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Além das copesquisas cartográficas que realizamos em nosso cotidiano em Belo Horizonte (junto a diversos grupos e movimentos sociais), nos últimos anos também temos realizado ou participado de vários eventos abertos junto a grupos e coletivos de toda ibero-américa, o que tem nos auxiliado na constituição de diretrizes de constituição do comum envolvendo novos modos de se fazer cidade. Alguns destes eventos são:

Design e Política (maio de 2011)

Foi um evento envolvendo seminário e workshop, do qual fui curadora, que reuniu pensadores, artistas e ativistas de diversos países e áreas como: Saskia Sassen (EUA), Christian Ullmann (Brasil), Peter Pàl Pelbart (Brasil), Ana Paolo Araújo (Brasil- Inglaterra), Eduardo de Jesus (Brasil), Nelson Brissac (Brasil), Javier Barilaro (Argentina), Alejandro Araque (Colômbia), Lucas Bambozzi (Brasil), Giselle Beiguelman (Brasil), Antonio Yemail (Brasil), Camillo Martinez e Gabriel Zea (Colômbia) , dentre outros grupos de arte e de pesquisa como Jaca e ASAS. (http://blog.indisciplinar.com/eventos-2011/seminario-internacional-design-e-politica-2011/) Este evento gerou um livro publicado posteriormente (http://blog.indisciplinar.com/pre-lancamento-design-e-politica/).

Ativismo Urbano (agosto de 2012)

Foi um evento dentro do Cidade Eletronika, do qual fui curadora juntamente com Lucas Bambozzi, que reuniu pesquisadores, arquitetos, ativistas e pensadores também ibero-americanos como Giuseppe Cocco (Brasil), Alejandro Haiek (Venezuela), Antonio Yemail (Colômbia), Todo por la Praxis (Espanha), Arquitectura Expandida (Colômbia), assim como brasileiros Simone Tostes, Samy Lansky, Eduardo Moreira, Simone Cortezão, Juliana Torres, Marcela Brandão, Adriano Mattos, Marcelo Maia, Lucas Bambozzi, para debatermos o tema da política como mote pra pensar/construir a cidade avançando em direção do ativismo e portanto, realizou uma série de workshops de ocupação do centro da cidade junto a grupos e ongs locais (http://blog.indisciplinar.com/eventos-2012/cidade-eletronika-2012/);

O direito à cidade, o que temos em comum (janeiro de 2013)

Foi um seminário (da qual fui curadora) que discutiu com pensadores e ativistas novas formas de resistir e ocupar a cidade durante 3 dias em Belo Horizonte (https://www.facebook.com/media/set/?set=a.513556928735808.1073741838.425668724191296&type=3).

Cartografias Biopotentes (fevereiro 2014)

Consistiu em um conjunto de eventos (seminário + 4 workshops + palestra + lançamento de livro), do qual fui curadora, que pretendeu aglutinar formas de cartografar criticamente a cidade e suas dinâmicas biopolíticas territoriais. Dentro deste evento realizamos o primeiro workshop junto com Pablo de Soto, Mapeando o Comum em BH, que abriu um espaço para a realização de diversas parcerias com os pesquisadores envolvidos neste projeto (incluindo José Perez de Lama, que pretende ser supervisor deste estágio pós-doutoral). Muitos mapeamentos foram realizados coletivamente e neste caso em Belo Horizonte, atuamos especificamente nas áreas atingidas pela Operação Urbana Consorciada Nova BH naquele momento em curso, que propunha modificar radicalmente a estrutura urbana de 7% do território da cidade via PPP. Também realizamos outros workshops como o “Entre Muros” ou o “Cartografia Afetiva _ Vila Dias” (com Ana Ortega do Arquitectura Expandida + Desejaca) e o workshop “Fazer – Trabalhar” (com o pesquisador colombiano Gabriel Zea). (https://www.facebook.com/media/set/?set=a.589684464456387.1073741841.425668724191296&type=3)

Marco Civil e Tecnopolíticas (junho de 2014)

Seminário realizado com a presença do pesquisador, ativista e parceiro da nossa rede Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais, Javier Toret, pesquisador do 15M, do Instituto IN3 coordenado por Castells e atual articulador político do Guanemos Barcelona. Este evento contou também com a participação de um dos principais atores da construção do Marco Civil da Internet no Brasil, o pesquisador Sérgio Amadeu. (http://blog.indisciplinar.com/776/)

Flock Society (dezembro de 2014 )

Participação na Cumbre Internacional do Flok Society com mais de 200 pesquisadores e ativistas de todo o mundo na área de tecnopolítica que aconteceu com intuito de criar uma rodada de trabalhos colaborativos para estabelecer diretrizes para políticas públicas envolvendo o conhecimento livre em todas as áreas produtivas dos ministérios do Equador; Posteriormente houve nossa participação em um seminário organizado pela Casa Civil do governo brasileiro que ocorreu em São Paulo (http://floksociety.org/2014/06/18/2601/) com a expectativa de gerar um grupo de trabalho que pudesse criar um Flok Brasil (ainda em processo);

Multitude (junho, julho, agosto de 2014)

Evento realizado pelo Sesc Pompéia do qual fiz parte junto da equipe curatorial: Lucas Bambozzi, Andrea Saturnino, Peter Pàl Pelbart, Lúcio Agra, dentre outros. Este evento envolveu exposição e uma série de debates, incluindo a presença de pensadores importantes como Lazzarato e Antônio Negri, importante referência para nossas copesquisas. Neste evento realizei a mediação da mesa na qual Antonio Negri discute o conceito de Multidão (http://www.sescsp.org.br/multitude/);

Cartografias do Comum (julho-agosto 2014)

Evento resultado da articulação entre o Espaço do Conhecimento UFMG e o grupo de pesquisa Indisciplinar que articulou uma mostra agregando uma série de atividades como debates, oficinas, filmes, seminários e a exposição. Este evento foi totalmente realizado com a participação horizontal de grupos, coletivos e movimentos sociais de Belo Horizonte que pesquisam e atuam na construção do comum. (http://www.espacodoconhecimento.org.br/?p=8813) (https://www.facebook.com/media/set/?set=a.684955338262632.1073741847.425668724191296&type=3)

Multiplicidades (agosto de 2014)

Seminário que inaugurou o debate sobre a construção de uma rede entre universidades e movimentos sociais e coletivos culturais já citada anteriormente “Tecnopolíticas: territórios urbanos e redes digitais”. (https://www.facebook.com/media/set/?set=a.684955938262572.1073741848.425668724191296&type=3) e contou com a presença de diversos pesquisadores do Indisciplinar (Natacha Rena, Marcelo Maia, Alemar Rena, Joviano Mayer, Ana Isabel de Sá, Paula Bruzzi, Simone Tostes, Marcela Silviano, Priscila Musa, João Tonucci, Luciana Bizzoto, Janaína Marx) e com pesquisadores de diversas universidades e coletivos brasileiros e internacionais como Fábio Gouveia (Labic_UFES), Fernanda Bruno, Pablo de Soto, Tatiana Roque (Media Lab _ UFRJ), Clara Luiza Miranda (UFES) e Basurama (Brasil-Espanha). (http://wiki.tecnopoliticas.com/index.php?title=Tecnopol%C3%ADticas:Territórios_Urbanos_e_Redes_Digitais)

Escuela de Garaje (Común) (setembro de 2014)

Coordenação de um curso de duas semanas em Bogotá, organizado pelo coletivo Laagencia e pelo Idartes/ Ministério da Cultura da Colômbia, para produtores culturais, arquitetos, urbanistas, artistas e ativistas envolvendo leitura de textos, escrita coletiva de artigos (que acabam de ser publicados em um livro) (http://escueladegaraje.com/v_comun/);

Noites Brancas (novembro de 2014)

Participação em um workshop ofertado pelos Iconoclasistas dentro do evento Noites Brancas. Investigamos a Operação Urbana Consorciada trabalhando territorialmente um mapeamento vasto que resultou também em algumas ações ativistas para dar visibilidade a este processo de urbanização neoliberal no centro da cidade. Todo o processo descrito aqui no blog da dupla Iconoclasistas, http://www.iconoclasistas.net/post/taller-de-mapeo-colectivo-en-la-noite-branca-belo-horizonte-brasil/ , ou no blog do Indisciplinar http://blog.indisciplinar.com/iconoclasistas-em-novabh/ .

Tecnopolíticas, democracia e urbanismo tático (fevereiro 2015)

Evento envolvendo seminário e workshop que reuniu um grupo de profissionais e pesquisadores interessados na investigação e na a aplicação das tecnologias digitais de comunicação aos processos de produção do espaço urbano. Contou com a participação de diversos atores e grupos da rede “Tecnopolíticas: território urbano e redes digitais” como: Natacha Rena (NPGAU/ EA UFMG), Marcelo Maia (EA UFMG), Paula Bruzzi (NPGAU/ EA UFMG), Fernanda Bruno e Pablo de Soto (MediaLab_Comunicação/UFRJ), Fábio Malini (Comunicação_LABIC_UFES), Coletivo Micrópolis (Arquitetura/UFMG), Ana Isabel de Sá, Paula Bruzzi e Fernanda Mourão (Indisciplinar_Arquitetura/UFMG), Ricardo Fabrino (Democracia Digital_Ciências Políticas/UFMG), Domenico di Siena (Urbano Humano_Itália), Giselle Beiguelman (Design/USP), Tatiana Roque (Matemática/UFRJ), Alemar Rena (Indisciplinar_Letras/UFMG), Monique Sanchez + Maurício Leonard (Arquitetura/UFOP), Ana Clara Mourão (LabGeo_Arquitetura /UFMG), Denise Morado (Praxis_Arquitetura/UFMG). (https://www.facebook.com/media/set/?set=a.782621678495997.1073741853.425668724191296&type=3)

===CIDADE ELETRONIKA 2015: TECNOPOLÍTICAS DO COMUM: ARTES, URBANISMO E DEMOCRACIA (outubro 2015)=== O Cidade Eletronika 2015, que é um projeto da Malab Produções (http://www.eletronika.com.br/#!cidade/c1wjc), é um evento que faz parte do Festival Eletronika (http://www.eletronika.com.br/) e acontece a partir de premissas do conceito de Artes e Tecnopolíticas do Comum. A programação, inteiramente gratuita, tem ênfase em uma rede ibero-americana e está estruturada em três blocos de atividades: Seminários, debates, encontros; oficinas de ação, criação e participação; performances e apresentações.Curadoria: Lucas Bambozzi e Natacha Rena. O evento do qual o Indisciplinar participou da curadoria contou com um Seminário Internacional (com 3 mesas redondas) e com 3 workshops: SEMINÁRIO INTERNACIONAL no Memorial Minas Gerais Vale - Auditório com as seguintes mesas: INTRODUÇÃO AO SEMINÁRIO com Lucas Bambozzi e Natacha Rena (curadores do Cidade Eletronika); TECNOPOLÍTICA E MUNICIPALISMO Palestra com Javier Toret IN3 / 15M / Barcelona en Comú, via Streaming; POR UMA TECNOPOLÍTICA DO COTIDIANO Com Antonio Lafuente (Laboratorio del Procomún de MediaLab-Prado Madrid) e Ivana Bentes (UFRJ-Minc). Mediação de Ricardo Fabrino (Democracia Digital - UFMG; TECNOLOGIA REVERSA: APROPRIAÇÕES PARA O COMUM José Peréz de Lama (FabLab Universidad de Sevilla-Espanha), Ricardo Brazileiro (LabCEUs-PE), Felipe Fonseca (SP Ubalab), Pablo de Soto (Mapping the Commons/UFRJ). Mediação de Lucas Bambozzi (Labmovel/FAU-USP/FAAP; O QUE NOS DIZEM AS REDES: Com Fabio Malini (Labic - UFES), Fernanda Bruno (Medialab - UFRJ), Carlos d' Andrea (CCNM - UFMG), Alemar Rena (UFSB- Porto Seguro). Mediação de Natacha Rena (Indisciplinar - UFMG). WORKSHOPS: 1) MEDIÇÕES DO URBANO: (Local: Passarela Cultural - Anexo da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa) Técnicas DIY para aferição da qualidade da água de lagoas, barragens e rios de BH; desenho de veículos alternativos e drones de código aberto. Com Ricardo Brazileiro, Guima San, Gabriel Zea e Lucas Bambozzi; 2) TOPOLOGIA DE REDES (Local: Memorial Minas Gerais Vale – Cyber. Rastrear Hashtags de termos urbanos envolvendo a produção cultural na cidade e a relação desta com os movimentos sociais, utilizando a fanpage Cartografias da Cultura (já existente) através da qual serão extraídas informações que irão gerar várias topologias de rede (big data) que apresentem conexões entre as ações culturais e os movimentos políticos. Com Fabio Malini (Labic_UFES - ES) e Ana Isabel de Sá (UFMG); 3) LABORATÓRIOS CIDADÃOS(Local: Memorial Minas Gerais Vale – Sala do Espetáculo Mineiro): Um laboratório é um espaço de trabalho orientado à produção de protótipos, onde não existem objetos a se representar, mas sim experimentos em construção e, em consequência, mais que dotar a sociedade com novos objetos para serem mostrados, usados ou vendidos, o que se faz é ensaiar novas formas de viver juntos mediadas pela tecnologia, respeitosas com a experiência, resistentes ao pacto e propenso à inovação. Antonio Lafuente (Laboratorio del Procomún de MediaLab-Prado Madrid). http://www.eletronika.com.br/#!curadoria/c1gw2

Natureza Urbana e produção do comum - VAC 2016 (fevereiro 2016)

O evento NATUREZA URBANA E PRODUÇÃO DO COMUM é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa Indisciplinar em parceria com o VAC 2016 e pretende reunir coletivos que lutam pela Preservação da Natureza Urbana e do Patrimônio a grupos que reivindicam o direito à moradia para todos. Apesar do cenário atual de avanço do capital imobiliário sobre importantes áreas urbanas, é possível identificar a intensificação de movimentos multitudinários contra os processos neoliberais. Ainda que ambas as lutas tenham um adversário comum – a voracidade do capital financeiro -, em diversas ocasiões são colocadas em lados opostos, como se a questão ambiental pudesse ser desconectada da pauta social e vice-versa. A luta por uma cidade mais verde e por um cidade mais justa deveria ser uma só! Propõe-se integrar essas pautas em uma discussão conjunta, que culminará na redação de uma carta-manifesto a ser apresentada na UN-Habitat em Quito, Equador, em 2016. O evento ocorreu em feereiro de 2016 e a programação contou com seminário no Palácio das Artes- Sala João Ceschiatti com os convidados de diversos movimentos (Parque Augusta - SP, Fica Ficus - BH, Serra da Gandarela - BH, Espaço Comum Luiz Estrela- BH, Ocupações da Izidora, Ocupe Estelita (Recife)e um Circuito às ocupações urbanas e às áreas verdes de B (Ocupações do Barreiro (com café da manhã preparado pelos moradores e pela Cozinha Comum da EA UMFG); Parque Jardim América - BH; Mata do Planalto. Também foi realizada uma escrita coletiva da carta-manifesto/ estandarte que participou em seguida do cortejo de entrega da carta à Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (PBH) com o bloco de carnaval : Bloco JA. A curadoria foi de Natacha Rena, Marcela Silviano Brandão, Luciana Bragança e Ana Isabel de Sá. Link para maiores informações sobre o VAC 2016: www.veraoarte.com.br https://www.facebook.com/naturezaurbanavac2016/?fref=ts