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	<title>Indisciplinar - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<updated>2026-06-24T05:22:19Z</updated>
	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Indisciplinar_entrevista_Ana_Ortego_do_coletivo_colombiano_Arquitectura_Expandida&amp;diff=3032</id>
		<title>Indisciplinar entrevista Ana Ortego do coletivo colombiano Arquitectura Expandida</title>
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		<updated>2019-04-24T20:35:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Entrevista com a arquiteta Ana Ortego, do coletivo [http://arquitecturaexpandida.org/ Arquitectura Expandida], realizada pelo Indisciplinar no mês de outubro de 2014 em uma Viagem de Estudos com alunos da EAUFMG. Nesta visita que fizemos à Bogotá, participamos do Sexto Encontro do ARQUITECTURA EXPANDIDA, tanto em um workshop quanto em um evento COMUNICACCION conversas com outros coletivos e grupos de pesquisaAna participou do evento [https://www.facebook.com/cartografiasbiopotentes?fref=ts Cartografias Biopotentes] realizado em fevereiro de 2014 pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar juntamente com o VAC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Todoporla1.jpg|miniaturadaimagem|esquerda]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Todoporla2.jpg|miniaturadaimagem|centro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Ana, já te falamos que estamos fazendo uma investigação dos coletivos, das pessoas, arquitetos, artistas, designers que estão trabalhando fora da lógica do mercado. Portanto, gostaríamos que falasse sobre seu trabalho, como começou, desde quando começou na Espanha, o que te conduziu até aqui, como foi esse processo todo.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Ok, nao vou falar como uma pessoa, vou falar como o coletivo porque nós não gostamos muito da individualidade. Aqui nós encontramos, por distintas circunstâncias, quando me encontrava vivendo aqui o primeiro encontro do Arquitectura Expandida. O coletivo não surge e nem dizemos que o fazemos, surge um evento que nós organizamos para tentar falar sobre a atividade, essa falta de lógica, de senso comum. Nos falta refletir sobre grandes teorias que fomos investigando, que fomos construindo e consolidando. Mas nesse momento, acredito que a resposta para tentar questionar uma lógica muito pouca lógica sabe? Umas dinâmicas de construção de cidade e de cidadania que nos parecia absolutamente delirantes e que não nos parecia absolutamente delirantes na Espanha, onde vivíamos antes. Lá estamos muito conectados com a rede de arquitetura coletiva. Muito conectados e muito amigos também de coletivos como [http://todoporlapraxis.es/ Todo por la Práxis], [http://www.recetasurbanas.net/v3/index.php/es/ Recetas Urbanas], [https://straddle3.net/en/ Straddle3]. Em particular, acredito que Recetas Urbanas e Todo por La práxis sempre foram referências muito fortes. Quando chegamos aqui propomos esse espaço de trabalho…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Quando?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: 2010. Nós chegamos aqui em 2009 muito inquietos pelo que passava nessa cidade, pelas políticas públicas…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: E por que estava aqui? Você estava trabalhando com…&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Com a Cooperação Espanhola dentro da Ibero-américa para restauração da cultura espanhola. Isso foi sorte, porque supõe-se que eu, como arquiteta, teria que seguir a linha do Centro Cultural Espanhol, que imagino que, desta vez, tenha sido um processo muito controverso, porque houve um grande saldo econômico, político e social para que no final não houvesse nada, essas coisas políticas absolutamente delirantes. Acreditava-se que eu viria trabalhar no acompanhamento desse processo. Quando realmente cheguei aqui, era claro que isso estava estagnado e tive sorte de poder dedicar mais a esta cultura através dessa bolsa de estudos. Isso envolve muitos âmbitos culturais consolidados, como museus nacionais e âmbitos culturais alternativos, independentes. E acredito que por isso pudemos ter uma ideia de como funciona o país – uma ideia aproximada, porque ainda não me inteirei totalmente; só estamos aqui há quatro anos e meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí realizamos estrategicamente o primeiro encontro de Arquitetura Expandida. Digo estrategicamente porque estava para acontecer a Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo em Medellín em 2010 e o título da Bienal era Arquitetura e Urbanismo para a interação cidadã, o que nos parecia suspeito, apesar do que era dito na imprensa. E uma bienal é um evento global, onde uma pessoa chega com sua apresentação, às vezes de 1985, e fala sobre a sabedoria do arquiteto, de como abordar um tema… e aí, estão 3000 pessoas e nenhuma possibilidade de qualquer debate. Aproveitando isso, como uma forma de contra-cultura e de conseguir apoios, realizamos o primeiro Encontro de Arquitetura Expandida, e isso foi em maio de 2010, trouxemos o Santiago Cirugeda do Recetas Urbanas. E isso foi a semente do que acabou sendo o Coletivo Arquitetura Expandida. Aí nos encontramos com as pessoas do Habitat sem Fronteiras, e onde tivemos o primeiro encontro com Felipe, que é parte fundamental da equipe; com a Creactiva com quem também tivemos uma relação intensa ao longo do tempo, mesmo que em projetos pontuais. Conhecemos também outros grupos e pessoas, não necessariamente grupos consolidados. A partir daí, tínhamos a possibilidade de ter apoio da Cooperação Espanhola, então consolidamos o segundo Encontro em dezembro de 2010, com a participação do Diego do Todo por La Práxis… nós já o conhecíamos e sabíamos que tínhamos muitas inquietudes e questões em comum, tínhamos trabalhado juntos na Espanha, em Madri e Sevilha, e aí foi quando ocorreu a primeira interação. Nós não queríamos sentar em uma mesa para conversar sobre a cidade, pois era basicamente o que estávamos criticando, então fomos às ruas para ver o que se passava. Eventualmente tivemos a colaboração de Juan Sancocho(?), que percorreu a Ciudad Bolívar para apresentar experiências que tiveram exito, de autogestão cidadã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aí criamos uma plataforma que mostrava os conflitos urbanos e ai identificamos o parque, uma coisa perversa, porque estava uma horrível, largado, um local cheio de pasto, mas tinha cadeado e sinalização dizendo “não jogue lixo nesse parque”. E aí nos pareceu que as pessoas que estavam mostrando esses espaços (Fundação Comunal, La Creactiva) tinham algo muito político e reivindicativo, que acredito ter sido a base de tudo, um posicionamento político. Foi como começam os encontros de Arquitetura Expandida, enquanto laboratórios de investigação do espaço público e da cidade; e o coletivo como tal porque nunca nos propusemos fazer um coletivo sem interação. E chegou um momento que nos perguntaram como chamar essa interação e não soube dizer (risos). Assim foi como surgiu formalmente a história. Entendo que contextualmente, surge a partir desses questionamentos que a princípio intuíamos, mas que depois tivemos a oportunidade de confirmar com o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma lógica de construção de cidade na Colômbia que é absolutamente excludente, absolutamente importada, sobretudo, da Europa. O plano das cidades equatoriais são cópias dos planos espanhóis. Não consigo pensar em contextos mais divergentes do que uma cidade espanhola e uma cidade colombiana. São contextos totalmente distintos e é impossível entender essa lógica, inclusive a lógica de construção, de concessões de obra que funcionam sob uma lógica econômica absolutamente delirante que fomentam a informalidade. A concessão de obra básica que uma pessoa pode obter, com todos os processos de um arquiteto para realizá-la, custa dois mil dólares, isto é, cinco milhões de pesos, o que pressupõe que existem muitas pessoas para fazer a obra. O questionamento é: sob qual lógica a base é excludente? Em que momento o urbanismo perdeu sua vocação social que tinha em sua origem para converter-se em uma ciência econômica no sentido mais pejorativo da palavra? Acredito que isso se uniu ao capital social tão impressionante que existe a nível local, do bairro. Isso é como a OTHAN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há aquelas que relacionam com o conflito armado, inclusive as que têm 50 anos de conflito armado. Há pessoas que fazem uma reflexão intensa a respeito de seu território e um posicionamento político, as vezes ativista, muitas vezes ativista, sobretudo em uma situação como essa. Contudo, isso não é aproveitado. Não se aproveita para as políticas públicas. Eles não têm nada a dizer a não ser que a cidade tem uma construção de ponta, do potencial das pessoas, da capacidade de autogestão da territorialidade cidadã conectiva, etc. E depois vem a Prefeitura legalizando, legalizando, legalizando. Faltam ruas às políticas públicas, faltam ruas à arquitetura, aos arquitetos, aos advogados, faltam ruas ao espaço público. Isso tudo é tão delirante! Faltam ruas ao espaço público, no sentido de compreender suas dinâmicas, ou seja, a que loucura chegamos?! Acredito que isso foi o dinamizador e continua sendo o dinamizador principal de todas as pessoas que estão ao redor do Arquitectura Expandida. Cada um com interesses diferentes, mas com esse ponto convergente de dizer tremenda luxúria e tremendo aproveitamento desse capital humano, social, associativo, cultural, urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: A ideia de participação se perdeu no Estado completamente…&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: A ideia de participação me parece que está extensivamente consolidada. É uma forma de se referir à democracia. Já não se questiona isso, porque uma democracia possui uma ótima imprensa. Democracia, participação e espaço público já não são questionáveis. Particularmente em Bogotá com respeito às políticas públicas, isso é um festival da participação. Em Bogotá existe um instituto de participação do governo. Além disso, cada instituição possui seu departamento de participação. A participação tem se convertido em checklist, ou seja, uma pessoa vai às comunidades, assina uma lista e isso é considerado participação. Há algo mais perverso do que isso? Entendemos que a participadão tem diversos níveis e entendemos que a função É claro que temos olhares diferentes sobre a participação e entendemos que em função do tipo de projeto se pode abordar alguns níveis em detrimento de outros. Me atrevo a citar três níveis: a identificação do problema, o desenho da solução e execução da solução. Quando falamos de grandes obras públicas, entendo que identificação é algo muito complicado. Mas ouvir por ouvir as dinâmicas de participação é, a duras penas, dar informação – nunca participar de um diálogo – e fornecê-la em um momento em que não há possibilidade de mudanças, por exemplo, quando já saiu um decreto pelo qual será realizada outra intervenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: E um arquiteto convencional no meio dessa história… o que você pensa sobre os arquitetos que querem fazer obras para as revistas, para os sites, para ganhar concursos? Como eles pensam a cidade, o edifício? Qual é a crítica que a Arquitectura Expandida faz a essa arquitetura hegemônica?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Acredito que isso vem desde o desenvolvimento moderno (ou antes, não sei) e também vem da forma que temos as universidades e das lógicas do mercado. Acredito que erramos muito ao nos impor um repertório de linhas curvas retas, que supostamente vão controlar nosso território, nossa cidade, quando a cidade é incontrolável. Creio que Manuel Delgado fala perfeitamente em um artigo sobre a cidade vivida e a cidade concebida. E de como essas dinâmicas se chocam. Acredito que esse é um tema muito complexo e que nem todo mundo tem um posicionamento político a respeito. Acredito que existem arquitetos envolvidos em uma dinâmica de mercado, de especulação imobiliária, mas no final, me parecem bem, ou pelo menos transparecem uma honestidade. O que me preocupa é essa imagem “revistera”, “concursera” em qual o espaço público é um festival. “Espaço público”, “cinergia”, “dinâmicas”, mas isso tudo é temporário? Por que temos que ter um discurso incompreensível, ou seja, que tipo de pretensão você tem e o que você está fazendo realmente? É isso que me preocupa mais. Parece que há uma falta de honestidade muito grande. E acho que é muito espirituoso, por exemplo, para estudantes de arquitetura, para as revistas; é um mercado de arquitetura que parece ser sexy, sensual, atrativo. Sinto uma quantidade de palavras muito legitimadas, mas pouco compreensíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: E com relação às políticas, sempre se dizem neutros. E o discurso da tecnologia, da neutralidade, muitos dizem, por exemplo: “não temos nada a ver com a perversidade do mercado”.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: A respeito das políticas, somos neutros até que surja uma política que nos favorece, então a assumimos. Por exemplo, acho que muitas das arquiteturas de Medellín dependem de uma política pública, então o arquiteto será o primeiro a incorporar em seu discurso todo o “social” que oferece, mas já está equipado para isso. As políticas só interessam quando são perversas, aí sou um pobrezinho tentando fazer meu trabalho da melhor forma possível nesse limite tão restrito. Acredito que isso é algo muito duro, devemos distinguir quando somos camaleônicos e capazes de nos adaptarmos ou quando somos oportunistas. E eu acho que aí há uma linha tênue e é o que mais me perturba em se tratando de práticas arquitetônicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Você já falou das redes e dessas redes (…) Com a Espanha. Você vem da Espanha e mora aqui, na América Latina, e alguns coletivos estão lá, mas estão aqui também, como Todo por La Práxis que está aqui e no Equador. Como você vê a formação dessas redes, a potência dessas redes, e a origem dessas redes como Santiago Cirugeda, que penso que é um pouco, antes da crise de 2008 e depois da crise, porque podemos pensar que são oportunistas os milhões de coletivos que agora estão por aí. Na Espanha, porque há trabalho nos grandes escritórios para fazer arquitetura monumental, então, estão todos muito sociais. Gostaria que você falasse dos coletivos que são realmente sociais e acreditam nessa política e dos que estão sem trabalho e resolveram adotar de forma camaleônica o discurso do coletivo.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Nós, que ocasionalmente vivemos em Sevilha, trabalhamos três anos com Santiago CIrugeda, em um estúdio. Então tivemos um contato muito intenso em muitos projetos, é um contato profissional. Na verdade um coletivo nunca é totalmente profissional (risos), o contato é feito de forma festiva, humana. Nos encontramos no primeiro Encontro do coletivo em 2007 e depois participamos de vários outros encontros. Nossa relação com eles era baseada em respeito pelo trabalho que fazem e porque compartilhamos muito tempo juntos, ainda que tenhamos discutido muito. Mas creio que sempre escutávamos Santiago porque ele tem uma capacidade impressionante. O fato de eles virem para cá é algo especialmente importante de ressaltar porque, por exemplo, Todo por La práxis é o coletivo que tem a melhor Arquitectura Expandida, eles são nossos mestres. Foram nossos professores quando alguém questionava a pertinência de se ir a campo durante uma semana. E no nosso caso, ficou muito claro que Diego e Todo por La práxis viriam fazer o projeto, que Todo por la Praxis viria, e pudemos entender que isso era possível de se realizar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas vezes se critica os que vêem à América Latina para montar histórias e projetos durante uma semana, projetos pontuais. E eu creio que o compromisso que o Todo por la Praxis tem, são capazes. Nós tivemos a oportunidade de conviver em uma residencia artística no Matadero em Madri em um projeto de observação do espaço público e pudemos colaborar com Diego e esse diálogo com ele foi fundamental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Mas muitos grupos estão se formando. Que pensa disso?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Acho que minha opinião talvez seja diferente da sua, porque há muito tempo não acompanho o dia a dia da Espanha. Não vejo problemas no fato de pessoas estarem buscando soluções em um contexto que não há outra saída, quero dizer, por que não?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: O resultado é bom para todos (risos)…&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Sim, mas sinto que isso está se convertendo um pouco no festival do coletivo. E agora tudo é coletivo. Acho que teríamos que ter um espaço de reflexão sobre o que é a coletividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: É muito importante falar sobre isso. O que significa coletividade para você?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Eu posso te dizer o que significa para nós. Me interessa a antropologia urbana, o trabalho de Manuel Delgado, quem trabalhou e falou muito sobre a coletividade X comunidade. Acho que, às vezes, se fala em coletividade, em como “somos um coletivo de arquitetos”, mas não reunimos para debater. Então isso é uma comunidade de arquitetos e isso é uma identidade que carregam consigo. Quando falamos em coletividade, tem de haver, pelo menos, um espaço de consenso. Existem comunidades religiosas, políticas, territorial… as comunidades daqui dos bairros têm algo que os une, que é o território, mas eles não têm, necessariamente, que ter algo em comum, apenas compartilham o território. Para mim, a coletividade não tem a ver com a identidade, com o que nos une – referente ao passado –, mas o que nos une referente ao futuro, o que queremos construir juntos. Manuel Delgado fala da luta e da festa como os dois elementos básicos da coletividade. Diz que se você está em uma festa e infla seu ego, irá ocorrer uma luta. É importante tentar eliminar esses oportunismos, afinal de contas, somos um coletivo. Quatro arquitetos falando em uma oficina ou em um seminário não é um coletivo. Um coletivo se faz com pessoas que possivelmente não têm nada a ver umas com as outras em suas origens. A coletividade está nos espaços de consenso. Nós trabalhamos com comunidades, com pessoas, com coletivos e entre todos, formando uma coletividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Coletividades são instantâneas, acontecem…&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Sim. E possivelmente para projetos concretos e acho que isso é que dá consistência à coletividade. Em nosso trabalho negociamos com muitas pessoas de comunidades que demonstram interesse nesses processos e todos nós formamos uma coletividade. Por isso, sempre nos empenhamos em gerar um nome concreto para cada projeto, uma logo, para criar uma identidade para aquele espaço concreto. Você consegue ir à Casa da Chuva porque eles têm um espaço físico. Não preciso materializar o espaço físico sempre, mas a Casa da Chuva precisava deste coletivo nesse momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Arquitectura Expandida, às vezes, nos perguntamos se somos realmente um coletivo ou somos uma comunidade? Somos autocríticos também! Creio que somos um coletivo muito aberto, porque qualquer um pode fazer parte e é absolutamente multidisiplinar. O que no une é o interesse em percorrer a questão política, social e cultural da cidade e sua quantidade de redes. E também debates internos sobre a coletividade, a identidade da Arquitectura Expandida, e nós falamos que somos o Arquitectura Expandida. Acho que nunca chegamos a uma conclusão, mas deliberamos com muita consciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: A Viviana ontem colocou uma questão importante no grupo. Gostaria de saber um pouco sobre o núcleo de vocês que está sempre trabalhando, você, Felipe, Marina… E muitas outras pessoas também.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Viviana é artista plástica, uma pessoa crítica, que faz reflexões absolutamente eloqüentes. Lady e Niko fazem parte do coletivo Territorio en luchas e nós nos conhecemos porque eles documentavam lutas territoriais. Então entramos no projeto do advogado e achamos que eles tinham muita experiência no que faziam e vice-versa. Depois de nos encontrarmos, começamos a fazer comunicação, já não era somente documentação, registro, e de repente já fazíamos parte da dinâmica. Vivi é a mais presente e através dela, se formou um grupo de artistas que pontualmente estão presentes (Lorenzo, Lili Cuca) e colaboram com os processos. Gralla e Natalia são estudantes de engenharia e acho que lhes interessa a questão construtiva. Cada um tem interesse em coisas diferentes e não temos que ser um consenso e precisamente por isso somos um coletivo, visamos um interesse comum. Randy é arquiteto que também tem uma capacidade reflexiva e crítica impressionante. Eles vêem de contextos urbanos complicados. Não é porque todos são espanhóis que não viveram em contextos urbanos em que os fizeram colocar em cheque questões relacionadas a seus bairros e territórios. Verde é um menino que se envolveu no processo. Verde vem de uma dinâmica muito ativista, ele traz reflexões do anarquismo, ainda que nós não nos consideremos um grupo anarquista. Mas ele traz essa experiência, o que enriquece o grupo. Jose Luiz Vongore é um documentarista maravilhoso, com uma formação artística que nos aconselha para temas da comunicação então é importantissimo contar com ele. Não vou citar todas as pessoas, porque são muitas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: O que eu observei no workshop no fim de semana é que existe uma coisa além de fazer o bem, de trocar informação com a comunidade, para além disso tudo, existe um desejo de estar junto. Por exemplo, ao invés de ir ao cinema, consumir nos shoppings, ir para bares no fim de semana, me parece que vocês são pessoas querem estar juntas, produzir, aprender, trocar, que é um pouco dessa ideia do comum, não partidário, não político, mas de estar junto. Eu tive essa sensação muito forte de alegria, afeto, que tem a ver com a leveza de estar junto. Muito diferente de um workshop com Todo por La práxis ou com nossa equipe em Belo Horizonte. Eu senti algo diferente e aprendi muito com vocês.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Temos tempos diferentes e gostamos de trabalhar com esses tempos. Gostaria de ressaltar uma coisa: não somos um grupo que foca em estratos sociais. Dentro do grupo há pessoas de estratos sociais baixos. Não é um grupo que vai a uma comunidade que tem outro estrato social para trabalhar com eles. Dentro do grupo, existem todos os estratos. Acreditamos que toda essa forma de vivência que nos fazem capazes de formar um coletivo com a comunidade, baseada nessa experiência. A dinâmica é composta de oficinas com as crianças, de publicações, oficinas sobre medos, desejos, anseios urbanos, oficinas que partem de perguntas que as crianças fazem aos adultos sobre a história do bairro, quais foram as lutas para conquistar o direito aos serviços público, etc. Utilizamos estratégias que resultam em oficinas culturais, mas ao mesmo tempo, acreditamos que é muito importante respeitar o tempo. Já convivemos com comunidades que se tornaram amigas e que nos dizem “chegou um grupo de teatro aqui, mas eles têm pressa”. Como assim? Obviamente você vai ter uma aproximação com a cidadania, com a associação, com as crianças da comunidade e isso para nós é fundamental. Descobrimos essa importância no último projeto, na Casa da Chuva. Essa comunidade nos disse que queria trabalhar somente aos domingos porque eles trabalhavam em dia de semana e não queriam ficar sem proteção. Então percebemos que temos tempos diferentes. Para nós, é importante a convivência, o estar junto, entre nós mesmos do coletivo e entre a comunidade que eram quinze ou vinte pessoas. Pareceria mentiroso se disséssemos que queríamos vivenciar tudo, mas ao mesmo tempo definindo que a festa tem que ser hoje, de 10 às 12h, porque queremos tomar uma cerveja no meu bairro. Não! A festa é o espaço festivo. Continuamos subindo à Casa porque eles se tornaram irmãos. No princípio, tínhamos oficinas de uma semana. Não era uma metodologia que implantamos no início, foi acontecendo e acreditamos que funcionou muito bem. Os erros fazem parte, estamos em um processo. É claro que existe a responsabilidade de terminar as coisas, de não desperdiçar o tempo das pessoas. Está muito claro para nós que se as pessoas não estão envolvidas, nós nem entramos no processo. Muitas vezes, nós viajamos e temos que fazer oficinas curtas e mesmo assim nos estressamos porque, por algum motivo, não foi possível trabalhar naquele lugar; e não é questão de competência profissional, mas é que às vezes os contextos não estão em harmonia. E não temos que forçar o projeto, se não nos apetece. Quando isso acontece, fazemos ação comunicativa e justificamos que o projeto se encerrou. Nós somos muito duros com as comunidades e elas conosco. A cobrança é mútua, mas sempre com flexibilidade. Tem gente de fora da comunidade que chega no primeiro dia perguntando como pode participar e dizemos a ela que documente o processo. No outro dia, ela já se inteirou do projeto e traz novas ideias. O processo é sustentado pelo tempo, pela experiência, e isso nos permite ser um grupo tão grande. Eu acho que conseguimos construir um coletivo de tantas pessoas porque o processo permite que uma pessoa chegue e sirva café e na segunda vez, ela participa da dinâmica e na terceira vez, traz uma proposta. O mesmo ocorre nas comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Eu queria voltar nesse ponto dos territórios. Eu percebi que essa palavra “territórios” é muito utilizada, principalmente no Brasil. E essa palavra carrega várias outras dinâmicas de fronteiras e poder. Me interessa muito o porquê é importante lidar com essa questão territorial com as comunidades. Você acredita que isso possa gerar uma força horizontal, de resistência naquele território local? E como práticas artísticas, arquitetônicas e instanciais podem otimizar ou ativar esse processo?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Esse tema de território me remete à identidade, à identidade territorial. É claro que quando uma pessoa lê a respeito de temas de antropologia urbana, por exemplo, o território adquire uma conotação quase negativa porque carrega poder e limites. No entanto, há uma questão do território que tem a ver com a identidade. E aqui, creio que – não sei se na América Latina ocorre assim com essa palavra em particular – mas existe um grau forte de identidade e compromisso territorial. Acho que o tema do território tem uma conotação de identidade e uma conotação que está embasada na luta do território. É como se fosse um retorno à urbanização pirata, não tanto invasão, mas urbanização pirata. Isso é fruto do fato de as pessoas terem direitos, direitos óbvios, o primeiro direito que é o direito a cidade e à propriedade. No entanto, isso se tornou muito duro pela falta de legalidade dos bairros no princípio, era difícil conseguir do serviço público encanamento, dutos comunitários. Isso gerou uma consciência de comunidade, de comunidade territorial, que até poucos anos acredito que era muito forte. Hoje, alguns sentem que as novas gerações não estão tão vinculadas às lutas territoriais, pois uma grande proporção de cidades como Bogotá, foi construída nos últimos 30 anos. Então, obviamente, encontramos uma geração que tem a conotação de território vinculada a sua história de vida e a sua história de comunidade. Entendo que o território tem a ver com o lugar que nós vivemos e construímos, tem a ver com nossa cidade. Enquanto a política pública está lá, nós estamos aqui arrumando canos e lutando pelo nosso território. É claro que há uma conotação de território que foi incluída depois do territorialização que nós, da arquitetura expandida, temos discutido muito. E isso é a geração de fronteiras, partindo de dentro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, como é possível lidar com o respeito que ainda não é inspirado, pelo fato de as pessoas terem a consciência de seu lugar e de que trabalharam e lutaram por ele, mas que foram além, tentando evitar essas fronteiras administrativas, que geram a territorialidade e a identidade territorial partindo do lado de dentro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Ana, foi ótimo você falar nisso porque em La Cecilia, ontem, eu percebi que a arquitetura da Casa da Chuva foi uma ativadora de conexões de território, porque há dez anos, eu diria que a arquitetura nunca fosse fazer isso, que a arquitetura não poderia transformar o mundo. Le Corbusier e os modernos estavam loucos de pensar que esses grandes planos iam transformar. Mas agora, eu estou pensando que as micro arquiteturas, quando são conectadas com a comunidade, podem criar conexões territoriais, uma arquitetura muito pequena, mas cheia de potência da atividade, da ação da comunidade, do afeto, da relação dos arquitetos com os artistas, com a comunidade, é uma micro política muito forte. Queria que você falasse sobre isso.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Isso foi o que sentimos quando chegamos em La Cecilia, sentimos falta de um salão comunal para La Cecilla. Além disso, um salão comunal serve cada um dos bairros. Quando chegamos, não sabíamos bem o que fazer, então decidimos apoiar o processo. Em qualquer construção, sempre há oficina culturais, isso é a base. A cultura é um dispositivo de ordenação territorial. O território se ordena, assim como os espaços de respeito, de consumo, de conflito, a partir de questões culturais da cultura cidadã. Eles mesmos nos explicavam isso, explicitando o que podiam mostrar: os conhecimentos sobre as plantas medicinais, aromáticas, etc. e o que nós podíamos levar para realizarmos oficinas com restos de ônibus, o que poderíamos usar para fazer suas casas, etc. Então as oficinas foram se formando constantemente, primeiro com as crianças, que são não somente um fim em si mesmas, mas também uma ferramenta . Quando começamos a alcançar as crianças de Águas Claras, alcançamos também os pais e mães de Águas Claras, não no primeiro dia, claro. Por isso achamos que esses processos são aglutinadores e geram muitas dinâmicas. Esse espaço é o único que La Cecilia possui. Águas Claras tem um salão comunal, mas obviamente não tem a mesma capacidade mímica, o solo não é formidável. Achávamos desde o princípio que era salão comunal, mas ele se expandiu, ultrapassando os limites territoriais, o que é bacana. Quando chego lá, encontro muita gente que não conheço, são pessoas de outros bairros que agora vão às oficinas, são de Águas Claras, dos bairros do entorno e acho que isso pode resultar em uma estratégia ativista. Por causa dos limites territoriais, as pessoas não conseguiam enxergar além, agora todos estamos vendo que estamos na mesma situação e podemos demarcar um objetivo comum. Acredito que uma pequena arquitetura, com um processo adequado, também pode ser um dispositivo de ativação cultural, política, social, etc. E acho que estamos conseguindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: O líder comunitário ontem falou várias vezes: “”.. para a comunidade, para as comunidades vizinhas, para a cidade, para o país e para o mundo”. Numa ideia de conexão, de potência local e de criação de rede.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Adoro quando vêm amigos, quando alunos e outras pessoas nos ligam de Bogotá , de Manizales, do México. Há quem pergunte: “isso não é uma caça à pobreza?” Não. Porque nós estamos com eles, estamos na mesma. Os líderes comunitários e as pessoas da comunidade já viram brasileiros, gringos, mexicanos, japoneses passando por lá e acho que isso abre o mundo das pessoas. Quando você vai trabalhar em processos participativos, não pode chegar perguntando “O que temos?”. As referências dessas pessoas são restritas. A ideia é construir referenciais juntos, baseados nesse gotejamento de relações. Para esse projeto, apareceu gente das instituições públicas, amigos, estrangeiros… quer dizer, vamos naturalizar isso. Não precisamos, necessariamente, de artistas ou antropólogos em especial. Quando dizem que vamos romper com a dinâmica da comunidade, respondo que essa dinâmica não é estática. A comunidade evolui como eu. Acho que é difícil fazer uma análise, porque estamos muito envolvidas no processo. Mas acredito isso gera processos ativistas baseados na ruptura desses limites. Quando aparece uma pessoa da prefeitura, alguém da comunidade lhe mostra onde está a Bogotá humana. Já sabe que o plano distrital é uma Bogotá humana. Onde está a Bogotá humana? Aí vemos um posicionamento político. “Se você me propõe um plano de desenvolvimento, por que estamos abandonados?” Cada vez que chega alguém, aprende-se algo, ativam-se novas questões e posicionamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Eu fico pensando que essa questão da rede pode se dar tanto a partir de várias iniciativas micro, a nível local, e de sua união de alguma forma, mas também a partir de um único dispositivo, como a Casa da Chuva que se comporta como rede numa escala menor, mas que une territórios diferentes e que pode constituir no próprio dispositivo como uma rede de conexão. Eu fico pensando quais são as estratégias, por que a arquitetura convencional e ligada à questão do mercado produz territórios fechados e esse tipo de arquitetura não? A Casa da Chuva, por exemplo, produz uma confluência de territórios. Você falou da participação, mas existe alguma contribuição dos artistas do coletivo nas estratégias de sensibilidade, de percepção e apropriação? Por que essa arquitetura é diferente? Quais estratégias foram utilizadas pelo coletivo, enquanto um agenciamento de artistas e antropólogos?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: A Casa da Chuva foi parte de uma rede de espaços com a Casa do Vento. E a Casa da Chuva está consolidando, pouco a pouco, a biblioteca comunitária que está em rede com outras bibliotecas comunitárias. Existe uma rede física e cada espaço possui suas pequenas redes em distintas escalas, o que é interessante porque agora estamos quebrando a cabeça para descobrir como gerenciar a rede dos espaços físicos. Não tanto nós, porque nós não vivemos no território e estamos conscientes que não vamos acompanhar esse processo, mas eventualmente a associação da Casa do Vento que são os líderes a nível local, da comunidade de São Cristovão. Acreditamos que não existe uma grande diferença entre o micro e macro. Acho o Bruno Latour meio sentimental/piegas, mas temos que entender que um lote é um sistema coletivo social. Você me perguntou da metodologia, mas eu prefiro o termo estratégias. Se fosse metodologia, a definiria como investigação e ação participativa, precisamente porque é a única metodologia que não é uma metodologia. É uma estratégia para gerar uma metodologia com as pessoas, com os distintos atores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: O que, ao final, são táticas porque acontecem aí.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Exato. Fazemos oficinas de documentação com crianças e jovens, onde eles aprendem a manejar uma câmera, a fazer um roteiro, essas questões técnicas. Motivamos entrevistas entre as gerações para que eles (e nós também) comecem a se inteirar dos dizeres do bairro, de como surgem dinâmicas entre as gerações. Não é apenas uma forma de preservar a memória, porque eles podem ler as entrevistas para rapper do bairro, por exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: É como se estivesse cartografando?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: É como uma cartografia, mas com a desculpa de uma oficina visual. É uma forma de unir muitas coisas em uma só dinâmica. A primeira estratégia que recorremos quando chegamos foi tentar ir a um evento deles e não aparecer já nos apresentando. Preferimos que a primeira aproximação fosse assim, tomando-os como nossos anfitriões porque dessa forma parece que nós fomos convidados. Outra tática é a ruptura da máquina de consenso/senso comum. Quando chega um grupo com conceitos formados, ele soa falso, mentiroso. Ativar o dissenso é fundamental. Seria uma mentira projetar (qualquer projeto – artístico, arquitetônico) baseado em um consenso. Quando um arquiteto chega apresentando seu projeto de concurso como uma solução definitiva, ou parece que ele é excelente ou que está nos subestimando. Nós tentamos gerar dinâmicas para evidenciar esses dissensos, foi algo que aprendemos empiricamente. Já recebemos projetos que não se mantiveram no tempo ou que propuseram um portão com uma chave, encerrando o assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos sentar progressivamente e vamos eliminar essa máquina de consenso porque ela ignora conflito e o conflito está presente em todos os lugares, seja na comunidade, na família; é algo natural! E se não chegarmos a um acordo, não há problema, só não chegamos a um acordo! Voltamos a esse tema ou tentamos abordar dispositivos de consenso. A princípio, no espaço público, temos essas pequenas estratégias de consenso, entretanto nos interessa evidenciar os conflitos e os dissensos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para completar, Viviana é a rainha dos pequenos festivais. Ela propôs eloquentemente que houvesse esses espaços, pois parecia que a cultura era colocada como inferior à auto-construção porque a auto-construção nos une, convertendo-nos a coletividade. Assim produzíamos esses pequenos festivais de cultura, de dinâmicas diferenciadas, cuja comunidade também possui responsabilidade. Convidávamos pessoas, fazíamos projeções de suas próprias entrevistas e assim eles podiam se colocar como protagonistas do processo. Nós que viemos de fora não somos os protagonistas. Então esses pequenos festivais eram estratégias de estimular a cultura que já não era lançada ao processo de auto-construção. E acho que isso tem sido uma conquista para o que você viu ontem. Você chega e se depara com uma oficina. Existem diferentes estratégias de ativação e como uma metodologia, eu só posso me aproximar da investigação participativa porque não é uma metodologia precisamente. É uma estratégia para gerar metodologia com o povo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Ana, para fechar, uma pergunta que é inicial e final. Para que estar aqui na América Latina desenvolvendo este trabalho, qual o objetivo? O que você acha que é o sonho, o desejo, que formam um conjunto de subjetividades neste projeto do Arquitectura Expandida?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Há vários níveis e eu gosto de trabalhar com esse porque cada um tem interesses diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Mas qual é o interesse comum?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Acredito que o interesse comum tem a ver com a frustração de como as coisas estão sendo feitas e com a vontade de investigação em frentes diferentes e como se pode fazê-las. E com a profunda convicção de que não existe uma enorme diferença nas ruas. Aí estamos todos, desde uma dinâmica de questionamento de políticos, de artistas, documentaristas, arquitetos. Cada um tem suas atividades. E tudo isso é o que nos une, de fato. Nós, que falamos em Arquitectura Expandida, estamos batendo cabeça contra um muro que é do governo. E estamos trabalhando com o governo, por outro lado. Tentamos evitar que esses encontros nos contaminem, para que sejamos autônomos na tomada de decisões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontramos uma pessoa que respeitamos muito, um advogado e ativista maravilhoso, que está em contato com a parte social vinculada ao metrocable (teleférico) de Bogotá. Ele nos disse: “Estou vendo que aqui passa algo delirante. Os que trabalham com o social estão indo a campo e os técnicos estão desenhando. Como normalmente acontece, os que trabalham com o social produzem um documento enorme, colocam-no no armário e ponto final. Eu necessito desse perfil, que ainda não encontrei, que é de uma conduta que me permite habilitar um trabalho desde a comunidade até o presidente. Como posso habilitar essa conduta?” Então ele nos chamou porque para ele nós éramos arquitetos técnicos que podíamos trabalhar em campo e podíamos participar constantemente das mesas urbanísticas interinstitucionais, nas secretarias de moradia, planejamento, etc. Então você pode imaginar a nossa briga constante (risos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda que não esteja claro onde vai chegar isso, está claro que vamos manter nossa posição e que neste momento, não vamos sair de lá. Eles disseram que queriam um perfil profissional que não existe aqui, pelo menos, e que é fundamental. Onde está esse arquiteto mediador? Eu não tenho interesse em colocar minha empresa na estação do teleférico, porque é uma questão de ego, todo mundo quer trabalhar aí. Eu prefiro ser uma condutora que pode ir a campo, participar com as pessoas e falar com os demais arquitetos nessa mesma linguagem. E eu fico emocionada de pensar que Paco nos chamou para fazer exatamente isso. Outra coisa, é que a lei de contratação, as peripécias políticas são terríveis. A política pública é um delírio! Mas fico feliz em pensar que existe um advogado que começa a enxergar as coisas e que disse “vou chamar essas pessoas, porque preciso de mediadores, de canais”. O interesse dele não é no distrito, mas em investigar e descobrir essas possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: É indisciplinado…&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Nosso interesse não está no governo. Nos interessa que existam essas possibilidades e em investigá-las. No meu trabalho na academia me interessa pesquisar como podemos aplicar essas dinâmicas em uma sala de aula. Existe um grupo, Lívia, Andréa, Lady, Juan David, que está muito interessado em trabalhar as pedagogias do território. Como se pode trabalhar a arte, a pedagogia e o território em um elemento único? Então acredito que há muitos projetos investigativos. O que nos interessa é investigar para ver até onde isso pode chegar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Um pouco sobre o coletivo ao qual Ana Ortego pertence: ARQUITECTURA EXPANDIDA:&#039;&#039;&#039; Arquitectura Expandida-AXP é um microlaboratório de especulação cultural em rede, que trabalha buscando a geração de lugares de encontro no território. Desde 2010, atua em distintos bairros de Bogotá, produzindo Laboratórios Urbanos de iniciativa independente e colaborativa. Neles, trabalha-se coletivamente na construção física e social do território de forma transdisciplinar, empírica e experimental. O objetivo tem sido investigar processos e metodologias de autoconstrução coletiva da cidade, compatibilizando teoria e ação em uma praxis levada à cabo com diversos grupos de acadêmicos, estudantes, associações culturais, associações comunitárias e sobretudo com cidadãos unidos pelo interesse na gestão política, social e cultural de seu território. O coletivo será representado por Ana López Ortego, arquiteta espanhola atuante na Colômbia, professora da Universidade Javeriana de Bogotá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;http://www.arquitecturaexpandida.org&#039;&#039;&#039; http://www.youtube.com/watch?v=nwqkRUqvHIQ http://www.youtube.com/watch?v=VMskSjFMuz4   &#039;&#039;&#039;Alguns Projetos: Biblioteca&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.arquitecturaexpandida.org/?p=2590&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=9O4e9ipqGVM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=ojQgLv7o0GA http://www.youtube.com/watch?v=9O4e9ipqGVM  &#039;&#039;&#039; Casa do Vento e Casa da Chuva&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 http://www.youtube.com/watch?v=w7mfA9eU33w http://www.youtube.com/watch?v=kI1N8HTwQaM https://www.youtube.com/watch?v=vKhm4KfkeXY&amp;amp;feature=player_embedded&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alasca Parque Comunal http://www.youtube.com/watch?v=YcDkDoBuH_Q&amp;amp;list=PL19842437B630D439 http://www.youtube.com/watch?v=SHoN-xKK0ao&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Indisciplinar_entrevista_Ana_Ortego_do_coletivo_colombiano_Arquitectura_Expandida&amp;diff=3031</id>
		<title>Indisciplinar entrevista Ana Ortego do coletivo colombiano Arquitectura Expandida</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Indisciplinar_entrevista_Ana_Ortego_do_coletivo_colombiano_Arquitectura_Expandida&amp;diff=3031"/>
		<updated>2019-04-24T20:34:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Entrevista com a arquiteta Ana Ortego, do coletivo [http://arquitecturaexpandida.org/ Arquitectura Expandida], realizada pelo Indisciplinar no mês de outubro de 2014 em uma Viagem de Estudos com alunos da EAUFMG. Nesta visita que fizemos à Bogotá, participamos do Sexto Encontro do ARQUITECTURA EXPANDIDA, tanto em um workshop quanto em um evento COMUNICACCION conversas com outros coletivos e grupos de pesquisaAna participou do evento [https://www.facebook.com/cartografiasbiopotentes?fref=ts Cartografias Biopotentes] realizado em fevereiro de 2014 pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar juntamente com o VAC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Todoporla1.jpg|miniaturadaimagem|esquerda]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Todoporla2.jpg|miniaturadaimagem|esquerda]]&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Ana, já te falamos que estamos fazendo uma investigação dos coletivos, das pessoas, arquitetos, artistas, designers que estão trabalhando fora da lógica do mercado. Portanto, gostaríamos que falasse sobre seu trabalho, como começou, desde quando começou na Espanha, o que te conduziu até aqui, como foi esse processo todo.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Ok, nao vou falar como uma pessoa, vou falar como o coletivo porque nós não gostamos muito da individualidade. Aqui nós encontramos, por distintas circunstâncias, quando me encontrava vivendo aqui o primeiro encontro do Arquitectura Expandida. O coletivo não surge e nem dizemos que o fazemos, surge um evento que nós organizamos para tentar falar sobre a atividade, essa falta de lógica, de senso comum. Nos falta refletir sobre grandes teorias que fomos investigando, que fomos construindo e consolidando. Mas nesse momento, acredito que a resposta para tentar questionar uma lógica muito pouca lógica sabe? Umas dinâmicas de construção de cidade e de cidadania que nos parecia absolutamente delirantes e que não nos parecia absolutamente delirantes na Espanha, onde vivíamos antes. Lá estamos muito conectados com a rede de arquitetura coletiva. Muito conectados e muito amigos também de coletivos como [http://todoporlapraxis.es/ Todo por la Práxis], [http://www.recetasurbanas.net/v3/index.php/es/ Recetas Urbanas], [https://straddle3.net/en/ Straddle3]. Em particular, acredito que Recetas Urbanas e Todo por La práxis sempre foram referências muito fortes. Quando chegamos aqui propomos esse espaço de trabalho…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Quando?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: 2010. Nós chegamos aqui em 2009 muito inquietos pelo que passava nessa cidade, pelas políticas públicas…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: E por que estava aqui? Você estava trabalhando com…&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Com a Cooperação Espanhola dentro da Ibero-américa para restauração da cultura espanhola. Isso foi sorte, porque supõe-se que eu, como arquiteta, teria que seguir a linha do Centro Cultural Espanhol, que imagino que, desta vez, tenha sido um processo muito controverso, porque houve um grande saldo econômico, político e social para que no final não houvesse nada, essas coisas políticas absolutamente delirantes. Acreditava-se que eu viria trabalhar no acompanhamento desse processo. Quando realmente cheguei aqui, era claro que isso estava estagnado e tive sorte de poder dedicar mais a esta cultura através dessa bolsa de estudos. Isso envolve muitos âmbitos culturais consolidados, como museus nacionais e âmbitos culturais alternativos, independentes. E acredito que por isso pudemos ter uma ideia de como funciona o país – uma ideia aproximada, porque ainda não me inteirei totalmente; só estamos aqui há quatro anos e meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí realizamos estrategicamente o primeiro encontro de Arquitetura Expandida. Digo estrategicamente porque estava para acontecer a Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo em Medellín em 2010 e o título da Bienal era Arquitetura e Urbanismo para a interação cidadã, o que nos parecia suspeito, apesar do que era dito na imprensa. E uma bienal é um evento global, onde uma pessoa chega com sua apresentação, às vezes de 1985, e fala sobre a sabedoria do arquiteto, de como abordar um tema… e aí, estão 3000 pessoas e nenhuma possibilidade de qualquer debate. Aproveitando isso, como uma forma de contra-cultura e de conseguir apoios, realizamos o primeiro Encontro de Arquitetura Expandida, e isso foi em maio de 2010, trouxemos o Santiago Cirugeda do Recetas Urbanas. E isso foi a semente do que acabou sendo o Coletivo Arquitetura Expandida. Aí nos encontramos com as pessoas do Habitat sem Fronteiras, e onde tivemos o primeiro encontro com Felipe, que é parte fundamental da equipe; com a Creactiva com quem também tivemos uma relação intensa ao longo do tempo, mesmo que em projetos pontuais. Conhecemos também outros grupos e pessoas, não necessariamente grupos consolidados. A partir daí, tínhamos a possibilidade de ter apoio da Cooperação Espanhola, então consolidamos o segundo Encontro em dezembro de 2010, com a participação do Diego do Todo por La Práxis… nós já o conhecíamos e sabíamos que tínhamos muitas inquietudes e questões em comum, tínhamos trabalhado juntos na Espanha, em Madri e Sevilha, e aí foi quando ocorreu a primeira interação. Nós não queríamos sentar em uma mesa para conversar sobre a cidade, pois era basicamente o que estávamos criticando, então fomos às ruas para ver o que se passava. Eventualmente tivemos a colaboração de Juan Sancocho(?), que percorreu a Ciudad Bolívar para apresentar experiências que tiveram exito, de autogestão cidadã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aí criamos uma plataforma que mostrava os conflitos urbanos e ai identificamos o parque, uma coisa perversa, porque estava uma horrível, largado, um local cheio de pasto, mas tinha cadeado e sinalização dizendo “não jogue lixo nesse parque”. E aí nos pareceu que as pessoas que estavam mostrando esses espaços (Fundação Comunal, La Creactiva) tinham algo muito político e reivindicativo, que acredito ter sido a base de tudo, um posicionamento político. Foi como começam os encontros de Arquitetura Expandida, enquanto laboratórios de investigação do espaço público e da cidade; e o coletivo como tal porque nunca nos propusemos fazer um coletivo sem interação. E chegou um momento que nos perguntaram como chamar essa interação e não soube dizer (risos). Assim foi como surgiu formalmente a história. Entendo que contextualmente, surge a partir desses questionamentos que a princípio intuíamos, mas que depois tivemos a oportunidade de confirmar com o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma lógica de construção de cidade na Colômbia que é absolutamente excludente, absolutamente importada, sobretudo, da Europa. O plano das cidades equatoriais são cópias dos planos espanhóis. Não consigo pensar em contextos mais divergentes do que uma cidade espanhola e uma cidade colombiana. São contextos totalmente distintos e é impossível entender essa lógica, inclusive a lógica de construção, de concessões de obra que funcionam sob uma lógica econômica absolutamente delirante que fomentam a informalidade. A concessão de obra básica que uma pessoa pode obter, com todos os processos de um arquiteto para realizá-la, custa dois mil dólares, isto é, cinco milhões de pesos, o que pressupõe que existem muitas pessoas para fazer a obra. O questionamento é: sob qual lógica a base é excludente? Em que momento o urbanismo perdeu sua vocação social que tinha em sua origem para converter-se em uma ciência econômica no sentido mais pejorativo da palavra? Acredito que isso se uniu ao capital social tão impressionante que existe a nível local, do bairro. Isso é como a OTHAN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há aquelas que relacionam com o conflito armado, inclusive as que têm 50 anos de conflito armado. Há pessoas que fazem uma reflexão intensa a respeito de seu território e um posicionamento político, as vezes ativista, muitas vezes ativista, sobretudo em uma situação como essa. Contudo, isso não é aproveitado. Não se aproveita para as políticas públicas. Eles não têm nada a dizer a não ser que a cidade tem uma construção de ponta, do potencial das pessoas, da capacidade de autogestão da territorialidade cidadã conectiva, etc. E depois vem a Prefeitura legalizando, legalizando, legalizando. Faltam ruas às políticas públicas, faltam ruas à arquitetura, aos arquitetos, aos advogados, faltam ruas ao espaço público. Isso tudo é tão delirante! Faltam ruas ao espaço público, no sentido de compreender suas dinâmicas, ou seja, a que loucura chegamos?! Acredito que isso foi o dinamizador e continua sendo o dinamizador principal de todas as pessoas que estão ao redor do Arquitectura Expandida. Cada um com interesses diferentes, mas com esse ponto convergente de dizer tremenda luxúria e tremendo aproveitamento desse capital humano, social, associativo, cultural, urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: A ideia de participação se perdeu no Estado completamente…&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: A ideia de participação me parece que está extensivamente consolidada. É uma forma de se referir à democracia. Já não se questiona isso, porque uma democracia possui uma ótima imprensa. Democracia, participação e espaço público já não são questionáveis. Particularmente em Bogotá com respeito às políticas públicas, isso é um festival da participação. Em Bogotá existe um instituto de participação do governo. Além disso, cada instituição possui seu departamento de participação. A participação tem se convertido em checklist, ou seja, uma pessoa vai às comunidades, assina uma lista e isso é considerado participação. Há algo mais perverso do que isso? Entendemos que a participadão tem diversos níveis e entendemos que a função É claro que temos olhares diferentes sobre a participação e entendemos que em função do tipo de projeto se pode abordar alguns níveis em detrimento de outros. Me atrevo a citar três níveis: a identificação do problema, o desenho da solução e execução da solução. Quando falamos de grandes obras públicas, entendo que identificação é algo muito complicado. Mas ouvir por ouvir as dinâmicas de participação é, a duras penas, dar informação – nunca participar de um diálogo – e fornecê-la em um momento em que não há possibilidade de mudanças, por exemplo, quando já saiu um decreto pelo qual será realizada outra intervenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: E um arquiteto convencional no meio dessa história… o que você pensa sobre os arquitetos que querem fazer obras para as revistas, para os sites, para ganhar concursos? Como eles pensam a cidade, o edifício? Qual é a crítica que a Arquitectura Expandida faz a essa arquitetura hegemônica?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Acredito que isso vem desde o desenvolvimento moderno (ou antes, não sei) e também vem da forma que temos as universidades e das lógicas do mercado. Acredito que erramos muito ao nos impor um repertório de linhas curvas retas, que supostamente vão controlar nosso território, nossa cidade, quando a cidade é incontrolável. Creio que Manuel Delgado fala perfeitamente em um artigo sobre a cidade vivida e a cidade concebida. E de como essas dinâmicas se chocam. Acredito que esse é um tema muito complexo e que nem todo mundo tem um posicionamento político a respeito. Acredito que existem arquitetos envolvidos em uma dinâmica de mercado, de especulação imobiliária, mas no final, me parecem bem, ou pelo menos transparecem uma honestidade. O que me preocupa é essa imagem “revistera”, “concursera” em qual o espaço público é um festival. “Espaço público”, “cinergia”, “dinâmicas”, mas isso tudo é temporário? Por que temos que ter um discurso incompreensível, ou seja, que tipo de pretensão você tem e o que você está fazendo realmente? É isso que me preocupa mais. Parece que há uma falta de honestidade muito grande. E acho que é muito espirituoso, por exemplo, para estudantes de arquitetura, para as revistas; é um mercado de arquitetura que parece ser sexy, sensual, atrativo. Sinto uma quantidade de palavras muito legitimadas, mas pouco compreensíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: E com relação às políticas, sempre se dizem neutros. E o discurso da tecnologia, da neutralidade, muitos dizem, por exemplo: “não temos nada a ver com a perversidade do mercado”.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: A respeito das políticas, somos neutros até que surja uma política que nos favorece, então a assumimos. Por exemplo, acho que muitas das arquiteturas de Medellín dependem de uma política pública, então o arquiteto será o primeiro a incorporar em seu discurso todo o “social” que oferece, mas já está equipado para isso. As políticas só interessam quando são perversas, aí sou um pobrezinho tentando fazer meu trabalho da melhor forma possível nesse limite tão restrito. Acredito que isso é algo muito duro, devemos distinguir quando somos camaleônicos e capazes de nos adaptarmos ou quando somos oportunistas. E eu acho que aí há uma linha tênue e é o que mais me perturba em se tratando de práticas arquitetônicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Você já falou das redes e dessas redes (…) Com a Espanha. Você vem da Espanha e mora aqui, na América Latina, e alguns coletivos estão lá, mas estão aqui também, como Todo por La Práxis que está aqui e no Equador. Como você vê a formação dessas redes, a potência dessas redes, e a origem dessas redes como Santiago Cirugeda, que penso que é um pouco, antes da crise de 2008 e depois da crise, porque podemos pensar que são oportunistas os milhões de coletivos que agora estão por aí. Na Espanha, porque há trabalho nos grandes escritórios para fazer arquitetura monumental, então, estão todos muito sociais. Gostaria que você falasse dos coletivos que são realmente sociais e acreditam nessa política e dos que estão sem trabalho e resolveram adotar de forma camaleônica o discurso do coletivo.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Nós, que ocasionalmente vivemos em Sevilha, trabalhamos três anos com Santiago CIrugeda, em um estúdio. Então tivemos um contato muito intenso em muitos projetos, é um contato profissional. Na verdade um coletivo nunca é totalmente profissional (risos), o contato é feito de forma festiva, humana. Nos encontramos no primeiro Encontro do coletivo em 2007 e depois participamos de vários outros encontros. Nossa relação com eles era baseada em respeito pelo trabalho que fazem e porque compartilhamos muito tempo juntos, ainda que tenhamos discutido muito. Mas creio que sempre escutávamos Santiago porque ele tem uma capacidade impressionante. O fato de eles virem para cá é algo especialmente importante de ressaltar porque, por exemplo, Todo por La práxis é o coletivo que tem a melhor Arquitectura Expandida, eles são nossos mestres. Foram nossos professores quando alguém questionava a pertinência de se ir a campo durante uma semana. E no nosso caso, ficou muito claro que Diego e Todo por La práxis viriam fazer o projeto, que Todo por la Praxis viria, e pudemos entender que isso era possível de se realizar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas vezes se critica os que vêem à América Latina para montar histórias e projetos durante uma semana, projetos pontuais. E eu creio que o compromisso que o Todo por la Praxis tem, são capazes. Nós tivemos a oportunidade de conviver em uma residencia artística no Matadero em Madri em um projeto de observação do espaço público e pudemos colaborar com Diego e esse diálogo com ele foi fundamental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Mas muitos grupos estão se formando. Que pensa disso?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Acho que minha opinião talvez seja diferente da sua, porque há muito tempo não acompanho o dia a dia da Espanha. Não vejo problemas no fato de pessoas estarem buscando soluções em um contexto que não há outra saída, quero dizer, por que não?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: O resultado é bom para todos (risos)…&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Sim, mas sinto que isso está se convertendo um pouco no festival do coletivo. E agora tudo é coletivo. Acho que teríamos que ter um espaço de reflexão sobre o que é a coletividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: É muito importante falar sobre isso. O que significa coletividade para você?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Eu posso te dizer o que significa para nós. Me interessa a antropologia urbana, o trabalho de Manuel Delgado, quem trabalhou e falou muito sobre a coletividade X comunidade. Acho que, às vezes, se fala em coletividade, em como “somos um coletivo de arquitetos”, mas não reunimos para debater. Então isso é uma comunidade de arquitetos e isso é uma identidade que carregam consigo. Quando falamos em coletividade, tem de haver, pelo menos, um espaço de consenso. Existem comunidades religiosas, políticas, territorial… as comunidades daqui dos bairros têm algo que os une, que é o território, mas eles não têm, necessariamente, que ter algo em comum, apenas compartilham o território. Para mim, a coletividade não tem a ver com a identidade, com o que nos une – referente ao passado –, mas o que nos une referente ao futuro, o que queremos construir juntos. Manuel Delgado fala da luta e da festa como os dois elementos básicos da coletividade. Diz que se você está em uma festa e infla seu ego, irá ocorrer uma luta. É importante tentar eliminar esses oportunismos, afinal de contas, somos um coletivo. Quatro arquitetos falando em uma oficina ou em um seminário não é um coletivo. Um coletivo se faz com pessoas que possivelmente não têm nada a ver umas com as outras em suas origens. A coletividade está nos espaços de consenso. Nós trabalhamos com comunidades, com pessoas, com coletivos e entre todos, formando uma coletividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Coletividades são instantâneas, acontecem…&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Sim. E possivelmente para projetos concretos e acho que isso é que dá consistência à coletividade. Em nosso trabalho negociamos com muitas pessoas de comunidades que demonstram interesse nesses processos e todos nós formamos uma coletividade. Por isso, sempre nos empenhamos em gerar um nome concreto para cada projeto, uma logo, para criar uma identidade para aquele espaço concreto. Você consegue ir à Casa da Chuva porque eles têm um espaço físico. Não preciso materializar o espaço físico sempre, mas a Casa da Chuva precisava deste coletivo nesse momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Arquitectura Expandida, às vezes, nos perguntamos se somos realmente um coletivo ou somos uma comunidade? Somos autocríticos também! Creio que somos um coletivo muito aberto, porque qualquer um pode fazer parte e é absolutamente multidisiplinar. O que no une é o interesse em percorrer a questão política, social e cultural da cidade e sua quantidade de redes. E também debates internos sobre a coletividade, a identidade da Arquitectura Expandida, e nós falamos que somos o Arquitectura Expandida. Acho que nunca chegamos a uma conclusão, mas deliberamos com muita consciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: A Viviana ontem colocou uma questão importante no grupo. Gostaria de saber um pouco sobre o núcleo de vocês que está sempre trabalhando, você, Felipe, Marina… E muitas outras pessoas também.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Viviana é artista plástica, uma pessoa crítica, que faz reflexões absolutamente eloqüentes. Lady e Niko fazem parte do coletivo Territorio en luchas e nós nos conhecemos porque eles documentavam lutas territoriais. Então entramos no projeto do advogado e achamos que eles tinham muita experiência no que faziam e vice-versa. Depois de nos encontrarmos, começamos a fazer comunicação, já não era somente documentação, registro, e de repente já fazíamos parte da dinâmica. Vivi é a mais presente e através dela, se formou um grupo de artistas que pontualmente estão presentes (Lorenzo, Lili Cuca) e colaboram com os processos. Gralla e Natalia são estudantes de engenharia e acho que lhes interessa a questão construtiva. Cada um tem interesse em coisas diferentes e não temos que ser um consenso e precisamente por isso somos um coletivo, visamos um interesse comum. Randy é arquiteto que também tem uma capacidade reflexiva e crítica impressionante. Eles vêem de contextos urbanos complicados. Não é porque todos são espanhóis que não viveram em contextos urbanos em que os fizeram colocar em cheque questões relacionadas a seus bairros e territórios. Verde é um menino que se envolveu no processo. Verde vem de uma dinâmica muito ativista, ele traz reflexões do anarquismo, ainda que nós não nos consideremos um grupo anarquista. Mas ele traz essa experiência, o que enriquece o grupo. Jose Luiz Vongore é um documentarista maravilhoso, com uma formação artística que nos aconselha para temas da comunicação então é importantissimo contar com ele. Não vou citar todas as pessoas, porque são muitas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: O que eu observei no workshop no fim de semana é que existe uma coisa além de fazer o bem, de trocar informação com a comunidade, para além disso tudo, existe um desejo de estar junto. Por exemplo, ao invés de ir ao cinema, consumir nos shoppings, ir para bares no fim de semana, me parece que vocês são pessoas querem estar juntas, produzir, aprender, trocar, que é um pouco dessa ideia do comum, não partidário, não político, mas de estar junto. Eu tive essa sensação muito forte de alegria, afeto, que tem a ver com a leveza de estar junto. Muito diferente de um workshop com Todo por La práxis ou com nossa equipe em Belo Horizonte. Eu senti algo diferente e aprendi muito com vocês.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Temos tempos diferentes e gostamos de trabalhar com esses tempos. Gostaria de ressaltar uma coisa: não somos um grupo que foca em estratos sociais. Dentro do grupo há pessoas de estratos sociais baixos. Não é um grupo que vai a uma comunidade que tem outro estrato social para trabalhar com eles. Dentro do grupo, existem todos os estratos. Acreditamos que toda essa forma de vivência que nos fazem capazes de formar um coletivo com a comunidade, baseada nessa experiência. A dinâmica é composta de oficinas com as crianças, de publicações, oficinas sobre medos, desejos, anseios urbanos, oficinas que partem de perguntas que as crianças fazem aos adultos sobre a história do bairro, quais foram as lutas para conquistar o direito aos serviços público, etc. Utilizamos estratégias que resultam em oficinas culturais, mas ao mesmo tempo, acreditamos que é muito importante respeitar o tempo. Já convivemos com comunidades que se tornaram amigas e que nos dizem “chegou um grupo de teatro aqui, mas eles têm pressa”. Como assim? Obviamente você vai ter uma aproximação com a cidadania, com a associação, com as crianças da comunidade e isso para nós é fundamental. Descobrimos essa importância no último projeto, na Casa da Chuva. Essa comunidade nos disse que queria trabalhar somente aos domingos porque eles trabalhavam em dia de semana e não queriam ficar sem proteção. Então percebemos que temos tempos diferentes. Para nós, é importante a convivência, o estar junto, entre nós mesmos do coletivo e entre a comunidade que eram quinze ou vinte pessoas. Pareceria mentiroso se disséssemos que queríamos vivenciar tudo, mas ao mesmo tempo definindo que a festa tem que ser hoje, de 10 às 12h, porque queremos tomar uma cerveja no meu bairro. Não! A festa é o espaço festivo. Continuamos subindo à Casa porque eles se tornaram irmãos. No princípio, tínhamos oficinas de uma semana. Não era uma metodologia que implantamos no início, foi acontecendo e acreditamos que funcionou muito bem. Os erros fazem parte, estamos em um processo. É claro que existe a responsabilidade de terminar as coisas, de não desperdiçar o tempo das pessoas. Está muito claro para nós que se as pessoas não estão envolvidas, nós nem entramos no processo. Muitas vezes, nós viajamos e temos que fazer oficinas curtas e mesmo assim nos estressamos porque, por algum motivo, não foi possível trabalhar naquele lugar; e não é questão de competência profissional, mas é que às vezes os contextos não estão em harmonia. E não temos que forçar o projeto, se não nos apetece. Quando isso acontece, fazemos ação comunicativa e justificamos que o projeto se encerrou. Nós somos muito duros com as comunidades e elas conosco. A cobrança é mútua, mas sempre com flexibilidade. Tem gente de fora da comunidade que chega no primeiro dia perguntando como pode participar e dizemos a ela que documente o processo. No outro dia, ela já se inteirou do projeto e traz novas ideias. O processo é sustentado pelo tempo, pela experiência, e isso nos permite ser um grupo tão grande. Eu acho que conseguimos construir um coletivo de tantas pessoas porque o processo permite que uma pessoa chegue e sirva café e na segunda vez, ela participa da dinâmica e na terceira vez, traz uma proposta. O mesmo ocorre nas comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Eu queria voltar nesse ponto dos territórios. Eu percebi que essa palavra “territórios” é muito utilizada, principalmente no Brasil. E essa palavra carrega várias outras dinâmicas de fronteiras e poder. Me interessa muito o porquê é importante lidar com essa questão territorial com as comunidades. Você acredita que isso possa gerar uma força horizontal, de resistência naquele território local? E como práticas artísticas, arquitetônicas e instanciais podem otimizar ou ativar esse processo?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Esse tema de território me remete à identidade, à identidade territorial. É claro que quando uma pessoa lê a respeito de temas de antropologia urbana, por exemplo, o território adquire uma conotação quase negativa porque carrega poder e limites. No entanto, há uma questão do território que tem a ver com a identidade. E aqui, creio que – não sei se na América Latina ocorre assim com essa palavra em particular – mas existe um grau forte de identidade e compromisso territorial. Acho que o tema do território tem uma conotação de identidade e uma conotação que está embasada na luta do território. É como se fosse um retorno à urbanização pirata, não tanto invasão, mas urbanização pirata. Isso é fruto do fato de as pessoas terem direitos, direitos óbvios, o primeiro direito que é o direito a cidade e à propriedade. No entanto, isso se tornou muito duro pela falta de legalidade dos bairros no princípio, era difícil conseguir do serviço público encanamento, dutos comunitários. Isso gerou uma consciência de comunidade, de comunidade territorial, que até poucos anos acredito que era muito forte. Hoje, alguns sentem que as novas gerações não estão tão vinculadas às lutas territoriais, pois uma grande proporção de cidades como Bogotá, foi construída nos últimos 30 anos. Então, obviamente, encontramos uma geração que tem a conotação de território vinculada a sua história de vida e a sua história de comunidade. Entendo que o território tem a ver com o lugar que nós vivemos e construímos, tem a ver com nossa cidade. Enquanto a política pública está lá, nós estamos aqui arrumando canos e lutando pelo nosso território. É claro que há uma conotação de território que foi incluída depois do territorialização que nós, da arquitetura expandida, temos discutido muito. E isso é a geração de fronteiras, partindo de dentro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, como é possível lidar com o respeito que ainda não é inspirado, pelo fato de as pessoas terem a consciência de seu lugar e de que trabalharam e lutaram por ele, mas que foram além, tentando evitar essas fronteiras administrativas, que geram a territorialidade e a identidade territorial partindo do lado de dentro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Ana, foi ótimo você falar nisso porque em La Cecilia, ontem, eu percebi que a arquitetura da Casa da Chuva foi uma ativadora de conexões de território, porque há dez anos, eu diria que a arquitetura nunca fosse fazer isso, que a arquitetura não poderia transformar o mundo. Le Corbusier e os modernos estavam loucos de pensar que esses grandes planos iam transformar. Mas agora, eu estou pensando que as micro arquiteturas, quando são conectadas com a comunidade, podem criar conexões territoriais, uma arquitetura muito pequena, mas cheia de potência da atividade, da ação da comunidade, do afeto, da relação dos arquitetos com os artistas, com a comunidade, é uma micro política muito forte. Queria que você falasse sobre isso.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Isso foi o que sentimos quando chegamos em La Cecilia, sentimos falta de um salão comunal para La Cecilla. Além disso, um salão comunal serve cada um dos bairros. Quando chegamos, não sabíamos bem o que fazer, então decidimos apoiar o processo. Em qualquer construção, sempre há oficina culturais, isso é a base. A cultura é um dispositivo de ordenação territorial. O território se ordena, assim como os espaços de respeito, de consumo, de conflito, a partir de questões culturais da cultura cidadã. Eles mesmos nos explicavam isso, explicitando o que podiam mostrar: os conhecimentos sobre as plantas medicinais, aromáticas, etc. e o que nós podíamos levar para realizarmos oficinas com restos de ônibus, o que poderíamos usar para fazer suas casas, etc. Então as oficinas foram se formando constantemente, primeiro com as crianças, que são não somente um fim em si mesmas, mas também uma ferramenta . Quando começamos a alcançar as crianças de Águas Claras, alcançamos também os pais e mães de Águas Claras, não no primeiro dia, claro. Por isso achamos que esses processos são aglutinadores e geram muitas dinâmicas. Esse espaço é o único que La Cecilia possui. Águas Claras tem um salão comunal, mas obviamente não tem a mesma capacidade mímica, o solo não é formidável. Achávamos desde o princípio que era salão comunal, mas ele se expandiu, ultrapassando os limites territoriais, o que é bacana. Quando chego lá, encontro muita gente que não conheço, são pessoas de outros bairros que agora vão às oficinas, são de Águas Claras, dos bairros do entorno e acho que isso pode resultar em uma estratégia ativista. Por causa dos limites territoriais, as pessoas não conseguiam enxergar além, agora todos estamos vendo que estamos na mesma situação e podemos demarcar um objetivo comum. Acredito que uma pequena arquitetura, com um processo adequado, também pode ser um dispositivo de ativação cultural, política, social, etc. E acho que estamos conseguindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: O líder comunitário ontem falou várias vezes: “”.. para a comunidade, para as comunidades vizinhas, para a cidade, para o país e para o mundo”. Numa ideia de conexão, de potência local e de criação de rede.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Adoro quando vêm amigos, quando alunos e outras pessoas nos ligam de Bogotá , de Manizales, do México. Há quem pergunte: “isso não é uma caça à pobreza?” Não. Porque nós estamos com eles, estamos na mesma. Os líderes comunitários e as pessoas da comunidade já viram brasileiros, gringos, mexicanos, japoneses passando por lá e acho que isso abre o mundo das pessoas. Quando você vai trabalhar em processos participativos, não pode chegar perguntando “O que temos?”. As referências dessas pessoas são restritas. A ideia é construir referenciais juntos, baseados nesse gotejamento de relações. Para esse projeto, apareceu gente das instituições públicas, amigos, estrangeiros… quer dizer, vamos naturalizar isso. Não precisamos, necessariamente, de artistas ou antropólogos em especial. Quando dizem que vamos romper com a dinâmica da comunidade, respondo que essa dinâmica não é estática. A comunidade evolui como eu. Acho que é difícil fazer uma análise, porque estamos muito envolvidas no processo. Mas acredito isso gera processos ativistas baseados na ruptura desses limites. Quando aparece uma pessoa da prefeitura, alguém da comunidade lhe mostra onde está a Bogotá humana. Já sabe que o plano distrital é uma Bogotá humana. Onde está a Bogotá humana? Aí vemos um posicionamento político. “Se você me propõe um plano de desenvolvimento, por que estamos abandonados?” Cada vez que chega alguém, aprende-se algo, ativam-se novas questões e posicionamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Eu fico pensando que essa questão da rede pode se dar tanto a partir de várias iniciativas micro, a nível local, e de sua união de alguma forma, mas também a partir de um único dispositivo, como a Casa da Chuva que se comporta como rede numa escala menor, mas que une territórios diferentes e que pode constituir no próprio dispositivo como uma rede de conexão. Eu fico pensando quais são as estratégias, por que a arquitetura convencional e ligada à questão do mercado produz territórios fechados e esse tipo de arquitetura não? A Casa da Chuva, por exemplo, produz uma confluência de territórios. Você falou da participação, mas existe alguma contribuição dos artistas do coletivo nas estratégias de sensibilidade, de percepção e apropriação? Por que essa arquitetura é diferente? Quais estratégias foram utilizadas pelo coletivo, enquanto um agenciamento de artistas e antropólogos?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: A Casa da Chuva foi parte de uma rede de espaços com a Casa do Vento. E a Casa da Chuva está consolidando, pouco a pouco, a biblioteca comunitária que está em rede com outras bibliotecas comunitárias. Existe uma rede física e cada espaço possui suas pequenas redes em distintas escalas, o que é interessante porque agora estamos quebrando a cabeça para descobrir como gerenciar a rede dos espaços físicos. Não tanto nós, porque nós não vivemos no território e estamos conscientes que não vamos acompanhar esse processo, mas eventualmente a associação da Casa do Vento que são os líderes a nível local, da comunidade de São Cristovão. Acreditamos que não existe uma grande diferença entre o micro e macro. Acho o Bruno Latour meio sentimental/piegas, mas temos que entender que um lote é um sistema coletivo social. Você me perguntou da metodologia, mas eu prefiro o termo estratégias. Se fosse metodologia, a definiria como investigação e ação participativa, precisamente porque é a única metodologia que não é uma metodologia. É uma estratégia para gerar uma metodologia com as pessoas, com os distintos atores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: O que, ao final, são táticas porque acontecem aí.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Exato. Fazemos oficinas de documentação com crianças e jovens, onde eles aprendem a manejar uma câmera, a fazer um roteiro, essas questões técnicas. Motivamos entrevistas entre as gerações para que eles (e nós também) comecem a se inteirar dos dizeres do bairro, de como surgem dinâmicas entre as gerações. Não é apenas uma forma de preservar a memória, porque eles podem ler as entrevistas para rapper do bairro, por exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: É como se estivesse cartografando?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: É como uma cartografia, mas com a desculpa de uma oficina visual. É uma forma de unir muitas coisas em uma só dinâmica. A primeira estratégia que recorremos quando chegamos foi tentar ir a um evento deles e não aparecer já nos apresentando. Preferimos que a primeira aproximação fosse assim, tomando-os como nossos anfitriões porque dessa forma parece que nós fomos convidados. Outra tática é a ruptura da máquina de consenso/senso comum. Quando chega um grupo com conceitos formados, ele soa falso, mentiroso. Ativar o dissenso é fundamental. Seria uma mentira projetar (qualquer projeto – artístico, arquitetônico) baseado em um consenso. Quando um arquiteto chega apresentando seu projeto de concurso como uma solução definitiva, ou parece que ele é excelente ou que está nos subestimando. Nós tentamos gerar dinâmicas para evidenciar esses dissensos, foi algo que aprendemos empiricamente. Já recebemos projetos que não se mantiveram no tempo ou que propuseram um portão com uma chave, encerrando o assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos sentar progressivamente e vamos eliminar essa máquina de consenso porque ela ignora conflito e o conflito está presente em todos os lugares, seja na comunidade, na família; é algo natural! E se não chegarmos a um acordo, não há problema, só não chegamos a um acordo! Voltamos a esse tema ou tentamos abordar dispositivos de consenso. A princípio, no espaço público, temos essas pequenas estratégias de consenso, entretanto nos interessa evidenciar os conflitos e os dissensos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para completar, Viviana é a rainha dos pequenos festivais. Ela propôs eloquentemente que houvesse esses espaços, pois parecia que a cultura era colocada como inferior à auto-construção porque a auto-construção nos une, convertendo-nos a coletividade. Assim produzíamos esses pequenos festivais de cultura, de dinâmicas diferenciadas, cuja comunidade também possui responsabilidade. Convidávamos pessoas, fazíamos projeções de suas próprias entrevistas e assim eles podiam se colocar como protagonistas do processo. Nós que viemos de fora não somos os protagonistas. Então esses pequenos festivais eram estratégias de estimular a cultura que já não era lançada ao processo de auto-construção. E acho que isso tem sido uma conquista para o que você viu ontem. Você chega e se depara com uma oficina. Existem diferentes estratégias de ativação e como uma metodologia, eu só posso me aproximar da investigação participativa porque não é uma metodologia precisamente. É uma estratégia para gerar metodologia com o povo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Ana, para fechar, uma pergunta que é inicial e final. Para que estar aqui na América Latina desenvolvendo este trabalho, qual o objetivo? O que você acha que é o sonho, o desejo, que formam um conjunto de subjetividades neste projeto do Arquitectura Expandida?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Há vários níveis e eu gosto de trabalhar com esse porque cada um tem interesses diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: Mas qual é o interesse comum?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Acredito que o interesse comum tem a ver com a frustração de como as coisas estão sendo feitas e com a vontade de investigação em frentes diferentes e como se pode fazê-las. E com a profunda convicção de que não existe uma enorme diferença nas ruas. Aí estamos todos, desde uma dinâmica de questionamento de políticos, de artistas, documentaristas, arquitetos. Cada um tem suas atividades. E tudo isso é o que nos une, de fato. Nós, que falamos em Arquitectura Expandida, estamos batendo cabeça contra um muro que é do governo. E estamos trabalhando com o governo, por outro lado. Tentamos evitar que esses encontros nos contaminem, para que sejamos autônomos na tomada de decisões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontramos uma pessoa que respeitamos muito, um advogado e ativista maravilhoso, que está em contato com a parte social vinculada ao metrocable (teleférico) de Bogotá. Ele nos disse: “Estou vendo que aqui passa algo delirante. Os que trabalham com o social estão indo a campo e os técnicos estão desenhando. Como normalmente acontece, os que trabalham com o social produzem um documento enorme, colocam-no no armário e ponto final. Eu necessito desse perfil, que ainda não encontrei, que é de uma conduta que me permite habilitar um trabalho desde a comunidade até o presidente. Como posso habilitar essa conduta?” Então ele nos chamou porque para ele nós éramos arquitetos técnicos que podíamos trabalhar em campo e podíamos participar constantemente das mesas urbanísticas interinstitucionais, nas secretarias de moradia, planejamento, etc. Então você pode imaginar a nossa briga constante (risos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda que não esteja claro onde vai chegar isso, está claro que vamos manter nossa posição e que neste momento, não vamos sair de lá. Eles disseram que queriam um perfil profissional que não existe aqui, pelo menos, e que é fundamental. Onde está esse arquiteto mediador? Eu não tenho interesse em colocar minha empresa na estação do teleférico, porque é uma questão de ego, todo mundo quer trabalhar aí. Eu prefiro ser uma condutora que pode ir a campo, participar com as pessoas e falar com os demais arquitetos nessa mesma linguagem. E eu fico emocionada de pensar que Paco nos chamou para fazer exatamente isso. Outra coisa, é que a lei de contratação, as peripécias políticas são terríveis. A política pública é um delírio! Mas fico feliz em pensar que existe um advogado que começa a enxergar as coisas e que disse “vou chamar essas pessoas, porque preciso de mediadores, de canais”. O interesse dele não é no distrito, mas em investigar e descobrir essas possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;I: É indisciplinado…&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Nosso interesse não está no governo. Nos interessa que existam essas possibilidades e em investigá-las. No meu trabalho na academia me interessa pesquisar como podemos aplicar essas dinâmicas em uma sala de aula. Existe um grupo, Lívia, Andréa, Lady, Juan David, que está muito interessado em trabalhar as pedagogias do território. Como se pode trabalhar a arte, a pedagogia e o território em um elemento único? Então acredito que há muitos projetos investigativos. O que nos interessa é investigar para ver até onde isso pode chegar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Um pouco sobre o coletivo ao qual Ana Ortego pertence: ARQUITECTURA EXPANDIDA:&#039;&#039;&#039; Arquitectura Expandida-AXP é um microlaboratório de especulação cultural em rede, que trabalha buscando a geração de lugares de encontro no território. Desde 2010, atua em distintos bairros de Bogotá, produzindo Laboratórios Urbanos de iniciativa independente e colaborativa. Neles, trabalha-se coletivamente na construção física e social do território de forma transdisciplinar, empírica e experimental. O objetivo tem sido investigar processos e metodologias de autoconstrução coletiva da cidade, compatibilizando teoria e ação em uma praxis levada à cabo com diversos grupos de acadêmicos, estudantes, associações culturais, associações comunitárias e sobretudo com cidadãos unidos pelo interesse na gestão política, social e cultural de seu território. O coletivo será representado por Ana López Ortego, arquiteta espanhola atuante na Colômbia, professora da Universidade Javeriana de Bogotá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;http://www.arquitecturaexpandida.org&#039;&#039;&#039; http://www.youtube.com/watch?v=nwqkRUqvHIQ http://www.youtube.com/watch?v=VMskSjFMuz4   &#039;&#039;&#039;Alguns Projetos: Biblioteca&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.arquitecturaexpandida.org/?p=2590&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=9O4e9ipqGVM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=ojQgLv7o0GA http://www.youtube.com/watch?v=9O4e9ipqGVM  &#039;&#039;&#039; Casa do Vento e Casa da Chuva&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 http://www.youtube.com/watch?v=w7mfA9eU33w http://www.youtube.com/watch?v=kI1N8HTwQaM https://www.youtube.com/watch?v=vKhm4KfkeXY&amp;amp;feature=player_embedded&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alasca Parque Comunal http://www.youtube.com/watch?v=YcDkDoBuH_Q&amp;amp;list=PL19842437B630D439 http://www.youtube.com/watch?v=SHoN-xKK0ao&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Indisciplinar_entrevista_Ana_Ortego_do_coletivo_colombiano_Arquitectura_Expandida&amp;diff=3030</id>
		<title>Indisciplinar entrevista Ana Ortego do coletivo colombiano Arquitectura Expandida</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Indisciplinar_entrevista_Ana_Ortego_do_coletivo_colombiano_Arquitectura_Expandida&amp;diff=3030"/>
		<updated>2019-04-24T20:30:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Entrevista com a arquiteta Ana Ortego, do coletivo [http://arquitecturaexpandida.org/ Arquitectura Expandida], realizada pelo Indisciplinar no mês de outubro de 2014 em uma Viagem de Estudos com alunos da EAUFMG. Nesta visita que fizemos à Bogotá, participamos do Sexto Encontro do ARQUITECTURA EXPANDIDA, tanto em um workshop quanto em um evento COMUNICACCION conversas com outros coletivos e grupos de pesquisaAna participou do evento [https://www.facebook.com/cartografiasbiopotentes?fref=ts Cartografias Biopotentes] realizado em fevereiro de 2014 pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar juntamente com o VAC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Todoporla1.jpg|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Todoporla2.jpg|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: Ana, já te falamos que estamos fazendo uma investigação dos coletivos, das pessoas, arquitetos, artistas, designers que estão trabalhando fora da lógica do mercado. Portanto, gostaríamos que falasse sobre seu trabalho, como começou, desde quando começou na Espanha, o que te conduziu até aqui, como foi esse processo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Ok, nao vou falar como uma pessoa, vou falar como o coletivo porque nós não gostamos muito da individualidade. Aqui nós encontramos, por distintas circunstâncias, quando me encontrava vivendo aqui o primeiro encontro do Arquitectura Expandida. O coletivo não surge e nem dizemos que o fazemos, surge um evento que nós organizamos para tentar falar sobre a atividade, essa falta de lógica, de senso comum. Nos falta refletir sobre grandes teorias que fomos investigando, que fomos construindo e consolidando. Mas nesse momento, acredito que a resposta para tentar questionar uma lógica muito pouca lógica sabe? Umas dinâmicas de construção de cidade e de cidadania que nos parecia absolutamente delirantes e que não nos parecia absolutamente delirantes na Espanha, onde vivíamos antes. Lá estamos muito conectados com a rede de arquitetura coletiva. Muito conectados e muito amigos também de coletivos como [http://todoporlapraxis.es/ Todo por la Práxis], [http://www.recetasurbanas.net/v3/index.php/es/ Recetas Urbanas], [https://straddle3.net/en/ Straddle3]. Em particular, acredito que Recetas Urbanas e Todo por La práxis sempre foram referências muito fortes. Quando chegamos aqui propomos esse espaço de trabalho…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: Quando?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: 2010. Nós chegamos aqui em 2009 muito inquietos pelo que passava nessa cidade, pelas políticas públicas…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: E por que estava aqui? Você estava trabalhando com…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Com a Cooperação Espanhola dentro da Ibero-américa para restauração da cultura espanhola. Isso foi sorte, porque supõe-se que eu, como arquiteta, teria que seguir a linha do Centro Cultural Espanhol, que imagino que, desta vez, tenha sido um processo muito controverso, porque houve um grande saldo econômico, político e social para que no final não houvesse nada, essas coisas políticas absolutamente delirantes. Acreditava-se que eu viria trabalhar no acompanhamento desse processo. Quando realmente cheguei aqui, era claro que isso estava estagnado e tive sorte de poder dedicar mais a esta cultura através dessa bolsa de estudos. Isso envolve muitos âmbitos culturais consolidados, como museus nacionais e âmbitos culturais alternativos, independentes. E acredito que por isso pudemos ter uma ideia de como funciona o país – uma ideia aproximada, porque ainda não me inteirei totalmente; só estamos aqui há quatro anos e meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí realizamos estrategicamente o primeiro encontro de Arquitetura Expandida. Digo estrategicamente porque estava para acontecer a Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo em Medellín em 2010 e o título da Bienal era Arquitetura e Urbanismo para a interação cidadã, o que nos parecia suspeito, apesar do que era dito na imprensa. E uma bienal é um evento global, onde uma pessoa chega com sua apresentação, às vezes de 1985, e fala sobre a sabedoria do arquiteto, de como abordar um tema… e aí, estão 3000 pessoas e nenhuma possibilidade de qualquer debate. Aproveitando isso, como uma forma de contra-cultura e de conseguir apoios, realizamos o primeiro Encontro de Arquitetura Expandida, e isso foi em maio de 2010, trouxemos o Santiago Cirugeda do Recetas Urbanas. E isso foi a semente do que acabou sendo o Coletivo Arquitetura Expandida. Aí nos encontramos com as pessoas do Habitat sem Fronteiras, e onde tivemos o primeiro encontro com Felipe, que é parte fundamental da equipe; com a Creactiva com quem também tivemos uma relação intensa ao longo do tempo, mesmo que em projetos pontuais. Conhecemos também outros grupos e pessoas, não necessariamente grupos consolidados. A partir daí, tínhamos a possibilidade de ter apoio da Cooperação Espanhola, então consolidamos o segundo Encontro em dezembro de 2010, com a participação do Diego do Todo por La Práxis… nós já o conhecíamos e sabíamos que tínhamos muitas inquietudes e questões em comum, tínhamos trabalhado juntos na Espanha, em Madri e Sevilha, e aí foi quando ocorreu a primeira interação. Nós não queríamos sentar em uma mesa para conversar sobre a cidade, pois era basicamente o que estávamos criticando, então fomos às ruas para ver o que se passava. Eventualmente tivemos a colaboração de Juan Sancocho(?), que percorreu a Ciudad Bolívar para apresentar experiências que tiveram exito, de autogestão cidadã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aí criamos uma plataforma que mostrava os conflitos urbanos e ai identificamos o parque, uma coisa perversa, porque estava uma horrível, largado, um local cheio de pasto, mas tinha cadeado e sinalização dizendo “não jogue lixo nesse parque”. E aí nos pareceu que as pessoas que estavam mostrando esses espaços (Fundação Comunal, La Creactiva) tinham algo muito político e reivindicativo, que acredito ter sido a base de tudo, um posicionamento político. Foi como começam os encontros de Arquitetura Expandida, enquanto laboratórios de investigação do espaço público e da cidade; e o coletivo como tal porque nunca nos propusemos fazer um coletivo sem interação. E chegou um momento que nos perguntaram como chamar essa interação e não soube dizer (risos). Assim foi como surgiu formalmente a história. Entendo que contextualmente, surge a partir desses questionamentos que a princípio intuíamos, mas que depois tivemos a oportunidade de confirmar com o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma lógica de construção de cidade na Colômbia que é absolutamente excludente, absolutamente importada, sobretudo, da Europa. O plano das cidades equatoriais são cópias dos planos espanhóis. Não consigo pensar em contextos mais divergentes do que uma cidade espanhola e uma cidade colombiana. São contextos totalmente distintos e é impossível entender essa lógica, inclusive a lógica de construção, de concessões de obra que funcionam sob uma lógica econômica absolutamente delirante que fomentam a informalidade. A concessão de obra básica que uma pessoa pode obter, com todos os processos de um arquiteto para realizá-la, custa dois mil dólares, isto é, cinco milhões de pesos, o que pressupõe que existem muitas pessoas para fazer a obra. O questionamento é: sob qual lógica a base é excludente? Em que momento o urbanismo perdeu sua vocação social que tinha em sua origem para converter-se em uma ciência econômica no sentido mais pejorativo da palavra? Acredito que isso se uniu ao capital social tão impressionante que existe a nível local, do bairro. Isso é como a OTHAN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há aquelas que relacionam com o conflito armado, inclusive as que têm 50 anos de conflito armado. Há pessoas que fazem uma reflexão intensa a respeito de seu território e um posicionamento político, as vezes ativista, muitas vezes ativista, sobretudo em uma situação como essa. Contudo, isso não é aproveitado. Não se aproveita para as políticas públicas. Eles não têm nada a dizer a não ser que a cidade tem uma construção de ponta, do potencial das pessoas, da capacidade de autogestão da territorialidade cidadã conectiva, etc. E depois vem a Prefeitura legalizando, legalizando, legalizando. Faltam ruas às políticas públicas, faltam ruas à arquitetura, aos arquitetos, aos advogados, faltam ruas ao espaço público. Isso tudo é tão delirante! Faltam ruas ao espaço público, no sentido de compreender suas dinâmicas, ou seja, a que loucura chegamos?! Acredito que isso foi o dinamizador e continua sendo o dinamizador principal de todas as pessoas que estão ao redor do Arquitectura Expandida. Cada um com interesses diferentes, mas com esse ponto convergente de dizer tremenda luxúria e tremendo aproveitamento desse capital humano, social, associativo, cultural, urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: A ideia de participação se perdeu no Estado completamente…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: A ideia de participação me parece que está extensivamente consolidada. É uma forma de se referir à democracia. Já não se questiona isso, porque uma democracia possui uma ótima imprensa. Democracia, participação e espaço público já não são questionáveis. Particularmente em Bogotá com respeito às políticas públicas, isso é um festival da participação. Em Bogotá existe um instituto de participação do governo. Além disso, cada instituição possui seu departamento de participação. A participação tem se convertido em checklist, ou seja, uma pessoa vai às comunidades, assina uma lista e isso é considerado participação. Há algo mais perverso do que isso? Entendemos que a participadão tem diversos níveis e entendemos que a função É claro que temos olhares diferentes sobre a participação e entendemos que em função do tipo de projeto se pode abordar alguns níveis em detrimento de outros. Me atrevo a citar três níveis: a identificação do problema, o desenho da solução e execução da solução. Quando falamos de grandes obras públicas, entendo que identificação é algo muito complicado. Mas ouvir por ouvir as dinâmicas de participação é, a duras penas, dar informação – nunca participar de um diálogo – e fornecê-la em um momento em que não há possibilidade de mudanças, por exemplo, quando já saiu um decreto pelo qual será realizada outra intervenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: E um arquiteto convencional no meio dessa história… o que você pensa sobre os arquitetos que querem fazer obras para as revistas, para os sites, para ganhar concursos? Como eles pensam a cidade, o edifício? Qual é a crítica que a Arquitectura Expandida faz a essa arquitetura hegemônica?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Acredito que isso vem desde o desenvolvimento moderno (ou antes, não sei) e também vem da forma que temos as universidades e das lógicas do mercado. Acredito que erramos muito ao nos impor um repertório de linhas curvas retas, que supostamente vão controlar nosso território, nossa cidade, quando a cidade é incontrolável. Creio que Manuel Delgado fala perfeitamente em um artigo sobre a cidade vivida e a cidade concebida. E de como essas dinâmicas se chocam. Acredito que esse é um tema muito complexo e que nem todo mundo tem um posicionamento político a respeito. Acredito que existem arquitetos envolvidos em uma dinâmica de mercado, de especulação imobiliária, mas no final, me parecem bem, ou pelo menos transparecem uma honestidade. O que me preocupa é essa imagem “revistera”, “concursera” em qual o espaço público é um festival. “Espaço público”, “cinergia”, “dinâmicas”, mas isso tudo é temporário? Por que temos que ter um discurso incompreensível, ou seja, que tipo de pretensão você tem e o que você está fazendo realmente? É isso que me preocupa mais. Parece que há uma falta de honestidade muito grande. E acho que é muito espirituoso, por exemplo, para estudantes de arquitetura, para as revistas; é um mercado de arquitetura que parece ser sexy, sensual, atrativo. Sinto uma quantidade de palavras muito legitimadas, mas pouco compreensíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: E com relação às políticas, sempre se dizem neutros. E o discurso da tecnologia, da neutralidade, muitos dizem, por exemplo: “não temos nada a ver com a perversidade do mercado”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: A respeito das políticas, somos neutros até que surja uma política que nos favorece, então a assumimos. Por exemplo, acho que muitas das arquiteturas de Medellín dependem de uma política pública, então o arquiteto será o primeiro a incorporar em seu discurso todo o “social” que oferece, mas já está equipado para isso. As políticas só interessam quando são perversas, aí sou um pobrezinho tentando fazer meu trabalho da melhor forma possível nesse limite tão restrito. Acredito que isso é algo muito duro, devemos distinguir quando somos camaleônicos e capazes de nos adaptarmos ou quando somos oportunistas. E eu acho que aí há uma linha tênue e é o que mais me perturba em se tratando de práticas arquitetônicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: Você já falou das redes e dessas redes (…) Com a Espanha. Você vem da Espanha e mora aqui, na América Latina, e alguns coletivos estão lá, mas estão aqui também, como Todo por La Práxis que está aqui e no Equador. Como você vê a formação dessas redes, a potência dessas redes, e a origem dessas redes como Santiago Cirugeda, que penso que é um pouco, antes da crise de 2008 e depois da crise, porque podemos pensar que são oportunistas os milhões de coletivos que agora estão por aí. Na Espanha, porque há trabalho nos grandes escritórios para fazer arquitetura monumental, então, estão todos muito sociais. Gostaria que você falasse dos coletivos que são realmente sociais e acreditam nessa política e dos que estão sem trabalho e resolveram adotar de forma camaleônica o discurso do coletivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Nós, que ocasionalmente vivemos em Sevilha, trabalhamos três anos com Santiago CIrugeda, em um estúdio. Então tivemos um contato muito intenso em muitos projetos, é um contato profissional. Na verdade um coletivo nunca é totalmente profissional (risos), o contato é feito de forma festiva, humana. Nos encontramos no primeiro Encontro do coletivo em 2007 e depois participamos de vários outros encontros. Nossa relação com eles era baseada em respeito pelo trabalho que fazem e porque compartilhamos muito tempo juntos, ainda que tenhamos discutido muito. Mas creio que sempre escutávamos Santiago porque ele tem uma capacidade impressionante. O fato de eles virem para cá é algo especialmente importante de ressaltar porque, por exemplo, Todo por La práxis é o coletivo que tem a melhor Arquitectura Expandida, eles são nossos mestres. Foram nossos professores quando alguém questionava a pertinência de se ir a campo durante uma semana. E no nosso caso, ficou muito claro que Diego e Todo por La práxis viriam fazer o projeto, que Todo por la Praxis viria, e pudemos entender que isso era possível de se realizar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas vezes se critica os que vêem à América Latina para montar histórias e projetos durante uma semana, projetos pontuais. E eu creio que o compromisso que o Todo por la Praxis tem, são capazes. Nós tivemos a oportunidade de conviver em uma residencia artística no Matadero em Madri em um projeto de observação do espaço público e pudemos colaborar com Diego e esse diálogo com ele foi fundamental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: Mas muitos grupos estão se formando. Que pensa disso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Acho que minha opinião talvez seja diferente da sua, porque há muito tempo não acompanho o dia a dia da Espanha. Não vejo problemas no fato de pessoas estarem buscando soluções em um contexto que não há outra saída, quero dizer, por que não?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: O resultado é bom para todos (risos)…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Sim, mas sinto que isso está se convertendo um pouco no festival do coletivo. E agora tudo é coletivo. Acho que teríamos que ter um espaço de reflexão sobre o que é a coletividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: É muito importante falar sobre isso. O que significa coletividade para você?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Eu posso te dizer o que significa para nós. Me interessa a antropologia urbana, o trabalho de Manuel Delgado, quem trabalhou e falou muito sobre a coletividade X comunidade. Acho que, às vezes, se fala em coletividade, em como “somos um coletivo de arquitetos”, mas não reunimos para debater. Então isso é uma comunidade de arquitetos e isso é uma identidade que carregam consigo. Quando falamos em coletividade, tem de haver, pelo menos, um espaço de consenso. Existem comunidades religiosas, políticas, territorial… as comunidades daqui dos bairros têm algo que os une, que é o território, mas eles não têm, necessariamente, que ter algo em comum, apenas compartilham o território. Para mim, a coletividade não tem a ver com a identidade, com o que nos une – referente ao passado –, mas o que nos une referente ao futuro, o que queremos construir juntos. Manuel Delgado fala da luta e da festa como os dois elementos básicos da coletividade. Diz que se você está em uma festa e infla seu ego, irá ocorrer uma luta. É importante tentar eliminar esses oportunismos, afinal de contas, somos um coletivo. Quatro arquitetos falando em uma oficina ou em um seminário não é um coletivo. Um coletivo se faz com pessoas que possivelmente não têm nada a ver umas com as outras em suas origens. A coletividade está nos espaços de consenso. Nós trabalhamos com comunidades, com pessoas, com coletivos e entre todos, formando uma coletividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: Coletividades são instantâneas, acontecem…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Sim. E possivelmente para projetos concretos e acho que isso é que dá consistência à coletividade. Em nosso trabalho negociamos com muitas pessoas de comunidades que demonstram interesse nesses processos e todos nós formamos uma coletividade. Por isso, sempre nos empenhamos em gerar um nome concreto para cada projeto, uma logo, para criar uma identidade para aquele espaço concreto. Você consegue ir à Casa da Chuva porque eles têm um espaço físico. Não preciso materializar o espaço físico sempre, mas a Casa da Chuva precisava deste coletivo nesse momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Arquitectura Expandida, às vezes, nos perguntamos se somos realmente um coletivo ou somos uma comunidade? Somos autocríticos também! Creio que somos um coletivo muito aberto, porque qualquer um pode fazer parte e é absolutamente multidisiplinar. O que no une é o interesse em percorrer a questão política, social e cultural da cidade e sua quantidade de redes. E também debates internos sobre a coletividade, a identidade da Arquitectura Expandida, e nós falamos que somos o Arquitectura Expandida. Acho que nunca chegamos a uma conclusão, mas deliberamos com muita consciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: A Viviana ontem colocou uma questão importante no grupo. Gostaria de saber um pouco sobre o núcleo de vocês que está sempre trabalhando, você, Felipe, Marina… E muitas outras pessoas também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Viviana é artista plástica, uma pessoa crítica, que faz reflexões absolutamente eloqüentes. Lady e Niko fazem parte do coletivo Territorio en luchas e nós nos conhecemos porque eles documentavam lutas territoriais. Então entramos no projeto do advogado e achamos que eles tinham muita experiência no que faziam e vice-versa. Depois de nos encontrarmos, começamos a fazer comunicação, já não era somente documentação, registro, e de repente já fazíamos parte da dinâmica. Vivi é a mais presente e através dela, se formou um grupo de artistas que pontualmente estão presentes (Lorenzo, Lili Cuca) e colaboram com os processos. Gralla e Natalia são estudantes de engenharia e acho que lhes interessa a questão construtiva. Cada um tem interesse em coisas diferentes e não temos que ser um consenso e precisamente por isso somos um coletivo, visamos um interesse comum. Randy é arquiteto que também tem uma capacidade reflexiva e crítica impressionante. Eles vêem de contextos urbanos complicados. Não é porque todos são espanhóis que não viveram em contextos urbanos em que os fizeram colocar em cheque questões relacionadas a seus bairros e territórios. Verde é um menino que se envolveu no processo. Verde vem de uma dinâmica muito ativista, ele traz reflexões do anarquismo, ainda que nós não nos consideremos um grupo anarquista. Mas ele traz essa experiência, o que enriquece o grupo. Jose Luiz Vongore é um documentarista maravilhoso, com uma formação artística que nos aconselha para temas da comunicação então é importantissimo contar com ele. Não vou citar todas as pessoas, porque são muitas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: O que eu observei no workshop no fim de semana é que existe uma coisa além de fazer o bem, de trocar informação com a comunidade, para além disso tudo, existe um desejo de estar junto. Por exemplo, ao invés de ir ao cinema, consumir nos shoppings, ir para bares no fim de semana, me parece que vocês são pessoas querem estar juntas, produzir, aprender, trocar, que é um pouco dessa ideia do comum, não partidário, não político, mas de estar junto. Eu tive essa sensação muito forte de alegria, afeto, que tem a ver com a leveza de estar junto. Muito diferente de um workshop com Todo por La práxis ou com nossa equipe em Belo Horizonte. Eu senti algo diferente e aprendi muito com vocês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Temos tempos diferentes e gostamos de trabalhar com esses tempos. Gostaria de ressaltar uma coisa: não somos um grupo que foca em estratos sociais. Dentro do grupo há pessoas de estratos sociais baixos. Não é um grupo que vai a uma comunidade que tem outro estrato social para trabalhar com eles. Dentro do grupo, existem todos os estratos. Acreditamos que toda essa forma de vivência que nos fazem capazes de formar um coletivo com a comunidade, baseada nessa experiência. A dinâmica é composta de oficinas com as crianças, de publicações, oficinas sobre medos, desejos, anseios urbanos, oficinas que partem de perguntas que as crianças fazem aos adultos sobre a história do bairro, quais foram as lutas para conquistar o direito aos serviços público, etc. Utilizamos estratégias que resultam em oficinas culturais, mas ao mesmo tempo, acreditamos que é muito importante respeitar o tempo. Já convivemos com comunidades que se tornaram amigas e que nos dizem “chegou um grupo de teatro aqui, mas eles têm pressa”. Como assim? Obviamente você vai ter uma aproximação com a cidadania, com a associação, com as crianças da comunidade e isso para nós é fundamental. Descobrimos essa importância no último projeto, na Casa da Chuva. Essa comunidade nos disse que queria trabalhar somente aos domingos porque eles trabalhavam em dia de semana e não queriam ficar sem proteção. Então percebemos que temos tempos diferentes. Para nós, é importante a convivência, o estar junto, entre nós mesmos do coletivo e entre a comunidade que eram quinze ou vinte pessoas. Pareceria mentiroso se disséssemos que queríamos vivenciar tudo, mas ao mesmo tempo definindo que a festa tem que ser hoje, de 10 às 12h, porque queremos tomar uma cerveja no meu bairro. Não! A festa é o espaço festivo. Continuamos subindo à Casa porque eles se tornaram irmãos. No princípio, tínhamos oficinas de uma semana. Não era uma metodologia que implantamos no início, foi acontecendo e acreditamos que funcionou muito bem. Os erros fazem parte, estamos em um processo. É claro que existe a responsabilidade de terminar as coisas, de não desperdiçar o tempo das pessoas. Está muito claro para nós que se as pessoas não estão envolvidas, nós nem entramos no processo. Muitas vezes, nós viajamos e temos que fazer oficinas curtas e mesmo assim nos estressamos porque, por algum motivo, não foi possível trabalhar naquele lugar; e não é questão de competência profissional, mas é que às vezes os contextos não estão em harmonia. E não temos que forçar o projeto, se não nos apetece. Quando isso acontece, fazemos ação comunicativa e justificamos que o projeto se encerrou. Nós somos muito duros com as comunidades e elas conosco. A cobrança é mútua, mas sempre com flexibilidade. Tem gente de fora da comunidade que chega no primeiro dia perguntando como pode participar e dizemos a ela que documente o processo. No outro dia, ela já se inteirou do projeto e traz novas ideias. O processo é sustentado pelo tempo, pela experiência, e isso nos permite ser um grupo tão grande. Eu acho que conseguimos construir um coletivo de tantas pessoas porque o processo permite que uma pessoa chegue e sirva café e na segunda vez, ela participa da dinâmica e na terceira vez, traz uma proposta. O mesmo ocorre nas comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: Eu queria voltar nesse ponto dos territórios. Eu percebi que essa palavra “territórios” é muito utilizada, principalmente no Brasil. E essa palavra carrega várias outras dinâmicas de fronteiras e poder. Me interessa muito o porquê é importante lidar com essa questão territorial com as comunidades. Você acredita que isso possa gerar uma força horizontal, de resistência naquele território local? E como práticas artísticas, arquitetônicas e instanciais podem otimizar ou ativar esse processo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Esse tema de território me remete à identidade, à identidade territorial. É claro que quando uma pessoa lê a respeito de temas de antropologia urbana, por exemplo, o território adquire uma conotação quase negativa porque carrega poder e limites. No entanto, há uma questão do território que tem a ver com a identidade. E aqui, creio que – não sei se na América Latina ocorre assim com essa palavra em particular – mas existe um grau forte de identidade e compromisso territorial. Acho que o tema do território tem uma conotação de identidade e uma conotação que está embasada na luta do território. É como se fosse um retorno à urbanização pirata, não tanto invasão, mas urbanização pirata. Isso é fruto do fato de as pessoas terem direitos, direitos óbvios, o primeiro direito que é o direito a cidade e à propriedade. No entanto, isso se tornou muito duro pela falta de legalidade dos bairros no princípio, era difícil conseguir do serviço público encanamento, dutos comunitários. Isso gerou uma consciência de comunidade, de comunidade territorial, que até poucos anos acredito que era muito forte. Hoje, alguns sentem que as novas gerações não estão tão vinculadas às lutas territoriais, pois uma grande proporção de cidades como Bogotá, foi construída nos últimos 30 anos. Então, obviamente, encontramos uma geração que tem a conotação de território vinculada a sua história de vida e a sua história de comunidade. Entendo que o território tem a ver com o lugar que nós vivemos e construímos, tem a ver com nossa cidade. Enquanto a política pública está lá, nós estamos aqui arrumando canos e lutando pelo nosso território. É claro que há uma conotação de território que foi incluída depois do territorialização que nós, da arquitetura expandida, temos discutido muito. E isso é a geração de fronteiras, partindo de dentro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, como é possível lidar com o respeito que ainda não é inspirado, pelo fato de as pessoas terem a consciência de seu lugar e de que trabalharam e lutaram por ele, mas que foram além, tentando evitar essas fronteiras administrativas, que geram a territorialidade e a identidade territorial partindo do lado de dentro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: Ana, foi ótimo você falar nisso porque em La Cecilia, ontem, eu percebi que a arquitetura da Casa da Chuva foi uma ativadora de conexões de território, porque há dez anos, eu diria que a arquitetura nunca fosse fazer isso, que a arquitetura não poderia transformar o mundo. Le Corbusier e os modernos estavam loucos de pensar que esses grandes planos iam transformar. Mas agora, eu estou pensando que as micro arquiteturas, quando são conectadas com a comunidade, podem criar conexões territoriais, uma arquitetura muito pequena, mas cheia de potência da atividade, da ação da comunidade, do afeto, da relação dos arquitetos com os artistas, com a comunidade, é uma micro política muito forte. Queria que você falasse sobre isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Isso foi o que sentimos quando chegamos em La Cecilia, sentimos falta de um salão comunal para La Cecilla. Além disso, um salão comunal serve cada um dos bairros. Quando chegamos, não sabíamos bem o que fazer, então decidimos apoiar o processo. Em qualquer construção, sempre há oficina culturais, isso é a base. A cultura é um dispositivo de ordenação territorial. O território se ordena, assim como os espaços de respeito, de consumo, de conflito, a partir de questões culturais da cultura cidadã. Eles mesmos nos explicavam isso, explicitando o que podiam mostrar: os conhecimentos sobre as plantas medicinais, aromáticas, etc. e o que nós podíamos levar para realizarmos oficinas com restos de ônibus, o que poderíamos usar para fazer suas casas, etc. Então as oficinas foram se formando constantemente, primeiro com as crianças, que são não somente um fim em si mesmas, mas também uma ferramenta . Quando começamos a alcançar as crianças de Águas Claras, alcançamos também os pais e mães de Águas Claras, não no primeiro dia, claro. Por isso achamos que esses processos são aglutinadores e geram muitas dinâmicas. Esse espaço é o único que La Cecilia possui. Águas Claras tem um salão comunal, mas obviamente não tem a mesma capacidade mímica, o solo não é formidável. Achávamos desde o princípio que era salão comunal, mas ele se expandiu, ultrapassando os limites territoriais, o que é bacana. Quando chego lá, encontro muita gente que não conheço, são pessoas de outros bairros que agora vão às oficinas, são de Águas Claras, dos bairros do entorno e acho que isso pode resultar em uma estratégia ativista. Por causa dos limites territoriais, as pessoas não conseguiam enxergar além, agora todos estamos vendo que estamos na mesma situação e podemos demarcar um objetivo comum. Acredito que uma pequena arquitetura, com um processo adequado, também pode ser um dispositivo de ativação cultural, política, social, etc. E acho que estamos conseguindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: O líder comunitário ontem falou várias vezes: “”.. para a comunidade, para as comunidades vizinhas, para a cidade, para o país e para o mundo”. Numa ideia de conexão, de potência local e de criação de rede.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Adoro quando vêm amigos, quando alunos e outras pessoas nos ligam de Bogotá , de Manizales, do México. Há quem pergunte: “isso não é uma caça à pobreza?” Não. Porque nós estamos com eles, estamos na mesma. Os líderes comunitários e as pessoas da comunidade já viram brasileiros, gringos, mexicanos, japoneses passando por lá e acho que isso abre o mundo das pessoas. Quando você vai trabalhar em processos participativos, não pode chegar perguntando “O que temos?”. As referências dessas pessoas são restritas. A ideia é construir referenciais juntos, baseados nesse gotejamento de relações. Para esse projeto, apareceu gente das instituições públicas, amigos, estrangeiros… quer dizer, vamos naturalizar isso. Não precisamos, necessariamente, de artistas ou antropólogos em especial. Quando dizem que vamos romper com a dinâmica da comunidade, respondo que essa dinâmica não é estática. A comunidade evolui como eu. Acho que é difícil fazer uma análise, porque estamos muito envolvidas no processo. Mas acredito isso gera processos ativistas baseados na ruptura desses limites. Quando aparece uma pessoa da prefeitura, alguém da comunidade lhe mostra onde está a Bogotá humana. Já sabe que o plano distrital é uma Bogotá humana. Onde está a Bogotá humana? Aí vemos um posicionamento político. “Se você me propõe um plano de desenvolvimento, por que estamos abandonados?” Cada vez que chega alguém, aprende-se algo, ativam-se novas questões e posicionamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: Eu fico pensando que essa questão da rede pode se dar tanto a partir de várias iniciativas micro, a nível local, e de sua união de alguma forma, mas também a partir de um único dispositivo, como a Casa da Chuva que se comporta como rede numa escala menor, mas que une territórios diferentes e que pode constituir no próprio dispositivo como uma rede de conexão. Eu fico pensando quais são as estratégias, por que a arquitetura convencional e ligada à questão do mercado produz territórios fechados e esse tipo de arquitetura não? A Casa da Chuva, por exemplo, produz uma confluência de territórios. Você falou da participação, mas existe alguma contribuição dos artistas do coletivo nas estratégias de sensibilidade, de percepção e apropriação? Por que essa arquitetura é diferente? Quais estratégias foram utilizadas pelo coletivo, enquanto um agenciamento de artistas e antropólogos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: A Casa da Chuva foi parte de uma rede de espaços com a Casa do Vento. E a Casa da Chuva está consolidando, pouco a pouco, a biblioteca comunitária que está em rede com outras bibliotecas comunitárias. Existe uma rede física e cada espaço possui suas pequenas redes em distintas escalas, o que é interessante porque agora estamos quebrando a cabeça para descobrir como gerenciar a rede dos espaços físicos. Não tanto nós, porque nós não vivemos no território e estamos conscientes que não vamos acompanhar esse processo, mas eventualmente a associação da Casa do Vento que são os líderes a nível local, da comunidade de São Cristovão. Acreditamos que não existe uma grande diferença entre o micro e macro. Acho o Bruno Latour meio sentimental/piegas, mas temos que entender que um lote é um sistema coletivo social. Você me perguntou da metodologia, mas eu prefiro o termo estratégias. Se fosse metodologia, a definiria como investigação e ação participativa, precisamente porque é a única metodologia que não é uma metodologia. É uma estratégia para gerar uma metodologia com as pessoas, com os distintos atores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: O que, ao final, são táticas porque acontecem aí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Exato. Fazemos oficinas de documentação com crianças e jovens, onde eles aprendem a manejar uma câmera, a fazer um roteiro, essas questões técnicas. Motivamos entrevistas entre as gerações para que eles (e nós também) comecem a se inteirar dos dizeres do bairro, de como surgem dinâmicas entre as gerações. Não é apenas uma forma de preservar a memória, porque eles podem ler as entrevistas para rapper do bairro, por exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: É como se estivesse cartografando?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: É como uma cartografia, mas com a desculpa de uma oficina visual. É uma forma de unir muitas coisas em uma só dinâmica. A primeira estratégia que recorremos quando chegamos foi tentar ir a um evento deles e não aparecer já nos apresentando. Preferimos que a primeira aproximação fosse assim, tomando-os como nossos anfitriões porque dessa forma parece que nós fomos convidados. Outra tática é a ruptura da máquina de consenso/senso comum. Quando chega um grupo com conceitos formados, ele soa falso, mentiroso. Ativar o dissenso é fundamental. Seria uma mentira projetar (qualquer projeto – artístico, arquitetônico) baseado em um consenso. Quando um arquiteto chega apresentando seu projeto de concurso como uma solução definitiva, ou parece que ele é excelente ou que está nos subestimando. Nós tentamos gerar dinâmicas para evidenciar esses dissensos, foi algo que aprendemos empiricamente. Já recebemos projetos que não se mantiveram no tempo ou que propuseram um portão com uma chave, encerrando o assunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos sentar progressivamente e vamos eliminar essa máquina de consenso porque ela ignora conflito e o conflito está presente em todos os lugares, seja na comunidade, na família; é algo natural! E se não chegarmos a um acordo, não há problema, só não chegamos a um acordo! Voltamos a esse tema ou tentamos abordar dispositivos de consenso. A princípio, no espaço público, temos essas pequenas estratégias de consenso, entretanto nos interessa evidenciar os conflitos e os dissensos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para completar, Viviana é a rainha dos pequenos festivais. Ela propôs eloquentemente que houvesse esses espaços, pois parecia que a cultura era colocada como inferior à auto-construção porque a auto-construção nos une, convertendo-nos a coletividade. Assim produzíamos esses pequenos festivais de cultura, de dinâmicas diferenciadas, cuja comunidade também possui responsabilidade. Convidávamos pessoas, fazíamos projeções de suas próprias entrevistas e assim eles podiam se colocar como protagonistas do processo. Nós que viemos de fora não somos os protagonistas. Então esses pequenos festivais eram estratégias de estimular a cultura que já não era lançada ao processo de auto-construção. E acho que isso tem sido uma conquista para o que você viu ontem. Você chega e se depara com uma oficina. Existem diferentes estratégias de ativação e como uma metodologia, eu só posso me aproximar da investigação participativa porque não é uma metodologia precisamente. É uma estratégia para gerar metodologia com o povo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: Ana, para fechar, uma pergunta que é inicial e final. Para que estar aqui na América Latina desenvolvendo este trabalho, qual o objetivo? O que você acha que é o sonho, o desejo, que formam um conjunto de subjetividades neste projeto do Arquitectura Expandida?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Há vários níveis e eu gosto de trabalhar com esse porque cada um tem interesses diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: Mas qual é o interesse comum?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Acredito que o interesse comum tem a ver com a frustração de como as coisas estão sendo feitas e com a vontade de investigação em frentes diferentes e como se pode fazê-las. E com a profunda convicção de que não existe uma enorme diferença nas ruas. Aí estamos todos, desde uma dinâmica de questionamento de políticos, de artistas, documentaristas, arquitetos. Cada um tem suas atividades. E tudo isso é o que nos une, de fato. Nós, que falamos em Arquitectura Expandida, estamos batendo cabeça contra um muro que é do governo. E estamos trabalhando com o governo, por outro lado. Tentamos evitar que esses encontros nos contaminem, para que sejamos autônomos na tomada de decisões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontramos uma pessoa que respeitamos muito, um advogado e ativista maravilhoso, que está em contato com a parte social vinculada ao metrocable (teleférico) de Bogotá. Ele nos disse: “Estou vendo que aqui passa algo delirante. Os que trabalham com o social estão indo a campo e os técnicos estão desenhando. Como normalmente acontece, os que trabalham com o social produzem um documento enorme, colocam-no no armário e ponto final. Eu necessito desse perfil, que ainda não encontrei, que é de uma conduta que me permite habilitar um trabalho desde a comunidade até o presidente. Como posso habilitar essa conduta?” Então ele nos chamou porque para ele nós éramos arquitetos técnicos que podíamos trabalhar em campo e podíamos participar constantemente das mesas urbanísticas interinstitucionais, nas secretarias de moradia, planejamento, etc. Então você pode imaginar a nossa briga constante (risos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda que não esteja claro onde vai chegar isso, está claro que vamos manter nossa posição e que neste momento, não vamos sair de lá. Eles disseram que queriam um perfil profissional que não existe aqui, pelo menos, e que é fundamental. Onde está esse arquiteto mediador? Eu não tenho interesse em colocar minha empresa na estação do teleférico, porque é uma questão de ego, todo mundo quer trabalhar aí. Eu prefiro ser uma condutora que pode ir a campo, participar com as pessoas e falar com os demais arquitetos nessa mesma linguagem. E eu fico emocionada de pensar que Paco nos chamou para fazer exatamente isso. Outra coisa, é que a lei de contratação, as peripécias políticas são terríveis. A política pública é um delírio! Mas fico feliz em pensar que existe um advogado que começa a enxergar as coisas e que disse “vou chamar essas pessoas, porque preciso de mediadores, de canais”. O interesse dele não é no distrito, mas em investigar e descobrir essas possibilidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I: É indisciplinado…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A: Nosso interesse não está no governo. Nos interessa que existam essas possibilidades e em investigá-las. No meu trabalho na academia me interessa pesquisar como podemos aplicar essas dinâmicas em uma sala de aula. Existe um grupo, Lívia, Andréa, Lady, Juan David, que está muito interessado em trabalhar as pedagogias do território. Como se pode trabalhar a arte, a pedagogia e o território em um elemento único? Então acredito que há muitos projetos investigativos. O que nos interessa é investigar para ver até onde isso pode chegar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um pouco sobre o coletivo ao qual Ana Ortego pertence: ARQUITECTURA EXPANDIDA: Arquitectura Expandida-AXP é um microlaboratório de especulação cultural em rede, que trabalha buscando a geração de lugares de encontro no território. Desde 2010, atua em distintos bairros de Bogotá, produzindo Laboratórios Urbanos de iniciativa independente e colaborativa. Neles, trabalha-se coletivamente na construção física e social do território de forma transdisciplinar, empírica e experimental. O objetivo tem sido investigar processos e metodologias de autoconstrução coletiva da cidade, compatibilizando teoria e ação em uma praxis levada à cabo com diversos grupos de acadêmicos, estudantes, associações culturais, associações comunitárias e sobretudo com cidadãos unidos pelo interesse na gestão política, social e cultural de seu território. O coletivo será representado por Ana López Ortego, arquiteta espanhola atuante na Colômbia, professora da Universidade Javeriana de Bogotá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.arquitecturaexpandida.org http://www.youtube.com/watch?v=nwqkRUqvHIQ http://www.youtube.com/watch?v=VMskSjFMuz4   Alguns Projetos: Biblioteca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.arquitecturaexpandida.org/?p=2590&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=9O4e9ipqGVM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=ojQgLv7o0GA http://www.youtube.com/watch?v=9O4e9ipqGVM   Casa do Vento e Casa da Chuva http://www.youtube.com/watch?v=w7mfA9eU33w http://www.youtube.com/watch?v=kI1N8HTwQaM https://www.youtube.com/watch?v=vKhm4KfkeXY&amp;amp;feature=player_embedded&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alasca Parque Comunal http://www.youtube.com/watch?v=YcDkDoBuH_Q&amp;amp;list=PL19842437B630D439 http://www.youtube.com/watch?v=SHoN-xKK0ao&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
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		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:Todoporla1.jpg&amp;diff=3029</id>
		<title>Arquivo:Todoporla1.jpg</title>
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		<updated>2019-04-24T20:28:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
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		<title>Arquivo:Todoporla2.jpg</title>
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		<updated>2019-04-24T20:27:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arte,_espa%C3%A7o_e_biopol%C3%ADtica&amp;diff=3027</id>
		<title>Arte, espaço e biopolítica</title>
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		<updated>2019-04-24T20:24:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Arteespaço.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O curso de ensino à distância ARTE E ESPAÇO:  UMA SITUAÇÃO POLÍTICA DO SÉCULO XXI conta também com apoio do Grupo de Pesquisa Indisciplinar e com a participação de alguns de seus pesquisadores (Bruno Oliveira, Simone Tostes, Paula Bruzzi, Marcela Silviano e Natacha Rena) junto da Inspire Gestão Cultural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com aulas ministradas a distância pela internet, gratuitamente, o curso acontece entre os dias 9 de outubro e 12 de dezembro de 2014. Mais de 110 pessoas   de diversas áreas (de artes plásticas, educação artística, arquitetura e urbanismo, e design, além de público interessado nos temas propostos) de todo o Brasil têm participado com excelentes discussões online.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O curso, estruturado em sete disciplinas, tem como objetivo promover discussões sobre questões contemporâneas no campo da arte, relacionadas à transformação social e cultural resultante da constituição de novas práticas políticas de construção espacial no século XXI. Visando estabelecer um processo de construção de conteúdo coletivo, a coordenação de conteúdo, juntamente com os professores do curso, farão a reestruturação dos textos propostos a partir das interações ocorridas durante o período do curso a distância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O resultado dessa produção coletiva será objeto de publicação de mesmo nome, pela DUO Editorial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O projeto se insere em um momento de amplo desenvolvimento de práticas interdisciplinares (e indisciplinares) focadas na proposição de outras espacialidades e conformações para novas relações de convivência e sociabilidade. Em tempos de capitalismo cognitivo,  tem-se como referência uma miríade de ações biopotentes em territórios biopolíticos, visando a conformação de relações e práticas glocais que acabam por gerar discursos sobre os territórios que englobam experiências e estruturas que se instauram para além dos limites do público e do privado,  ou seja, o comum. Propõe-se pensar, portanto, a importância da arte na configuração do espaço no século XXI a partir da política, da comunidade, da artesania e do design, do cotidiano, do território e da tecnologia. Pretende-se criar uma constelação de textos, imagens e redes que constituam um campo teórico sobre o que estamos denominando de &#039;&#039;&#039;espaço-comum&#039;&#039;&#039;, território nem público, nem privado, produzido pela multidão (nem povo, nem massa) que se recusa a participar da produção dos espaços neoliberais imperiais.  Este outro espaço possível possui aspecto relacional, inventivo e colaborativo e é atribuído também por aspectos emergentes da produção criativa, tal qual a conformação de discursos múltiplos e diversos, que não constituem um território particular ou individual, mas singular e plural ao mesmo tempo. Nossa aposta é que existe uma condição horizontal, global e colaborativa de resistência primeira configurada por uma lógica que não de vanguarda (negatividade), mas de performance (positividade), que atravessa, tanto a praxis e a filosofia da arte, quanto as teorias sobre a produção do espaço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a finalidade de constituir uma rede de conteúdos expressivos e de diversas perspectivas sobre o tema da produção da arte e do espaço na contemporaneidade, uma publicação será desenvolvida com os textos propostos pelos professores e as produções e referências levantadas pelos alunos durante as discussões no fórum. A ideia e? compor um panorama referencial de práticas contemporâneas sobre o território, imaginando territórios de relações complexas, onde processos de transformação constantes devem pautar a formulação de projetos baseados na riqueza biopolítica da multidão.”&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Posters/cartilhas_indisciplinares&amp;diff=2973</id>
		<title>Posters/cartilhas indisciplinares</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Posters/cartilhas_indisciplinares&amp;diff=2973"/>
		<updated>2019-04-23T21:02:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Corredor cultural.jpg|esquerda]]&lt;br /&gt;
A “[[Infográfico/poster/cartilha|Coleção Posters/Cartilhas Indisciplinares]]” é resultado de ações contendo as copesquisas (ensino-pesquisa-extensão) realizadas pelo Indisciplinar nos anos de 2013 e 2014, tanto em disciplinas de graduação e pós graduação, quanto em projetos envolvendo participação de trabalhos diversos junto a movimentos sociais como Fica Vila, Fica Ficus, Real da Rua, dentre outros. Tratam de ações acadêmicas e ativistas, descrevendo os processos, e também trazem uma série de informações para quem quer, por exemplo, atuar nos processos destituintes dos poderes locais e também nos processos constituintes de novas formas de ativismo, que envolvam as redes, as ruas, as ações no Ministério Público, Audiências Públicas, artigos científicos, levantamento de dados, infográficos, aulões públicos, festas e ocupações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste ano foram produzidos 8 poster-cartilhas (infográficos resumo no formato A1 frente e verso contendo mapas, diagramas e dados territoriais, sociais, culturais e políticos). Os mapas desenvolvidos são fruto das relações criadas com a rede urbana dos movimentos sociais associadas às linhas de pesquisa do grupo, e também das oficinas em eventos promovidos pelo INDISCIPLINAR, e das aulas abertas à todos os cursos da universidade (uni009). Essas cartografias são voltadas para ações sociais e experiências de representação cartográfica como instrumento de luta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dando continuidade a algumas ações do Indisciplinar, os alunos bolsistas trabalharam com pesquisadores do projeto e movimentos sociais da cidade dando origem a 3 poster-cartilha sobre: a Operação Urbana Consorciada, Natureza Urbana (em associação com o movimento Fica-Ficus) e a Vila-Dias (trabalhando junto com a associação de moradores da vila e o movimento Fica-Vila durante o desenvolvimento do PGE).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início de 2014, o grupo Indisciplinar fez parte do Verão de Arte Contemporânea através do evento Cartografias Biopotêntes o qual englobava uma série de palestras e quatro oficinas dadas de forma colaborativa por pesquisadores do grupo e convidados de coletivos internacionais (Gabriel Zea, Pablo de Soto e Ana Ortega- Arquitectura Expandida), e teve participação ampla de pessoas de dentro e fora da universidade. Um dos workshops foi o Mapeando o Comum, com o Pablo de Soto, que teve um processo de mapeamento o qual se estendeu além do workshop na medida em que os grupos participantes foram convidados a assistir a disciplina uni009_Cartografias Emergentes, junto com os bolsistas e outros alunos da universidade. Na disciplina os mapeamentos foram aprofundados e gerando um mapeamento online georeferênciado e mais 5 poster-cartilhas . Os temas abordados foram: Cicloativismo; Resíduos na RMBH; Carnaval de Rua em BH; População de Rua; e a Vila-dias sob o olhar das suas crianças.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Atlas_das_Insurg%C3%AAncias&amp;diff=2972</id>
		<title>Atlas das Insurgências</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Atlas_das_Insurg%C3%AAncias&amp;diff=2972"/>
		<updated>2019-04-23T21:01:15Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&amp;quot;Construir um Atlas da multidão é cartografar as resistências no espaço e no tempo. Observa-se que as manifestações multitudinárias, fora da lógica do Estado ou do mercado, compõem um conjunto crescente de produção do comum em Belo Horizonte e no mundo desde o início do seculo XXI. Para enxergamos melhor essas ações que vêm construindo um conjunto de resistências à expropriação do comum em nossa cidade, decidimos construir um atlas. Acredita-se que as novas resistências são da ordem do multidão, da positividade e não da negatividade. Elas não se configuram em uma unidade, como é o povo do Estado-nação, nem em massa ou consumidor do mercado. A multidão é um projeto de produção do comum e, portanto, produz novos modos de vida que resistem ao capitalismo contemporâneo neoliberal. Ela não age na lógica do Estado socialista, nem do capital neoliberal, ela é da ordem do comum e, portanto, da auto-gestão e da autonomia. A multidão não é apenas espontaneidade, ela é potência de auto-organização. Sua estrutura é rizomática e se constitui em rede exercendo um trabalho vivo afetivo, recusando toda forma de ordenação vertical.”&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:001a1-1024x330.png|centro]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O Atlas das Insurgências Multitudinárias foi parte do evento Cartografias do Comum, em parceria com o Espaço do Conhecimento da UFMG. No atlas, cartografou-se as insurgências multitudinárias em BH no tempo que vai de 2007 a 2014: a resistência da multidão ao Estado-capital com surgimento de movimentos socioculturais, ocupações, marchas, carnavais, assembléias populares. Num painel de 9,00 metros de comprimento foi construída a base da linha do tempo através de colagens de papéis quadriculados de variadas tramas, cores e tamanhos sugerindo, assim, um skyline. A linha que segue os anos feitos por desenho à mão em papel kraft foi marcada por fitas métricas. E por fim, as intervenções foram feitas por colagens de fotos, post-its, panfletos, cartazes, adesivos, recortes de revista, xérox, e desenho a mão.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O mapeamento das insurgências e suas respectivas datas foi feito de maneira coletiva em documento aberto e a base principal de dados utilizada foi o Facebook, além de termos incorporadas as intervenções deixadas por visitantes através de post-its. Dessa forma, a linha esteve em construção durante todo o processo, ganhando maior visibilidade na imensa concentração de interferências, cores e marcas em 2013, com as jornadas de junho.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:0111-1024x765.png|centro]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vídeo sobre o processo de montagem da expo: https://www.youtube.com/watch?v=3NLsMsfhGdI&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:10432098 247867622081583 4031054368523634307 n.jpg|centro]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:10377261 246747398860272 2140232567227327222 n.jpg|centro]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:10425113 247867782081567 8336879379532002943 n.jpg|centro]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:10305610 249398758595136 1407065264389748215 n.jpg|centro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Atlas_das_Insurg%C3%AAncias&amp;diff=2971</id>
		<title>Atlas das Insurgências</title>
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		<updated>2019-04-23T21:00:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;Construir um Atlas da multidão é cartografar as resistências no espaço e no tempo. Observa-se que as manifestações multitudinárias, fora da lógica do Estado ou do mercado, compõem um conjunto crescente de produção do comum em Belo Horizonte e no mundo desde o início do seculo XXI. Para enxergamos melhor essas ações que vêm construindo um conjunto de resistências à expropriação do comum em nossa cidade, decidimos construir um atlas. Acredita-se que as novas resistências são da ordem do multidão, da positividade e não da negatividade. Elas não se configuram em uma unidade, como é o povo do Estado-nação, nem em massa ou consumidor do mercado. A multidão é um projeto de produção do comum e, portanto, produz novos modos de vida que resistem ao capitalismo contemporâneo neoliberal. Ela não age na lógica do Estado socialista, nem do capital neoliberal, ela é da ordem do comum e, portanto, da auto-gestão e da autonomia. A multidão não é apenas espontaneidade, ela é potência de auto-organização. Sua estrutura é rizomática e se constitui em rede exercendo um trabalho vivo afetivo, recusando toda forma de ordenação vertical.”&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:001a1-1024x330.png|centro]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O Atlas das Insurgências Multitudinárias foi parte do evento Cartografias do Comum, em parceria com o Espaço do Conhecimento da UFMG. No atlas, cartografou-se as insurgências multitudinárias em BH no tempo que vai de 2007 a 2014: a resistência da multidão ao Estado-capital com surgimento de movimentos socioculturais, ocupações, marchas, carnavais, assembléias populares. Num painel de 9,00 metros de comprimento foi construída a base da linha do tempo através de colagens de papéis quadriculados de variadas tramas, cores e tamanhos sugerindo, assim, um skyline. A linha que segue os anos feitos por desenho à mão em papel kraft foi marcada por fitas métricas. E por fim, as intervenções foram feitas por colagens de fotos, post-its, panfletos, cartazes, adesivos, recortes de revista, xérox, e desenho a mão.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O mapeamento das insurgências e suas respectivas datas foi feito de maneira coletiva em documento aberto e a base principal de dados utilizada foi o Facebook, além de termos incorporadas as intervenções deixadas por visitantes através de post-its. Dessa forma, a linha esteve em construção durante todo o processo, ganhando maior visibilidade na imensa concentração de interferências, cores e marcas em 2013, com as jornadas de junho.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:0111-1024x765.png|centro]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vídeo sobre o processo de montagem da expo: https://www.youtube.com/watch?v=3NLsMsfhGdI&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:10432098 247867622081583 4031054368523634307 n.jpg|centro]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:10377261 246747398860272 2140232567227327222 n.jpg|centro]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:10425113 247867782081567 8336879379532002943 n.jpg|centro]]&lt;br /&gt;
[[Arquivo:10305610 249398758595136 1407065264389748215 n.jpg|centro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:10305610_249398758595136_1407065264389748215_n.jpg&amp;diff=2970</id>
		<title>Arquivo:10305610 249398758595136 1407065264389748215 n.jpg</title>
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		<updated>2019-04-23T21:00:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:10425113_247867782081567_8336879379532002943_n.jpg&amp;diff=2969</id>
		<title>Arquivo:10425113 247867782081567 8336879379532002943 n.jpg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:10425113_247867782081567_8336879379532002943_n.jpg&amp;diff=2969"/>
		<updated>2019-04-23T20:59:12Z</updated>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
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&lt;hr /&gt;
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Indisciplinar no crea argentina</title>
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		<updated>2019-04-23T20:54:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Janaína argentina-1024x764.jpg|centro]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Pesquisadora  Janaina Marx apresenta os projetos desenvolvidos pelo o grupo de pesquisa Indisciplinar no CREA_ Congresso Internacional em Rosário – Argentina entre os dias 15 e 17 de Setembro de 2014.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:10675789 10152321007787592 275009033855476923 n-205x300.jpg|semmoldura|esquerda]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
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		<title>Arquivo:10675789 10152321007787592 275009033855476923 n-205x300.jpg</title>
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		<updated>2019-04-23T20:52:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
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		<title>Arquivo:Janaína argentina-1024x764.jpg</title>
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		<updated>2019-04-23T20:52:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
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		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Rede_Indisciplinar:_Artesan%C3%ADas_Urbanas_%E2%80%93_Equador&amp;diff=2961</id>
		<title>Rede Indisciplinar: Artesanías Urbanas – Equador</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Rede_Indisciplinar:_Artesan%C3%ADas_Urbanas_%E2%80%93_Equador&amp;diff=2961"/>
		<updated>2019-04-23T20:49:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Sem título.png|commoldura|centro|https://www.youtube.com/watch?v=U3hnjMuh_vQ]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O projeto vai da mão com as mudanças que estão acontecendo no Equador, tanto no nível produtivo como no nível educacional. Entre os novos documentos criados no país estão: a Constituição da República aprovada em 2008 através de um referendo popular, o Plano Nacional para o Bom Viver, criado em 2009 e a nova Lei Orgânica de Educação Superior – LOES publicado em 2010. Todos estes documentos têm um compromisso comum, impulsionar a colaboração entre os cidadãos onde as pessoas possam viver de uma forma mais justa e próspera.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:11811537 1439518353044779 7271085202497518972 n.jpg|centro]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
“Artesanias Urbanas: um processo metodológico para vinculação com a comunidade no Equador” é uma produção de Hernan Espinoza e Janaína Marx, pesquisadores do Indisciplinar Equador e professores da Universidade Central do Equador, e que apresenta o processo de desenvolvimento do projeto em conjunto com a comunidade local. Mais informações sobre o projeto podem ser encontradas na matéria do [http://www.teleamazonas.com/2015/08/estudiantes-rehabilitan-espacios-en-la-tolita/ TeleAmazonas] e na fanpage do [https://www.facebook.com/profile.php?id=100009598850255&amp;amp;fref=ts Artesanias Urbanas].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:11811537_1439518353044779_7271085202497518972_n.jpg&amp;diff=2960</id>
		<title>Arquivo:11811537 1439518353044779 7271085202497518972 n.jpg</title>
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		<updated>2019-04-23T20:46:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:Sem_t%C3%ADtulo.png&amp;diff=2959</id>
		<title>Arquivo:Sem título.png</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:Sem_t%C3%ADtulo.png&amp;diff=2959"/>
		<updated>2019-04-23T20:45:15Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=ATIVISMOS_E_CIDADE:_DI%C3%81LOGOS_ENTRE_COLETIVOS_E_UNIVERSIDADES&amp;diff=2958</id>
		<title>ATIVISMOS E CIDADE: DIÁLOGOS ENTRE COLETIVOS E UNIVERSIDADES</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=ATIVISMOS_E_CIDADE:_DI%C3%81LOGOS_ENTRE_COLETIVOS_E_UNIVERSIDADES&amp;diff=2958"/>
		<updated>2019-04-23T20:43:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O ciclo de debates realizado em parceria com o Grupo de Estudos de Antropologia da Cidade (GEAC-USP) lança um olhar para as intersecções entre os movimentos de ocupação do espaço urbano, a universidade e a rua, de forma a contribuir para o debate corrente e os pensamentos futuros. As inscrições podem ser feitas através do [https://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/ link].&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;19/9 – Ocupações do espaço urbano e direito à cidade: Conflitos, táticas e interlocuções&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Com &#039;&#039;Clara Castellano e Larissa Karla Montanhas.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mediação: &#039;&#039;Stella Zagatto Paterniani&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;20/9 – Ativismos Acadêmicos e Acadêmicos Ativistas&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;Com &#039;&#039;Natacha Rena e Ícaro Vilaça&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mediação: &#039;&#039;Gabriela Leal&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;21/9 – Ativismos Urbanos: Diálogos Interdisciplinares&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Com &#039;&#039;Guilherme Wisnik e Pedro Arantes&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mediação: &#039;&#039;Heitor Frúgoli Jr&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Data&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
19/09/2016 a 21/09/2016&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dias e Horários&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Segunda a Quarta, 19h às 21h30&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
As inscrições podem ser feitas a partir de 25 de Agosto, às 14h, aqui no site do Centro de Pesquisa e Formação ou nas Unidades do Sesc em São Paulo. As inscrições pela internet podem ser realizadas até um dia antes do início da atividade. Após esse período, caso ainda haja vagas, é possível se inscrever pessoalmente em todas as unidades. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Local&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar&lt;br /&gt;
Bela Vista – São Paulo.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Valores&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
R$ 15,00 – &#039;&#039;credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
R$ 25,00 – &#039;&#039;pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovante&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
R$ 50,00 – &#039;&#039;inteira&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Laboratorio_Ciudadano:_Cartograf%C3%ADas_Indisciplinares_del_Urbanismo_Biopol%C3%ADtico&amp;diff=2957</id>
		<title>Laboratorio Ciudadano: Cartografías Indisciplinares del Urbanismo Biopolítico</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Laboratorio_Ciudadano:_Cartograf%C3%ADas_Indisciplinares_del_Urbanismo_Biopol%C3%ADtico&amp;diff=2957"/>
		<updated>2019-04-23T20:38:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Captura-de-Tela-2016-11-02-às-21.10.19.png]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O workshop “Laboratorio Ciudadano: Cartografías Indisciplinares del Urbanismo Biopolítico” teve como objetivo abordar e chamar a atenção para o conjunto de forças que constituem as disputas de produção do espaço em metrópoles contemporâneas e apresentar a metodologia de mapeamento indisciplinares, a fim de reconhecer / explicitar o conjunto de atores que compõem essas forças envolvendo tanto o Urbanismo Neoliberal (do Estado-Capital) como Urbanismo Biopotente (resistências).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acreditamos que para que haja um exercício de cidadania é necessário primeiro compreender as forças que atuam sobre a constituição do espaço e, portanto, é essencial ensinar tanto as forças do Estado-Capital através de seus grandes projetos urbanísticos por parcerias público-privadas como o urbanismo feito por pessoas que resistem positivamente a essas forças. As orientações iniciais neste laboratório esteve ligada à experimentação e à inovação cidadão de investigação, desenvolvimento, documentação do que parece ser invisível nas cidades – o dado que não aparece normalmente nos planos urbanos e mapas turísticos. Colaborativamente busca-se conhecer melhor as forças biopolíticas que constituem a metrópole biopolíticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O workshop foi uma colaboração entre investigadores e ativistas que aconteceu entre os dias 07 e 09 de julho de 2016. Foi coordenado pela arquiteta Natacha Rena (com seu projeto de pesquisa de pós-doutorado “Neoliberal Urbanismo, a Produção fazer Comum e Novo municipalismo Espanhol”), juntamente com uma Equipe de pesquisadores do Grupo de Pesquisa Indisciplinar UFMG – Talita Lessa, Marcela Silviano Brandão, Ana Isabel de Sá, Daniela Faria e David Narvaez. Aconteceu no MediaLab Prado, em Madri.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No primeiro dia (07/07, entre 16:00-21:00), aconteceu a apresentação de pesquisadores do grupo Indisciplinar e a discussão entre os participantes do workshop. Também foi feita a apresentação do método indisciplinar de cartografias e suas principais ferramentas. Neste dia foi decidido entre os participantes que o foco de investigação dos encontros teria como tema os mercados de Madri, tanto de grandes mercados renovados recentemente e voltados ao turismo quanto de espaços autogestionados, buscando relacionar esses espaços com a dinâmica imobiliária do entorno, os processos de gentrificação, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo dia de workshop (08/07 entre 16:00 – 21:00) se iniciou no Mercado San Miguel, ao lado da Plaza Mayor e seguiu com discussões sobre o questionário utilizado para mapeamento de informações na plataforma Urbanismo Biopolítico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O terceiro e ultimo dia de workshop (09/07 entre 16:00 – 21:00) começou com a aula prática em mapeamento online na plataforma Urbanismo Biopolítico (crowdmap), já sendo feita utilizando a base de dados sobre os mercados de Madri. A segunda etapa desse dia de workshop aconteceu no Mercado de San Fernando, com produção de documentário sobre o local.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Crowdmap-1-768x508.png]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:Crowdmap-1-768x508.png&amp;diff=2956</id>
		<title>Arquivo:Crowdmap-1-768x508.png</title>
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		<updated>2019-04-23T20:37:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:Captura-de-Tela-2016-11-02-%C3%A0s-21.10.19.png&amp;diff=2955</id>
		<title>Arquivo:Captura-de-Tela-2016-11-02-às-21.10.19.png</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:Captura-de-Tela-2016-11-02-%C3%A0s-21.10.19.png&amp;diff=2955"/>
		<updated>2019-04-23T20:36:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=INCT_%E2%80%93_TECNOPOL%C3%8DTICAS:_Territ%C3%B3rios_Urbanos_e_Redes_Digitais_foi_aprovado_no_edital_Chamada_INCT_%E2%80%93_MCTI/CNPq/CAPES/FAPs_n%C2%BA_16/2014&amp;diff=2954</id>
		<title>INCT – TECNOPOLÍTICAS: Territórios Urbanos e Redes Digitais foi aprovado no edital Chamada INCT – MCTI/CNPq/CAPES/FAPs nº 16/2014</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=INCT_%E2%80%93_TECNOPOL%C3%8DTICAS:_Territ%C3%B3rios_Urbanos_e_Redes_Digitais_foi_aprovado_no_edital_Chamada_INCT_%E2%80%93_MCTI/CNPq/CAPES/FAPs_n%C2%BA_16/2014&amp;diff=2954"/>
		<updated>2019-04-23T20:34:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:12226918 907775099303745 8651653735326460382 n.jpg|centro]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
O  INCT – TECNOPOLÍTICAS: Territórios Urbanos e Redes Digitais foi aprovado no edital Chamada INCT – MCTI/CNPq/CAPES/FAPs nº 16/2014. A divulgação do resultado pelo CNPQ foi publicada nesta postagem na página oficial do CNPQ: http://www.cnpq.br/…/journal…/56_INSTANCE_a6MO/10157/4855210&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede TECNOPOLÍTICAS: TERRITÓRIOS URBANOS E REDES DIGITAIS é uma rede de pesquisa de alto impacto científico e social voltada a investigar a aplicação das tecnologias digitais de comunicação aos processos de produção do espaço urbano. Pretende-se produzir conhecimento e explorar tecnologias que promovam a interseção entre as redes digitais e as dinâmicas espaciais urbanas. Compreende-se que estas tecnologias conformam, atualmente, parte indissociável da experiência e da organização das metrópoles contemporâneas, promovendo a fusão da sua dimensão físico-territorial com a das redes digitais. Partindo de um contexto de urbanização crescente, que alcança até mesmo os recônditos rurais e selvagens, a expansão da tecnologia informacional e das condições de conectividade vem transformando a vivência destes territórios e se integrando às suas infraestruturas com intensidade sem precedentes. No entanto, não se observa uma incorporação correspondente desses mesmos recursos nos instrumentos de planejamento das cidades, sobretudo no que concerne ao fortalecimento do diálogo entre os seus habitantes e o poder público. Portanto, pretende-se investigar/produzir tecnologia social aplicada a políticas públicas urbanas nos mais diversos níveis: mobilidade, moradia, lazer, cultura, economia, agroecologia, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O TECNOPOLÍTICAS propõe o desenvolvimento colaborativo de tecnologia social aberta e reaplicável, baseando-se em iniciativas como o movimento open source (software livre) ou peer to peer (entre pares) que promovem o livre compartilhamento de conhecimento a partir de novos modelos de licenciamento de conteúdo. Acredita-se que a ampla disseminação da informação produzida pelo é premissa fundamental para sua contribuição efetiva às práticas de desenvolvimento urbano sustentável no país. Os movimentos de insurgência popular que ganharam visibilidade a partir de junho de 2013, no Brasil, articularam-se prioritariamente em torno de pautas urbanas sinalizando grande insatisfação com os mecanismos de participação e de representação disponíveis para abordar tais questões. A partir daí, começa a estruturação de uma rede de pesquisadores jovens, já imbuídos de pensar propostas para uma sociedade mais plural e democrática, que associa núcleos de pesquisa e extensão das universidades a coletivos artísticos ou midialivristas e a movimentos sociais diversos. Acredita-se que é urgente aliar o que há de mais avançado na investigação em tecnologia da informação à pesquisa urbana em sua dimensão multidisciplinar – reunindo arquitetos, urbanistas, geógrafos, economistas, sociólogos, designers, biólogos etc. – em busca da criação de dispositivos tecnopolíticos para a atuação nas metrópoles. Pretende-se, a partir dessa produção, auxiliar não somente as comunidades e os grupos organizados da sociedade civil, mas também o Estado, na constituição de plataformas colaborativas que dêem suporte a processos de participação mais eficazes. Iniciativas como o Marco Civil da internet demonstram que o Brasil está na vanguarda das políticas públicas para as redes digitais, revelando uma necessidade de se formar grupos de investigação de excelência na área das tecnopolíticas e de ampliar seu alcance para a esfera do planejamento urbano envolvendo universidades, Estado e sociedade. Além dos núcleos de pesquisa e dos programas de pós-graduação integrantes, pretende-se fortalecer essa rede através de parcerias com grupos internacionais, consolidando e ampliando uma rede já existente que vem produzindo conhecimento no âmbito das tecnopolíticas urbanas de maneira sistemática e transversal. Destaca-se a atuação conjunta dos membros desta proposta em iniciativas de pesquisa, de extensão, da participação em eventos científicos, e da organização de workshops em território nacional e internacional, além da compreensão de que é necessário fortalecer uma rede ibero- americana com ênfase na América Latina. Pretende-se utilizar metodologias diversas, com foco na copesquisa, para a concretização dos objetivos da Rede.&lt;br /&gt;
METODOLOGIA E EIXOS DE ATUAÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretende-se utilizar metodologias diversas, com foco na copesquisa, para a concretização dos objetivos deste Instituto, a partir de quatro eixos: Eixo I) Realização de pesquisas acadêmicas associadas ao ensino e à extensão, envolvendo graduação e pós-graduação (produção de artigos, monografias, dissertações, teses) com foco nas tecnopolíticas para o desenvolvimento sustentável e inclusivo no território metropolitano associando métodos que vão desde processos cartográficos ao desenvolvimento científico laboratorial; Eixo II) Articulação das redes que incluam universidades, Estado e sociedade, através do desenvolvimento laboratorial de plataformas colaborativas online, aplicativos móveis, sites, blogs e outros dispositivos de conexão baseados em tecnologia social re-aplicável; Eixo III) Fornecimento de diretrizes para produção de políticas públicas urbanas que explorem o potencial das tecnologias digitais para aplicação em programas e projetos articulados entre si; Eixo IV) Capacitação tecnopolítica dos atores envolvidos na produção do conhecimento e do espaço urbano como: gestores públicos, educadores, pontos de cultura, comunidades em estado de vulnerabilidade social, associações de moradores – visando a democratização do acesso à informação, a expansão dos processos de inclusão digital e o fortalecimento dos mecanismos de participação-decisão cidadã.&lt;br /&gt;
COORDENAÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Profa. Dra. Natacha Rena (UFMG – Grupo INDISCIPLINAR) – Coordenadora Profa. Dra. Fernanda Bruno (UFRJ – MediaLab) – Co-coordenadora&lt;br /&gt;
GRUPO PROPONENTE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grupo proponente é composto por grupos de pesquisa e por pesquisadores independentes vinculados a oito universidades (UFMG, PUC-MG, UFOP,UFRJ, UFF, USP, FAAP, UNILA e UFES) organizados em cinco núcleos regionais: Belo Horizonte-Ouro Preto, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Espírito Santo.&lt;br /&gt;
INSTITUIÇÕES E GRUPOS DE PESQUISA POR NÚCLEO REGIONAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Universidades Brasileiras: BH/ Minas: UFMG (Grupo Insdiciplinar, Praxis e LabGEO), PUC-MG (Comunicação e Redes Hipermidiáticas); UFOP (Opacidades: o urbano e a cosntrução do comum); São Paulo: USP, UFABC ; FAAP; Rio de Janeiro: UFRJ (Medialab, Cidade, habitação e educação); UFF; Vitória/ES: UFES (LABIC, Laboratório de Planejamento e Projetos); UNILA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parceiros Internacionais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Internet Interdisciplinary Institute (IN3) – Universitat Oberta de Catalunya (UOC): Manuel Castells, Javier Toret Medina; Arnau Monterde, Antonio Calleja López, Eunate Serrano Casado;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Peer to Peer Foundation: Michel Bawens (fundador) e Janice Figueiredo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Departamento de Sociologia de La Universidad Nacional de Colombia: Victor Manuel Gómez Campo (diretor);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Pontifícia Universidad Javeriana de Bogotá: Carlos Hernandez Correa (diretor PEI – Programa Internacional de La Facultad de Drquitectura y Diseño), Daniel Huertas Nadal (Docente e pesquisador do projeto Nuevos Territorios);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Estudio SPN Madrid: Juana Canet, Rut Cuenca y Elena Gómez;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Urbano Humano Agency – Domenico Di Siena;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Colegio de México (Colmex) – Jaime Erazo Espinosa;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Pontificia Universidad Católica del Ecuador: Santiago del Hierro professor e coordenador da pos-graduação em desenho urbano;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Pontificia Universidad Católica del Ecuador: Gary Leggett (facultad de arquitectura y urbanismo);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Lancaster Institute for the Contemporary Arts of Lancaster University Professor Nick Dunn.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
________________________________&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para colaborar com nosso Wiki é só acessar a plataforma de construção colaborativa para nossa rede TECNOPOLÍTICAS: TERRITÓRIOS URBANOS E REDES DIGITAIS e cadastrar-se!&lt;br /&gt;
http://wiki.indisciplinar.com&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
_______________________________&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico da realização de encontros para a construção da REDE TECNOPOLÍTICA: TERRITÓRIOS URBANOS E REDES DIGITAIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.MARCO CIVIL E TECNOPOLÍTICAS (junho de 2014) Seminário realizado com a presença do pesquisador, ativista e parceiro da nossa rede Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais, Javier Toret, pesquisador do 15M, do Instituto IN3 coordenado por Castells e atual articulador político do Guanemos Barcelona. Este evento contou também com a participação de um dos principais atores da construção do Marco Civil da Internet no Brasil, o pesquisador Sérgio Amadeu. [[Marco Civil e Tecnopolíticas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. MULTIPLICIDADES (agosto de 2014) Seminário que inaugurou o debate sobre a construção de uma rede entre universidades e movimentos sociais e coletivos culturais “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais” e contou com a presença de diversos pesquisadores do Indisciplinar (Natacha Rena, Marcelo Maia, Alemar Rena, Joviano Mayer, Ana Isabel de Sá, Paula Bruzzi, Simone Tostes, Marcela Silviano, Priscila Musa, João Tonucci, Luciana Bizzoto, Janaína Marx) e com pesquisadores de diversas universidades e coletivos brasileiros e internacionais como Fábio Gouveia (Labic_UFES), Fernanda Bruno, Pablo de Soto, Tatiana Roque (Media Lab _ UFRJ), Clara Luiza Miranda (UFES) e Basurama (Brasil-Espanha). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. TECNOPOLÍTICAS, DEMOCRACIA E URBANISMO TÁTICO (VAC – fevereiro 2015) Evento envolvendo seminário e workshop que reuniu um grupo de profissionais e pesquisadores interessados na investigação e na a aplicação das tecnologias digitais de comunicação aos processos de produção do espaço urbano. Contou com a participação de diversos atores e grupos da rede “Tecnopolíticas: território urbano e redes digitais” como: Natacha Rena (NPGAU/ EA UFMG), Marcelo Maia (EA UFMG), Paula Bruzzi (NPGAU/ EA UFMG), Fernanda Bruno e Pablo de Soto (MediaLab_Comunicação/UFRJ), Fábio Malini (Comunicação_LABIC_UFES), Coletivo Micrópolis (Arquitetura/UFMG), Ana Isabel de Sá, Paula Bruzzi e Fernanda Mourão (Indisciplinar_Arquitetura/UFMG), Ricardo Fabrino (Democracia Digital_Ciências Políticas/UFMG), Domenico di Siena (Urbano Humano_Itália), Giselle Beiguelman (Design/USP), Tatiana Roque (Matemática/UFRJ), Alemar Rena (Indisciplinar_Letras/UFMG), Monique Sanchez + Maurício Leonard (Arquitetura/UFOP), Ana Clara Mourão (LabGeo_Arquitetura /UFMG), Denise Morado (Praxis_Arquitetura/UFMG). (https://www.facebook.com/media/set/…) https://www.facebook.com/events/1010197675676036/?ref=ts&amp;amp;fref=ts&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. TECNOPOLÍTICAS DO COMUM: ARTES, URBANISMO E DEMOCRACIA CIDADE ELETRONIKA 2015: TECNOPOLÍTICAS DO COMUM: ARTES, URBANISMO E DEMOCRACIA CIDADE ELETRONIKA (outubro 2015) Este evento reuniu pesquisadores que atuam no campo tecnopolítico em todo o mundo e teve ênfase na consolidação de uma rede ibero-americana envolvendo democracia e tecnopoíticas. O evento foi estruturado em blocos de atividades envolvendo: Seminários, debates, encontros; oficinas de ação, criação e participação; performances e apresentações. Curadoria: Lucas Bambozzi e Natacha Rena. Detalhadamente: O evento do qual o Indisciplinar participou da curadoria contou com um Seminário Internacional (com 3 mesas redondas) e com 3 workshops: SEMINÁRIO INTERNACIONAL no Memorial Minas Gerais Vale – Auditório com as seguintes mesas: INTRODUÇÃO AO SEMINÁRIO com Lucas Bambozzi e Natacha Rena (curadores do Cidade Eletronika); TECNOPOLÍTICA E MUNICIPALISMO Palestra com Javier Toret IN3 / 15M / Barcelona en Comú, via Streaming; POR UMA TECNOPOLÍTICA DO COTIDIANO Com Antonio Lafuente (Laboratorio del Procomún de MediaLab-Prado Madrid) e Ivana Bentes (UFRJ-Minc). Mediação de Ricardo Fabrino (Democracia Digital – UFMG; TECNOLOGIA REVERSA: APROPRIAÇÕES PARA O COMUM José Peréz de Lama (FabLab Universidad de Sevilla-Espanha), Ricardo Brazileiro (LabCEUs-PE), Felipe Fonseca (SP Ubalab), Pablo de Soto (Mapping the Commons/UFRJ). Mediação de Lucas Bambozzi (Labmovel/FAU-USP/FAAP; O QUE NOS DIZEM AS REDES: Com Fabio Malini (Labic – UFES), Fernanda Bruno (Medialab – UFRJ), Carlos d’ Andrea (CCNM – UFMG), Alemar Rena (UFSB- Porto Seguro). Mediação de Natacha Rena (Indisciplinar – UFMG). WORKSHOPS: 1) MEDIÇÕES DO URBANO: (Local: Passarela Cultural – Anexo da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa) Técnicas DIY para aferição da qualidade da água de lagoas, barragens e rios de BH; desenho de veículos alternativos e drones de código aberto. Com Ricardo Brazileiro, Guima San, Gabriel Zea e Lucas Bambozzi; 2) TOPOLOGIA DE REDES (Local: Memorial Minas Gerais Vale – Cyber. Rastrear Hashtags de termos urbanos envolvendo a produção cultural na cidade e a relação desta com os movimentos sociais, utilizando a fanpage Cartografias da Cultura (já existente) através da qual serão extraídas informações que irão gerar várias topologias de rede (big data) que apresentem conexões entre as ações culturais e os movimentos políticos. Com Fabio Malini (Labic_UFES – ES) e Ana Isabel de Sá (UFMG); 3) LABORATÓRIOS CIDADÃOS(Local: Memorial Minas Gerais Vale – Sala do Espetáculo Mineiro): Um laboratório é um espaço de trabalho orientado à produção de protótipos, onde não existem objetos a se representar, mas sim experimentos em construção e, em consequência, mais que dotar a sociedade com novos objetos para serem mostrados, usados ou vendidos, o que se faz é ensaiar novas formas de viver juntos mediadas pela tecnologia, respeitosas com a experiência, resistentes ao pacto e propenso à inovação. Antonio Lafuente (Laboratorio del Procomún de MediaLab-Prado Madrid). http://www.eletronika.com.br/#!curadoria/c1gw2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
evento: http://www.eletronika.com.br/#!cidade/c1wjc&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LIVRO, Publicação que foi resultado deste evento [[Livros|aqui]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:12226918_907775099303745_8651653735326460382_n.jpg&amp;diff=2953</id>
		<title>Arquivo:12226918 907775099303745 8651653735326460382 n.jpg</title>
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		<updated>2019-04-23T20:26:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Julia_%C3%81vila_Franzoni_e_Thiago_Hoshino_%E2%80%93_Direito_%C3%A0_Cidade_S/A:_a_casa_de_m%C3%A1quinas_da_financeiriza%C3%A7%C3%A3o_urbana&amp;diff=2952</id>
		<title>Julia Ávila Franzoni e Thiago Hoshino – Direito à Cidade S/A: a casa de máquinas da financeirização urbana</title>
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		<updated>2019-04-23T20:23:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A pesquisadora do Grupo Indisciplinar, advogada popular e professora de Direito Urbanístico, Júlia Ávila Franzoni, apresenta o artigo “Direito à Cidade S/A: a casa de máquinas da financeirização urbana” em parceria com Thiago A. P. Hoshino, associado da [https://terradedireitos.org.br/ Terra de Direitos – Organização de Direitos Humanos], pesquisador do [http://observatoriodasmetropoles.net.br/wp/ INCT Observatório das Metrópoles], doutorando em direito do PPGD/UFPR e professor universitário .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O artigo, fruto de parceira entre a Rede [http://observatoriodasmetropoles.net.br/wp/ INCT Observatório das Metrópoles] e o [https://diplomatique.org.br/ Le Monde Diplomatique Brasil], faz parte da série “O Direito à Cidade em tempos de crise” e busca compreender o processo de financeirização e empresariamento urbano no atual contexto das grandes cidades brasileiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A financeirização do espaço é uma prática, ou melhor, uma racionalidade prática associada ao neoliberalismo como “nova razão do mundo”. E, sob os auspícios de um suposto “fim da história”, a única razão advogada como válida, num mundo colonizado pelo mercado. A cartilha, adaptável às diferentes escalas (global, nacional, regional e local), combina um forte discurso legitimador, um arcabouço jurídico-político que lhe confere segurança e dispositivos institucionais garantidores de sua efetividade. A ontologia neoliberal financeira no espaço urbano é assim sumarizável: menos estado, mais instrumentos jurídicos negociais e governança compartilhada (com o mercado). Para combatê-la, no viés do direito à cidade em comum, é necessário, antes de tudo, destrinchar seus modos de operação – incidir na casa de máquinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No nível do discurso, o enredo oficial combina a falência do welfare state com a necessidade de autofinanciamento das políticas públicas urbanas – o velho/novo conto das cidades como global players. E, a isso, no caso das grande cidades, se adicionam fabulações repletas de propaganda pró-legado, os “novos” extrativismos urbanos do turismo, dos megaeventos eventos esportivos, dos grandes negócios e projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tripudiando sobre a alardeada “crise” (que é, afinal de contas, permanente no capitalismo), expande-se o domínio intensivo do capital – não só extensivo, visto restarem poucas fronteiras geográficas a sucumbir – inclusive “para dentro de si”, onde a forma urbana ganha evidente centralidade no girar a roda de produção e acumulação de riquezas. O salto qualitativo da tecnologia do capital permite que ele se (des/re)territorialize nas cidades e, entre elas, com maior velocidade e flexibilidade, subjetivando-se num particular modo de vida urbano e determinando as principais formas de organização e consumo da vida e da natureza no contexto da financeirização. Sobra para a inventividade jurídica e institucional a função de resolver o descompasso entre o aparato regulatório e as prementes demandas do capital, redesenhando as relações de produção. Muito do que era o chão de fábrica passa a ser o chão das cidades e, agora, são os próprios espaços e seus sujeitos que se tornam a máquina de extrair mais-valia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo isso, não sem resistências. Por trás do mote “cidades para as pessoas, não para o capital” e nele explicitada, uma tensão persiste entre valor-de-uso e valor-de-troca, dois modos de apropriação do espaço urbano cujos portadores invocam, cada um à sua maneira, certo tipo de direito à cidade: o direito de frui-la coletivamente ou o “direito” de explorá-la cumulativamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa disputa sobre o próprio sentido e sobre os usos estratégicos do(s) direito(s), da(s) cidade(s) e do direito à cidade atravessa as lutas sociais contemporâneas e as contestações aos retrocessos que assomam no horizonte próximo. À cidade historicamente limitada – Cidade Ltda. – fruto de uma urbanização segregadora, soma-se um conjunto de ameaças legislativas de viés especulativo – Direito® – cujo intuito e marca registrada é a tentativa de transformar o espaço urbano num ativo financeiro sempre mais rentável, a despeito dos custos humanos dessa jogada: o Direito à Cidade S/A.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(…)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo dos últimos anos, acompanha-se uma confluência perversa entre as promessas populares da redemocratização – tão flagrantes na pulsão das ruas porque ainda não cumpridas – e o protagonismo empreendedor defendido pela agenda neoliberal. O resultado é uma governança seletiva, que compartilha os processos decisórios com os parceiros do mercado e, quando muito, conduz instâncias pro forma de participação social. E o conceito indiscriminado de “sociedade civil”, que no mesmo balaio coloca desde movimentos sociais a empresários, não contribui para dirimir essa confusão, antes a potencializa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma caricatura do urbanismo neoliberal, a empresa PBH Ativos S/A, ilustra o novo tipo de institucionalidade liminar que desponta. O município de Belo Horizonte, em franco processo de empresariamento, institui uma sociedade anônima para administrar parcerias público-privadas associadas à prestação de serviços e, ainda, para gerir os futuros CEPACs da tão aguardada Operação Urbana Consorciada Antônio Carlos/Leste-Oeste, a primeira no município. Não bastasse o regime jurídico sui generis, a criação da empresa foi viabilizada pela substancial transferência de patrimônio municipal para o ente privado – imóveis, créditos tributários e outras espécies doados como integralização de capital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cidade limitada (Ltda), experimentada pela maioria da população como espaço de exercício desigual de direitos e obstáculos de acesso aos recursos e oportunidades de vida urbana corre o risco de transformar-se, também, na cidade anônima (cidade S/A), onde os bens comuns que deveriam atender às necessidades sociais são titularizados pelos impenetráveis gabinetes empresariais. Quem governa toda essa (des)governança? A queda de braço com essa tomada de assalto do “comum-urbano” vem das ruas, na forma de autogestão para construção da moradias, nas ocupações urbanas, nas assembleias populares que reivindicam soberania sobre os espaços comuns – praças, viadutos, prédios vazios e/ou subutilizados –, nas jornadas de manifestações e protestos que impulsionam mudanças, ainda que provisórias, ainda que heterotópicas, na rota unidirecional da privatização.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_____________________________________________________________________________&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O artigo pode ser lido na íntegra através do site do [http://diplomatique.org.br/acervo.php?id=3244 Le Monde Diplomatique Brasil].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Karine_Carneiro_escreve_ensaio_para_discuss%C3%A3o_sobre_rompimento_da_barragem_de_Fund%C3%A3o&amp;diff=2951</id>
		<title>Karine Carneiro escreve ensaio para discussão sobre rompimento da barragem de Fundão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Karine_Carneiro_escreve_ensaio_para_discuss%C3%A3o_sobre_rompimento_da_barragem_de_Fund%C3%A3o&amp;diff=2951"/>
		<updated>2019-04-23T20:19:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A pesquisadora do Indisciplinar (EAUFMG) e do GEPSA (UFOP) participou, no dia 15/06, conjuntamente com o prof. Klemens Laschefski (GESTA/IGC/UFMG), na Escola de Arquitetura da UFMG, de uma discussão que envolve o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, que provocou e provoca graves consequências – sociais, econômicas, ambientais, físicas, culturais e psicológicas – nos modos de vida das comunidades atingidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ler o ensaio escrito pela pesquisadora, com o título “Rompimento Inventariado: de encontros, afetos e paixões”, [http://blog.indisciplinar.com/wp-content/uploads/2014/05/Rompimento-Inventariado-de-encontros-afetos-e-paix%C3%B5es.pdf clique aqui].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Indisciplinar_convida_para_defesa_de_tese_da_professora_e_pesquisadora_Karine_Gon%C3%A7alves_Carneiro&amp;diff=2950</id>
		<title>Indisciplinar convida para defesa de tese da professora e pesquisadora Karine Gonçalves Carneiro</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Indisciplinar_convida_para_defesa_de_tese_da_professora_e_pesquisadora_Karine_Gon%C3%A7alves_Carneiro&amp;diff=2950"/>
		<updated>2019-04-23T20:15:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Indisciplinar convida para defesa de tese &#039;&#039;&#039;“MORADORES DE RUA E PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO: análise sobre Bogotá e Belo Horizonte sob uma perspectiva genealógica”&#039;&#039;&#039; da nossa Professora e pesquisadora &#039;&#039;&#039;Karine Gonçalves Carneiro&#039;&#039;&#039;. A pesquisa de doutorado foi orientada pela Professora Cristina Almeida Cunha Filgueiras, da PUC-Minas e a comissão examinadora conta com a presença da Professora Doutora e líder do Indisciplinar, &#039;&#039;&#039;Natacha Rena&#039;&#039;&#039;, a Professora Doutora, coordenadora do Grupo de Pesquisa Cidade e Alteridade, Miracy Barbosa Gustin, o Professor Doutor Renarde Freire Nobre da UFMG, a Professora Doutora Candice Vidal e Souza da PUC Minas e a Professora Doutora Regina de Paula Medeiros da PUC Minas.&lt;br /&gt;
DIA/HORA: 25/04/2016, 2ª feira, com início às 14:00 horas&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Capa-completa-724x1024.jpg|semmoldura|esquerda]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Resumo da tese:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Através de um procedimento genealógico nos moldes foucaultianos atrelado a uma pesquisa de campo alicerçada na etnografia, esta tese busca identificar e analisar os mecanismos, estratégias e táticas de poder/saber que interferem ou atuam, no âmbito das intervenções sobre o urbano em função do planejamento público, sobre os modos de vida dos moradores de rua nas cidades de Belo Horizonte, no Brasil, e de Bogotá, na Colômbia, no que concerne às suas relações com os espaços públicos da cidade. Nessa perspectiva, a intenção foi a de conduzir um olhar para o espaço urbano a partir de corpos e pessoas compreendidos, não como problemas, mas como parte de conflitos, embates, pertencimentos, estratégias, formas de sujeição, exclusões e regimes de verdade numa trama cotidiana produtora de saberes e espaços outros. Para isso, a partir do próprio dia a dia experimentado pelos moradores de rua e pelo histórico das lutas que os envolvem, buscou-se vislumbrar os jogos de poderes e saberes dos quais essas pessoas fazem parte no intuito de atingir uma maneira de se pensar o urbanismo e a produção do espaço de forma crítica. Como resultado foram  identificados: os mecanismos, estratégias e táticas de poderes/saberes que ao longo do tempo têm permeado a vida dos que moram nas ruas;  as formas como, na atualidade, o neoliberalismo – principalmente por meio do empreendedorismo urbano – tem provocado alterações nos papéis dos envolvidos na produção do espaço; que termos historicamente atrelados à teoria e à prática do planejamento urbano, tais como espaço público e espaço privado, não têm dado conta de lidar com as nuances que envolvem determinados modos de vida, principalmente os dos moradores de rua.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:Capa-completa-724x1024.jpg&amp;diff=2949</id>
		<title>Arquivo:Capa-completa-724x1024.jpg</title>
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		<updated>2019-04-23T20:11:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
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		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Indisciplinar_participa_do_Semin%C3%A1rio_Internacional_%E2%80%9CRepresentaciones_Cartogr%C3%A1ficas_de_Ciudades_en_La_Investigaci%C3%B3n%E2%80%9D_no_M%C3%A9xico&amp;diff=2947</id>
		<title>Indisciplinar participa do Seminário Internacional “Representaciones Cartográficas de Ciudades en La Investigación” no México</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Indisciplinar_participa_do_Semin%C3%A1rio_Internacional_%E2%80%9CRepresentaciones_Cartogr%C3%A1ficas_de_Ciudades_en_La_Investigaci%C3%B3n%E2%80%9D_no_M%C3%A9xico&amp;diff=2947"/>
		<updated>2019-04-23T19:58:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Captura-de-Tela-2016-04-25-às-13.26.21.png|miniaturadaimagem|esquerda|A professora Natacha Rena apresenta as Cartografias Indisciplinares na Ciudad del México como Conferencista Internacional no dia 04 de mao às 9:30 abrindo o dia de apresentações sob o tema Cartografia Colaborativa e Indisciplinar.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seminario internacional “&#039;&#039;&#039;Representaciones Cartográficas de Ciudades en la Investigación&#039;&#039;&#039;” organizado por la &#039;&#039;&#039;Universidad Autónoma Metropolitana Azcapotzalco (UAM-A) y la Universidad Autónoma de la Ciudad de México (UACM)&#039;&#039;&#039;. Se llevará a cabo los días &#039;&#039;&#039;2, 3 y 4 de mayo&#039;&#039;&#039; del año en curso en sus &#039;&#039;&#039;centros culturales: La Casa de La Primera Imprenta de América (UAM) y Centro Cultural Casa Talavera (UACM).&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
La finalidad es analizar y debatir los grandes temas y problemas que implica la representación cartográfica y documental en la investigación de ciudades, a través de enfoques inter, multi y transdisciplinares; así como destacar el papel instrumental de la cartografía en el marco de las relaciones sociales y políticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;OBJETIVOS DEL SEMINARIO:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Generar un diálogo en torno a las principales problemáticas de estudio sobre las cuales se trabaja hoy día.&lt;br /&gt;
2. Discutir los enfoques y los paradigmas teórico-metodológicos que guían la investigación y su representación cartográfica.&lt;br /&gt;
3. Consolidar redes académicas de investigación en las que se integren las perspectivas de los estudios urbanos y de la planeación urbana&lt;br /&gt;
4. Divulgar los resultados obtenidos de las ponencias presentadas y fomentar la vinculación académica.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
Las líneas de investigación desde las cuales se abordarán los temas son:&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Análisis  y  producción  del  espacio urbano.&#039;&#039;&#039; Entendido como el análisis y diseño de formas urbanas y arquitectónicas, con dos vertientes de actuación: la planeación de estructuras territoriales y el análisis de las transformaciones de la morfología urbana. La estrategia epistemológica que se asume es la de los sistemas complejos, que enfrenta el problema a través de establecer las condiciones del entorno, en nuestro caso, los procesos urbano-arquitectónicos y su asociación con el resto de los procesos implicados con ellos (sociales, culturales, históricos, económicos, etc.).&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Historia  urbana  e historia del urbanismo.&#039;&#039;&#039; El carácter mismo del campo de estudio implica por definición la multidisciplinariedad de las investigaciones. Dado que la experiencia urbana supone el estudio de la producción del espacio urbano construido y del conjunto de técnicas que la hacen posible: historiadores, investigadores de ciencias sociales, arquitectos y diseñadores, en el cual encuentran un punto de convergencia en el estudio de la historia de la ciudad. En esta línea de investigación confluyen: historia de las ciudades, actores institucionales y actores políticos del espacio urbano y la generación, asimilación y desarrollo de tecnologías para los servicios públicos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Políticas públicas vinculadas al espacio público y privado.&#039;&#039;&#039; El objetivo de esta línea de investigación es mostrar cómo las políticas del Estado, asociadas a los proyectos de urbanización en las ciudades,  constituyen una disciplina académica que integra tanto elementos teóricos como prácticos en su estudio y que se han colocado estratégicamente como planes organizados en los programas académicos de investigación en su análisis, vinculado al sentido y al significado del espacio público y privado.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Identidades, prácticas ciudadanas y cultura urbana.&#039;&#039;&#039; Acercarse al estudio del espacio urbano a partir de las relaciones sociales que se establecen en el mismo. La ciudad como construcción social de significados, considerando a la ciudad más que un espacio físico, un espacio de experiencias de la acción humana.  Por tanto, en esta línea concurren las identidades desarrolladas en la vida cotidiana y la formación de identidades colectivas.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Movilidad, vulnerabilidad y riesgos ambientales.&#039;&#039;&#039; Línea de investigación en la cual se pretende mostrar los aportes de investigaciones sobre el estudio de la movilidad tanto en su plano teórico-conceptual como en el operativo en los procesos de metropolización de la ciudad y cómo estos han derivado en la construcción de un conglomerado urbano con enorme vulnerabilidad. Entender asimismo las formas, causas y consecuencias de la degradación ambiental ocasionadas por la megalópolis.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Geografías urbanas y demografía.&#039;&#039;&#039; Siendo la población humana el elemento más dinámico en la transformación territorial que conlleva el fenómeno urbano, este campo de conocimiento sintetiza el conjunto de relaciones que se establecen entre la sociedad y el espacio urbano; utilizando como herramienta fundamental en el análisis territorial los sistemas de información.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br/&amp;gt;&amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Repositorios documentales.&#039;&#039;&#039;Metodologías aplicadas. Mostrar la importancia del uso de repositorios documentales en la investigación, principalmente sobre las representaciones de ciudades en sus formas documentales y cartográficas.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:Captura-de-Tela-2016-04-25-%C3%A0s-13.26.21.png&amp;diff=2946</id>
		<title>Arquivo:Captura-de-Tela-2016-04-25-às-13.26.21.png</title>
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		<updated>2019-04-23T19:48:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2756</id>
		<title>Memória do Indisciplinar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2756"/>
		<updated>2019-04-12T21:00:23Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: /* Novembro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Desde 2012 o indisciplinar vem atuando ... (fazer um texto de apresetação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; inserir aqui todo o conteúdo de blog.indisciplinar.com desde 2013&lt;br /&gt;
pode se criar páginas adicionais para que essa não fique tão extensa. &lt;br /&gt;
planeje como é melhor sumarizar o conteúdo antes de começar a transferir a informação para cá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Sites antigos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://blog.indisciplinar.com Blog Indisciplinar]&lt;br /&gt;
* [http://cartografias.indisciplinar.com Cartografias]&lt;br /&gt;
* [http://culturaeterritorio.indisciplinar.com Cultura e Território]&lt;br /&gt;
* [http://design.indisciplinar.com Design]&lt;br /&gt;
* [http://oucbh.indisciplinar.com OUC BH]&lt;br /&gt;
* [http://urbanismobiopolitico.indisciplinar.com Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* [http://indlab.net IndLab]&lt;br /&gt;
* [http://lutasterritoriais.indlab.net Lutas Territoriais]&lt;br /&gt;
* [http://naturezaurbana.indlab.net Natureza Urbana]&lt;br /&gt;
* [http://redeverde.indlab.net Rede Verde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2013=&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
* [[Sonho, pesadelo, delírio ou alucinação? Acorde, BH, caia na real!]]&lt;br /&gt;
* [[MP investiga procedimentos ilícitos no processo de desenvolvimento da Operação Urbana Consorciada Nova BH]]&lt;br /&gt;
* [[Descrição Indisciplinar]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2014=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
* [[Indisciplinar entrevista os artivistas colombianos Andrés Burbano e Gabriel Zea]] Jan 31, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Projeto Integrado Design]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Cartografias Emergentes]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[Movimento viaduto ocupado (a multidão ocupa a ágora pós-moderna belorizontina)]] Feb 10, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
* [[Cidade Eletronika 2012: origem do Indisciplinar]] Mar 14, 2014 | 2012/2 UNI 009, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Michael Hardt no Brasil]] Mar 7, 2014 | notícias&lt;br /&gt;
*[[“O Comum no comunismo”, Hardt]] Mar 7, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
* Prefácio do livro “Amanhã vai ser maior” Mar 6, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[O corredor cultural já existe!]] Mar 5, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, disciplina, ensino, extensão, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
* [[“A_multidão_foi_ao_deserto”,_Bruno_Cava|“A multidão foi ao deserto”, Bruno Cava]] Apr 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
* [[Multitude: quando a arte se soma à multidão]] May 26, 2014 | agenda, extensão&lt;br /&gt;
* [[Parque Augusta e as resistências verdes]] May 24, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em Belo Horizonte]] May 12, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em São Paulo]] May 11, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Revista Lugar Comum]] May 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
*[[Palestra do Negri no evento Multitude]] Jun 5, 2014 | agenda, notícias&lt;br /&gt;
*[[Marco Civil e Tecnopolíticas]]  Jun 20, 2014 | agenda&lt;br /&gt;
*[[A organização da multiplicidade]]  Jun 29, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
*[[A Copa contra o direito à cidade]] Jun 30, 2014 | pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
*[[Cartografias do Comum]]  Jul 5, 2014 | cartografias, mapeamentos&lt;br /&gt;
*[[Vaga para bolsista PIBIC/CNPq]]  Jul 14, 2014 | notícias, pesquisa&lt;br /&gt;
*[[Teaser do Mapeando o Comum em SP]]  Jul 18, 2014&lt;br /&gt;
*[[Seminário MultipliCidades]]  Jul 23, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Vídeo sobre a ocupação eliana silva]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[– re – Apropriando a centralidade na metrópole]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[(des)encontros: bogotá, bh,]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
* [[Posters/cartilhas indisciplinares]] Sep 21, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, cartografias emergentes, disciplina, extensão, mapeamentos, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubto==&lt;br /&gt;
*[[Asas artesanato solidário]] Oct 9, 2014&lt;br /&gt;
*[[Processos colaborativos e tecnologia social]] Oct 25, 2014 &lt;br /&gt;
*documentário “ainda ribeirão arrudas” Oct 29, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
*[[Espaço comum como resistência positiva]] Nov 2, 2014 &lt;br /&gt;
*[[Arte e espaço: uma situação política]] Nov 2, 2014&lt;br /&gt;
*[[Iconoclasistas em novabh]] Nov 20, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[¿qué pude el arte en nuestros tiempos ?]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2015=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[Processos colaborativos e tecnologia social]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[pré-lançamento DESIGN E POLÍTICA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[OUCBH – Operação Urbana Consorciada]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Palestra de Negri no Multitude]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[morar indígena seleciona bolsistas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Sobre o Indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Rede Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[RedeVerde: ato do dia 14]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Ocupa Cultural]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Seminário Internacional Faces da Resistência Recife/Brasil]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
[[Reunião Pública da Zona Cultural da Praça da Estação]]&lt;br /&gt;
[[Bolsistas recebem capacitação para uso do ENVI-MET]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
[[Entrevistando Harvey: REBELDE COM CAUSA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Blog sobre operações urbanas em BH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[EmBreveAqui: um novo projeto do indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Cartografia da Cultura nas Ocupações da Izidora]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[2º Ciclo de Estudos Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo. Territórios, governamento da vida e o comum]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Circuito forumdoc.ufmg apresenta: “A cidade é uma só?”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
[[III Seminario Internacional Procesos Urbanos Informales “GESTIÓN SOCIAL DE LA CIUDAD Y EL TERRITORIO”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[III SIMPÓSIO NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE CIDADES – II ENCONTRO TÉCNICO E CIENTÍFICO PARA CONSTRUÇÃO DE CIDADES VERDES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Volúmen Común: Laagencia + Escuela de Garaje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[Janaína Marx e Hernan Espinoza no Taller MET-Equador]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[VII Festival de Arte Público GRAFFF15]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni participa do Congresso de Direito Crítico]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Conselho Consultivo da Zona Cultural Praça da Estação]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Incapturável potência das vidas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Convite: Diálogos Metropolitanos]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Daniela Faria participa de Seminário de Estética e Crítica da Arte na USP]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no Taller Internacional Laboratorio Ciudad de Quito]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
[[Cidade Eletronika 2015]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Amanda Guimarães participa do III Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Parceiros do seminário “As Híbridas das Lutas Sociais”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar participa da abertura da Semana da Extensão da Faculdade de Direito da UFMG]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Natacha Rena participa do encontro “Crise urbana: o que fazer?”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no debate “Urbanismo das ruas em rede”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
[[Revista Indisciplinar N.1]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Aula Pública NovoPlanoDiretordeBH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni publica texto no blog Justificando]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2016=&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[Entrevista com Antonio Lafuente DocPósDoc]] Mar 29, 2016&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Pesquisadores do Indisciplinar no programa Brasil das Gerais]] Apr 4, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Saskia Sassen no evento Design e Política em 2011]] Aug 21, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2017=&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[VAC 2017: Indisciplinar convida para o Seminário “A razão neoliberal ataca o território”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Clear-Cut Plans Of Buy Essay – Straightforward Advice]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[The Indisputable Reality About Gas Scooters for Sale That Nobody Is Sharing With You]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[What’s Actually Happening with Cariloha Bamboo Sheets Reviews]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
[[Best Personal Alarm Options]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
[[On-line Essay Enhancing Websites]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Order an essay on the web]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:Cheap-Essay-Help.jpg&amp;diff=2753</id>
		<title>Arquivo:Cheap-Essay-Help.jpg</title>
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		<updated>2019-04-12T20:58:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:Guide_To_Writing_Lab_Reports.002.jpg&amp;diff=2752</id>
		<title>Arquivo:Guide To Writing Lab Reports.002.jpg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:Guide_To_Writing_Lab_Reports.002.jpg&amp;diff=2752"/>
		<updated>2019-04-12T20:56:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2751</id>
		<title>Memória do Indisciplinar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2751"/>
		<updated>2019-04-12T20:43:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: /* Novembro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Desde 2012 o indisciplinar vem atuando ... (fazer um texto de apresetação)&lt;br /&gt;
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* [http://blog.indisciplinar.com Blog Indisciplinar]&lt;br /&gt;
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* [http://culturaeterritorio.indisciplinar.com Cultura e Território]&lt;br /&gt;
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* [http://oucbh.indisciplinar.com OUC BH]&lt;br /&gt;
* [http://urbanismobiopolitico.indisciplinar.com Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* [http://indlab.net IndLab]&lt;br /&gt;
* [http://lutasterritoriais.indlab.net Lutas Territoriais]&lt;br /&gt;
* [http://naturezaurbana.indlab.net Natureza Urbana]&lt;br /&gt;
* [http://redeverde.indlab.net Rede Verde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2013=&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
* [[Sonho, pesadelo, delírio ou alucinação? Acorde, BH, caia na real!]]&lt;br /&gt;
* [[MP investiga procedimentos ilícitos no processo de desenvolvimento da Operação Urbana Consorciada Nova BH]]&lt;br /&gt;
* [[Descrição Indisciplinar]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2014=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
* [[Indisciplinar entrevista os artivistas colombianos Andrés Burbano e Gabriel Zea]] Jan 31, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Projeto Integrado Design]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Cartografias Emergentes]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[Movimento viaduto ocupado (a multidão ocupa a ágora pós-moderna belorizontina)]] Feb 10, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
* [[Cidade Eletronika 2012: origem do Indisciplinar]] Mar 14, 2014 | 2012/2 UNI 009, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Michael Hardt no Brasil]] Mar 7, 2014 | notícias&lt;br /&gt;
*[[“O Comum no comunismo”, Hardt]] Mar 7, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
* Prefácio do livro “Amanhã vai ser maior” Mar 6, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[O corredor cultural já existe!]] Mar 5, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, disciplina, ensino, extensão, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
* [[“A_multidão_foi_ao_deserto”,_Bruno_Cava|“A multidão foi ao deserto”, Bruno Cava]] Apr 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
* [[Multitude: quando a arte se soma à multidão]] May 26, 2014 | agenda, extensão&lt;br /&gt;
* [[Parque Augusta e as resistências verdes]] May 24, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em Belo Horizonte]] May 12, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em São Paulo]] May 11, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Revista Lugar Comum]] May 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
*[[Palestra do Negri no evento Multitude]] Jun 5, 2014 | agenda, notícias&lt;br /&gt;
*[[Marco Civil e Tecnopolíticas]]  Jun 20, 2014 | agenda&lt;br /&gt;
*[[A organização da multiplicidade]]  Jun 29, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
*[[A Copa contra o direito à cidade]] Jun 30, 2014 | pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
*[[Cartografias do Comum]]  Jul 5, 2014 | cartografias, mapeamentos&lt;br /&gt;
*[[Vaga para bolsista PIBIC/CNPq]]  Jul 14, 2014 | notícias, pesquisa&lt;br /&gt;
*[[Teaser do Mapeando o Comum em SP]]  Jul 18, 2014&lt;br /&gt;
*[[Seminário MultipliCidades]]  Jul 23, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Vídeo sobre a ocupação eliana silva]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[– re – Apropriando a centralidade na metrópole]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[(des)encontros: bogotá, bh,]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
* [[Posters/cartilhas indisciplinares]] Sep 21, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, cartografias emergentes, disciplina, extensão, mapeamentos, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubto==&lt;br /&gt;
*[[Asas artesanato solidário]] Oct 9, 2014&lt;br /&gt;
*[[Processos colaborativos e tecnologia social]] Oct 25, 2014 &lt;br /&gt;
*documentário “ainda ribeirão arrudas” Oct 29, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
*[[Espaço comum como resistência positiva]] Nov 2, 2014 &lt;br /&gt;
*[[Arte e espaço: uma situação política]] Nov 2, 2014&lt;br /&gt;
*[[Iconoclasistas em novabh]] Nov 20, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[¿qué pude el arte en nuestros tiempos ?]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2015=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[Processos colaborativos e tecnologia social]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[pré-lançamento DESIGN E POLÍTICA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[OUCBH – Operação Urbana Consorciada]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Palestra de Negri no Multitude]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[morar indígena seleciona bolsistas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Sobre o Indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Rede Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[RedeVerde: ato do dia 14]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Ocupa Cultural]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Seminário Internacional Faces da Resistência Recife/Brasil]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
[[Reunião Pública da Zona Cultural da Praça da Estação]]&lt;br /&gt;
[[Bolsistas recebem capacitação para uso do ENVI-MET]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
[[Entrevistando Harvey: REBELDE COM CAUSA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Blog sobre operações urbanas em BH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[EmBreveAqui: um novo projeto do indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Cartografia da Cultura nas Ocupações da Izidora]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[2º Ciclo de Estudos Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo. Territórios, governamento da vida e o comum]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Circuito forumdoc.ufmg apresenta: “A cidade é uma só?”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
[[III Seminario Internacional Procesos Urbanos Informales “GESTIÓN SOCIAL DE LA CIUDAD Y EL TERRITORIO”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[III SIMPÓSIO NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE CIDADES – II ENCONTRO TÉCNICO E CIENTÍFICO PARA CONSTRUÇÃO DE CIDADES VERDES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Volúmen Común: Laagencia + Escuela de Garaje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[Janaína Marx e Hernan Espinoza no Taller MET-Equador]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[VII Festival de Arte Público GRAFFF15]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni participa do Congresso de Direito Crítico]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Conselho Consultivo da Zona Cultural Praça da Estação]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Incapturável potência das vidas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Convite: Diálogos Metropolitanos]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Daniela Faria participa de Seminário de Estética e Crítica da Arte na USP]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no Taller Internacional Laboratorio Ciudad de Quito]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
[[Cidade Eletronika 2015]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Amanda Guimarães participa do III Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Parceiros do seminário “As Híbridas das Lutas Sociais”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar participa da abertura da Semana da Extensão da Faculdade de Direito da UFMG]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Natacha Rena participa do encontro “Crise urbana: o que fazer?”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no debate “Urbanismo das ruas em rede”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
[[Revista Indisciplinar N.1]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Aula Pública NovoPlanoDiretordeBH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni publica texto no blog Justificando]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2016=&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[Entrevista com Antonio Lafuente DocPósDoc]] Mar 29, 2016&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Pesquisadores do Indisciplinar no programa Brasil das Gerais]] Apr 4, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Saskia Sassen no evento Design e Política em 2011]] Aug 21, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2017=&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[VAC 2017: Indisciplinar convida para o Seminário “A razão neoliberal ataca o território”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Clear-Cut Plans Of Buy Essay – Straightforward Advice]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[The Indisputable Reality About Gas Scooters for Sale That Nobody Is Sharing With You]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[What’s Actually Happening with Cariloha Bamboo Sheets Reviews]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
[[Best Personal Alarm Options]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
[[On-line Essay Enhancing Websites]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2749</id>
		<title>Memória do Indisciplinar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2749"/>
		<updated>2019-04-12T20:36:23Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: /* Outubro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Desde 2012 o indisciplinar vem atuando ... (fazer um texto de apresetação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; inserir aqui todo o conteúdo de blog.indisciplinar.com desde 2013&lt;br /&gt;
pode se criar páginas adicionais para que essa não fique tão extensa. &lt;br /&gt;
planeje como é melhor sumarizar o conteúdo antes de começar a transferir a informação para cá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Sites antigos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://blog.indisciplinar.com Blog Indisciplinar]&lt;br /&gt;
* [http://cartografias.indisciplinar.com Cartografias]&lt;br /&gt;
* [http://culturaeterritorio.indisciplinar.com Cultura e Território]&lt;br /&gt;
* [http://design.indisciplinar.com Design]&lt;br /&gt;
* [http://oucbh.indisciplinar.com OUC BH]&lt;br /&gt;
* [http://urbanismobiopolitico.indisciplinar.com Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* [http://indlab.net IndLab]&lt;br /&gt;
* [http://lutasterritoriais.indlab.net Lutas Territoriais]&lt;br /&gt;
* [http://naturezaurbana.indlab.net Natureza Urbana]&lt;br /&gt;
* [http://redeverde.indlab.net Rede Verde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2013=&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
* [[Sonho, pesadelo, delírio ou alucinação? Acorde, BH, caia na real!]]&lt;br /&gt;
* [[MP investiga procedimentos ilícitos no processo de desenvolvimento da Operação Urbana Consorciada Nova BH]]&lt;br /&gt;
* [[Descrição Indisciplinar]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2014=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
* [[Indisciplinar entrevista os artivistas colombianos Andrés Burbano e Gabriel Zea]] Jan 31, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Projeto Integrado Design]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Cartografias Emergentes]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[Movimento viaduto ocupado (a multidão ocupa a ágora pós-moderna belorizontina)]] Feb 10, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
* [[Cidade Eletronika 2012: origem do Indisciplinar]] Mar 14, 2014 | 2012/2 UNI 009, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Michael Hardt no Brasil]] Mar 7, 2014 | notícias&lt;br /&gt;
*[[“O Comum no comunismo”, Hardt]] Mar 7, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
* Prefácio do livro “Amanhã vai ser maior” Mar 6, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[O corredor cultural já existe!]] Mar 5, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, disciplina, ensino, extensão, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
* [[“A_multidão_foi_ao_deserto”,_Bruno_Cava|“A multidão foi ao deserto”, Bruno Cava]] Apr 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
* [[Multitude: quando a arte se soma à multidão]] May 26, 2014 | agenda, extensão&lt;br /&gt;
* [[Parque Augusta e as resistências verdes]] May 24, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em Belo Horizonte]] May 12, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em São Paulo]] May 11, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Revista Lugar Comum]] May 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
*[[Palestra do Negri no evento Multitude]] Jun 5, 2014 | agenda, notícias&lt;br /&gt;
*[[Marco Civil e Tecnopolíticas]]  Jun 20, 2014 | agenda&lt;br /&gt;
*[[A organização da multiplicidade]]  Jun 29, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
*[[A Copa contra o direito à cidade]] Jun 30, 2014 | pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
*[[Cartografias do Comum]]  Jul 5, 2014 | cartografias, mapeamentos&lt;br /&gt;
*[[Vaga para bolsista PIBIC/CNPq]]  Jul 14, 2014 | notícias, pesquisa&lt;br /&gt;
*[[Teaser do Mapeando o Comum em SP]]  Jul 18, 2014&lt;br /&gt;
*[[Seminário MultipliCidades]]  Jul 23, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Vídeo sobre a ocupação eliana silva]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[– re – Apropriando a centralidade na metrópole]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[(des)encontros: bogotá, bh,]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
* [[Posters/cartilhas indisciplinares]] Sep 21, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, cartografias emergentes, disciplina, extensão, mapeamentos, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubto==&lt;br /&gt;
*[[Asas artesanato solidário]] Oct 9, 2014&lt;br /&gt;
*[[Processos colaborativos e tecnologia social]] Oct 25, 2014 &lt;br /&gt;
*documentário “ainda ribeirão arrudas” Oct 29, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
*[[Espaço comum como resistência positiva]] Nov 2, 2014 &lt;br /&gt;
*[[Arte e espaço: uma situação política]] Nov 2, 2014&lt;br /&gt;
*[[Iconoclasistas em novabh]] Nov 20, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[¿qué pude el arte en nuestros tiempos ?]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2015=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[Processos colaborativos e tecnologia social]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[pré-lançamento DESIGN E POLÍTICA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[OUCBH – Operação Urbana Consorciada]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Palestra de Negri no Multitude]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[morar indígena seleciona bolsistas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Sobre o Indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Rede Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[RedeVerde: ato do dia 14]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Ocupa Cultural]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Seminário Internacional Faces da Resistência Recife/Brasil]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
[[Reunião Pública da Zona Cultural da Praça da Estação]]&lt;br /&gt;
[[Bolsistas recebem capacitação para uso do ENVI-MET]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
[[Entrevistando Harvey: REBELDE COM CAUSA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Blog sobre operações urbanas em BH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[EmBreveAqui: um novo projeto do indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Cartografia da Cultura nas Ocupações da Izidora]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[2º Ciclo de Estudos Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo. Territórios, governamento da vida e o comum]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Circuito forumdoc.ufmg apresenta: “A cidade é uma só?”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
[[III Seminario Internacional Procesos Urbanos Informales “GESTIÓN SOCIAL DE LA CIUDAD Y EL TERRITORIO”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[III SIMPÓSIO NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE CIDADES – II ENCONTRO TÉCNICO E CIENTÍFICO PARA CONSTRUÇÃO DE CIDADES VERDES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Volúmen Común: Laagencia + Escuela de Garaje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[Janaína Marx e Hernan Espinoza no Taller MET-Equador]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[VII Festival de Arte Público GRAFFF15]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni participa do Congresso de Direito Crítico]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Conselho Consultivo da Zona Cultural Praça da Estação]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Incapturável potência das vidas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Convite: Diálogos Metropolitanos]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Daniela Faria participa de Seminário de Estética e Crítica da Arte na USP]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no Taller Internacional Laboratorio Ciudad de Quito]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
[[Cidade Eletronika 2015]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Amanda Guimarães participa do III Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Parceiros do seminário “As Híbridas das Lutas Sociais”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar participa da abertura da Semana da Extensão da Faculdade de Direito da UFMG]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Natacha Rena participa do encontro “Crise urbana: o que fazer?”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no debate “Urbanismo das ruas em rede”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
[[Revista Indisciplinar N.1]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Aula Pública NovoPlanoDiretordeBH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni publica texto no blog Justificando]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2016=&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[Entrevista com Antonio Lafuente DocPósDoc]] Mar 29, 2016&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Pesquisadores do Indisciplinar no programa Brasil das Gerais]] Apr 4, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Saskia Sassen no evento Design e Política em 2011]] Aug 21, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2017=&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[VAC 2017: Indisciplinar convida para o Seminário “A razão neoliberal ataca o território”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Clear-Cut Plans Of Buy Essay – Straightforward Advice]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[The Indisputable Reality About Gas Scooters for Sale That Nobody Is Sharing With You]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[What’s Actually Happening with Cariloha Bamboo Sheets Reviews]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
[[Best Personal Alarm Options]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2746</id>
		<title>Memória do Indisciplinar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2746"/>
		<updated>2019-04-12T20:32:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: /* Setembro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Desde 2012 o indisciplinar vem atuando ... (fazer um texto de apresetação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; inserir aqui todo o conteúdo de blog.indisciplinar.com desde 2013&lt;br /&gt;
pode se criar páginas adicionais para que essa não fique tão extensa. &lt;br /&gt;
planeje como é melhor sumarizar o conteúdo antes de começar a transferir a informação para cá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Sites antigos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://blog.indisciplinar.com Blog Indisciplinar]&lt;br /&gt;
* [http://cartografias.indisciplinar.com Cartografias]&lt;br /&gt;
* [http://culturaeterritorio.indisciplinar.com Cultura e Território]&lt;br /&gt;
* [http://design.indisciplinar.com Design]&lt;br /&gt;
* [http://oucbh.indisciplinar.com OUC BH]&lt;br /&gt;
* [http://urbanismobiopolitico.indisciplinar.com Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* [http://indlab.net IndLab]&lt;br /&gt;
* [http://lutasterritoriais.indlab.net Lutas Territoriais]&lt;br /&gt;
* [http://naturezaurbana.indlab.net Natureza Urbana]&lt;br /&gt;
* [http://redeverde.indlab.net Rede Verde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2013=&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
* [[Sonho, pesadelo, delírio ou alucinação? Acorde, BH, caia na real!]]&lt;br /&gt;
* [[MP investiga procedimentos ilícitos no processo de desenvolvimento da Operação Urbana Consorciada Nova BH]]&lt;br /&gt;
* [[Descrição Indisciplinar]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2014=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
* [[Indisciplinar entrevista os artivistas colombianos Andrés Burbano e Gabriel Zea]] Jan 31, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Projeto Integrado Design]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Cartografias Emergentes]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[Movimento viaduto ocupado (a multidão ocupa a ágora pós-moderna belorizontina)]] Feb 10, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
* [[Cidade Eletronika 2012: origem do Indisciplinar]] Mar 14, 2014 | 2012/2 UNI 009, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Michael Hardt no Brasil]] Mar 7, 2014 | notícias&lt;br /&gt;
*[[“O Comum no comunismo”, Hardt]] Mar 7, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
* Prefácio do livro “Amanhã vai ser maior” Mar 6, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[O corredor cultural já existe!]] Mar 5, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, disciplina, ensino, extensão, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
* [[“A_multidão_foi_ao_deserto”,_Bruno_Cava|“A multidão foi ao deserto”, Bruno Cava]] Apr 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
* [[Multitude: quando a arte se soma à multidão]] May 26, 2014 | agenda, extensão&lt;br /&gt;
* [[Parque Augusta e as resistências verdes]] May 24, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em Belo Horizonte]] May 12, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em São Paulo]] May 11, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Revista Lugar Comum]] May 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
*[[Palestra do Negri no evento Multitude]] Jun 5, 2014 | agenda, notícias&lt;br /&gt;
*[[Marco Civil e Tecnopolíticas]]  Jun 20, 2014 | agenda&lt;br /&gt;
*[[A organização da multiplicidade]]  Jun 29, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
*[[A Copa contra o direito à cidade]] Jun 30, 2014 | pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
*[[Cartografias do Comum]]  Jul 5, 2014 | cartografias, mapeamentos&lt;br /&gt;
*[[Vaga para bolsista PIBIC/CNPq]]  Jul 14, 2014 | notícias, pesquisa&lt;br /&gt;
*[[Teaser do Mapeando o Comum em SP]]  Jul 18, 2014&lt;br /&gt;
*[[Seminário MultipliCidades]]  Jul 23, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Vídeo sobre a ocupação eliana silva]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[– re – Apropriando a centralidade na metrópole]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[(des)encontros: bogotá, bh,]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
* [[Posters/cartilhas indisciplinares]] Sep 21, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, cartografias emergentes, disciplina, extensão, mapeamentos, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubto==&lt;br /&gt;
*[[Asas artesanato solidário]] Oct 9, 2014&lt;br /&gt;
*[[Processos colaborativos e tecnologia social]] Oct 25, 2014 &lt;br /&gt;
*documentário “ainda ribeirão arrudas” Oct 29, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
*[[Espaço comum como resistência positiva]] Nov 2, 2014 &lt;br /&gt;
*[[Arte e espaço: uma situação política]] Nov 2, 2014&lt;br /&gt;
*[[Iconoclasistas em novabh]] Nov 20, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[¿qué pude el arte en nuestros tiempos ?]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2015=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[Processos colaborativos e tecnologia social]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[pré-lançamento DESIGN E POLÍTICA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[OUCBH – Operação Urbana Consorciada]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Palestra de Negri no Multitude]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[morar indígena seleciona bolsistas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Sobre o Indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Rede Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[RedeVerde: ato do dia 14]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Ocupa Cultural]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Seminário Internacional Faces da Resistência Recife/Brasil]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
[[Reunião Pública da Zona Cultural da Praça da Estação]]&lt;br /&gt;
[[Bolsistas recebem capacitação para uso do ENVI-MET]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
[[Entrevistando Harvey: REBELDE COM CAUSA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Blog sobre operações urbanas em BH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[EmBreveAqui: um novo projeto do indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Cartografia da Cultura nas Ocupações da Izidora]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[2º Ciclo de Estudos Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo. Territórios, governamento da vida e o comum]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Circuito forumdoc.ufmg apresenta: “A cidade é uma só?”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
[[III Seminario Internacional Procesos Urbanos Informales “GESTIÓN SOCIAL DE LA CIUDAD Y EL TERRITORIO”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[III SIMPÓSIO NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE CIDADES – II ENCONTRO TÉCNICO E CIENTÍFICO PARA CONSTRUÇÃO DE CIDADES VERDES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Volúmen Común: Laagencia + Escuela de Garaje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[Janaína Marx e Hernan Espinoza no Taller MET-Equador]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[VII Festival de Arte Público GRAFFF15]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni participa do Congresso de Direito Crítico]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Conselho Consultivo da Zona Cultural Praça da Estação]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Incapturável potência das vidas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Convite: Diálogos Metropolitanos]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Daniela Faria participa de Seminário de Estética e Crítica da Arte na USP]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no Taller Internacional Laboratorio Ciudad de Quito]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
[[Cidade Eletronika 2015]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Amanda Guimarães participa do III Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Parceiros do seminário “As Híbridas das Lutas Sociais”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar participa da abertura da Semana da Extensão da Faculdade de Direito da UFMG]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Natacha Rena participa do encontro “Crise urbana: o que fazer?”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no debate “Urbanismo das ruas em rede”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
[[Revista Indisciplinar N.1]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Aula Pública NovoPlanoDiretordeBH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni publica texto no blog Justificando]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2016=&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[Entrevista com Antonio Lafuente DocPósDoc]] Mar 29, 2016&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Pesquisadores do Indisciplinar no programa Brasil das Gerais]] Apr 4, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Saskia Sassen no evento Design e Política em 2011]] Aug 21, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2017=&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[VAC 2017: Indisciplinar convida para o Seminário “A razão neoliberal ataca o território”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Clear-Cut Plans Of Buy Essay – Straightforward Advice]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[The Indisputable Reality About Gas Scooters for Sale That Nobody Is Sharing With You]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[What’s Actually Happening with Cariloha Bamboo Sheets Reviews]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2743</id>
		<title>Memória do Indisciplinar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2743"/>
		<updated>2019-04-12T20:30:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: /* Setembro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Desde 2012 o indisciplinar vem atuando ... (fazer um texto de apresetação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; inserir aqui todo o conteúdo de blog.indisciplinar.com desde 2013&lt;br /&gt;
pode se criar páginas adicionais para que essa não fique tão extensa. &lt;br /&gt;
planeje como é melhor sumarizar o conteúdo antes de começar a transferir a informação para cá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Sites antigos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://blog.indisciplinar.com Blog Indisciplinar]&lt;br /&gt;
* [http://cartografias.indisciplinar.com Cartografias]&lt;br /&gt;
* [http://culturaeterritorio.indisciplinar.com Cultura e Território]&lt;br /&gt;
* [http://design.indisciplinar.com Design]&lt;br /&gt;
* [http://oucbh.indisciplinar.com OUC BH]&lt;br /&gt;
* [http://urbanismobiopolitico.indisciplinar.com Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* [http://indlab.net IndLab]&lt;br /&gt;
* [http://lutasterritoriais.indlab.net Lutas Territoriais]&lt;br /&gt;
* [http://naturezaurbana.indlab.net Natureza Urbana]&lt;br /&gt;
* [http://redeverde.indlab.net Rede Verde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2013=&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
* [[Sonho, pesadelo, delírio ou alucinação? Acorde, BH, caia na real!]]&lt;br /&gt;
* [[MP investiga procedimentos ilícitos no processo de desenvolvimento da Operação Urbana Consorciada Nova BH]]&lt;br /&gt;
* [[Descrição Indisciplinar]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2014=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
* [[Indisciplinar entrevista os artivistas colombianos Andrés Burbano e Gabriel Zea]] Jan 31, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Projeto Integrado Design]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Cartografias Emergentes]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[Movimento viaduto ocupado (a multidão ocupa a ágora pós-moderna belorizontina)]] Feb 10, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
* [[Cidade Eletronika 2012: origem do Indisciplinar]] Mar 14, 2014 | 2012/2 UNI 009, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Michael Hardt no Brasil]] Mar 7, 2014 | notícias&lt;br /&gt;
*[[“O Comum no comunismo”, Hardt]] Mar 7, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
* Prefácio do livro “Amanhã vai ser maior” Mar 6, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[O corredor cultural já existe!]] Mar 5, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, disciplina, ensino, extensão, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
* [[“A_multidão_foi_ao_deserto”,_Bruno_Cava|“A multidão foi ao deserto”, Bruno Cava]] Apr 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
* [[Multitude: quando a arte se soma à multidão]] May 26, 2014 | agenda, extensão&lt;br /&gt;
* [[Parque Augusta e as resistências verdes]] May 24, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em Belo Horizonte]] May 12, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em São Paulo]] May 11, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Revista Lugar Comum]] May 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
*[[Palestra do Negri no evento Multitude]] Jun 5, 2014 | agenda, notícias&lt;br /&gt;
*[[Marco Civil e Tecnopolíticas]]  Jun 20, 2014 | agenda&lt;br /&gt;
*[[A organização da multiplicidade]]  Jun 29, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
*[[A Copa contra o direito à cidade]] Jun 30, 2014 | pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
*[[Cartografias do Comum]]  Jul 5, 2014 | cartografias, mapeamentos&lt;br /&gt;
*[[Vaga para bolsista PIBIC/CNPq]]  Jul 14, 2014 | notícias, pesquisa&lt;br /&gt;
*[[Teaser do Mapeando o Comum em SP]]  Jul 18, 2014&lt;br /&gt;
*[[Seminário MultipliCidades]]  Jul 23, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Vídeo sobre a ocupação eliana silva]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[– re – Apropriando a centralidade na metrópole]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[(des)encontros: bogotá, bh,]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
* [[Posters/cartilhas indisciplinares]] Sep 21, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, cartografias emergentes, disciplina, extensão, mapeamentos, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubto==&lt;br /&gt;
*[[Asas artesanato solidário]] Oct 9, 2014&lt;br /&gt;
*[[Processos colaborativos e tecnologia social]] Oct 25, 2014 &lt;br /&gt;
*documentário “ainda ribeirão arrudas” Oct 29, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
*[[Espaço comum como resistência positiva]] Nov 2, 2014 &lt;br /&gt;
*[[Arte e espaço: uma situação política]] Nov 2, 2014&lt;br /&gt;
*[[Iconoclasistas em novabh]] Nov 20, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[¿qué pude el arte en nuestros tiempos ?]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2015=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[Processos colaborativos e tecnologia social]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[pré-lançamento DESIGN E POLÍTICA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[OUCBH – Operação Urbana Consorciada]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Palestra de Negri no Multitude]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[morar indígena seleciona bolsistas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Sobre o Indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Rede Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[RedeVerde: ato do dia 14]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Ocupa Cultural]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Seminário Internacional Faces da Resistência Recife/Brasil]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
[[Reunião Pública da Zona Cultural da Praça da Estação]]&lt;br /&gt;
[[Bolsistas recebem capacitação para uso do ENVI-MET]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
[[Entrevistando Harvey: REBELDE COM CAUSA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Blog sobre operações urbanas em BH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[EmBreveAqui: um novo projeto do indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Cartografia da Cultura nas Ocupações da Izidora]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[2º Ciclo de Estudos Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo. Territórios, governamento da vida e o comum]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Circuito forumdoc.ufmg apresenta: “A cidade é uma só?”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
[[III Seminario Internacional Procesos Urbanos Informales “GESTIÓN SOCIAL DE LA CIUDAD Y EL TERRITORIO”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[III SIMPÓSIO NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE CIDADES – II ENCONTRO TÉCNICO E CIENTÍFICO PARA CONSTRUÇÃO DE CIDADES VERDES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Volúmen Común: Laagencia + Escuela de Garaje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[Janaína Marx e Hernan Espinoza no Taller MET-Equador]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[VII Festival de Arte Público GRAFFF15]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni participa do Congresso de Direito Crítico]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Conselho Consultivo da Zona Cultural Praça da Estação]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Incapturável potência das vidas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Convite: Diálogos Metropolitanos]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Daniela Faria participa de Seminário de Estética e Crítica da Arte na USP]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no Taller Internacional Laboratorio Ciudad de Quito]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
[[Cidade Eletronika 2015]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Amanda Guimarães participa do III Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Parceiros do seminário “As Híbridas das Lutas Sociais”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar participa da abertura da Semana da Extensão da Faculdade de Direito da UFMG]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Natacha Rena participa do encontro “Crise urbana: o que fazer?”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no debate “Urbanismo das ruas em rede”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
[[Revista Indisciplinar N.1]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Aula Pública NovoPlanoDiretordeBH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni publica texto no blog Justificando]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2016=&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[Entrevista com Antonio Lafuente DocPósDoc]] Mar 29, 2016&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Pesquisadores do Indisciplinar no programa Brasil das Gerais]] Apr 4, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Saskia Sassen no evento Design e Política em 2011]] Aug 21, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2017=&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[VAC 2017: Indisciplinar convida para o Seminário “A razão neoliberal ataca o território”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Clear-Cut Plans Of Buy Essay – Straightforward Advice]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[The Indisputable Reality About Gas Scooters for Sale That Nobody Is Sharing With You]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2740</id>
		<title>Memória do Indisciplinar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2740"/>
		<updated>2019-04-12T20:25:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: /* Agosto */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Desde 2012 o indisciplinar vem atuando ... (fazer um texto de apresetação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; inserir aqui todo o conteúdo de blog.indisciplinar.com desde 2013&lt;br /&gt;
pode se criar páginas adicionais para que essa não fique tão extensa. &lt;br /&gt;
planeje como é melhor sumarizar o conteúdo antes de começar a transferir a informação para cá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Sites antigos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://blog.indisciplinar.com Blog Indisciplinar]&lt;br /&gt;
* [http://cartografias.indisciplinar.com Cartografias]&lt;br /&gt;
* [http://culturaeterritorio.indisciplinar.com Cultura e Território]&lt;br /&gt;
* [http://design.indisciplinar.com Design]&lt;br /&gt;
* [http://oucbh.indisciplinar.com OUC BH]&lt;br /&gt;
* [http://urbanismobiopolitico.indisciplinar.com Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* [http://indlab.net IndLab]&lt;br /&gt;
* [http://lutasterritoriais.indlab.net Lutas Territoriais]&lt;br /&gt;
* [http://naturezaurbana.indlab.net Natureza Urbana]&lt;br /&gt;
* [http://redeverde.indlab.net Rede Verde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2013=&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
* [[Sonho, pesadelo, delírio ou alucinação? Acorde, BH, caia na real!]]&lt;br /&gt;
* [[MP investiga procedimentos ilícitos no processo de desenvolvimento da Operação Urbana Consorciada Nova BH]]&lt;br /&gt;
* [[Descrição Indisciplinar]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2014=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
* [[Indisciplinar entrevista os artivistas colombianos Andrés Burbano e Gabriel Zea]] Jan 31, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Projeto Integrado Design]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Cartografias Emergentes]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[Movimento viaduto ocupado (a multidão ocupa a ágora pós-moderna belorizontina)]] Feb 10, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
* [[Cidade Eletronika 2012: origem do Indisciplinar]] Mar 14, 2014 | 2012/2 UNI 009, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Michael Hardt no Brasil]] Mar 7, 2014 | notícias&lt;br /&gt;
*[[“O Comum no comunismo”, Hardt]] Mar 7, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
* Prefácio do livro “Amanhã vai ser maior” Mar 6, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[O corredor cultural já existe!]] Mar 5, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, disciplina, ensino, extensão, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
* [[“A_multidão_foi_ao_deserto”,_Bruno_Cava|“A multidão foi ao deserto”, Bruno Cava]] Apr 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
* [[Multitude: quando a arte se soma à multidão]] May 26, 2014 | agenda, extensão&lt;br /&gt;
* [[Parque Augusta e as resistências verdes]] May 24, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em Belo Horizonte]] May 12, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em São Paulo]] May 11, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Revista Lugar Comum]] May 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
*[[Palestra do Negri no evento Multitude]] Jun 5, 2014 | agenda, notícias&lt;br /&gt;
*[[Marco Civil e Tecnopolíticas]]  Jun 20, 2014 | agenda&lt;br /&gt;
*[[A organização da multiplicidade]]  Jun 29, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
*[[A Copa contra o direito à cidade]] Jun 30, 2014 | pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
*[[Cartografias do Comum]]  Jul 5, 2014 | cartografias, mapeamentos&lt;br /&gt;
*[[Vaga para bolsista PIBIC/CNPq]]  Jul 14, 2014 | notícias, pesquisa&lt;br /&gt;
*[[Teaser do Mapeando o Comum em SP]]  Jul 18, 2014&lt;br /&gt;
*[[Seminário MultipliCidades]]  Jul 23, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Vídeo sobre a ocupação eliana silva]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[– re – Apropriando a centralidade na metrópole]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[(des)encontros: bogotá, bh,]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
* [[Posters/cartilhas indisciplinares]] Sep 21, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, cartografias emergentes, disciplina, extensão, mapeamentos, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubto==&lt;br /&gt;
*[[Asas artesanato solidário]] Oct 9, 2014&lt;br /&gt;
*[[Processos colaborativos e tecnologia social]] Oct 25, 2014 &lt;br /&gt;
*documentário “ainda ribeirão arrudas” Oct 29, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
*[[Espaço comum como resistência positiva]] Nov 2, 2014 &lt;br /&gt;
*[[Arte e espaço: uma situação política]] Nov 2, 2014&lt;br /&gt;
*[[Iconoclasistas em novabh]] Nov 20, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[¿qué pude el arte en nuestros tiempos ?]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2015=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[Processos colaborativos e tecnologia social]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[pré-lançamento DESIGN E POLÍTICA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[OUCBH – Operação Urbana Consorciada]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Palestra de Negri no Multitude]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[morar indígena seleciona bolsistas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Sobre o Indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Rede Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[RedeVerde: ato do dia 14]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Ocupa Cultural]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Seminário Internacional Faces da Resistência Recife/Brasil]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
[[Reunião Pública da Zona Cultural da Praça da Estação]]&lt;br /&gt;
[[Bolsistas recebem capacitação para uso do ENVI-MET]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
[[Entrevistando Harvey: REBELDE COM CAUSA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Blog sobre operações urbanas em BH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[EmBreveAqui: um novo projeto do indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Cartografia da Cultura nas Ocupações da Izidora]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[2º Ciclo de Estudos Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo. Territórios, governamento da vida e o comum]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Circuito forumdoc.ufmg apresenta: “A cidade é uma só?”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
[[III Seminario Internacional Procesos Urbanos Informales “GESTIÓN SOCIAL DE LA CIUDAD Y EL TERRITORIO”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[III SIMPÓSIO NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE CIDADES – II ENCONTRO TÉCNICO E CIENTÍFICO PARA CONSTRUÇÃO DE CIDADES VERDES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Volúmen Común: Laagencia + Escuela de Garaje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[Janaína Marx e Hernan Espinoza no Taller MET-Equador]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[VII Festival de Arte Público GRAFFF15]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni participa do Congresso de Direito Crítico]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Conselho Consultivo da Zona Cultural Praça da Estação]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Incapturável potência das vidas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Convite: Diálogos Metropolitanos]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Daniela Faria participa de Seminário de Estética e Crítica da Arte na USP]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no Taller Internacional Laboratorio Ciudad de Quito]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
[[Cidade Eletronika 2015]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Amanda Guimarães participa do III Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Parceiros do seminário “As Híbridas das Lutas Sociais”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar participa da abertura da Semana da Extensão da Faculdade de Direito da UFMG]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Natacha Rena participa do encontro “Crise urbana: o que fazer?”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no debate “Urbanismo das ruas em rede”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
[[Revista Indisciplinar N.1]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Aula Pública NovoPlanoDiretordeBH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni publica texto no blog Justificando]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2016=&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[Entrevista com Antonio Lafuente DocPósDoc]] Mar 29, 2016&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Pesquisadores do Indisciplinar no programa Brasil das Gerais]] Apr 4, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Saskia Sassen no evento Design e Política em 2011]] Aug 21, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2017=&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[VAC 2017: Indisciplinar convida para o Seminário “A razão neoliberal ataca o território”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Clear-Cut Plans Of Buy Essay – Straightforward Advice]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2737</id>
		<title>Memória do Indisciplinar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2737"/>
		<updated>2019-04-12T20:21:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: /* Fevereiro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Desde 2012 o indisciplinar vem atuando ... (fazer um texto de apresetação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; inserir aqui todo o conteúdo de blog.indisciplinar.com desde 2013&lt;br /&gt;
pode se criar páginas adicionais para que essa não fique tão extensa. &lt;br /&gt;
planeje como é melhor sumarizar o conteúdo antes de começar a transferir a informação para cá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Sites antigos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://blog.indisciplinar.com Blog Indisciplinar]&lt;br /&gt;
* [http://cartografias.indisciplinar.com Cartografias]&lt;br /&gt;
* [http://culturaeterritorio.indisciplinar.com Cultura e Território]&lt;br /&gt;
* [http://design.indisciplinar.com Design]&lt;br /&gt;
* [http://oucbh.indisciplinar.com OUC BH]&lt;br /&gt;
* [http://urbanismobiopolitico.indisciplinar.com Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* [http://indlab.net IndLab]&lt;br /&gt;
* [http://lutasterritoriais.indlab.net Lutas Territoriais]&lt;br /&gt;
* [http://naturezaurbana.indlab.net Natureza Urbana]&lt;br /&gt;
* [http://redeverde.indlab.net Rede Verde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2013=&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
* [[Sonho, pesadelo, delírio ou alucinação? Acorde, BH, caia na real!]]&lt;br /&gt;
* [[MP investiga procedimentos ilícitos no processo de desenvolvimento da Operação Urbana Consorciada Nova BH]]&lt;br /&gt;
* [[Descrição Indisciplinar]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2014=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
* [[Indisciplinar entrevista os artivistas colombianos Andrés Burbano e Gabriel Zea]] Jan 31, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Projeto Integrado Design]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Cartografias Emergentes]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[Movimento viaduto ocupado (a multidão ocupa a ágora pós-moderna belorizontina)]] Feb 10, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
* [[Cidade Eletronika 2012: origem do Indisciplinar]] Mar 14, 2014 | 2012/2 UNI 009, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Michael Hardt no Brasil]] Mar 7, 2014 | notícias&lt;br /&gt;
*[[“O Comum no comunismo”, Hardt]] Mar 7, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
* Prefácio do livro “Amanhã vai ser maior” Mar 6, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[O corredor cultural já existe!]] Mar 5, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, disciplina, ensino, extensão, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
* [[“A_multidão_foi_ao_deserto”,_Bruno_Cava|“A multidão foi ao deserto”, Bruno Cava]] Apr 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
* [[Multitude: quando a arte se soma à multidão]] May 26, 2014 | agenda, extensão&lt;br /&gt;
* [[Parque Augusta e as resistências verdes]] May 24, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em Belo Horizonte]] May 12, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em São Paulo]] May 11, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Revista Lugar Comum]] May 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
*[[Palestra do Negri no evento Multitude]] Jun 5, 2014 | agenda, notícias&lt;br /&gt;
*[[Marco Civil e Tecnopolíticas]]  Jun 20, 2014 | agenda&lt;br /&gt;
*[[A organização da multiplicidade]]  Jun 29, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
*[[A Copa contra o direito à cidade]] Jun 30, 2014 | pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
*[[Cartografias do Comum]]  Jul 5, 2014 | cartografias, mapeamentos&lt;br /&gt;
*[[Vaga para bolsista PIBIC/CNPq]]  Jul 14, 2014 | notícias, pesquisa&lt;br /&gt;
*[[Teaser do Mapeando o Comum em SP]]  Jul 18, 2014&lt;br /&gt;
*[[Seminário MultipliCidades]]  Jul 23, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Vídeo sobre a ocupação eliana silva]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[– re – Apropriando a centralidade na metrópole]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[(des)encontros: bogotá, bh,]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
* [[Posters/cartilhas indisciplinares]] Sep 21, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, cartografias emergentes, disciplina, extensão, mapeamentos, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubto==&lt;br /&gt;
*[[Asas artesanato solidário]] Oct 9, 2014&lt;br /&gt;
*[[Processos colaborativos e tecnologia social]] Oct 25, 2014 &lt;br /&gt;
*documentário “ainda ribeirão arrudas” Oct 29, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
*[[Espaço comum como resistência positiva]] Nov 2, 2014 &lt;br /&gt;
*[[Arte e espaço: uma situação política]] Nov 2, 2014&lt;br /&gt;
*[[Iconoclasistas em novabh]] Nov 20, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[¿qué pude el arte en nuestros tiempos ?]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2015=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[Processos colaborativos e tecnologia social]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[pré-lançamento DESIGN E POLÍTICA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[OUCBH – Operação Urbana Consorciada]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Palestra de Negri no Multitude]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[morar indígena seleciona bolsistas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Sobre o Indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Rede Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[RedeVerde: ato do dia 14]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Ocupa Cultural]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Seminário Internacional Faces da Resistência Recife/Brasil]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
[[Reunião Pública da Zona Cultural da Praça da Estação]]&lt;br /&gt;
[[Bolsistas recebem capacitação para uso do ENVI-MET]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
[[Entrevistando Harvey: REBELDE COM CAUSA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Blog sobre operações urbanas em BH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[EmBreveAqui: um novo projeto do indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Cartografia da Cultura nas Ocupações da Izidora]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[2º Ciclo de Estudos Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo. Territórios, governamento da vida e o comum]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Circuito forumdoc.ufmg apresenta: “A cidade é uma só?”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
[[III Seminario Internacional Procesos Urbanos Informales “GESTIÓN SOCIAL DE LA CIUDAD Y EL TERRITORIO”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[III SIMPÓSIO NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE CIDADES – II ENCONTRO TÉCNICO E CIENTÍFICO PARA CONSTRUÇÃO DE CIDADES VERDES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Volúmen Común: Laagencia + Escuela de Garaje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[Janaína Marx e Hernan Espinoza no Taller MET-Equador]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[VII Festival de Arte Público GRAFFF15]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni participa do Congresso de Direito Crítico]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Conselho Consultivo da Zona Cultural Praça da Estação]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Incapturável potência das vidas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Convite: Diálogos Metropolitanos]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Daniela Faria participa de Seminário de Estética e Crítica da Arte na USP]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no Taller Internacional Laboratorio Ciudad de Quito]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
[[Cidade Eletronika 2015]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Amanda Guimarães participa do III Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Parceiros do seminário “As Híbridas das Lutas Sociais”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar participa da abertura da Semana da Extensão da Faculdade de Direito da UFMG]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Natacha Rena participa do encontro “Crise urbana: o que fazer?”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no debate “Urbanismo das ruas em rede”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
[[Revista Indisciplinar N.1]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Aula Pública NovoPlanoDiretordeBH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni publica texto no blog Justificando]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2016=&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[Entrevista com Antonio Lafuente DocPósDoc]] Mar 29, 2016&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Pesquisadores do Indisciplinar no programa Brasil das Gerais]] Apr 4, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Saskia Sassen no evento Design e Política em 2011]] Aug 21, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2017=&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[VAC 2017: Indisciplinar convida para o Seminário “A razão neoliberal ataca o território”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
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		<title>VAC 2017: Indisciplinar convida para o Seminário “A razão neoliberal ataca o território”</title>
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		<updated>2019-04-12T20:20:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: Criou página com &amp;#039;Feb 12, 2017 | agenda, seminários  centro  A RAZÃO NEOLIBERAL ATACA O TERRITÓRIO: GENTRIFICAÇÃO E RE-COLONIZAÇÃO...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Feb 12, 2017 | agenda, seminários&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Vacfinal-logos-023-1080x1527.png|semmoldura|centro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A RAZÃO NEOLIBERAL ATACA O TERRITÓRIO: GENTRIFICAÇÃO E RE-COLONIZAÇÃO NA PRODUÇÃO DO ESPAÇO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vivemos em tempos sombrios pós-golpe de estado-jurídico- midiático no Brasil e as ameaças à expansão de políticas urbanas segregadoras, que sempre assolaram o espaço urbano, parecem avançar sobre os territórios. A razão neoliberal que domina as políticas públicas em todo o mundo desde os anos 80, ganha corpo somadas às gestões municipais altamente conservadoras. As minorias (que são na verdade maiorias em nosso país) correm o risco de verem o pouco que tinham de direito à cidade, desaparecer. Prefeitos machistas, pertencentes à elite burguesa e/ou religiosa, assumem as 3 maiores capitais anunciando que haverá um trabalho austero para higienizar as regiões centrais. É momento para debater sobre as resistências possíveis ao avanço da neoliberalização gentrificadora sobre nossas cidades. Portanto, propomos um debate em duas noites com os temas: “Descolonização, feminismos e território” e “Zona Cultural, gentrificação e hipsterização” e contando com a presença de ativistas e investigadores que atuam entre a produção de conhecimento na universidade e as lutas urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Curadoria: Grupo de Pesquisa [https://www.facebook.com/indisciplinar.ufmg/ Indisciplinar]/ EAD UFMG&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PROGRAMAÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15/ fevereiro&lt;br /&gt;
Descolonização, feminismos e território&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18:00 – Cláudia Mayorga (Pró-reitoriaadjunta de extensão da UFMG)&lt;br /&gt;
18:30 – Maria Fernanda Salcedo Repolês (Pólos de Cidadania/ ED UFMG)&lt;br /&gt;
19:00 – Natália Alves (Indisciplinar/ EAD UFMG)&lt;br /&gt;
19:30 – Debate&lt;br /&gt;
Mediação: Marcela Brandão (Indisciplinar/ EAD UFMG)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16/ fevereiro&lt;br /&gt;
Zona Cultural, gentrificação e hipsterização&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18:00 – Natacha Rena (Indisciplinar/ EAD UFMG)&lt;br /&gt;
18:30 – Thiago Canettieri (Indisciplinar/ IGC/ Brigadas Populares)&lt;br /&gt;
19:00 – Ludmilla Zago (Cidade e Alteridade/ Real da Rua)&lt;br /&gt;
19:30 – Debate&lt;br /&gt;
Mediação: Felipe Soares (Indisciplinar/ Real da Rua/ Conselho Municipal Zona Cultural)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Produção: Bernardo Neves e Marília Pimenta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Seminário é parte da programação da 11ª edição do Verão Arte Contemporânea, e será realizado na Sala Multiuso do CCBB-BH.&lt;br /&gt;
Entrada franca, ingressos serão distribuídos a partir das 17h no CCBB. Lotação: 80 pessoas. Será realizada a transmissão ao vivo do evento, o link será disponibilizado em https://www.facebook.com/events/1829283257331445 .&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
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	<entry>
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		<title>Arquivo:Vacfinal-logos-023-1080x1527.png</title>
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		<updated>2019-04-12T20:19:43Z</updated>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Memória do Indisciplinar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2734"/>
		<updated>2019-04-12T20:18:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: /* 2017 */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Desde 2012 o indisciplinar vem atuando ... (fazer um texto de apresetação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; inserir aqui todo o conteúdo de blog.indisciplinar.com desde 2013&lt;br /&gt;
pode se criar páginas adicionais para que essa não fique tão extensa. &lt;br /&gt;
planeje como é melhor sumarizar o conteúdo antes de começar a transferir a informação para cá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Sites antigos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://blog.indisciplinar.com Blog Indisciplinar]&lt;br /&gt;
* [http://cartografias.indisciplinar.com Cartografias]&lt;br /&gt;
* [http://culturaeterritorio.indisciplinar.com Cultura e Território]&lt;br /&gt;
* [http://design.indisciplinar.com Design]&lt;br /&gt;
* [http://oucbh.indisciplinar.com OUC BH]&lt;br /&gt;
* [http://urbanismobiopolitico.indisciplinar.com Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* [http://indlab.net IndLab]&lt;br /&gt;
* [http://lutasterritoriais.indlab.net Lutas Territoriais]&lt;br /&gt;
* [http://naturezaurbana.indlab.net Natureza Urbana]&lt;br /&gt;
* [http://redeverde.indlab.net Rede Verde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2013=&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
* [[Sonho, pesadelo, delírio ou alucinação? Acorde, BH, caia na real!]]&lt;br /&gt;
* [[MP investiga procedimentos ilícitos no processo de desenvolvimento da Operação Urbana Consorciada Nova BH]]&lt;br /&gt;
* [[Descrição Indisciplinar]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2014=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
* [[Indisciplinar entrevista os artivistas colombianos Andrés Burbano e Gabriel Zea]] Jan 31, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Projeto Integrado Design]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Cartografias Emergentes]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[Movimento viaduto ocupado (a multidão ocupa a ágora pós-moderna belorizontina)]] Feb 10, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
* [[Cidade Eletronika 2012: origem do Indisciplinar]] Mar 14, 2014 | 2012/2 UNI 009, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Michael Hardt no Brasil]] Mar 7, 2014 | notícias&lt;br /&gt;
*[[“O Comum no comunismo”, Hardt]] Mar 7, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
* Prefácio do livro “Amanhã vai ser maior” Mar 6, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[O corredor cultural já existe!]] Mar 5, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, disciplina, ensino, extensão, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
* [[“A_multidão_foi_ao_deserto”,_Bruno_Cava|“A multidão foi ao deserto”, Bruno Cava]] Apr 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
* [[Multitude: quando a arte se soma à multidão]] May 26, 2014 | agenda, extensão&lt;br /&gt;
* [[Parque Augusta e as resistências verdes]] May 24, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em Belo Horizonte]] May 12, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em São Paulo]] May 11, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Revista Lugar Comum]] May 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
*[[Palestra do Negri no evento Multitude]] Jun 5, 2014 | agenda, notícias&lt;br /&gt;
*[[Marco Civil e Tecnopolíticas]]  Jun 20, 2014 | agenda&lt;br /&gt;
*[[A organização da multiplicidade]]  Jun 29, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
*[[A Copa contra o direito à cidade]] Jun 30, 2014 | pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
*[[Cartografias do Comum]]  Jul 5, 2014 | cartografias, mapeamentos&lt;br /&gt;
*[[Vaga para bolsista PIBIC/CNPq]]  Jul 14, 2014 | notícias, pesquisa&lt;br /&gt;
*[[Teaser do Mapeando o Comum em SP]]  Jul 18, 2014&lt;br /&gt;
*[[Seminário MultipliCidades]]  Jul 23, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Vídeo sobre a ocupação eliana silva]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[– re – Apropriando a centralidade na metrópole]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[(des)encontros: bogotá, bh,]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
* [[Posters/cartilhas indisciplinares]] Sep 21, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, cartografias emergentes, disciplina, extensão, mapeamentos, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubto==&lt;br /&gt;
*[[Asas artesanato solidário]] Oct 9, 2014&lt;br /&gt;
*[[Processos colaborativos e tecnologia social]] Oct 25, 2014 &lt;br /&gt;
*documentário “ainda ribeirão arrudas” Oct 29, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
*[[Espaço comum como resistência positiva]] Nov 2, 2014 &lt;br /&gt;
*[[Arte e espaço: uma situação política]] Nov 2, 2014&lt;br /&gt;
*[[Iconoclasistas em novabh]] Nov 20, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[¿qué pude el arte en nuestros tiempos ?]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2015=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[Processos colaborativos e tecnologia social]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[pré-lançamento DESIGN E POLÍTICA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[OUCBH – Operação Urbana Consorciada]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Palestra de Negri no Multitude]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[morar indígena seleciona bolsistas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Sobre o Indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Rede Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[RedeVerde: ato do dia 14]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Ocupa Cultural]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Seminário Internacional Faces da Resistência Recife/Brasil]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
[[Reunião Pública da Zona Cultural da Praça da Estação]]&lt;br /&gt;
[[Bolsistas recebem capacitação para uso do ENVI-MET]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
[[Entrevistando Harvey: REBELDE COM CAUSA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Blog sobre operações urbanas em BH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[EmBreveAqui: um novo projeto do indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Cartografia da Cultura nas Ocupações da Izidora]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[2º Ciclo de Estudos Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo. Territórios, governamento da vida e o comum]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Circuito forumdoc.ufmg apresenta: “A cidade é uma só?”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
[[III Seminario Internacional Procesos Urbanos Informales “GESTIÓN SOCIAL DE LA CIUDAD Y EL TERRITORIO”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[III SIMPÓSIO NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE CIDADES – II ENCONTRO TÉCNICO E CIENTÍFICO PARA CONSTRUÇÃO DE CIDADES VERDES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Volúmen Común: Laagencia + Escuela de Garaje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[Janaína Marx e Hernan Espinoza no Taller MET-Equador]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[VII Festival de Arte Público GRAFFF15]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni participa do Congresso de Direito Crítico]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Conselho Consultivo da Zona Cultural Praça da Estação]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Incapturável potência das vidas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Convite: Diálogos Metropolitanos]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Daniela Faria participa de Seminário de Estética e Crítica da Arte na USP]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no Taller Internacional Laboratorio Ciudad de Quito]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
[[Cidade Eletronika 2015]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Amanda Guimarães participa do III Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Parceiros do seminário “As Híbridas das Lutas Sociais”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar participa da abertura da Semana da Extensão da Faculdade de Direito da UFMG]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Natacha Rena participa do encontro “Crise urbana: o que fazer?”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no debate “Urbanismo das ruas em rede”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
[[Revista Indisciplinar N.1]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Aula Pública NovoPlanoDiretordeBH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni publica texto no blog Justificando]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2016=&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[Entrevista com Antonio Lafuente DocPósDoc]] Mar 29, 2016&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Pesquisadores do Indisciplinar no programa Brasil das Gerais]] Apr 4, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Saskia Sassen no evento Design e Política em 2011]] Aug 21, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2017=&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2733</id>
		<title>Memória do Indisciplinar</title>
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		<updated>2019-04-12T20:17:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Desde 2012 o indisciplinar vem atuando ... (fazer um texto de apresetação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; inserir aqui todo o conteúdo de blog.indisciplinar.com desde 2013&lt;br /&gt;
pode se criar páginas adicionais para que essa não fique tão extensa. &lt;br /&gt;
planeje como é melhor sumarizar o conteúdo antes de começar a transferir a informação para cá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Sites antigos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://blog.indisciplinar.com Blog Indisciplinar]&lt;br /&gt;
* [http://cartografias.indisciplinar.com Cartografias]&lt;br /&gt;
* [http://culturaeterritorio.indisciplinar.com Cultura e Território]&lt;br /&gt;
* [http://design.indisciplinar.com Design]&lt;br /&gt;
* [http://oucbh.indisciplinar.com OUC BH]&lt;br /&gt;
* [http://urbanismobiopolitico.indisciplinar.com Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* [http://indlab.net IndLab]&lt;br /&gt;
* [http://lutasterritoriais.indlab.net Lutas Territoriais]&lt;br /&gt;
* [http://naturezaurbana.indlab.net Natureza Urbana]&lt;br /&gt;
* [http://redeverde.indlab.net Rede Verde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2013=&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
* [[Sonho, pesadelo, delírio ou alucinação? Acorde, BH, caia na real!]]&lt;br /&gt;
* [[MP investiga procedimentos ilícitos no processo de desenvolvimento da Operação Urbana Consorciada Nova BH]]&lt;br /&gt;
* [[Descrição Indisciplinar]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2014=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
* [[Indisciplinar entrevista os artivistas colombianos Andrés Burbano e Gabriel Zea]] Jan 31, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Projeto Integrado Design]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Cartografias Emergentes]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[Movimento viaduto ocupado (a multidão ocupa a ágora pós-moderna belorizontina)]] Feb 10, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
* [[Cidade Eletronika 2012: origem do Indisciplinar]] Mar 14, 2014 | 2012/2 UNI 009, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Michael Hardt no Brasil]] Mar 7, 2014 | notícias&lt;br /&gt;
*[[“O Comum no comunismo”, Hardt]] Mar 7, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
* Prefácio do livro “Amanhã vai ser maior” Mar 6, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[O corredor cultural já existe!]] Mar 5, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, disciplina, ensino, extensão, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
* [[“A_multidão_foi_ao_deserto”,_Bruno_Cava|“A multidão foi ao deserto”, Bruno Cava]] Apr 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
* [[Multitude: quando a arte se soma à multidão]] May 26, 2014 | agenda, extensão&lt;br /&gt;
* [[Parque Augusta e as resistências verdes]] May 24, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em Belo Horizonte]] May 12, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em São Paulo]] May 11, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Revista Lugar Comum]] May 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
*[[Palestra do Negri no evento Multitude]] Jun 5, 2014 | agenda, notícias&lt;br /&gt;
*[[Marco Civil e Tecnopolíticas]]  Jun 20, 2014 | agenda&lt;br /&gt;
*[[A organização da multiplicidade]]  Jun 29, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
*[[A Copa contra o direito à cidade]] Jun 30, 2014 | pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
*[[Cartografias do Comum]]  Jul 5, 2014 | cartografias, mapeamentos&lt;br /&gt;
*[[Vaga para bolsista PIBIC/CNPq]]  Jul 14, 2014 | notícias, pesquisa&lt;br /&gt;
*[[Teaser do Mapeando o Comum em SP]]  Jul 18, 2014&lt;br /&gt;
*[[Seminário MultipliCidades]]  Jul 23, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Vídeo sobre a ocupação eliana silva]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[– re – Apropriando a centralidade na metrópole]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[(des)encontros: bogotá, bh,]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
* [[Posters/cartilhas indisciplinares]] Sep 21, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, cartografias emergentes, disciplina, extensão, mapeamentos, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubto==&lt;br /&gt;
*[[Asas artesanato solidário]] Oct 9, 2014&lt;br /&gt;
*[[Processos colaborativos e tecnologia social]] Oct 25, 2014 &lt;br /&gt;
*documentário “ainda ribeirão arrudas” Oct 29, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
*[[Espaço comum como resistência positiva]] Nov 2, 2014 &lt;br /&gt;
*[[Arte e espaço: uma situação política]] Nov 2, 2014&lt;br /&gt;
*[[Iconoclasistas em novabh]] Nov 20, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[¿qué pude el arte en nuestros tiempos ?]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2015=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[Processos colaborativos e tecnologia social]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[pré-lançamento DESIGN E POLÍTICA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[OUCBH – Operação Urbana Consorciada]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Palestra de Negri no Multitude]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[morar indígena seleciona bolsistas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Sobre o Indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Rede Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[RedeVerde: ato do dia 14]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Ocupa Cultural]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Seminário Internacional Faces da Resistência Recife/Brasil]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
[[Reunião Pública da Zona Cultural da Praça da Estação]]&lt;br /&gt;
[[Bolsistas recebem capacitação para uso do ENVI-MET]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
[[Entrevistando Harvey: REBELDE COM CAUSA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Blog sobre operações urbanas em BH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[EmBreveAqui: um novo projeto do indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Cartografia da Cultura nas Ocupações da Izidora]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[2º Ciclo de Estudos Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo. Territórios, governamento da vida e o comum]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Circuito forumdoc.ufmg apresenta: “A cidade é uma só?”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
[[III Seminario Internacional Procesos Urbanos Informales “GESTIÓN SOCIAL DE LA CIUDAD Y EL TERRITORIO”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[III SIMPÓSIO NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE CIDADES – II ENCONTRO TÉCNICO E CIENTÍFICO PARA CONSTRUÇÃO DE CIDADES VERDES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Volúmen Común: Laagencia + Escuela de Garaje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[Janaína Marx e Hernan Espinoza no Taller MET-Equador]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[VII Festival de Arte Público GRAFFF15]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni participa do Congresso de Direito Crítico]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Conselho Consultivo da Zona Cultural Praça da Estação]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Incapturável potência das vidas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Convite: Diálogos Metropolitanos]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Daniela Faria participa de Seminário de Estética e Crítica da Arte na USP]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no Taller Internacional Laboratorio Ciudad de Quito]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
[[Cidade Eletronika 2015]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Amanda Guimarães participa do III Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Parceiros do seminário “As Híbridas das Lutas Sociais”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar participa da abertura da Semana da Extensão da Faculdade de Direito da UFMG]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Natacha Rena participa do encontro “Crise urbana: o que fazer?”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no debate “Urbanismo das ruas em rede”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
[[Revista Indisciplinar N.1]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Aula Pública NovoPlanoDiretordeBH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni publica texto no blog Justificando]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2016=&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[Entrevista com Antonio Lafuente DocPósDoc]] Mar 29, 2016&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Pesquisadores do Indisciplinar no programa Brasil das Gerais]] Apr 4, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Saskia Sassen no evento Design e Política em 2011]] Aug 21, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2017=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2732</id>
		<title>Memória do Indisciplinar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2732"/>
		<updated>2019-04-12T20:15:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: /* Dezembro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Desde 2012 o indisciplinar vem atuando ... (fazer um texto de apresetação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; inserir aqui todo o conteúdo de blog.indisciplinar.com desde 2013&lt;br /&gt;
pode se criar páginas adicionais para que essa não fique tão extensa. &lt;br /&gt;
planeje como é melhor sumarizar o conteúdo antes de começar a transferir a informação para cá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Sites antigos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://blog.indisciplinar.com Blog Indisciplinar]&lt;br /&gt;
* [http://cartografias.indisciplinar.com Cartografias]&lt;br /&gt;
* [http://culturaeterritorio.indisciplinar.com Cultura e Território]&lt;br /&gt;
* [http://design.indisciplinar.com Design]&lt;br /&gt;
* [http://oucbh.indisciplinar.com OUC BH]&lt;br /&gt;
* [http://urbanismobiopolitico.indisciplinar.com Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* [http://indlab.net IndLab]&lt;br /&gt;
* [http://lutasterritoriais.indlab.net Lutas Territoriais]&lt;br /&gt;
* [http://naturezaurbana.indlab.net Natureza Urbana]&lt;br /&gt;
* [http://redeverde.indlab.net Rede Verde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2013=&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
* [[Sonho, pesadelo, delírio ou alucinação? Acorde, BH, caia na real!]]&lt;br /&gt;
* [[MP investiga procedimentos ilícitos no processo de desenvolvimento da Operação Urbana Consorciada Nova BH]]&lt;br /&gt;
* [[Descrição Indisciplinar]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2014=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
* [[Indisciplinar entrevista os artivistas colombianos Andrés Burbano e Gabriel Zea]] Jan 31, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Projeto Integrado Design]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Cartografias Emergentes]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[Movimento viaduto ocupado (a multidão ocupa a ágora pós-moderna belorizontina)]] Feb 10, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
* [[Cidade Eletronika 2012: origem do Indisciplinar]] Mar 14, 2014 | 2012/2 UNI 009, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Michael Hardt no Brasil]] Mar 7, 2014 | notícias&lt;br /&gt;
*[[“O Comum no comunismo”, Hardt]] Mar 7, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
* Prefácio do livro “Amanhã vai ser maior” Mar 6, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[O corredor cultural já existe!]] Mar 5, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, disciplina, ensino, extensão, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
* [[“A_multidão_foi_ao_deserto”,_Bruno_Cava|“A multidão foi ao deserto”, Bruno Cava]] Apr 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
* [[Multitude: quando a arte se soma à multidão]] May 26, 2014 | agenda, extensão&lt;br /&gt;
* [[Parque Augusta e as resistências verdes]] May 24, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em Belo Horizonte]] May 12, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em São Paulo]] May 11, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Revista Lugar Comum]] May 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
*[[Palestra do Negri no evento Multitude]] Jun 5, 2014 | agenda, notícias&lt;br /&gt;
*[[Marco Civil e Tecnopolíticas]]  Jun 20, 2014 | agenda&lt;br /&gt;
*[[A organização da multiplicidade]]  Jun 29, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
*[[A Copa contra o direito à cidade]] Jun 30, 2014 | pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
*[[Cartografias do Comum]]  Jul 5, 2014 | cartografias, mapeamentos&lt;br /&gt;
*[[Vaga para bolsista PIBIC/CNPq]]  Jul 14, 2014 | notícias, pesquisa&lt;br /&gt;
*[[Teaser do Mapeando o Comum em SP]]  Jul 18, 2014&lt;br /&gt;
*[[Seminário MultipliCidades]]  Jul 23, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Vídeo sobre a ocupação eliana silva]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[– re – Apropriando a centralidade na metrópole]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[(des)encontros: bogotá, bh,]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
* [[Posters/cartilhas indisciplinares]] Sep 21, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, cartografias emergentes, disciplina, extensão, mapeamentos, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubto==&lt;br /&gt;
*[[Asas artesanato solidário]] Oct 9, 2014&lt;br /&gt;
*[[Processos colaborativos e tecnologia social]] Oct 25, 2014 &lt;br /&gt;
*documentário “ainda ribeirão arrudas” Oct 29, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
*[[Espaço comum como resistência positiva]] Nov 2, 2014 &lt;br /&gt;
*[[Arte e espaço: uma situação política]] Nov 2, 2014&lt;br /&gt;
*[[Iconoclasistas em novabh]] Nov 20, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[¿qué pude el arte en nuestros tiempos ?]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2015=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[Processos colaborativos e tecnologia social]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[pré-lançamento DESIGN E POLÍTICA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[OUCBH – Operação Urbana Consorciada]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Palestra de Negri no Multitude]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[morar indígena seleciona bolsistas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Sobre o Indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Rede Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[RedeVerde: ato do dia 14]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Ocupa Cultural]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Seminário Internacional Faces da Resistência Recife/Brasil]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
[[Reunião Pública da Zona Cultural da Praça da Estação]]&lt;br /&gt;
[[Bolsistas recebem capacitação para uso do ENVI-MET]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
[[Entrevistando Harvey: REBELDE COM CAUSA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Blog sobre operações urbanas em BH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[EmBreveAqui: um novo projeto do indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Cartografia da Cultura nas Ocupações da Izidora]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[2º Ciclo de Estudos Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo. Territórios, governamento da vida e o comum]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Circuito forumdoc.ufmg apresenta: “A cidade é uma só?”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
[[III Seminario Internacional Procesos Urbanos Informales “GESTIÓN SOCIAL DE LA CIUDAD Y EL TERRITORIO”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[III SIMPÓSIO NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE CIDADES – II ENCONTRO TÉCNICO E CIENTÍFICO PARA CONSTRUÇÃO DE CIDADES VERDES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Volúmen Común: Laagencia + Escuela de Garaje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[Janaína Marx e Hernan Espinoza no Taller MET-Equador]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[VII Festival de Arte Público GRAFFF15]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni participa do Congresso de Direito Crítico]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Conselho Consultivo da Zona Cultural Praça da Estação]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Incapturável potência das vidas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Convite: Diálogos Metropolitanos]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Daniela Faria participa de Seminário de Estética e Crítica da Arte na USP]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no Taller Internacional Laboratorio Ciudad de Quito]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
[[Cidade Eletronika 2015]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Amanda Guimarães participa do III Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Parceiros do seminário “As Híbridas das Lutas Sociais”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar participa da abertura da Semana da Extensão da Faculdade de Direito da UFMG]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Natacha Rena participa do encontro “Crise urbana: o que fazer?”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no debate “Urbanismo das ruas em rede”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
[[Revista Indisciplinar N.1]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Aula Pública NovoPlanoDiretordeBH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni publica texto no blog Justificando]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2016=&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[Entrevista com Antonio Lafuente DocPósDoc]] Mar 29, 2016&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Pesquisadores do Indisciplinar no programa Brasil das Gerais]] Apr 4, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Saskia Sassen no evento Design e Política em 2011]] Aug 21, 2016&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Julia_Franzoni_publica_texto_no_blog_Justificando&amp;diff=2731</id>
		<title>Julia Franzoni publica texto no blog Justificando</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Julia_Franzoni_publica_texto_no_blog_Justificando&amp;diff=2731"/>
		<updated>2019-04-12T20:14:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: Criou página com &amp;#039;Dec 11, 2015 | Uncategorized  direita &amp;lt;br/&amp;gt;  Julia Franzoni escreve texto sobre a continuidade das lutas da Vila Soma e das ocupações...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Dec 11, 2015 | Uncategorized&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Justificando.png|semmoldura|direita]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Julia Franzoni escreve texto sobre a continuidade das lutas da Vila Soma e das ocupações da Izidora no Poder Judiciário, blog Justificando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ler o texto, [http://www.justificando.com/2015/12/11/entenda-porque-decisao-historica-do-tj-sp-e-um-avanco-na-luta-pelo-direito-a-cidade/ acesse aqui].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:Justificando.png&amp;diff=2730</id>
		<title>Arquivo:Justificando.png</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Arquivo:Justificando.png&amp;diff=2730"/>
		<updated>2019-04-12T20:13:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2729</id>
		<title>Memória do Indisciplinar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.indisciplinar.com/index.php?title=Mem%C3%B3ria_do_Indisciplinar&amp;diff=2729"/>
		<updated>2019-04-12T20:12:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Geopolitico: /* Novembro */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Desde 2012 o indisciplinar vem atuando ... (fazer um texto de apresetação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; inserir aqui todo o conteúdo de blog.indisciplinar.com desde 2013&lt;br /&gt;
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planeje como é melhor sumarizar o conteúdo antes de começar a transferir a informação para cá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Sites antigos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://blog.indisciplinar.com Blog Indisciplinar]&lt;br /&gt;
* [http://cartografias.indisciplinar.com Cartografias]&lt;br /&gt;
* [http://culturaeterritorio.indisciplinar.com Cultura e Território]&lt;br /&gt;
* [http://design.indisciplinar.com Design]&lt;br /&gt;
* [http://oucbh.indisciplinar.com OUC BH]&lt;br /&gt;
* [http://urbanismobiopolitico.indisciplinar.com Urbanismo Biopolítico]&lt;br /&gt;
* [http://indlab.net IndLab]&lt;br /&gt;
* [http://lutasterritoriais.indlab.net Lutas Territoriais]&lt;br /&gt;
* [http://naturezaurbana.indlab.net Natureza Urbana]&lt;br /&gt;
* [http://redeverde.indlab.net Rede Verde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2013=&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
* [[Sonho, pesadelo, delírio ou alucinação? Acorde, BH, caia na real!]]&lt;br /&gt;
* [[MP investiga procedimentos ilícitos no processo de desenvolvimento da Operação Urbana Consorciada Nova BH]]&lt;br /&gt;
* [[Descrição Indisciplinar]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2014=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
* [[Indisciplinar entrevista os artivistas colombianos Andrés Burbano e Gabriel Zea]] Jan 31, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Projeto Integrado Design]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[2014/01 Cartografias Emergentes]] Feb 17, 2014&lt;br /&gt;
*[[Movimento viaduto ocupado (a multidão ocupa a ágora pós-moderna belorizontina)]] Feb 10, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
* [[Cidade Eletronika 2012: origem do Indisciplinar]] Mar 14, 2014 | 2012/2 UNI 009, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Michael Hardt no Brasil]] Mar 7, 2014 | notícias&lt;br /&gt;
*[[“O Comum no comunismo”, Hardt]] Mar 7, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
* Prefácio do livro “Amanhã vai ser maior” Mar 6, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[O corredor cultural já existe!]] Mar 5, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, disciplina, ensino, extensão, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
* [[“A_multidão_foi_ao_deserto”,_Bruno_Cava|“A multidão foi ao deserto”, Bruno Cava]] Apr 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
* [[Multitude: quando a arte se soma à multidão]] May 26, 2014 | agenda, extensão&lt;br /&gt;
* [[Parque Augusta e as resistências verdes]] May 24, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em Belo Horizonte]] May 12, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Mapeando o Comum em São Paulo]] May 11, 2014 | agenda, cartografias, notícias&lt;br /&gt;
* [[Revista Lugar Comum]] May 11, 2014 | notícias, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
*[[Palestra do Negri no evento Multitude]] Jun 5, 2014 | agenda, notícias&lt;br /&gt;
*[[Marco Civil e Tecnopolíticas]]  Jun 20, 2014 | agenda&lt;br /&gt;
*[[A organização da multiplicidade]]  Jun 29, 2014 | publicações&lt;br /&gt;
*[[A Copa contra o direito à cidade]] Jun 30, 2014 | pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
*[[Cartografias do Comum]]  Jul 5, 2014 | cartografias, mapeamentos&lt;br /&gt;
*[[Vaga para bolsista PIBIC/CNPq]]  Jul 14, 2014 | notícias, pesquisa&lt;br /&gt;
*[[Teaser do Mapeando o Comum em SP]]  Jul 18, 2014&lt;br /&gt;
*[[Seminário MultipliCidades]]  Jul 23, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Vídeo sobre a ocupação eliana silva]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[– re – Apropriando a centralidade na metrópole]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
* [[(des)encontros: bogotá, bh,]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
* [[Posters/cartilhas indisciplinares]] Sep 21, 2014 | 2013/1 UNI 009, cartografias, cartografias emergentes, disciplina, extensão, mapeamentos, notícias, pesquisa, publicações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubto==&lt;br /&gt;
*[[Asas artesanato solidário]] Oct 9, 2014&lt;br /&gt;
*[[Processos colaborativos e tecnologia social]] Oct 25, 2014 &lt;br /&gt;
*documentário “ainda ribeirão arrudas” Oct 29, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
*[[Espaço comum como resistência positiva]] Nov 2, 2014 &lt;br /&gt;
*[[Arte e espaço: uma situação política]] Nov 2, 2014&lt;br /&gt;
*[[Iconoclasistas em novabh]] Nov 20, 2014&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
[[¿qué pude el arte en nuestros tiempos ?]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2015=&lt;br /&gt;
==Janeiro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fevereiro==&lt;br /&gt;
[[Processos colaborativos e tecnologia social]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[pré-lançamento DESIGN E POLÍTICA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[OUCBH – Operação Urbana Consorciada]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Palestra de Negri no Multitude]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[morar indígena seleciona bolsistas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Sobre o Indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Rede Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[RedeVerde: ato do dia 14]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Ocupa Cultural]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Seminário Internacional Faces da Resistência Recife/Brasil]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Maio==&lt;br /&gt;
[[Reunião Pública da Zona Cultural da Praça da Estação]]&lt;br /&gt;
[[Bolsistas recebem capacitação para uso do ENVI-MET]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Junho==&lt;br /&gt;
[[Entrevistando Harvey: REBELDE COM CAUSA]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Blog sobre operações urbanas em BH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[EmBreveAqui: um novo projeto do indisciplinar]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Cartografia da Cultura nas Ocupações da Izidora]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[2º Ciclo de Estudos Metrópoles, Políticas Públicas e Tecnologias de Governo. Territórios, governamento da vida e o comum]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Circuito forumdoc.ufmg apresenta: “A cidade é uma só?”]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julho==&lt;br /&gt;
[[III Seminario Internacional Procesos Urbanos Informales “GESTIÓN SOCIAL DE LA CIUDAD Y EL TERRITORIO”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[III SIMPÓSIO NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE CIDADES – II ENCONTRO TÉCNICO E CIENTÍFICO PARA CONSTRUÇÃO DE CIDADES VERDES]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Volúmen Común: Laagencia + Escuela de Garaje]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Setembro==&lt;br /&gt;
[[Janaína Marx e Hernan Espinoza no Taller MET-Equador]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[VII Festival de Arte Público GRAFFF15]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Julia Franzoni participa do Congresso de Direito Crítico]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Conselho Consultivo da Zona Cultural Praça da Estação]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Incapturável potência das vidas]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Convite: Diálogos Metropolitanos]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Daniela Faria participa de Seminário de Estética e Crítica da Arte na USP]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no Taller Internacional Laboratorio Ciudad de Quito]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outubro==&lt;br /&gt;
[[Cidade Eletronika 2015]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Amanda Guimarães participa do III Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Parceiros do seminário “As Híbridas das Lutas Sociais”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar participa da abertura da Semana da Extensão da Faculdade de Direito da UFMG]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Natacha Rena participa do encontro “Crise urbana: o que fazer?”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Indisciplinar no debate “Urbanismo das ruas em rede”]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Novembro==&lt;br /&gt;
[[Revista Indisciplinar N.1]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Aula Pública NovoPlanoDiretordeBH]] &amp;lt;br/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dezembro==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=2016=&lt;br /&gt;
==Março==&lt;br /&gt;
[[Entrevista com Antonio Lafuente DocPósDoc]] Mar 29, 2016&lt;br /&gt;
==Abril==&lt;br /&gt;
[[Pesquisadores do Indisciplinar no programa Brasil das Gerais]] Apr 4, 2016&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Agosto==&lt;br /&gt;
[[Saskia Sassen no evento Design e Política em 2011]] Aug 21, 2016&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Geopolitico</name></author>
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