura e civilização, cultura erudita e cultura popular, a lógica cultural do capitalismo tardio, cultura na era do capitalismo cognitivo, cultura e mercado, cidades criativas, cultura e território, cultura e resistência positiva, cultura e biopolítica, ativismo cultural, artes e artesanias, tecnologia social, criação e resistência. Desde 2018, o CARTOGRAFIA DAS LUTAS se articula com uma pesquisa realizada em rede com vários grupos do Brasil, coordenada pelo LabCidade/ USP: &amp;quot;Territórios populares: reestruturação urbana&amp;quot;, cujo objetivo é a investigação sobre os efeitos das políticas de financeirização na reestruturação do espaço urbano. A equipe da extensão, juntamente com os alunos de 2 disciplinas tipo UNI009, desenvolveram instrumentos para a realização de cartografias coletivas (linhas do tempo interativas, jogos, mapas coletivos), que resultaram em videos documentários e a realização de uma roda de conversa no Centro Cultural da UFMG. A continuidade desse processo se dará agora por meio de uma 3a disciplina, desta vez na modalidade Formação Transversal, cujo objetivo será a montagem de uma exposição no início de 2020, e que já conta com o apoio da equipe do VAC 2020. Também no 2o semestre de 2019, se inicia uma frente de ação nas Ocupações Urbanas da região da Izidora.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Objetivos gerais:&lt;br /&gt;
Desenvolver um projeto acadêmico e de investigação conceitual, teórica e prática tendo como ponto de confluência o embate com o termo Multidão. A idéia deste projeto é envolver a sociedade como um todo para ampliar a produção do conhecimento sobre o comum urbano e as práticas artísticas que potencialização a geração de zonas autônomas temporárias e espaços autogestionados, processos de urbanismo performativo, urbanismo tático, estratégicas que adotem o sistema p2p como princípio fundamental.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Objetivos específicos:&lt;br /&gt;
Promover encontros e debates, reflexão, exposição, livros, artigos científicos; seminários e palestras; produção de obras artísticas e culturais envolvendo tecnologias e suportes múltiplos. Desenvolver glossários e textos teóricos e gerar material acadêmico envolvendo as pesquisas do Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Ampliar as ações do grupo de pesquisa para outras metrópoles brasileiras e iberoamericanas agregando novos pesquisadores e novos processos de cartografia que envolvema produção do comum, as lutas territoriais e a cultura em seu sentido ampliado.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Metodologia:&lt;br /&gt;
A metodologia do projeto é diversificada porque cada ação (Exposição, seminário, mapeamento e cartografia coletiva, palestras, artigos, escrita de livros) terá um conjunto de estratégia que irá depender do momento e dos atores envolvidos. Oficinas e workshops para capacitar alguns integrantes do processo irão acontecer de forma condensada em uma semana de imersão. Todo o processo envolve produção de artigos e textos a serem publicados em revistas nacionais e internacionais.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Forma de avaliação da ação de Extensão:&lt;br /&gt;
Avaliação qualitativa e quantitativa. Número de público frequentando os eventos (acadêmicos e culturais) e também entrevistas com os participantes diretos como palestrantes, artistas, militantes, ativistas, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico do projeto: &lt;br /&gt;
As atividades deste projeto início com as atividades junto ao projeto &amp;quot;Multitude&amp;quot; que foi um acontecimento de arte contemporânea realizado no SESC Pompeia em SP em 2014 e que foi formado por encontros, debates, exposição, performances, apresentações cênicas e produção crítica, tendo como ponto de confluência o embate com o termo multidão, no qual participamos de workshops e exposição envolvendo o projeto Mapping The Commons que é um projeto internacional junto ao qual já realizamos alguns workshops em Belo Horizonte e São Paulo. Partimos da observação de que nos últimos anos vêm surgindo uma série de obras e projetos que se relacionam com a produção dos commons urbanos em vários aspectos, de forma mais conceitual ou como reflexo de um contexto específico. O projeto vem reunindo cartografia da produção tanto de obras artísticas quanto de movimentos sociais militantes e ativistas em torno de um recorte temático, pautado pela discussão dos termos multidão e produção do comum nos campos filosóficos, sociológicos e políticos, propondo incorporar práticas multitudinárias para a condução dos eventos, em uma abordagem tanto de forma quanto de conteúdo. Este projeto faz parte de uma série de projetos que compõem as ações do Grupo de Pesquisa INDISCIPLINAR e vem se redesenhando de acordo com os acontecimentos envolvendo as lutas urbanas nos últimos anos. Além do Mapping The Commons, já desenvolvemos também os eventos: &amp;quot;Cartografias Biopotentes&amp;quot; no VAC de 2014 (http://blog.indisciplinar.com/eventos-2014/cartografias-biopotentes-verao-arte-contemporanea-2014/) com workshops e palestras; &amp;quot;Cartografia do Comum&amp;quot; (http://blog.indisciplinar.com/eventos-2014/cartografias-do-comum/) no espaço do Conhecimento da UFMG em 2014; &amp;quot;Tecnopolíticas do Comum&amp;quot; no Cidade Eletronika em 2015, além de termos iniciado o trabalho de investigação e atuação junto às lutas urbanas no evento artístico &amp;quot;Ativismo Urbano&amp;quot; em 2012 (http://blog.indisciplinar.com/cidade-eletronika-2012-origem-do-indisciplinar/) que deu origem ao Grupo de Pesquisa Indisciplinar. Outra atividade importante realizada no contexto deste projeto foi o Seminário Internacional denominado &amp;quot;Multiplicidades&amp;quot; (http://blog.indisciplinar.com/847/) em 2014, através do qual desenhamos o projeto para o nosso atual INCT denominado &amp;quot;Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais&amp;quot;. Também vinculada a este projeto de extensão, realizamos um projeto de pesquisa do CNPQ/ MINC denominado &amp;quot;CARTOGRAFIAS EMERGENTES. A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte&amp;quot; que teve interface direta com o desenvolvimentos do Mapeamento do Comum em Belo Horizonte e em São Paulo. Este projeto gerou uma série de interfaces com disciplinas e outros grupos de pesquisa e coletivos de arte e partiu do princípio de que a cultura também está relacionada a seus diversos campos teóricos imbricando cultura e natureza, cultura e civilização, cultura erudita e cultura popular, a lógica cultural do capitalismo tardio, cultura na era do capitalismo cognitivo, cultura e mercado, cidades criativas, cultura e território, cultura e resistência positiva, cultura e biopolítica, ativismo cultural, artes e artesanias, tecnologia social, criação e resistência. Muitas ações foram realizadas junto a outros projetos de pesquisa e extensão aprovados com bolsistas do Proex e do Prpq como o Cartografias Emergentes. O mapa colaborativo está aberto à novos relatos: https://culturabh.crowdmap.com/main e o resultado final da pesquisa: https://drive.google.com/…/0B7X1-JNexXRaU3pJOVdaRUhLR0U/view Inicia-se um novo ciclo deste projeto de extensão envolvendo diretamente a Cartografia das Lutas Territoriais que também é realizado com o LabCidade/ USP. Aglutina-se neste projeto outras parcerias para investigação das lutas: https://www.facebook.com/Lutas-Territoriais-156594840701028&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Participantes =&lt;br /&gt;
* Coordenação: Marcela Brandão&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Ana Isabel de Sá&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Bernardo de Paula&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Junia Ferrari&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Marcelo Maia&lt;br /&gt;
* Luis Marques&lt;br /&gt;
* Marília Pimenta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Ex-participantes =&lt;br /&gt;
* Coordenação: Natacha Rena&lt;br /&gt;
* Co-coordenação: Lucas Bambozzi&lt;br /&gt;
* Paula Berquo&lt;br /&gt;
* Luiza Magalhães&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Conexões externas =&lt;br /&gt;
* Blog: [http://lutasterritoriais.indisciplinar.com/ Lutas territoriais]&lt;br /&gt;
* Facebook: [https://www.facebook.com/Cartografia-das-Lutas-162965864541512/ Cartografia das Lutas]&lt;br /&gt;
* Projeto de extensão no SIEX/UFMG: [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=46845 Cartografia das Lutas]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DISPLAYTITLE:&amp;lt;span style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;{{FULLPAGENAME}}&amp;lt;/span&amp;gt;}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
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		<title>Organograma</title>
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		<updated>2020-04-02T22:34:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Organograma e Linha do Tempo do Indisciplinar;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
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		<title>Organograma</title>
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		<updated>2020-04-02T22:33:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Organograma do Indisciplinar e Linha do Tempo;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
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		<title>Pesquisa</title>
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		<updated>2020-04-02T22:32:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Construção de uma Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ajuste urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza), e coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP, pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Resultado/ Livro/ Relatório: Livro Cidade Estado-capital&lt;br /&gt;
https://observasp.files.wordpress.com/2018/04/cidadestadocapital_virt_low.pdf&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://programadesejaca.wordpress.com/programa/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Desejaca/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3398</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3398"/>
		<updated>2020-04-02T22:32:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Cartografias Emergentes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Construção de uma Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ajuste urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza), e coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP, pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Resultado/ Livro/ Relatório: Livro Cidade Estado-capital&lt;br /&gt;
https://observasp.files.wordpress.com/2018/04/cidadestadocapital_virt_low.pdf&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://programadesejaca.wordpress.com/programa/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Desejaca/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3397</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3397"/>
		<updated>2020-04-02T22:31:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Cartografia das lutas territoriais */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Construção de uma Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ajuste urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza), e coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP, pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Resultado/ Livro/ Relatório: Livro Cidade Estado-capital&lt;br /&gt;
https://observasp.files.wordpress.com/2018/04/cidadestadocapital_virt_low.pdf&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://programadesejaca.wordpress.com/programa/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Desejaca/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3396</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3396"/>
		<updated>2020-04-02T22:31:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Construção de uma Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ajuste urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza), e coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP, pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Resultado/ Livro/ Relatório: Livro Cidade Estado-capital&lt;br /&gt;
https://observasp.files.wordpress.com/2018/04/cidadestadocapital_virt_low.pdf&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://programadesejaca.wordpress.com/programa/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Desejaca/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3395</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3395"/>
		<updated>2020-04-02T22:30:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Cartografias Emergentes */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Construção de uma Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ajuste urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza), e coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP, pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Resultado/ Livro/ Relatório: Livro Cidade Estado-capital&lt;br /&gt;
https://observasp.files.wordpress.com/2018/04/cidadestadocapital_virt_low.pdf&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://programadesejaca.wordpress.com/programa/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Desejaca/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3394</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3394"/>
		<updated>2020-04-02T22:30:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Construção de uma Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ajuste urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza), e coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP, pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Resultado/ Livro/ Relatório: Livro Cidade Estado-capital&lt;br /&gt;
https://observasp.files.wordpress.com/2018/04/cidadestadocapital_virt_low.pdf&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://programadesejaca.wordpress.com/programa/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Desejaca/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3393</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3393"/>
		<updated>2020-04-02T22:29:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Construção de uma Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ajuste urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza), e coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP, pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Resultado/ Livro/ Relatório: Livro Cidade Estado-capital&lt;br /&gt;
https://observasp.files.wordpress.com/2018/04/cidadestadocapital_virt_low.pdf&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://programadesejaca.wordpress.com/programa/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Desejaca/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3392</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3392"/>
		<updated>2020-04-02T22:28:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Construção de uma Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ajuste urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Este projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza), e coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP, pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://programadesejaca.wordpress.com/programa/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Desejaca/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3391</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3391"/>
		<updated>2020-04-02T22:27:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Construção de uma Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ajuste urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Esta pesquisa pretende robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://programadesejaca.wordpress.com/programa/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Desejaca/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3390</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3390"/>
		<updated>2020-04-02T22:26:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Construção de uma Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ajuste urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://programadesejaca.wordpress.com/programa/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Desejaca/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3389</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3389"/>
		<updated>2020-04-02T22:24:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Construção de uma Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ajuste urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3388</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3388"/>
		<updated>2020-04-02T22:23:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Construção de uma Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ?ajuste? urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3387</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3387"/>
		<updated>2020-04-02T22:22:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ?ajuste? urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3386</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3386"/>
		<updated>2020-04-02T22:22:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Geopolítica e Territórios */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de governança urbana e participação da sociedade civil, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma IndAtlas; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ?ajuste? urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3385</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3385"/>
		<updated>2020-04-02T22:21:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Geopolítica e Territórios */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de ?governança urbana? e ?participação da sociedade civil?, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma ?IndAtlas?; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: https://geopolitica.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Geopol%C3%ADtica-e-Territ%C3%B3rios-2031212543840045/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ?ajuste? urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3384</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3384"/>
		<updated>2020-04-02T22:19:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://opbh.cartografia.org/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/search/top/?q=cartografia%20do%20or%C3%A7amento%20participativo%20em%20belo%20horizonte&amp;amp;epa=SEARCH_BOX&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de ?governança urbana? e ?participação da sociedade civil?, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma ?IndAtlas?; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ?ajuste? urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3383</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3383"/>
		<updated>2020-04-02T22:16:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de ?governança urbana? e ?participação da sociedade civil?, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma ?IndAtlas?; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ?ajuste? urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://pub.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3382</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3382"/>
		<updated>2020-04-02T22:14:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de ?governança urbana? e ?participação da sociedade civil?, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma ?IndAtlas?; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para redistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ?ajuste? urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3381</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3381"/>
		<updated>2020-04-02T22:13:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de ?governança urbana? e ?participação da sociedade civil?, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma ?IndAtlas?; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / Marcelo Maia - Integrante / Clodoveu Augusto Davis Junior  - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / Ana Clara Mourão Moura - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não pararedistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ?ajuste? urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3380</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3380"/>
		<updated>2020-04-02T22:13:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de ?governança urbana? e ?participação da sociedade civil?, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma ?IndAtlas?; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / marcelo maia - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / ANA CLARA MOURÃO MOURA - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
OBS: os recursos da FAPEMIG não foram liberados e a pesquisa encontra-se inoperante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não pararedistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ?ajuste? urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3379</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3379"/>
		<updated>2020-04-02T22:12:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de ?governança urbana? e ?participação da sociedade civil?, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma ?IndAtlas?; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / marcelo maia - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / ANA CLARA MOURÃO MOURA - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, favelas e periferias constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da inclusão socioterritorial e da redistribuição da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar periferias no centro para além da presença de favelas e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença genérica e pouco compreendida de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a periferia nem mesmo as favelas como algo homogêneo oposto de forma dual ao centro, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não pararedistribuição e inclusão, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ?ajuste? urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos.&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / Marilia Pimenta - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / Patricia Azevedo - Integrante / Susan Oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
fanpage: https://www.facebook.com/Territ%C3%B3rios-Populares-Centro-Expandido-BH-395212114389024/&lt;br /&gt;
blog: http://territoriospopulares.indisciplinar.com/&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3378</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3378"/>
		<updated>2020-04-02T22:08:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de ?governança urbana? e ?participação da sociedade civil?, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma ?IndAtlas?; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / marcelo maia - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / ANA CLARA MOURÃO MOURA - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, ?favelas? e ?periferias? constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da ?inclusão socioterritorial? e da ?redistribuição? da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar ?periferias? no centro ? para além da presença de favelas ? e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença ? genérica e pouco compreendida ? de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a ?periferia? nem mesmo as ?favelas? como algo homogêneo oposto de forma dual ao ?centro?, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para ?redistribuição? e ?inclusão?, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ?ajuste? urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos..&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / marilia PIMENTA - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / patricia azevedo - Integrante / susan oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
fanpage:&lt;br /&gt;
blog:&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3377</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3377"/>
		<updated>2020-04-02T22:08:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 - atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de ?governança urbana? e ?participação da sociedade civil?, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma ?IndAtlas?; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018-atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / marcelo maia - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / ANA CLARA MOURÃO MOURA - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, ?favelas? e ?periferias? constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da ?inclusão socioterritorial? e da ?redistribuição? da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar ?periferias? no centro ? para além da presença de favelas ? e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença ? genérica e pouco compreendida ? de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a ?periferia? nem mesmo as ?favelas? como algo homogêneo oposto de forma dual ao ?centro?, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para ?redistribuição? e ?inclusão?, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ?ajuste? urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos..&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / marilia PIMENTA - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / patricia azevedo - Integrante / susan oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
fanpage:&lt;br /&gt;
blog:&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Programas_de_extens%C3%A3o&amp;diff=3376</id>
		<title>Programas de extensão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Programas_de_extens%C3%A3o&amp;diff=3376"/>
		<updated>2020-04-02T22:03:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Ind.Lab */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Ind.Lab==&lt;br /&gt;
[https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarPrograma.do?id=49270 PROGRAMA SIEX 49270]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarPrograma.do?id=49270 IND.LAB] é uma iniciativa vinculada ao Grupo de Pesquisa do CNPQ sediado na Escola de Arquitetura da UFMG denominado Indisciplinar (http://blog.indisciplinar.com) e desenvolve projetos de extensão associados à pesquisa gerando tecnologia social atuando em rede com diversos movimentos sociais. Os projetos extensionistas vinculados a este programa até o momento (agosto de 2017) eram: Cartografias Emergentes, Artesanias do Comum, Natureza Urbana, Compartilhamento e Distribuição do Comum, BH S/A. Um primeiro ciclo deste programa (2012, 2013, 2014) dedicou-se a trabalhar investigação e mobilização social para se opor a um grande projeto urbano viabilizado pelo instrumento urbanístico de Operação Urbana Consorciada – inicialmente denominado Nova BH – que configura, na verdade, uma extensa parceria público-privada. Ainda nesse primeiro ciclo, destaca-se a parceria entre o grupo Indisciplinar e o movimento Fica-Ficus, voltado a combater o extermínio de árvores centenárias em uma alameda tombada pelo patrimônio histórico e cultural na região central de Belo Horizonte, dando início ao envolvimento do grupo com as lutas pela Natureza Urbana. Neste primeiro momento, antes do surgimento do Programa INDLAB, estas ações citadas eram frentes de ação do Projeto Cartografias Emergentes que foi se desdobrando em outros projetos e que incitou à criação deste programa. O segundo ciclo (2015) de ações do Indisciplinar já possuía o programa INDLAB em ação com diversos projetos vinculados e envolveu a atuação do grupo em uma grande rede denominada Resiste Izidora. Ainda no ano de 2015, o grupo se envolveu mais profundamente em lutas ambientalistas – dando continuidade à trajetória iniciada com o Fica-Fícus. O envolvimento mais direto aconteceu com o movimento pelo Parque Jardim América. Este processo de trabalho levou o grupo a auxiliar na criação de uma rede ampla de luta pelo verde urbano denominada Rede Verde. Além disto, atuou-se junto ao novo processo da PBH de construção de uma nova operação urbana para substituir a Nova BH denominada ACLO. Além destas frentes de ação, os projetos vinculados ao INDLAB também atuaram junto aos movimentos culturais e sociais do centro da cidade, participando do Conselho Municipal da Zona Cultural e iniciando outras frentes de ação junto a movimentos como Auditoria Cidadã da Dívida investigando a empresa PBH Ativos. Atualmente muitas Frentes de Ação que faziam parte deste programa estão migrando para outros dois programas criados: Programa IndUrb e Programa Natureza Política, redistribuindo assim melhor as atividades sob coordenações diferentes e agrupadas por temáticas mais próximas já que o grupo de pesquisa Indisciplinar vem ganhando dimensão com novos projetos, participação de novos professores e também de novos pesquisadores de mestrado e doutorado, além de múltiplos parceiros. O novo ciclo deste programa (de agosto de 2016 em diante inclui dois projetos antigos que ganharam novos nomes: Cartografias das Lutas (que era denominado por Mapeando o Comum), Plataformas Tecnopolíticas (que era denominado Compartilhamento e Distribuição do Comum) e o novo projeto Geopolítica e Cidades. A partir de agora, teremos também como atividades importantes do IndLab a inclusão do blog de opinião InDebate (http://indebate.indisciplinar.com/) e um conjunto de seminários e eventos. Os projetos Cartografias Emergentes, Artesanias do Comum, Natureza Urbana migraram para o programa denominado Natureza Política, e as frentes de ação Izidora, PBHAtivos, OUC Aclo, Santa Tereza migraram para o novo programa IndUrb e compõem o Plataforma Urbanismo Biopolítico. Os novos projetos vinculados a este programa também fazem parte das ações do INCT TECNOPOLÍTICAS: Territórios Urbanos e Redes Digitais aprovado em 2016, o que nos levou a ampliar o leque de atividades e estabelecer novas parcerias com outros grupos de pesquisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Projetos&lt;br /&gt;
**[[Projeto Plataformas Tecnopolíticas | Plataformas Tecnopolíticas]]: Projeto - 402311 - [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=43683 PLATAFORMAS TECNOPOLÍTICAS]&lt;br /&gt;
**[[Projeto Cartografia das Lutas | Cartografia das Lutas]]: Projeto - 401964 - [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=46845 CARTOGRAFIA DAS LUTAS]&lt;br /&gt;
**[[Projeto Geopolítica e cidades | Geopolítica e cidades]]: Projeto - 402929 - [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=49271 GEOPOLÍTICA E CIDADES]&lt;br /&gt;
*Projetos:&lt;br /&gt;
**[[Projeto Plataforma Urbanismo Biopolítico|Plataforma Urbanismo Biopolítico]]: Projeto - 402594 - [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=44432 PLATAFORMA URBANISMO BIOPOLÍTICO]&lt;br /&gt;
**[[Projeto BH S/A|BH S/A]]: Projeto - 402679 - [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=47667 BH S/A]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Natureza Política==&lt;br /&gt;
[https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarPrograma.do?id=44242 PROGRAMA SIEX 44242]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarPrograma.do?id=44242 NATUREZA POLìTICA] pertence ao grupo de pesquisa INDISCIPLINAR, sediado na Escola de Arquitetura da UFMG, cujos integrantes são professores, pesquisadores, alunos de graduação e pos-graduação oriundos de diversos campos do conhecimento, que desenvolvem suas atividades buscando a articulação da teoria com a prática e o fortalecimento do tripé ensino-pesquisa e extensão. O programa foi criado em função da percepção que a temática ambiental estava presente em diversos projetos vinculados ao Programa de extensão IND.LAB, e que era preciso organizá-los em um mesmo eixo de investigação, para articular melhor suas interfaces e suas estratégias de ação. Desde 2016, os projetos de extensão “Artesanias do comum” e “Natureza Urbana” estão trabalhando juntos em uma mesma frente de ação, o Parque das Ocupações, uma área de preservação ambiental localizado nas fronteiras das ocupações urbanas autoconstruídas no Barreiro. A temática ambiental , presente em todas as frentes de ação do projeto “Natureza urbana” (Fica Ficus, Parque Jardim América, dentre outros), ao se juntar às questões sociais associadas à luta pela moradia , ganhou uma conotação política ampliada. Ao mesmo tempo, o projeto “Artesanias do Comum”, que já tinha em seus objetivos o reaproveitamento dos resíduos e a produção de tecnologia social numa esfera muito local, focada nas ocupações urbanas autoconstruídas localizadas na região do Barreiro e da Izidora, passa a incorporar questões regionais e a se conectar com outras lutas ambientais. Também a pauta feminista já vinha sendo incorporada à esse projeto, visto que nas ocupações citadas o papel das mulheres é determinante na produção daquele espaço, inclusive no que diz respeito à forma de se compartilhar e de se distribuir responsabilidades e cuidados, nas suas mais diferentes manifestações. Por outro lado, o projeto de extensão “ Cartografias emergentes” possui duas frentes de ação que se conectam aos projetos de extensão citados: &amp;quot;Feminismo e espaço&amp;quot; e &amp;quot; Cartografia do Rio Doce&amp;quot;. Pretende-se que a aproximação da frente &amp;quot;Feminismo e espaço&amp;quot; das ações feministas do projeto &amp;quot;Artesanias do Comum&amp;quot; possa fortalecer a discussão sobre uma “natureza” (não essencialista) feminina e feminista na produção política e democrática nas ocupações autoconstruídas. Com relação à segunda frente, ela constitui-se na investigação das práticas empresariais relativas ao desastre-crime desencadeado pelo rompimento da barragem em Mariana-MG. Ressalta-se neste contexto que é perceptível a configuração de um campo assimétrico de forças, que permite a influência dos discursos dominantes sobre a percepção dos acontecimentos e principalmente, propiciam o domínio empresarial sobre os encaminhamentos institucionais. A &amp;quot;Cartografia do Rio Doce&amp;quot; visa desarticular as estratégias corporativas de controle territorial e ainda, dar a ver discursos e movimentos invisibilizados, constituindo-se uma atuação contra-hegemônica. Essa frente de ação atua junto ao MAB - Movimento dos Atingidos por Barragens, dentre outros. Diante de tantas tangências, a coordenação do grupo de pesquisa Indisciplinar, junto com os coordenadores desses projetos, percebeu que associá-los sob um mesmo “guarda-chuva” será de grande valia para o fomento de todas as questões citadas (sociais, ambientais, políticas e econômicas) em suas diversas escalas de abordagem (local, regional, global). Importante ressaltar que partimos do entendimento que no capitalismo contemporâneo a extração da mais valia não acontece apenas por meio da exploração do trabalho, mas que, na sua versão rentista, ele se realiza também pelos processos de financeirização do território. Ao mesmo tempo, considerando que a dinâmica da urbanização se dá de maneira extensiva (MONTE-MOR), fica difícil separar a natureza e os bens comuns fora dessa dinâmica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Projetos:&lt;br /&gt;
**[[Projeto Cartografias Emergentes|Cartografias Emergentes]]: Projeto - 401860 - [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=44674 CARTOGRAFIAS EMERGENTES]&lt;br /&gt;
**[[Projeto Natureza Urbana|Natureza Urbana]]: Projeto - 402645 - [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=48944 NATUREZA URBANA]&lt;br /&gt;
**[[Projeto Artesanias do Comum|Artesanias do Comum]]: Projeto - 402050 - [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=48947 ARTESANIAS DO COMUM]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Memória=&lt;br /&gt;
* [[Memória do Indisciplinar#Extensão|Memória da extensão]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Programas_de_extens%C3%A3o&amp;diff=3375</id>
		<title>Programas de extensão</title>
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		<updated>2020-04-02T22:03:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Ind.Lab==&lt;br /&gt;
[https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarPrograma.do?id=49270 PROGRAMA SIEX 49270]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarPrograma.do?id=49270 IND.LAB] é uma iniciativa vinculada ao Grupo de Pesquisa do CNPQ sediado na Escola de Arquitetura da UFMG denominado Indisciplinar (http://blog.indisciplinar.com) e desenvolve projetos de extensão associados à pesquisa gerando tecnologia social atuando em rede com diversos movimentos sociais. Os projetos extensionistas vinculados a este programa até o momento (agosto de 2017) eram: Cartografias Emergentes, Artesanias do Comum, Natureza Urbana, Compartilhamento e Distribuição do Comum, BH S/A. Um primeiro ciclo deste programa (2012, 2013, 2014) dedicou-se a trabalhar investigação e mobilização social para se opor a um grande projeto urbano viabilizado pelo instrumento urbanístico de Operação Urbana Consorciada – inicialmente denominado Nova BH – que configura, na verdade, uma extensa parceria público-privada. Ainda nesse primeiro ciclo, destaca-se a parceria entre o grupo Indisciplinar e o movimento Fica-Ficus, voltado a combater o extermínio de árvores centenárias em uma alameda tombada pelo patrimônio histórico e cultural na região central de Belo Horizonte, dando início ao envolvimento do grupo com as lutas pela Natureza Urbana. Neste primeiro momento, antes do surgimento do Programa INDLAB, estas ações citadas eram frentes de ação do Projeto Cartografias Emergentes que foi se desdobrando em outros projetos e que incitou à criação deste programa. O segundo ciclo (2015) de ações do Indisciplinar já possuía o programa INDLAB em ação com diversos projetos vinculados e envolveu a atuação do grupo em uma grande rede denominada Resiste Izidora. Ainda no ano de 2015, o grupo se envolveu mais profundamente em lutas ambientalistas – dando continuidade à trajetória iniciada com o Fica-Fícus. O envolvimento mais direto aconteceu com o movimento pelo Parque Jardim América. Este processo de trabalho levou o grupo a auxiliar na criação de uma rede ampla de luta pelo verde urbano denominada Rede Verde. Além disto, atuou-se junto ao novo processo da PBH de construção de uma nova operação urbana para substituir a Nova BH denominada ACLO. Além destas frentes de ação, os projetos vinculados ao INDLAB também atuaram junto aos movimentos culturais e sociais do centro da cidade, participando do Conselho Municipal da Zona Cultural e iniciando outras frentes de ação junto a movimentos como Auditoria Cidadã da Dívida investigando a empresa PBH Ativos. Atualmente muitas Frentes de Ação que faziam parte deste programa estão migrando para outros dois programas criados: Programa IndUrb e Programa Natureza Política, redistribuindo assim melhor as atividades sob coordenações diferentes e agrupadas por temáticas mais próximas já que o grupo de pesquisa Indisciplinar vem ganhando dimensão com novos projetos, participação de novos professores e também de novos pesquisadores de mestrado e doutorado, além de múltiplos parceiros. O novo ciclo deste programa (de agosto de 2016 em diante inclui dois projetos antigos que ganharam novos nomes: Cartografias das Lutas (que era denominado por Mapeando o Comum), Plataformas Tecnopolíticas (que era denominado Compartilhamento e Distribuição do Comum) e o novo projeto Geopolítica e Cidades. A partir de agora, teremos também como atividades importantes do IndLab a inclusão do blog de opinião InDebate (http://indebate.indisciplinar.com/) e um conjunto de seminários e eventos. Os projetos Cartografias Emergentes, Artesanias do Comum, Natureza Urbana migraram para o programa denominado Natureza Política, e as frentes de ação Izidora, PBHAtivos, OUC Aclo, Santa Tereza migraram para o novo programa IndUrb e compõem o Plataforma Urbanismo Biopolítico. Os novos projetos vinculados a este programa também fazem parte das ações do INCT TECNOPOLÍTICAS: Territórios Urbanos e Redes Digitais aprovado em 2016, o que nos levou a ampliar o leque de atividades e estabelecer novas parcerias com outros grupos de pesquisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Projetos&lt;br /&gt;
**[[Projeto Plataformas Tecnopolíticas | Plataformas Tecnopolíticas]]: Projeto - 402311 - [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=43683 PLATAFORMAS TECNOPOLÍTICAS]&lt;br /&gt;
**[[Projeto Cartografia das Lutas | Cartografia das Lutas]]: Projeto - 401964 - [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=46845 CARTOGRAFIA DAS LUTAS]&lt;br /&gt;
**[[Projeto Geopolítica e cidades | Geopolítica e cidades]]: Projeto - 402929 - [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=49271 GEOPOLÍTICA E CIDADES]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Natureza Política==&lt;br /&gt;
[https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarPrograma.do?id=44242 PROGRAMA SIEX 44242]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarPrograma.do?id=44242 NATUREZA POLìTICA] pertence ao grupo de pesquisa INDISCIPLINAR, sediado na Escola de Arquitetura da UFMG, cujos integrantes são professores, pesquisadores, alunos de graduação e pos-graduação oriundos de diversos campos do conhecimento, que desenvolvem suas atividades buscando a articulação da teoria com a prática e o fortalecimento do tripé ensino-pesquisa e extensão. O programa foi criado em função da percepção que a temática ambiental estava presente em diversos projetos vinculados ao Programa de extensão IND.LAB, e que era preciso organizá-los em um mesmo eixo de investigação, para articular melhor suas interfaces e suas estratégias de ação. Desde 2016, os projetos de extensão “Artesanias do comum” e “Natureza Urbana” estão trabalhando juntos em uma mesma frente de ação, o Parque das Ocupações, uma área de preservação ambiental localizado nas fronteiras das ocupações urbanas autoconstruídas no Barreiro. A temática ambiental , presente em todas as frentes de ação do projeto “Natureza urbana” (Fica Ficus, Parque Jardim América, dentre outros), ao se juntar às questões sociais associadas à luta pela moradia , ganhou uma conotação política ampliada. Ao mesmo tempo, o projeto “Artesanias do Comum”, que já tinha em seus objetivos o reaproveitamento dos resíduos e a produção de tecnologia social numa esfera muito local, focada nas ocupações urbanas autoconstruídas localizadas na região do Barreiro e da Izidora, passa a incorporar questões regionais e a se conectar com outras lutas ambientais. Também a pauta feminista já vinha sendo incorporada à esse projeto, visto que nas ocupações citadas o papel das mulheres é determinante na produção daquele espaço, inclusive no que diz respeito à forma de se compartilhar e de se distribuir responsabilidades e cuidados, nas suas mais diferentes manifestações. Por outro lado, o projeto de extensão “ Cartografias emergentes” possui duas frentes de ação que se conectam aos projetos de extensão citados: &amp;quot;Feminismo e espaço&amp;quot; e &amp;quot; Cartografia do Rio Doce&amp;quot;. Pretende-se que a aproximação da frente &amp;quot;Feminismo e espaço&amp;quot; das ações feministas do projeto &amp;quot;Artesanias do Comum&amp;quot; possa fortalecer a discussão sobre uma “natureza” (não essencialista) feminina e feminista na produção política e democrática nas ocupações autoconstruídas. Com relação à segunda frente, ela constitui-se na investigação das práticas empresariais relativas ao desastre-crime desencadeado pelo rompimento da barragem em Mariana-MG. Ressalta-se neste contexto que é perceptível a configuração de um campo assimétrico de forças, que permite a influência dos discursos dominantes sobre a percepção dos acontecimentos e principalmente, propiciam o domínio empresarial sobre os encaminhamentos institucionais. A &amp;quot;Cartografia do Rio Doce&amp;quot; visa desarticular as estratégias corporativas de controle territorial e ainda, dar a ver discursos e movimentos invisibilizados, constituindo-se uma atuação contra-hegemônica. Essa frente de ação atua junto ao MAB - Movimento dos Atingidos por Barragens, dentre outros. Diante de tantas tangências, a coordenação do grupo de pesquisa Indisciplinar, junto com os coordenadores desses projetos, percebeu que associá-los sob um mesmo “guarda-chuva” será de grande valia para o fomento de todas as questões citadas (sociais, ambientais, políticas e econômicas) em suas diversas escalas de abordagem (local, regional, global). Importante ressaltar que partimos do entendimento que no capitalismo contemporâneo a extração da mais valia não acontece apenas por meio da exploração do trabalho, mas que, na sua versão rentista, ele se realiza também pelos processos de financeirização do território. Ao mesmo tempo, considerando que a dinâmica da urbanização se dá de maneira extensiva (MONTE-MOR), fica difícil separar a natureza e os bens comuns fora dessa dinâmica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Projetos:&lt;br /&gt;
**[[Projeto Cartografias Emergentes|Cartografias Emergentes]]: Projeto - 401860 - [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=44674 CARTOGRAFIAS EMERGENTES]&lt;br /&gt;
**[[Projeto Natureza Urbana|Natureza Urbana]]: Projeto - 402645 - [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=48944 NATUREZA URBANA]&lt;br /&gt;
**[[Projeto Artesanias do Comum|Artesanias do Comum]]: Projeto - 402050 - [https://sistemas.ufmg.br/siex/AuditarProjeto.do?id=48947 ARTESANIAS DO COMUM]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Memória=&lt;br /&gt;
* [[Memória do Indisciplinar#Extensão|Memória da extensão]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3374</id>
		<title>Pesquisa</title>
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		<updated>2020-04-02T22:01:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Brumadinho - Construção, manutenção e alimentação de plataforma interativa=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2020 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Plataforma online para coleta, tratamento, sistematização, integração, gerenciamento, análise, visualização, tradução em linguagem simplificada e publicação de dados relacionados ao processo judicial n. 5010709-36.2019.8.13.0024 , deflagrado pelo desastre do complexo minerário Paraopebas, Mina Córrego do Feijão, de propriedade da Vale S. A., situado no município de Brumadinho (MG).&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (4) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Paula de Moreira Guimaraes - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante / Michele Brito - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / lLuci Aparecida Nicolau - Integrante / Laura Silva de Andrade - Integrante / Luis Augusto Menezes Costa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2019 &#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O objetivo do Projeto é estudar as intervenções urbanas do Poder Público a partir da aplicação do orçamento participativo no município de Belo Horizonte. Propõe-se investigar como a participação nos referidos processos e a implantação das obras realizadas com seus recursos altera percepção da população acerca dos territórios que as receberam, assim como sobre aspectos ligados à representatividade política, a partir de sua participação e dos demais atores envolvidos nos OPs. Será utilizado o método cartográfico, a partir de workshops envolvendo mapeamentos físicos e digitais...&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (3) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Jessica Borges - Integrante / Michele Brito - Integrante / DE SÁ, ANA ISABEL - Integrante / susan oliveira - Integrante / Gisela Barcelos - Integrante / Gabriela Bitencourt - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Geopolítica e Territórios=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018 – atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O trabalho pretende abordar o crescimento da participação da sociedade civil organizada - em suas diversas formas e classificações - nos processos decisórios, consultivos ou deliberativos das políticas urbanas, e avaliar o peso deste crescimento na realidade dos territórios urbanos em questão, realizando um paralelo com o papel do Estado e sua condição na atual conjuntura político-econômica. Além disso, pretende-se abordar esses processos em uma perspectiva transescalar, tendo em vista os atuais processos de reestruturação produtiva, as alterações na Divisão Internacional do Trabalho e as mudanças no Capitalismo Global como um todo. Ademais, o trabalho passa por um recorte temporal das problemáticas urbanas em questão, visando averiguar os efeitos práticos destas transformações para o desenvolvimento e bem-estar nos territórios estudados. Este projeto Geopolítica e Territórios tem como objetivo principal constituir uma leitura crítica dos conceitos de &amp;quot;governança urbana&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; relacionados à produção do espaço nas cidades brasileiras e latino-americanas - sobretudo Belo Horizonte e São Paulo - partindo da análise das redes estabelecidas entre Estado, Mercado e Sociedade Civil Organizada, inauguradas pelas novas formas de participação institucional (MARICATO, 2007), assim como pela emergência dos ?novíssimos movimentos sociais? (GOHN, 2017). Além disso, pretende-se, como objetivo específico, rastrear dentro dos fóruns de política urbana da ONU (UN Habitat) (RABELO; FANTIN; 2017) (FERREIRA, 2017) a emergência, elaboração e aplicação destes conceitos, em relação às políticas territoriais. Pretende-se, também, identificar como estes conceitos surgem nas recomendações das instituições financeiras multilaterais (BID, BM e FMI) como condicionantes para a realização de empréstimos para o poder público na execução de políticas urbanas (ARANTES, 2006). O trabalho será desenvolvido por meio de: (i) Articulação de bibliografia para a compreensão dos atuais processos que envolvem o objeto de estudo; (ii) Estudo e avaliação das agendas desenvolvidas nas últimas conferências da UN Habitat - dentre outras reuniões temáticas - a partir de bibliografia dedicada e, também, por meio do próprio texto resultante dos encontros; (iii) Levantamento bibliográfico dedicado à investigação do surgimento dos conceitos de ?governança urbana? e ?participação da sociedade civil?, e suas aparições no âmbito da gestão de cidades; (iv) Estudo de caso da atuação de Organizações da Sociedade Civil (OSCs) junto à administrações municipais, principalmente em São Paulo e Belo Horizonte com as redes Nossa São Paulo e Nossa BH; (v) Levantamento e classificação (a partir de referências bibliográficas) dos principais atores envolvidos nos processos protagonizados e articulados pelas OSCs, incluindo movimentos sociais; (vi) Realização de uma ?topologia de rede? envolvendo os atores levantados para identificar as relações estabelecidas; (vii) Cruzamento de dados territoriais, temporais e qualitativos por meio da plataforma ?IndAtlas?; (viii) Elaboração de diagrama de forças com as relações estabelecidas entre os atores levantados e suas participações nos processos considerados; (ix) Rastreamento dos conceitos de &amp;quot;governança&amp;quot; e &amp;quot;participação da sociedade civil&amp;quot; nos casos analisados; (x) Avaliação do efeito prático da aplicação da agenda estudada no contexto do desenvolvimento das cidades em questão..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Henrique Dias Porto - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / Danilo Caporalli Barbosa - Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de Investigação Urbana=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2018-atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: Proposta submetida no âmbito da Chamada 01/2018 da FAPEMIG Demanda Universal - processo número APQ-01090-18. A presente proposta visa o desenvolvimento e a implementação da plataforma digital de Investigação Urbana IndAtlas, atualmente em fase de prototipagem por uma equipe transdisciplinar liderada pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar - UFMG. Propõe-se que ela seja composta por: 1) mapas colaborativos online; 2) produção de linhas do tempo e infográficos; 3) produção de topologias de redes (grafos); 4) articulação com redes sociais e páginas Wiki. Dessa forma, pretende-se reunir na mesma aplicação Web, as possibilidades de investigar transformações do território a partir de múltiplos aspectos, contando com a contribuição cidadã de usuários conectados à Internet, focando particularmente em ferramentas de GIS (Geographic Information Systems) e VGI (Volunteer Geographic Information). A IndAtlas, portanto, se articularia a partir de quatro eixos: espacial/territorial; temporal; social e informacional. A sobreposição dessas camadas, além da conectividade entre os componentes utilizados impõe um grande desafio, com sua articulação e retroalimentação constituindo aspectos-chave. O grupo já vem produzindo esse tipo de análise, sob a definição de narrativa cartográfica, mas ainda não conta com uma única ferramenta capaz de relacionar e sobrepor dados de todos esses eixos. A IndAtlas visa, então, integrar as coletas de dados espaciais feitas tanto por pesquisadores quanto por cidadãos comuns, incluindo usuários dos espaços investigados como protagonistas da produção de conhecimento. Dessa forma, são estabelecidos vários canais de comunicação entre os atores envolvidos na produção e na gestão das cidades. Neste momento, o projeto se encontra em fase de desenho conceitual (ou da versão BETA), tendo sido um protótipo inicial submetido a uma primeira rodada de testes em workshop realizado no festival Cidade Eletrônika, em janeiro de 2018. Sua consolidação e implementação, contudo, dependem de mais recursos e prazo, o que poderia ser viabilizado com a aprovação da presente proposta..&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Michele Brito - Integrante / marcelo maia - Integrante / CLODOVEU AUGUSTO DAVIS JUNIOR - Integrante / Jéssica Dayane de Abreu Borges - Integrante / ANA CLARA MOURÃO MOURA - Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG - Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Territórios populares: Reestruturação territorial, desigualdades e resistências nas metrópoles brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2017 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descrição: O tema da desigualdade territorial das cidades brasileiras e, particularmente das condições precárias de moradia a que estão submetidas parcelas significativas da população, tem sido objeto de reflexões há várias décadas, assim como de ações de movimentos sociais e políticas públicas voltadas para sua superação. Particularmente no campo das políticas urbanas, ?favelas? e ?periferias? constituíram não apenas o objeto de reflexões, ações e políticas, mas também o léxico a partir do qual as desigualdades foram nomeadas e o campo a partir do qual as ações e políticas foram articuladas. Intervenções em favelas assim como melhorias urbanísticas nas periferias e em suas conexões com as centralidades urbanas marcaram ações de governos assim como adentraram o universo da competição político-eleitoral, especialmente nas grandes cidades. Por outro lado, a partir dos movimentos sociais de periferias e favelas, e da própria construção crítica do paradigma de cidade excludente e dual, todo um esforço regulatório, no campo do ordenamento jurídico do planejamento urbano foi sendo formulado, em torno da matriz conceitual da ?inclusão socioterritorial? e da ?redistribuição? da renda urbana, especialmente daquela decorrente de decisões da própria regulação. Em que pese a presença ainda dos elementos apontados acima, o cenário das cidades brasileiras contemporâneas, e particularmente o tema da desigualdade socioterritorial parece não mais caber no interior neste léxico. Recortes importantes como raça e gênero estiveram ausentes na construção deste modelo, assim como o tema da violência. A matriz centro/periferia tampouco deu conta de detectar ?periferias? no centro ? para além da presença de favelas ? e seu lugar na configuração desta desigualdade. A presença ? genérica e pouco compreendida ? de cortiços localizados em bairros centrais, por exemplo, revela a maior complexidade destas configurações. Também não é mais possível tematizar a ?periferia? nem mesmo as ?favelas? como algo homogêneo oposto de forma dual ao ?centro?, uma vez que processos de consolidação dos assentamentos, assim como a chegada de produtos imobiliários produzidos no âmbito do mercado formal como condomínios de apartamentos, redes varejistas e shopping centers transformou, de forma heterogênea, estas geografias. Finalmente, a trajetória mais recente de revisão do marco regulatório e ordenamento jurídico da política urbana sofreu uma guinada, especialmente na última década, em direção a um outro paradigma, voltado não para ?redistribuição? e ?inclusão?, mas para a promoção de frentes de expansão de ativos imobiliários financeirizados (ou complexo imobiliário financeiro) através sobretudo da implementação de projetos urbanos e parcerias público privadas. Este tem sido um dos componentes do ?ajuste? urbano, que, na conjuntura atual também inclui cortes orçamentários, eliminação de programas sociais e amplo programa de privatizações de espaços, equipamentos e serviços públicos..&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Doutorado: (4).&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena - Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ - Integrante / Denise Morado Nascimento - Integrante / Marcela Silviano Brandão - Integrante / Raquel Rolnik - Coordenador / Paula Santoro - Integrante / marilia PIMENTA - Integrante / Maíra Ramirez Nobre - Integrante / luis henrique Marques - Integrante / Jeroen Johannes Klink - Integrante / Michele Brito - Integrante / patricia azevedo - Integrante / susan oliveira - Integrante.&lt;br /&gt;
fanpage:&lt;br /&gt;
blog:&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2018&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3373</id>
		<title>Pesquisa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Pesquisa&amp;diff=3373"/>
		<updated>2020-04-02T21:49:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Natacha rena: /* Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=Plataforma Urbanismo Biopolítico: uma cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – 2019&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo geral desta pesquisa é robustecer a análise qualitativa sobre a economia política dos Grandes Projetos Urbanos OUC, os atores envolvidos, engenharia de financiamento, custos públicos, discursos e instrumentos urbanísticos envolvidos para produção de estudos técnicos, material gráfico e mapeamento que permita, além da mobilização social e denúncia de possíveis irregularidades, a comparação desse GPU com outros que estão sendo mapeados pelos parceiros do Labcidade e IPPUR. Envolvendo a cartografia como método de investigação, este projeto de pesquisa também se conecta a ações extensionistas do grupo de pesquisa Indisciplinar e a diversos movimentos sociais envolvidos nas lutas territoriais em Belo Horizonte como Brigadas Populares, Auditoria Cidadã da Dívida, MLB, Parque jardim América, Rede Verde dentre outros. Um dos objetivos da pesquisa é produzir conhecimento através da fricção entre o cotidiano das lutas (nas redes e ruas) de modo a traduzir dados complexos sobre os grandes projetos urbanos que, em geral, possuem informações jurídicas com linguajar técnico erudito que inviabiliza a mobilização efetiva dos movimentos sociais envolvidos nas resistência. O projeto de pesquisa portanto, atua em rede com outros projetos de pesquisa, outros grupos acadêmicos e movimentos sociais, no que se chama o “campo cego das lutas” produzindo informações transescalares que possam colaborar no avanço do conhecimento gerado cotidianamente. Para isso, além da produção de artigos científicos e textos acadêmicos, também produz-se infográficos, diagrama, textos sintéticos e simples, utilizando fortemente as redes sociais para divulgação da informação e mobilização social. Outras ações como produção de material técnico para participação em audiências públicas e representações no Ministério Público faz parte do cotidiano desta pesquisa. Linhas do tempo, mapas colaborativos georreferenciadas, wikis, e outras de produção de informação de maneira colaborativa também participam das ações cotidianas do grupo. Além disso, atua-se com um grupo de pesquisa sobre Urbanismo Neoliberal para capacitar os atores acadêmicos envolvidos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Josiane Alves Soares da Silva – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Financiamento do desenvolvimento urbano, planejamento, inclusão socioterritorial e justiça social nas cidades brasileiras=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2016 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Projeto realizado em 3 cidades brasileiras (São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza) coordenado pelas professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro do laboratório Observa SP da USP pretende monitorar as políticas urbanas locais, particularmente as relativas aos grandes projetos urbanos envolvendo PPPs, seus efeitos nas comunidades afetadas e também capacitação dos principais atores envolvidos nos grandes projetos..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / Denise Morado Nascimento – Integrante / Joviano MAYER – Integrante / Daniela Faria – Integrante / Felipe Soares – Integrante / Raquel Rolnik – Integrante / Paula Santoro – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante / Brenda de Castro – Integrante / Thiago Canettieri – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Novos processos de projeto em arquitetura, urbanismo e design adequados às transformações socioespaciais da metrópole contemporânea: Fundamentos para intervenções no Bairro Jardim Canadá=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O objetivo desta pesquisa é fundamentar e instrumentalizar ações extensionistas no Bairro Jardim Canadá , voltadas para a promoção da qualidade de vida e empoderamento da comunidade local. Pretende-se investigar novos processos de projeto de intervenção urbana e arquitetônica e de design que sejam capazes de: 1- Reconhecer, representar e incorporar no processo projetivo a complexidade da dinâmica urbana e o fluxo de transformação constante do espaço urbano, próprios dos processos metropolitanos contemporâneos, de difícil consideração em processos determinísticos e lineares de projetação, vislumbrando mapeamento das demandas, potenciais e problemas da transformação do Bairro Jardim Canadá em nova centralidade urbana do eixo sul de expansão metropolitana; 2-Reconhecer, dialogar e incorporar saberes populares em processos de projeto mais adequados à apropriação e transformações dos espaços da vida cotidiana e à participação ativa da comunidade. Vislumbra-se contribuir para o empoderamento da comunidade, e sua permanência na região, ameaçada pela expansão do capital imobiliário; 3-Incorporar materiais e processos de construção alternativos para urbanismo, arquitetura e design, aproveitando potencial de reciclagem de resíduos produzidos na região, principalmente de madeira, vislumbrando seu potencial de processamento, aplicação e comercialização no bairro..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (38) / Doutorado: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Integrante / Juliana Torres – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / MARCELA SILVIANO – Integrante.&lt;br /&gt;
    Financiador(es): FAPEMIG – Auxílio financeiro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / TALITA LESSA – Integrante / MAIA, Marcelo Reis – Integrante / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Rodrigo Bastos – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes: A distribuição territorial da produção cultural em Belo Horizonte=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – 2015&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
A pesquisa proposta, que enquadra-se no eixo temático “inovação em cultura”, tem como objeto o estudo sistematizado da distribuição territorial das iniciativas culturais referentes aos setores prioritários da Secretaria da Economia Criativa em Belo Horizonte. Pretende-se produzir cartografias críticas, georreferenciadas e colaborativas que, por meio de processos acadêmicos e participativos, localizem, no território da cidade, as atividades culturais existentes e os tipos de financiamento utilizados para a sua realização. Pretende-se, assim, gerar um panorama territorial complexo, de caráter científico, que possa constituir base de dados para análises sobre a relação entre a distribuição das iniciativas culturais no espaço urbano, os mecanismos utilizados para o seu fomento e as implicações deste quadro no cenário sócio-territorial da cidade. Busca-se, para tanto, considerar os setores da economia criativa a partir de uma perspectiva ampla. Assim, serão incluídas nas cartografias tanto atividades que ocorrem em equipamentos culturais, quanto atividades itinerantes e independentes, promovidas por micro produtores e grupos minoritários na escala cotidiana e hiper-local. Estas últimas, apesar de serem altamente significativas para a produção cultural da cidade, desenvolvem-se atualmente de maneira quase invisível no território, sendo normalmente desconsideradas nos mapas produzidos. O seu mapeamento mostra-se, no entanto, fundamental para uma compreensão ampla da atividade cultural da cidade, que abarque a complexidade de suas dinâmicas e possibilite que estas ocorram de maneira sustentável, inclusiva e descentralizada, em toda a sua diversidade. Ao incluir-se tais atividades nas cartografias, confere-se a elas maior visibilidade e cria-se, assim, condições para que as mesmas – que normalmente ocorrem sem qualquer tipo de reconhecimento ou financiamento – sejam contempladas, de maneira mais sistemática, pelas políticas culturais e pelos mecanismos de fomento públicos e privados. Acredita-se que o estímulo a tais iniciativas, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento sócio-econômico das comunidades locais, possa contribuir para a construção de uma dinâmica urbana territorialmente mais integrada e inclusiva. A proposta baseia-se, portanto, na hipótese de que a cultura, se pensada de maneira ampla e em conjunto com o planejamento urbano, possa constituir importante motor de inclusão social e desenvolvimento na cidade, a partir da ativação de processos que transformem e dinamizem o seu cenário sócio-territorial. Acredita-se que as ideias incorporadas à questão cultural por meio dos princípios da economia criativa possam em muito contribuir nesse sentido. Pretende-se incorporar às cartografias produzidas os preceitos inclusivos de tal política por meio da implementação de ferramentas e variáveis de análise que, baseados na inovação, na diversidade cultural e na sustentabilidade, possibilitem estudos prospectivos que apontem para novos modelos possíveis de desenvolvimento da cidade..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Natacha Silva Araújo Rena – Coordenador / BERQUÓ, Paula Bruzzi – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Luiza Magalhães – Integrante / fernanda QUINTÃO – Integrante / Júlia Ávila Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografia das lutas territoriais=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2014 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta pesquisa faz parte do grupo de pesquisa Indisciplinar (www.indisciplinar.com) e foi resultado do início da construção de uma rede de investigação criada em 2014 denominada “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e tem como objetivo desenvolver uma série de processos cartográficos através de de tecnopolíticas que conectem redes e ruas. Além de reuniões semanais entre pesquisadores e com movimentos sociais, participação em audiências públicsa, reuniões de conselhos municipais, atos e manifestações políticas, ações ativistas, construção de fanpages, flyers, memes, cartilhas, produção de artigos científicos, livros, revistas, realização de seminários e workshops, aulões abertos, realiza-se uma série de processos investigativos utilizam principalmente: 1) construção de plataformas georreferenciadas via crowdmap, identificando e georreferenciando as disputas territoriais em diversos níveis; 2) fanpages no facebook para que se possa realizar uma série de análises topológicas de rede que irão auxiliar na compreensão das formas de conexão, tanto territorial quanto de rede, entre os movimentos sociais, partidos, sindicatos, coletivos de arquitetura, advogados ativistas, enfim, os múltiplos atores envolvidos nas disputas territoriais em toda ibero américa; 3) página wiki contendo conteúdos detalhados que são também desenvolvidos e relatados coletivamente e colaborativamente. A principal plataforma que envolve múltiplas lutas territoriais é a URBANISMO BIOPOLÍTICO, mas muitas outras plataformas e frentes de ação estão envolvidas neste projeto: Natureza Urbana, Cultura e Território, EBA_ Em Breve Aqui, dentre outras. Esta pesquisa também se cruza aos projetos de extensão vinculados ao programa extensionista IND.LAB – Laboratório Nômade do Comum – , que busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georreferenciados, além da produção de diagramas e cartografias críticas colaborativas: 1) Cartografias Emergentes; 2) Compartilhamento e Distribuição do Comum; 3) Artesanias do comum. Pesquisas de Trabalho de Conclusão de Curso, de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado também estão envolvidas nesta pesquisa Cartografia das Lutas Territoriais…&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcela Silviano Brandão Lopes – Integrante / Natacha Rena – Coordenador / Simone Tostes – Integrante / Marcelo Maia – Integrante / Paula Bruzzi Berquó – Integrante / Ana Isabel Anastasia de SÁ – Integrante / Júlia Franzoni – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
=Cartografias Emergentes=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Este projeto de pesquisa denominado CARTOGRAFIAS EMERGENTES busca formar uma rede de protagonismo comunitário à partir de tecnologia social baseada em plataformas online utilizando mapas georeferenciados, além da produção de diagramas e cartografias sintéticas. Pertencente a uma das dentro das linhas de pesquisa do Grupo de Pesquisa Extensionista INDISCIPLINAR denominada NEOLIBERALIZAÇÃO DA POLÍTICA URBANA E GENTRIFICAÇÃO, esta pesquisa procura investigar a neoliberalização da política urbana em curso em Belo Horizonte a partir de uma avaliação crítica das experiências de aplicação e concepção de Operações Urbanas no município utilizando o método de copesquisa chamado Cartografias Críticas. Estas cartografias buscam sintetizar as informações coletadas e os conceitos preparados em discussões coletivas ao longo da pesquisa. Nos últimos anos, este instrumento urbanístico de flexibilização dos controles de uso e ocupação do solo a partir de parcerias público-privadas vem assumindo uma primazia sobre os demais instrumentos de planejamento urbano previstos no Plano Diretor municipal, o que tem implicado na crescente subordinação dos interesses coletivos aos interesses privados de proprietários fundiários, incorporadoras imobiliárias e grandes empreiteiras do ramo da construção civil, assim como detonado novos processos de segregação socioespacial e gentrificação em determinados territórios da cidade. Para a realização deste pesquisa propões a produção de cartografias críticas colaborativas envolvendo 3 eixos: EIXO 01: processos de gentrificação em regiões centrais atravessadas por projetos para a COPA, REGIÃO CENTRAL/ CORREDOR CULTURAL, REAL DA RUA, FAMÍLIA DE RUA; EIXO 02: conflitos em vilas e favelas/ posse de terra e mercado imobiliário/ Vila Viva; EIXO 03: conflitos em áreas de ocupação por direito à Moradia. Neste sentido o aluno terá oportunidade de desenvolver um trabalho de pesquisa relacionado diretamente a problemas reais e atuais em nossa sociedade. Além de obter um conhecimento técnico e científico através de leituras, terá a oportunidade de se envolver com setores importantes da sociedade e se integrar a um grupo de pesquisadores envolvidos com políticas públicas fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Integrante / Natacha Araújo Rena – Coordenador / Samy Lansky – Integrante / Simone Tostes – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Bruno Elias Gomes de Oliveira – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt; &lt;br /&gt;
=Urbanismo Compartilhado e Distribuído: Infraestrutura Urbana Leve=&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2013 – Atual&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Partindo de uma hipótese e ampliada de atuação do arquiteto urbanista na cidade, propõe-se um dialogo entre diversas áreas de conhecimento buscando visões complementares para a cidade contemporânea que numa prática multidisciplinar insere novos métodos de diagnóstico, análise crítica e projeto. Urbanismo Compartilhado e Distribuído é o título desta proposta que converge pesquisa em tecnologias de conexão e cultura cotidiana, identificando instrumentos de agenciamento espacial. Posto este contexto tecnológico e cultural, sugere-se soluções práticas de compartilhamento de recursos urbanos, verificando com que grau ele é possível, tanto do ponto de vista técnico, quanto do cultural. Busca também verificar o quanto este urbanismo compartilhado e distribuído pode contribuir com a redução do consumo em busca de um equilíbrio ambiental urbano. Esta pesquisa integra a linha Cidade Instantânea e Urbanismo Performático do grupo de pesquisa Indisciplinar/CNPq..&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
    Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.&lt;br /&gt;
    Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) .&lt;br /&gt;
    Integrantes: Marcelo Reis Savergnini Maia – Coordenador / Natacha Araújo Rena – Integrante / Ana Isabel Junho Anastasia de Sa – Integrante / Talita Lessa Melo – Integrante / Igor Bernardes Almeida – Integrante / Andre Henrique de Brito Veloso – Integrante / Janaina Marx Pinheiro – Integrante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Produção=&lt;br /&gt;
* [[Produção acadêmica]]&lt;br /&gt;
* [[Produção Gráfica|Produção gráfica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natacha rena</name></author>
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